Bula Patrol SL - Adama

Bula Patrol SL

Glufosinato de amônio
19016
Adama

Composição

Glufosinato - Sal de amônio 200 g/L

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não sistêmico, Seletivo condicional

Alface

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum aviculare (Erva de bicho )
Soliva anthemifolia (Roseta)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Algodão

Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sorghum halepense (Capim massambará)
Spermacoce latifolia (Erva quente)

Banana

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Crepis japonica (Crepis)
Cuphea carthagenensis (Sete sangrias)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Dioscorea batatas (Erva cará)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Paspalum conspersum (Capim milhã)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)

Batata

Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum tuberosum (Batata)
Spermacoce alata (Poaia do campo)

Café

Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida glaziovii (Guanxuma branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Citros

Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Talinum paniculatum (Maria gorda)

Eucalipto

Acacia plumosa (Arranha gato)
Bauhinia variegata (Unha de vaca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Lantana camara (Cambará)
Melinis minutiflora (Capim gordura)
Panicum maximum (Capim colonião)
Pteridium aquilinum (Samambaia)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum paniculatum (Jurubeba)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Spermacoce alata (Poaia do campo)
Spermacoce verticillata (Poaia)
Stachytarpheta cayennensis (Gervão)

Feijão

Phaseolus vulgaris (Feijão)

Maçã

Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Lolium multiflorum (Azevém)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Parthenium hysterophorus (Losna branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Rumex obtusifolius (Língua de vaca)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Milho

Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Nectarina

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Pêssego

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Repolho

Coronopus didymus (Mentruz)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum persicaria (Erva de bicho)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Soja

Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Avena sativa (Aveia)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Glycine max (Soja)
Hordeum vulgare (Cevada)
Lolium multiflorum (Azevém)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Rottboellia exaltata (Capim camalote)
Secale cereale (Centeio)
Triticum aestivum (Trigo)
Triticum secale (Triticale)

Trigo

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Glycine max (Soja)
Oryza sativa (Arroz)
Sida cordifolia (Malva branca)
Spermacoce alata (Poaia do campo)

Uva

Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Galinsoga parviflora (Picão branco)

Conteúdo: 0,20; 0,25; 0,40; 0,50; 0,80; 1; 1,5; 2; 2,2; 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1000; 2000; 5000; 10000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O PATROL SL é um herbicida de ação não sistêmica, pós-emergente, seletivo condicional (seletivo para algodão e milho geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão e milho convencionais) indicado para o controle de plantas infestantes nas seguintes situações:
• Aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas de: soja e trigo.
• Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: alface, algodão, banana, café, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
• Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita de batata, feijão e soja.
• Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado.
• Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da batata na fase de “crackingtiming” (rachamento do solo antes da emergência da cultura).
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida PATROL SL poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas da alface, algodão, algodão geneticamente modificado, banana, batata, café, citros, eucalipto, feijão maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva, o herbicida PATROL SL pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: 20 gotas/cm²;
- Volume de calda:
• Alface, algodão, batata, citros, eucalipto, feijão, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja e uva: 350 L/ha;
• Algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado: 200 a 300 L/ha; • Banana: 500 L/ha.
• Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
• Para a cultura do trigo, considerar o volume de calda de 200 L/ha, quando for realizar o controle de buva e capim-amargoso. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
- As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
- Deve-se sempre utilizar água limpa.
- Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
APLICAÇÃO AÉREA:
PATROL SL pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas de soja e trigo, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e do milho geneticamente modificado e em dessecação das culturas em pré-colheita da batata, feijão e soja, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
ATENÇÃO: A aplicação aérea somente deve ser realizada quando não existe o risco de ocorrer contato da pulverização com culturas sensíveis ao PATROL SL. Portanto, a indicação desta modalidade de aplicação deve ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável.
PREPARO DA CALDA: Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar PATROL SL e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva: 7 dias
Algodão: 28 dias
Algodão geneticamente modificado: 116 dias
Banana, batata e soja: 10 dias
Café: 20 dias
CitroS: 40 dias
Eucalipto: Uso não alimentar
Feijão: 5 dias
Milho geneticamente modificado: 50 dias
Milho e trigo: Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto, pode reduzir o seu efeito herbicida. Algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado:
- A recomendação de uso do produto é restrita para algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade sobre cultivares convencionais.
- O produto não deve ser aplicado em plantas infestantes ou culturas que estejam sob “stress”, ou quando o solo apresentar-se com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas infestantes se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento.
- O produto não deve ser utilizado em cultivares geneticamente modificadas que não sejam identificadas como tolerantes ao glufosinato-sal de amônio, especialmente na embalagem de suas sementes.
- Evitar aplicações quando as plantas infestantes estiverem excessivamente molhadas.
Outras restrições:
- Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras de algodão e milho não identificadas como tolerantes ao glufosinato-sal de amônio, pois podem ocorrer injúrias.
- Certifique-se de usar sementes de boa procedência e identificadas como geneticamente modificadas.
- Restos ou plantas “tiguera” de algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado não serão controlados por este herbicida, da mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismo de ação distinto do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).