Propiconazole Nortox 500 EC
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Propiconazol
Registro MAPA:
11022
Empresa Registrante:
Nortox |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Propiconazol | 500 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Alho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria porri (Mancha púrpura) | veja aqui | |||
| Puccinia allii (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora arachidicola (Mancha castanha) | veja aqui | |||
| Pseudocercospora personata (Mancha preta) | veja aqui | |||
| Sphaceloma arachidis (Verrugose) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bipolaris oryzae (Mancha parda) | veja aqui | |||
| Microdochium oryzae (Queima foliar) | veja aqui | |||
| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Banana | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) | veja aqui | |||
| Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora coffeicola (Olho pardo) | veja aqui | |||
| Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) | veja aqui | |||
| Blumeria graminis f.sp. hordei (Oídio) | veja aqui | |||
| Drechslera teres (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Puccinia hordei (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão-caupi | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão-fava | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão-guandu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão-mungo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão-vagem | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Gladíolo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Uromyces transversalis (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Grão-de-bico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Lentilha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Exserohilum turcicum (Mancha foliar) | veja aqui | |||
| Seringueira | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Exserohilum turcicum (Mancha foliar) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
PROPICONAZOLE NORTOX 500 EC é um fungicida sistêmico inibidor da demetilação (DMI’S), cujo mecanismo de ação é conhecido como inibidores da síntese de ergosterol (IBE’s), apresentado na formulação Concentrado Emulsionável que oferece ação preventiva e curativa nos alvos biológicos abaixo indicados.
MODO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO
PROPICONAZOLE NORTOX 500 EC é um líquido prontamente emulsionável em água e pode ser aplicado via equipamentos terrestres costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido ou ainda aeronaves agrícolas.
PREPARO DA CALDA
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de PROPICONAZOLE NORTOX 500 EC no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
PULVERIZAÇÃO VIA TERRESTRE
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno.
Utilizar gotas de classe Média – M ou Grossa – C.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um engenheiro agrônomo.
Recomendações específicas:
Banana: para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral ou "spray-oil" com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha:
Opção 1: 0,20 L de Propiconazole Nortox 500 EC + 14,8 L de óleo mineral.
Opção 2: 0,20 L de Propiconazole Nortox 500 EC + 5 L de óleo mineral + 220 mL de Espalhante
Adesivo e completar com água até o volume de 15 litros.
Para o preparo da calda, seguir a seguinte ordem: misturar o Propiconazole Nortox 500 EC com o óleo mineral, adicionar o espalhante adesivo, agitar intensamente e, finalmente, completar o volume com água.
Manter agitação intensa durante a aplicação.
Para condições específicas de equipamentos que aplicam maior volume de calda/área, poderá ser feita adição de água (até 50% do volume total) respeitando-se a dose do ingrediente ativo propiconazole por área, para completar o volume desejado.
Recomenda-se, para melhor emulsificação, o uso de surfactante na dose indicada pelo fabricante e a agitação da calda durante a aplicação.
Seringueira: realizar a pulverização no painel da seringueira. Utilizar a dose de 2 mL de produto por L de calda.
APLICAÇÃO AÉREA:
A aplicação aérea é recomendada para as culturas do arroz, arroz irrigado, aveia, banana, centeio, cevada, feijão, feijões, grão-de-bico, lentilha milheto, milho, sorgo, trigo e triticale.
APLICAÇÃO VIA AERONAVE TRIPULADA:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operação aero agrícola pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha, podendo ser ajustado pelo técnico responsável, de acordo com o equipamento e tecnologia utilizada.
Utilize gotas de classe médias a grossas.
Utilize apenas empresas certificadas e pilotos que sigam rigorosamente as normas da aviação agrícola e as boas práticas de aplicação aérea de produtos fitossanitários, sempre com orientação de um Engenheiro Agrônomo responsável.
Não execute aplicação aérea via aeronave tripulada de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
APLICAÇÃO VIA AERONAVE NÃO TRIPULADA (DRONES):
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos reguladores do setor, como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA.
Utilize drones que trabalhem com pontas rotativas em vez de hidráulicas e que sejam posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos das pontas para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas médias a grossa, preferindo sempre as mais grossas, porém sem que prejudique a cobertura do alvo.
A altura de voo deve ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter em média 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte do drone e diâmetro de gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser realizada o mais rápido possível. Portanto, NÃO dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo.
Estabeleça distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Não execute aplicação aérea via aeronave não tripulada a distância inferior a 20 m de distância de povoados, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, ou quando houver de acordo com o estabelecido pela legislação específica Municipal, Estadual e Federal.
É importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes dos órgãos competentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL). A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser realizada com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 55%;
- Velocidade do vento: 2 km/hora a 10 km/hora;
- Temperatura: no máximo 30ºC;
Nota: Tanto para pulverização terrestre quanto aérea, a escolha do volume de calda e o tamanho de gotas a serem utilizados, deve levar em consideração as condições climáticas e o stand da cultura, conforme orientações do engenheiro agrônomo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso restrito as culturas, alvos e doses registradas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças (MID), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
- Utilizar sementes sadias.
- Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis.
- Realizar rotação de culturas.
- Realizar manejo adequado de adubação.
- Semear/transplantar em época adequada para a região e com densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida.
- Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando modos de ação sempre que possível.
PROPICONAZOLE NORTOX 500 EC é um fungicida sistêmico composto por Propiconazol, conhecido como inibidores da demetilação – DMI’s, que apresenta como mecanismo de ação a inibição da biossíntese de esterol (G1), mais especificamente age no sítio alvo inibindo a demetilação do C14, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).