Bula Rival 200 EC

acessos
Tebuconazole
6203
Nufarm

Composição

Tebuconazol 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar aos 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Aplicar logo após o aparecimento do sintoma nas folhas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar duas aplicações com intervalo de 14 dias. 35 dias. Aplicar logo após o aparecimento do sintoma nas folhas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 L p.c./ha 0,5 L + 15 litros de óleo mineral 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com intervalo de 30 - 40 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30 - 40 dias, até o final do período crítico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
100 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - Caso necessário, realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. A primeira aplicação deve ser realizada somente a partir do final do desenvolvimento foliar e início da formação dos tubérculos, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir a mesma se necessário
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Deve-se fazer monitoramento da lavoura, e a aplicação deve ser realizada logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Não deve ser feita aplicação durante o período de pleno florescimento do feijoeiro, não havendo limitações quanto ao uso antes e/ou após este período
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Caso necessário, realizar no máximo 6 aplicações por ciclo de produção. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 20 dias. Iniciar as aplicações antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até o início da formação dos frutos
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 20 dias. Iniciar as aplicações antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até o início da formação dos frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizar a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizar a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Pulverizar a partir do início do florescimento, no aparecimento dos sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repeti-las a cada 7 dias
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repeti-las a cada 7 dias
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias. 15 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 15 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L de calda/ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventiva no estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações freqüentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventiva no estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações freqüentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatada de 5 - 8% de área foliar infectada pela doença, podendo-se recorrer a uma segunda aplicação caso a infecção atinja este nível novamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, poderão ser realizadas mais aplicações, com intervalo de 14 dias entre cada uma. Realizar no máximo 4 aplicações. 7 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada somente após o florescimento, e logo que forem notados os primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 L de calda/ha - A lavoura deve ser monitorada continuamente e caso haja reincidência de sintomas da doença na cultura, deve-se realizar nova aplicação. Realizar no máximo duas aplicações. 35 dias. A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatado os primeiros sintomas da doença, a partir do elongamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias
Oídio
(Uncinula necator)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias

Conteúdo:1, 5, 10 e 20 L

ÉPOCA, NÚMERO, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Batata: A primeira aplicação visando o controle da pinta preta deve ser realizada somente a partir do final do desenvolvimento foliar e início da formação dos tubérculos, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, podendo ser realizadas mais 3 aplicações, com intervalo de 14 dias entre cada uma, caso as condições climáticas sejam favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Café: recomenda-se iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir a mesma se necessário.
Feijão: Para controle da ferrugem do feijoeiro deve-se fazer monitoramento da lavoura, e a aplicação deve ser realizada logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Não deve ser feita aplicação durante o período de pleno florescimento do feijoeiro, não havendo limitações quanto ao uso antes e/ou após este período.
Soja: Oídio: A primeira aplicação deve ser realizada quando for constatada de 5-8% de área foliar infectada pela doença, podendo-se recorrer a uma segunda aplicação caso a infecção atinja este nível novamente. DFCs: Em áreas com histórico de ocorrência da doença, deve-se realizar uma aplicação preventiva no estágio R5.1 (início do enchimento dos grãos), e havendo elevada umidade relativa no ar ou precipitações freqüentes, deve-se realizar uma segunda aplicação com 20 dias de intervalo.
Tomate: A primeira aplicação visando o controle de septoriose deverá ser realizada somente após o florescimento, e logo que forem notados os primeiros sintomas. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, poderão ser realizadas mais 3 aplicações, com intervalo de 14 dias entre cada uma.
Trigo: Para o controle da helmintosporiose ou mancha marrom, a primeira aplicação deve ser realizada quando for constatado os primeiros sintomas da doença, a partir do elongamento. A lavoura deve ser monitorada continuamente e caso haja reincidência de sintomas da doença na cultura, deve-se realizar nova aplicação.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

RIVAL 200 CE deve ser misturado em água e pulverizado através de equipamentos estacionários, costais manuais ou motorizados, pulverizadores tratorizados ou aeronaves agrícolas. Recomenda-se a aplicação com a temperatura abaixo de 30°C.
Batata: O equipamento de pulverização poderá ser manual ou tratorizado com bicos de jato cônico vazio ou de jato plano (leque) duplo comum e volume de calda entre 500 e 800 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e do enfolhamento da cultura.
Café: O produto deve ser aplicado utilizando atomizadores costais ou tratorizados e volume de calda de 250 a 500 L/ha, dependendo da altura das plantas.
Feijão: Deve-se fazer a aplicação utilizando pulverizador manual, motorizado ou tratorizado com bicos de jato cônico vazio ou de jato plano (leque) duplo comum e volume de calda entre 200 e 400 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e do enfolhamento da cultura.
Soja: Deve-se fazer a aplicação utilizando pulverizador tratorizado dotado de barra e munidos de bicos de jato plano (leque) duplo comum ou jato cônico vazio e volume de calda entre 150 e 250 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e do enfolhamento da cultura. Nas aplicações aéreas, usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos, altura de vôo de 2 a 4 m, vazão de 20 a 30 L/ha e largura de faixa de deposição de 15m. Deve-se fazer a aplicação com temperatura inferior a 30°C e umidade relativa maior 55% a fim de evitar problemas de fitotoxidez.
Tomate: A aplicação poderá ser realizada com pulverizadores costal manual ou motorizado, ou pulverizador estacionário dotado de bico cônico vazio e volume de calda entre 500 e 1000 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e altura da cultura.
Trigo: Deve-se fazer a aplicação utilizando pulverizador tratorizado dotado de barra e munidos de bicos de jato plano (leque) duplo comum ou jato cônico vazio e volume de calda entre 150 e 250 L/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento e do enfolhamento da cultura. Nas aplicações aéreas, usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos, altura de vôo de 2 a 4 m, vazão de 20 a 30 L/ha e largura de faixa de deposição de 15m.

Em qualquer cultura e modalidade de aplicação, verificar se todas as partes das plantas, inclusive o terço inferior, estão recebendo o produto de maneira uniforme, sem, entretanto, haver escorrimento da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Obedecer rigorosamente as recomendações constantes na Bula e no Rótulo para uso e manuseio do produto;
- Utilizar água de boa qualidade (isenta de grande alcalinidade e dureza acentuada) e com pH na faixa de 5, a fim de se obter a máxima performance do produto.
- Não aplicar o produto na cultura de tomate antes do inicio do florescimento.
- Não aplicar o produto na cultura de feijão durante o pleno florescimento.
- Na cultura da batata, não aplicar o produto antes do final do desenvolvimento foliar, na fase que coincide com o fechamento das linhas e inicio do desenvolvimento dos tubérculos.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, ração, animais e pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, avental impermeável, máscara com filtro apropriado, protetor ocular, luvas e botas impermeáveis.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia;
- Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, máscara com filtro apropriado, protetor ocular, luvas e botas impermeáveis.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Não reutilize a embalagem vazia.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas;
- AO LAVAR AS ROUPAS UTILIZADAS / CONTAMINADAS, UTILIZE LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEL;
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido para o produto.

PRIMEIROS SOCORROS:

Ingestão: Não induzir o vômito. Este poderá ocorrer naturalmente, não devendo ser evitado, deitar a vítima de lado para evitar aspiração de resíduos. Caso estiver inconsciente ou tendo convulsões, não administre nenhuma substância pela boca, verifique se as vias respiratórias estão abertas, e mantenha a sua cabeça mais alta do que o corpo. Remova a vítima imediatamente para um hospital, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Lavar os olhos com água abundante, se ocorrer irritação, remova a vítima para um hospital, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lavar imediatamente o local exposto com água e sabão, tomando o cuidado de remover e isolar toda a roupa contaminada. Ocorrendo irritação consultar um médico.
Inalação: Remova a vítima imediatamente da área contaminada, procurando um local arejado. Remova a vítima imediatamente para um hospital, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

Não existe antídoto específico conhecido. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico como lavagem gástrica e administração de carvão ativado pode ser realizado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

Centro de Informações Toxicológicas – CEATOX: (85) 255-5050
Agripec Química e Farmacêutica S/A – (85) 215-1000
TOXICLIN – 0800 14 1149


a) MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:

O Tebuconazole é absorvido pela via oral, dérmica e inalatória. A biotransformação ocorre por reações de oxidação e os principais metabólitos são o álcool e o ácido carboxílico. Após a administração do Tebuconazole em ratos, 70-80% da dose administrada foi excretada nas fezes e até 25% na urina. A concentração plasmática máxima foi atingida entre 0,5 e 2 horas após a administração oral. Após 2-3 dias da administração, menos de 1% da dose administrada pode ser detectada nos tecidos, sendo o local de maior acúmulo o fígado.

b) SINTOMAS DE ALARME:

A inalação de altas concentrações pode causar irritação nasal, de garganta e de trato respiratório. A ingestão de grandes volumes pode causar desconforto abdominal ou dor, náusea, vômito, tonturas e visão turva.

c) EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:

Agudos: Não existem referências de casos de intoxicações agudas em seres humanos. Este composto pode ser irritante para os olhos, trato respiratório e digestivo. A administração de doses orais agudas em camundongos induzem falta de coordenação motora, distúrbios respiratórios.

Crônicos: Não há referências de casos de intoxicações crônicas em humanos. Em estudos de toxicidade subcrônica oral realizados com ratos foram observados aumentos nos níveis de bilirrubina e indução de enzimas microssomais. Em estudos crônicos, de 2 anos de duração, os efeitos observados foram diminuição do peso corpóreo, diminuição dos níveis de hemoglobina e hematócrito e aumento nos níveis das enzimas microssomais hepáticas.

d) EFEITOS ADVERSOS:

O produto não apresenta efeitos adversos característicos após exposição aguda oral em humanos.

- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação de solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRIPEC QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A - telefone de emergência: (085) 215.1000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d`águas. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
- Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
- Corpos d’água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

a) Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.