Bula Unizeb Glory

acessos
Axostrobina + Mancozebe
3315
UPL

Composição

Azoxistrobina 50 g/kg Estrobilurina
Mancozebe 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
2 a 2,4 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias 42 dias Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da emergência da cultura ou no momento mais adequado do aparecimento destas doenças. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Ramularia
(Ramularia areola)
1,6 a 2,4 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias 42 dias Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da emergência da cultura ou no momento mais adequado do aparecimento destas doenças. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,8 a 2,2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações de forma preventiva quando as plantas tiverem de 4 a 6 folhas ou no início do aparecimento da doença. Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da emergência da cultura ou no momento mais adequado do aparecimento destas doenças. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 dias 20 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento com até 5% das panículas emitidas. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 dias 32 dias Realizar a primeira aplicação de forma preventiva até a fase de folha-bandeira expandida. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo, aproximadamente 30 dias após a emergência, no fechamento da cultura. Alternar a aplicação com fungicidas de outros grupos químicos. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 60 dias 50 dias Aplicar o produto preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 20 dias 60 dias Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da cultura. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,8 a 2,2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalos de 7 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora longissima)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 10 dias 20 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mancha de Cylindrocladium
(Cylindrocladium ilicicola)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente, antes do florescimento. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 14 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 10 dias a fim de cobrir adequadamente o período de maior suscetibilidade 42 dias Aplicar de forma preventiva aos 40 – 50 dias após o plantio (observar o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado). Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 a 10 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 a 14 dias. A escolha do intervalo deve ser baseada no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região 30 dias Iniciar as aplicações a partir do estádio fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo determinado) ou entre 30 a 35 dias após a emergência da cultura (cultivares de ciclo indeterminado). Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 10 a 15 dias ou seguir a recomendação de manejo preconizado para o controle deste alvo na região 30 dias Iniciar as aplicações a partir do estádio R4 (florescimento pleno) ou no momento mais adequado do aparecimento da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento, aproximadamente 30 dias após a emergência. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Alternar a aplicação com fungicidas de outros grupos químicos. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento com até 5% das panículas emitidas. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis ao desenvolvimento da doença. Usar adjuvante específico na calda na dose recomendada pelo fabricante ou oleato de metila na dose de 0,25%

Balde de Fibra/Metálico/Plástico - 1,0; 2,0; 5,0 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg
Balde de Polietileno/Metálico - 10 kg
Big-bag de Plástico - 100; 200; 300; 400;500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg
Bombona de Plástico - 1,0; 3,0; 5,0; 10; 12,5; 14; 15; 20; 50 kg
Caixa de Papelão - 0,2; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2 kg
Contentor intermediário (IBC) de Papelão/Metálico/Fibra/Plástico - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg
Saco de Papel/Plástico com um ou mais sacos hidrossolúveis - 0,02; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15 kg
Saco Metálico/Plástico/Papel/Papelão - 1,0; 5,0; 10: 12,5; 15; 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Polietileno/ poliéster ou aluminizado - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 25 kg
Saco Plástico/Metálico - 11, 15, 24, 25kg
Saco de Alumínio Aluminizado/Saco de Plástico Metalizado - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10;
12,5; 15; 25 kg
Saco de Plástico/Metálico ou Hidrossolúvel - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 12,5; 15 kg
Saco de Papel - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70kg
Saco de Papel revestido com polietileno - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25; 50 kg
Tambor Metálico/ Fibra/ Plástico - 10; 12,5; 15; 25 kg
Tambor de Fibra - 10; 25 kg
Tamborete de Fibra - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg

INSTRUÇOES DE USO:
UNIZEB GLORY é uma combinação de um fungicida de contato multissítio de ação, o Mancozebe, mais um fungicida sistêmico que interfere na respiração mitocondrial, a Azoxistrobina, que pode ser utilizado em aplicações preventivas para o controle de doenças da parte aérea nas culturas de milho e soja.
UNIZEB GLORY apresenta excelente ação de proteção às culturas e manejo da resistência devido sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos fungos no tecido foliar.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
MILHO: para o controle de mancha de Phaeosphaeria ou mancha-branca, UNIZEB GLORY deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observar o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado), reaplicando-se com intervalo de 10 dias a fim de cobrir adequadamente o período de maior susceptibilidade. Efetuar no máximo 3 aplicações por cicio. Usar óleo metilado de soja na dose de 0,25% até 500 m/ha.
SOJA: para o controle da Ferrugem-asiática, UNIZEB GLORY deverá ser aplicado de forma preventiva realizando a 1ª aplicação no estádio V8 (final do período vegetativo) ou estádio R1. (início do florescimento); reaplicar em intervalo de 10 dias principalmente se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença ou até 15 dias se as condições não forem favoráveis. Efetuar no máximo 3 aplicações. Usar óleo metilado de soja na dose de 0,25% até 500 ml/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
UNIZEB GLORY deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água para as culturas de milho e soja.
Preparo da calda:
Para preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa até metade de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e adicionar UNIZEB GLORY na dose indicada. Após isso, complete o volume do tanque, sempre com agitação constante. Mesmo havendo necessidade de parar a pulverização durante algum tempo é importante que se mantenha o agitador em funcionamento. Se esta interrupção for mais longa, deve-se reiniciar a agitação antes de utilizar a calda novamente. Deve-se preparar apenas a quantidade de calda para a aplicação, visando evitar sobras de calda no tanque do pulverizador. Recomenda-se também que todos os equipamentos utilizados no preparo e aplicações da calda sejam lavados.

Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 200 litros água/ha para as culturas do milho e da soja.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 micrometros, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea (milho e soja):
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 450 Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 micrometro, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Cultura Dias
Milho 42
Soja 30

INTERVALODE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
o Produto pouco irritante para os olhos.
o Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
o Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
o Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
o Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
o Utilize equipamento de proteção individual - EPI:- macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtros combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
o Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
o Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
o Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
o Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
o Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
o Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
o Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência medica mais próxima.

INTOXICAÇÕES POR ESTROBIRU LINAS E ALQUILENOBIS (DITIOCARBAMATO)
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico - Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato) Azoxistrobina: Estrobilurina
Vias de absorção - Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinética - Mancozebe: Em ratos foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (50%) e distribuído para o fígado, rins e tireoide, principalmente, entretanto não houve acúmulo devido à rápida metabolização pelo fígado por glucuronização. Os picos sanguíneos
apareceram entre 3-6 horas após a administração. A excreção quase completa ocorreu em 96 horas, através das fezes (71%), urina (16%) e bile (2-9%). Aproximadamente 7,5% do Mancozeb foi convertido em etileno tiouréia (ETU), o principal metabólito de importância toxicológica, que pode ser detectado na urina. Esta conversão não ocorreu na exposição dérmica ou inalatória. Pode ser absorvido pela pele.
Azoxistrobina: Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral 74-81%, sendo as demais vias secundárias. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas
foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorânico, os metabólitos resultantes polares foram excretados rapidamente. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos.
Em 48 horas, mais de 82-96% da dose administrada oralmente foi eliminada, principalmente, pelas fezes (73-89%) e, em menor proporção, pela urina (9-18%). Em um estudo, 57-74% da dose administrada foi recuperada na bile após 48 horas da administração, por gavagem, de uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
Mecanismos de toxicidade - Mancozebe: Ditiocarbamatos possuem o potencial de gerar dissulfeto de carbono (com potencial de causar neuropatia distal periférica), formar o metabólito etileno tiouréia (ETU) (com potencial de causar efeitos carcinogênicos), quelar cátions polivalentes fisiologicamente importantes como cobre, zinco, chumbo ou cádmio (com potencial neurotóxico, resultado do sequestro de metais pesados pelo sistema
nervoso).
Azoxistrobina: O mecanismo de ação das estrobilurinas em geral envolve a ligação ao sítio de oxidação quinol (ou sítio ubiquinol) do citocromo b. esta ligação impede a transferência de elétrons entre o citocromo b & citocromo c, que interfere na oxidação de NADH e síntese de ATP.
Sintomas e sinais clínicos -
Mancozebe: A toxicidade aguda geralmente é baixa. Intoxicações em
humanos foram observadas:
Oral: Irritação da mucosa do trato gastrointestinal, cefaléia, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos.
Dérmica: Irritação dérmica leve (prurido, eritema, exantema); dermatite de contato alérgica (sensibilização cutânea).
Inalatória: Irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaleia, visão borrada e náuseas.
Ocular: Irritação (ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras).
Em intoxicações crônicas, trabalhadores expostos ao Mancozebe, tem se observado que age como um potente sensibilizante dérmico (embora os testes em animais sejam negativos).
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: o Mancozeb é suspeito de causar neurotoxicidade fetal.
Toxicidade endócrina: foi encontrado aumento de TSH em trabalhadores expostos. Imunotoxicidade: em estudos in vitro induziu alterações nas citdcinas, citotoxicidade e incremento da resposta funcional dos linfácitos T.
Mutagenicídade: induziu incremento de troca de crornátides irmãs em trabalhadores expostos durante pulverização do produto;
Carcínogenicidade: classificado como provável carcinogênico para humanos (EPA, B2), mas não no IARC, por não haver evidências em humanos.
Obs.: O metabólito ETU é um conhecido agente mutagênico, carcinogênico (câncer de tireóide, ratos), teratogênico (sistema nervoso) e possui efeitos antitireoideanos.
Azoxistrobina: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observada baixa toxicidade.
Dérmica: Irritação leve
Inalatória: Irritação leve. Ocular: Irritação moderada.
Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis.
Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dás metabólitos (ETU) ou dos ingredientes ativos em material biológico.
Tratamento - Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
Exposição oral: Enxaguar a boca e imediatamente. Diluição: com 120-240 ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças). Lavagem gástrica na maioria dos casos não é necessária. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1' hora).
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
Reação alérgica: Leve / moderada - anti-histamínicos com ou sem 02
agonistas via inalatória; corticosteróides ou epinefrina via parenteral.
Grave - oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3
0,5 ml de solução 1:1000, viaSC; Criança: 0,01 ml/kg, 0,5 ml no
máximo; pode-se repetir em 20 a30 minutos), corticosteróides, anti
histamínicos, ECG e fluidos I.V.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. -
Contraindicação - O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos - Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos Agudos:
• DL50 oral: >5000 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica: >2000 mg/kg p.c.
• CL50 lnalatária: Não foi possível determinar a CL50 inalatória. Não houve mortes.
• Irritação Dérmica: Irritação leve
• Irritação Ocular:. Irritação reversível em até 72 horas, sem opacidade cárnea • Sensibilização cutânea: O produto é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Mancozebe: o Mancozeb induziu diminuição do ganho de peso e da ingestão de alimentos, e alterações principalmente na tireóides (hiperplasia, hipertrofia), fígado, adrenais e hipófise. Não foi sensibilizante dérmico em animais.
Genotoxicidade, mutagenicidade: incremento de troca de cromátides irmãs.
Carcinogenicidade: o Mancozeb induziu tumores na pele de camundongos (papilomas de células escamosas e queratoacantomas), cujo mecanismo pode estar associado a sua composição (complexo polímero de Maneb + zinco), já que o Maneb é um conhecido cancerígeno para roedores. Em estudo crônico com ratos, o Mancozeb causou o incremento de tumores malignos em geral (mama, ouvido, fígado, cabeça (osteosarcomas), pâncreas, tireóides e tecido hemolinforeticular).

Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: em um estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido em ratas prenhas foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central (hidrocefalia), olhos, orelha e sistema músculo-esquelético. Quando o Mancozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhas não foram observados efeitos teratogênicos. Um estudo realizado com camundongos mostrou que Mancozebe ou seus metabólitos são capazes de cruzar a barreira placentária, podem produzir dano ao DNA e induzir tumores nos fetos.
Toxicidade sobre sistema endócrino: em estudos em camundongos foram observados alterações hormonais tireoidianas.
Azoxistrobina: não há dados em seres humanos; em animais o principal órgão-alvo foi o fígado. Após administração crônica do produto técnico pela via oral houve redução no peso corpóreo e o órgão alvo foi o fígado. Nas doses elevadas foi observada diminuição no consumo de alimentos, alterações laboratoriais, incremento, do peso no fígado, hiperplasia hepatocelular e aumento dos linfonodos. A avaliação histopatológica demonstrou que. ,A dose onde não foi observado efeito adverso (NOAEL) foi de 20 mg/kg/dia. Em estudos de dois anos com ratos, Azoxistrobina induziu hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias à toxicidade do ducto biliar: Não houve evidências de que Azoxistrobina tenha sido carcinogênica aos ratos. Os estudos não mostraram efeitos reprodutivos ou teratogenicidade.

Este produto é:

( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas no autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇOES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A., pelo telefone de Emergência (0800) 70 10 450 - (019) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens no lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
• ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA
• ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e M03 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporada, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas quer permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais, etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlada;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo da resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção de eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos, devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sffito.com.br), Comitê de ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA : www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção de eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos, devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sffito.com.br), Comitê de ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA : www.agricultura.gov.br).