Bula Unizeb Glory

CI
Axostrobina; Mancozebe
3315
UPL

Composição

Azoxistrobina 50 g/kg
Mancozebe 700 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Corynespora cassiicola (Mancha alvo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Dosagem Calda Terrestre
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum coffeanum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Ceratocystis paradoxa (Podridão da coroa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia kuehnii (Ferrugem alaranjada da cana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia horiana (Ferrugem branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora longissima (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

Dosagem Calda Terrestre
Cylindrocladium ilicicola (Mancha de Cylindrocladium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia psidii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão vagem

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-fava

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-guandu

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-mungo

Dosagem Calda Terrestre
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia polysora (Ferrugem polisora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Corynespora cassiicola (Mancha alvo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora fusimaculans (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia purpurea (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Balde de Fibra/Metálico/Plástico - 1,0; 2,0; 5,0 10; 12,5; 15; 20; 24; 25 kg
Balde de Polietileno/Metálico - 10 kg
Big-bag de Plástico - 100; 200; 300; 400;500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg
Bombona de Plástico - 1,0; 3,0; 5,0; 10; 12,5; 14; 15; 20; 50 kg
Caixa de Papelão - 0,2; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2 kg
Contentor intermediário (IBC) de Papelão/Metálico/Fibra/Plástico - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 kg
Saco de Papel/Plástico com um ou mais sacos hidrossolúveis - 0,02; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15 kg
Saco Metálico/Plástico/Papel/Papelão - 1,0; 5,0; 10: 12,5; 15; 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Polietileno/ poliéster ou aluminizado - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 25 kg
Saco Plástico/Metálico - 11, 15, 24, 25kg
Saco de Alumínio Aluminizado/Saco de Plástico Metalizado - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10;
12,5; 15; 25 kg
Saco de Plástico/Metálico ou Hidrossolúvel - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 12,5; 15 kg
Saco de Papel - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70kg
Saco de Papel revestido com polietileno - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 12,5; 15; 20; 24; 25; 50 kg
Tambor Metálico/ Fibra/ Plástico - 10; 12,5; 15; 25 kg
Tambor de Fibra - 10; 25 kg
Tamborete de Fibra - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg

.INSTRUÇÕES DE USO

UNIZEB GLORY é uma combinação de dois fungicidas, um de ação de contato multissítio, o Mancozebe, pertencente ao Grupo M03 e a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 segundo classificação internacional do FRAC. Indicado para o controle de doenças da parte aérea nas culturas do abacate, algodão, alho, amendoim, arroz, batata, berinjela, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, crisântemo, ervilha, eucalipto, feijão, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, pimentão, soja, tomate e trigo.

MODO DE APLICAÇÃO

Via terrestre

Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea (para algodão, amendoim, arroz, café, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, feijão, milho, soja e trigo)

A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Recomendações específicas

Via terrestre para a cultura do abacate, mamão e manga

Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparo de calda

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacate, alho, berinjela, cebola, mamão, manga, maracujá, pimentão, tomate: 10 dias
Algodão, milho, sorgo: 42 dias
Amendoim, ervilha: 20 dias
Arroz, aveia, batata, cevada, trigo: 32 dias
Café: 50 dias
Cana-de-açúcar: 60 dias
Cana-de-açúcar: Não determinado
Crisântemo, eucalipto: Uso não limentar
Feijão, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-mungo, feijão-vagem, melancia, melão: 14 dias
Soja: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas;
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como pratica de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e M03 para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como
rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUP9O M03 FUNGICIDA

O produto fungicida UNIZEB GLORY é composto por Azoxistrobina e Mancozebe, que apresentam mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo e atividade de contato multissítio, pertencentes aos Grupos C3 e M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-ASIÁTICA

O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e M03 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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