Bula Approve

acessos
Thiophanate methyl
11516
Iharabras

Composição

Fluazinam 375 g/kg Fenilpiridinilamina
Tiofanato-metílico 375 g/kg Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações no início do florescimento (estágio F1)
Ramularia
(Ramularia areola)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 a 1250 g.p.c./ha 600 a 1000 L/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias da primeira aplicação. Recomenda-se no máximo 2 aplicações no ciclo. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 125 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
2000 a 2500 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - Recomenda-se uma aplicação no sulco durante o plantio. 300 dias. Recomenda-se uma aplicação no sulco durante o plantio
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora carotae)
75 a 125 g p.c./100 L 800 L de calda/ha - Caso necessário 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias para a primeira aplicação, não ultrapassando 2 aplicações no ciclo. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
1000 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Feijão-caupi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Sclerotium rolfsii)
1000 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias para a primeira aplicação, não ultrapassando 2 aplicações no ciclo. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
100 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações na fase de diferenciação floral das gemas da macieira, reaplicando em intervalos de 7 dias, caso necessário
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar 2 aplicações no ciclo da cultura sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda no pré- pendoamento, máximo VT. 3 dias. Realizar 2 aplicações no ciclo da cultura sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda no pré- pendoamento, máximo VT
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
100 a 125 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Recomenda-se realizar 2 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 28 dias. Na forma preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
600 a 1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar a dose máxima em condições favoráveis de desenvolvimento da doença
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Recomenda-se realizar 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 28 dias. Na forma preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplica- ções com intervalo de 10 dias. 28 dias. Na forma preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora fusimaculans)
1000 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar 2 aplicações no ciclo da cultura sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda no pré- pendoamento, máximo VT. 3 dias. Realizar 2 aplicações no ciclo da cultura sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda no pré- pendoamento, máximo VT
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1000 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença

0,01; 0,02; 0,03; 0,04; 0,05; 0,07; 0,09; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,45; 0,5; 0,7; 0,9; 1; 4,5; 5; 10; 20 e 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto APPROVE é um fungicida sistêmico e de contato, utilizado em pulverizações preventivas para o controle de doenças de parte aérea das culturas do algodão, batata, berinjela, cana-de-açúcar, cenoura, ervilha, feijão, feijão-caupi, maçã, milho, pimentão, soja, sorgo e tomate.
Culturas, Alvos, Doses:
ALGODÃO:
Para o combate ao Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) iniciar as aplicações no início do florescimento (estágio F1) e reaplicar com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura, caso sejam necessárias mais aplicações usar produtos de outros grupos. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha para aplicação aérea.
Para o controle da Ramulária(Ramularia aréola) realizar no máximo 3 aplicações com interva- lo de 15 dias no manejo da doença, em rotação com outros produtos diferentes. Na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volu- me de calda de 200L/ha para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha para aplicação aérea.
BATATA:
Para o combate da Podridão-de-Sclerotinia(Sclerotinia sclerotiorum) iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura. Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias da primeira aplicação. Recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cul-
tura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 600 a 1000 L/ha para aplicação terrestre com dose de 1000 a 1250 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha na aplicação aérea.
BERINJELA:
Para o combate ao Mofo-cinzento(Botrytis cinérea) realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 1000 L/ha com dose de 100 a 125 g/100L de p.c..
CANA-DE-AÇUCAR:
Para o controle da podridão-abacaxi(Thielaviopsis paradoxa) recomenda-se 1 aplicação no sulco durante o plantio. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. com dose de 2000 a 2500 g/ha. de p.c..
CENOURA:
Para o controle da Mancha-de-cercospora(Cercospora carotae) iniciar as aplicações preventi-
vamente. Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias, não ultrapassando 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 800 L/ha. com dose de 75 a 125 g/100L de p.c..
ERVILHA:
Para o controle do Mofo-branco(Slcerotinia sclerotiorum) iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura. Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias da pri-
meira aplicação, não ultrapassando 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 400 L/ha. com dose de 1000 g/ha. de p.c..
FEIJÃO:
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum lindemuthianum) e Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
FEIJÃO CAUPI:
Para o controle do Mofo-branco(Sclerotium rolfsii) iniciar as aplicações preventivamente na fase de florescimento da cultura. Caso necessário reaplicar em intervalo de 10 dias da primeira aplicação, não ultrapassando 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda a utilização do volume de calda de 400 L/ha. com dose de 1000 g/ha. de p.c..
MAÇÃ:
Para o controle da Sarna-da-madeira(Venturia inaequalis) iniciar as aplicações na fase de di-
ferenciação floral das gemas da macieira, reaplicando em interalos de 7 dias, caso necessário.
Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Recomenda-se a utilização do volu-
me de calda de 1000 L/ha. com dose de 100 g/100L. de p.c..
MILHO:
Para o controle da Mancha-de-cercospora(Cercospora zeae-maydis) realizar 2 aplicações du-
rante o ciclo da cultura, sendo a primeira no final da fase vegetativa(V8 A V10) e a segunda no pré-pendoamento(máximo VT). Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terreste com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
PIMENTÃO:
Para o controle do Mofo-cinzento(Botrytis cinérea) realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 1000 L/ha. com dose de 100 a 125 g/100 L. de p.c..
SOJA:
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum truncatum) recomenda-se realizar 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 15 dias entre elas, na forma preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
Para o controle da Mancha-alvo(Corynespora cassiicola) recomenda-se realizar 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias cada, na forma preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha para aplicação aérea.
Para o controle do Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 dias entre elas, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
Para o controle da Ferrugem-asiática(Phakopsora pachyrhizl) realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de no mínimo 10 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar a dose máxima em condições favoráveis de de-
senvolvimento da doença. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 600 a 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha para aplicação aérea.
SORGO:
Para o controle da Cercosporiose(Cercospora fusimaculans) realizar 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda no pré-pendoamento, máximo VT. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
TOMATE:
Para o controle da Septoriose(Septoria lycopersici) realizar 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 500 a 1000 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
Para o controle do Mofo-branco(Sclerotinia sclerotiorum) realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, na condição preventiva ou nos primeiros sinais de ataque da doença. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 400 a 1000 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 1000 g/ha. de p.c., e de volume de calda de 20 a 30 L/ha. para aplicação aérea.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
- Preparo da calda: Encher com água o tanque do pulverizador com 3/4 da capacidade.
Com o sistema de agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente
o produto diretamente no tanque do pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-se respeitar os volumes de calda recomenda- dos para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada.
Aplicar o produto APPROVE nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:
- Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados
por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico vazio da série JA ou D utilizando nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplica- ção, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 mm e urna densidade de 50 a 70 gotas/crn², sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regu- lagem acima citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas, obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação.
- Aplicação aérea: Esta modalidade é Indicada para as culturas de algodão, batata, feijão, milho, soja, sorgo, tomate.
- uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5000.
- Volume de aplicação: com barra: 20 - 30 L/ha de calda com Micronair: máximo 18
L/Micronair/minuto.
- Altura do vôo: com barra ou Micronair 4 - 5 rn em relação ao topo das plantas.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA, aviões de maior porte, consultar o Departamento Técnico da Iharabras.
- Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
- No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação
das barras entre 90 ° (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação
de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do vôo do avião.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação.
OBS.: Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob a orientação de um
Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos
especializados registrados pelo Ministério da Agricultura.
- Condições Climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas, obedecendo ventos de até 2 a 10 Km/h, temperatura inferior a 32° C e umidade relativa acima de 55% visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
Observação: Seguir as recomendações de aplicação acima indicadas e consultar um
Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão - 30 dias;
Batata - 14 dias;
Berinjela - 7 dias;
Cana-de-açúcar - 300 dias;
Cenoura - 7 dias;
Ervilha - 14 dias:
Feijão - 28 dias;
Feijão-caupi - 14 dias;
Maçã - 14 dias:
Milho - 3 dias;
Pimentão - 7 dias;
Soja - 28 dias
Sorgo - 3 dias;
Tomate - 14 dias;
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas compridas, luvas e botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES A SEGUIR.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos 'ou com defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-
repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe
P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. .
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou
aúião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-
repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos
de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação. .
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. No dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO-METILICO E FLUAZINAM

INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro
de saúde, etc.).
Grupo químico: Benzimidazol (precursor de) - (TIOFANATO METÍLICO) e fenilpiridinilamina(FLUAZINAM)
Vias de exposição: Dérmica, ocular, oral e inalatória.
Toxicocinética: TIOFANATO-METÍLICO: em estudos com animais, o Tiofanato-metilico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireoide e rins 96h após a dosagem. O Tiofanato-metilico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração. Na dose mais baixa, a principal via de eliminação foi a urinária, enquanto na dose mais elevada, foi predominantemente a fecal. Não houve sinal de bioacumulaçao. Quase todo o Tiofanato- metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h. '
FLUAZINAM: após a administração oral a ratos, o Fluazinam foi pouco absorvido pelo trato gastrointestinal (33-40%, sendo excretado principalmente através das fezes (>89%), com pequenas quantidades sendo excretadas através da urina (<4%). Na análise da bile, foram encontrados cerca de 25% do material radiornarcado administrado, indicando considerável circulação enterohepática. O Fluazinam foi quase completamente metabolizaclo por hidroxi-lação, seguido por conjugação. As concentrações residuais nos tecidos, apesar de baixas, foram principalmente quantificadas no fígado, no tecido adiposo e nos rins.
Mecanismos de toxidade: TIOFANATO-METÍLICO: o mecanismo de ação em humanos não é conhecido. Em animais de experimentação, foi observado que seu mecanismo é relacionado à alteração de enzimas microssomais hepáticas, como a UDP-glicuronosiltransferase. Na
tireoide, o tiofanato-metilico age com efeito inibitório da peroxidase microsomal.
Não causa inibição consistente na colinesterase. Estudos subcrônicos mostraram aumento da atividade da colinesterase sérica em ratos machos (22-38% relativo aos animais controle),
mas diminuição da atividade em ratas fêmeas (25-28%). Em estudos crônicos, em ratos machos, ocorreu aumento dos níveis séricos da colinesterase (41-42% — 12 meses), enquan- to que após 24 meses, ocorreu diminuição (38%). E nas femeas, ocorreu diminuição em todos os períodos de exposição.
FLUAZINAM: o mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido.
'Sintomas e sinais clínicos: TIOFANATO-METÍLICO
Efeitos agudos em humanos: foram relatados coceira e irritação na, pele, bronquite química, irritação nos olhos
Efeitos agudos em animais: DL50 oral > 3000 mg/kg p.c. (ratos); CL50 > 5 rng/L (ratos); DL50 dérmica > 4000 mg/kg p.c. (ratos); levemente irritante para a pele; não irritante para os olhos: não sensibilizante dérmico.
Efeitos crônicos em animais: redução de ganho de peso, toxicidade hepática(hiperplasia hepática, hipertrofia hepatocélular); toxicidade para tireoide (hipertrofia celular, aumento dos níveis de TSH, redução dos niveis de tiroxina. .
Fungicidas carbamatos não inibem a colinesterase, assim não se espera sintomas colinérgi- cos, da exposição a este ativo.
FLUAZINAM:
Efeitos agudos em humanos: foram descritos irritação dérmica e dermatite de contato; asma e forte irritação ocular.
Efeitos crônicos em animais: o órgão-alvo em animais foi o fígado.
Diagnóstico: Após administração do Tiofanato metílico a animais de laboratório, foi observada baixa toxicidade aguda e irritaçao ocular leve; a administração subcrônica ou crônica, pode causar efeitos em fígado e tireoide em estudos com animais. Após exposição humana a este ingrediente ativo, foram relatados irritação ocular, taquipnéia, dores na região torácica, tontura e fadiga.
Fluazinam, quando administrado a animais de laboratório, foi apontado como perigoso pela via inalatória, severamente irritante aos olhos e sensibilizante dérmico. Em estudos realizados com ratos, camundongos e cachorros, o órgão alvo foi o fígado. Após exposição humana a este ingrediente ativo foram relatadas dermatite em mãos, braços e face.
Para efeito de diagnóstico, pode-se observar os seguintes sinais clínicos:
A) Exposição leve a moderada: efeitos provenientes de irritação dérmica, respiratória e gastrointestinal. Pode causar reações do tipo dissulfiram devido à presença do tiofanato metílico. Náusea, vômito, dor abdominal, diarréia, dor de cabeça, tontura, fraqueza, asma com
broncoespasmo e dermatite alérgica de contato.
B) Exposição severa: convulsões, alteração do estado mental e coma são raramente reportados.
Substâncias como o tiofanato-metílico podem inibir a aldeído-desidrogenase.
Exames complementares sugeridos para moriitoramento: hemograrna completo, urinálise, função hepática, função renal. Se houver irritação ou depressão respiratória evidentes, monitorar o paciente por gasometria, raio x torácico e testes de função pulmonar.
CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato cutâneo, inalatório e ocular com o produto.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a manu- tenção das funções vitais. Não há antídoto específico.
Exposição oral:
A) Em casos de toxicidade leve a moderada: Administrar fluidos IV para hipotensão e anti-histamínicos para ruborização, caso seja de reação do tipo dissulfiram.
B) Em casos de toxicidade severa: ingestão massiva pode levar a alteração do status mental, convulsões e acidose.
Entubar os pacientes com status mental alterado. Tratar acidose com ventilação e hidratação (se acidose severa, considerar o uso de bicarbonato de sódio). Tratar convulsões com benzodiazepínicos.
Pacientes que ingeriram grandes quantidades desse tipo de agente, devem ser tratados com carvão ativado, se forem capazes de ingerir o carvão ou se estiverem entubados.
Pacientes devem evitar a ingestão de álcool até 7 dias após a exposição.
Exposição inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 por via inalatória e corticosteroides por via oral ou parenteral.
Proceder com as recomendações citadas em exposição oral quando apropriado.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância.
Exposição ocular: Remover lentes de contato imediatamente, se presentes; manter os olhos
abertos e lavar com água durante 15 a 20 minutos.
Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado e
nesse caso deite a pessoa de lado.
Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-7226001 para notificar o caso e obter infor-
mações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800-7744272
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
TIOFANATO-METÍLICO: em estudos com animais, o Tiofanato-metílico foi rapidamente
absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h
após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o
aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins
96h após a dosagem. O Tiofanato-metílico é predominantemente metabolizado (71 -88%) e foi
excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da
administração. Na dose mais baixa, a principal via de eliminação foi a urinária, enquanto na
dose mais elevada foi predominantemente a fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase
todo o Tiofanato-metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h
é extensamente eliminado em 96h.
FLUAZINAM: após a administração oral a ratos, o Fluazinam foi pouco absorvido pelo trato
gastrointestinal, sendo excretado principalmente através das fezes (85-95%), com pequenas
quantidades sendo excretadas atraves da urina (1-8%). Na análise da bile, foram encontrados
cerca de 25% do material radiomarcado administrado, indicando considerável circulação
enterohepática. As concentrações residuais nos tecidos, apesar de baixas, foram principal-
mente quantificadas no fígado, no tecido adiposo e nos rins.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:
DL50 via oral: > 2000 mg/kg
DL50 via dérmica: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória : Não classificado*
Irritação dérmica: Não irritante.
Irritação ocular: Irritante leve.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
(*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório,
nem frases de alerta em rótulo e bula, por não caracterizar perigo por esta via de exposição,
em função das suas características.
EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES:
TIOFANATO-METÍLICO:
Ratos tratados por 90 dias com tiofanato metílico apresentaram anemia, aumento de peso de
tireolde e fígado. Camundongos tratados por 90 dias com tiofanato metílico apresentaram
redução do ganho de peso corpóreo e hiperplasia hepática. Cães tratados por 90 dias com
tiofanato metílico apresentaram aumento do peso absoluto do fígado e tireoide, com
hipertrofia folicular de tireoide.
Ratos tratados por 2 anos com tiofanato-metílico apresentaram redução do peso corpóreo,
anemia, alterações morfológicas e funcionais na tireoide e pituitária, hipertrofia hepatocelular,
nefropatia e lipidose da adrenal. Cães tratados por 1 ano, apresentaram alterações bioquímicas como aumento do colesterol, da atividade da fosfatase alcalina e alterações
morfológicas na tireoide. Camundongos tratados por 18 meses, apresentaram aumento da
tireoide, aumento dos níveis de TSH e redução dos níves de tiroxina, aumento do peso do
fígado e hipertrofia centrolobular hepática.
Fêmeas grávidas (ratos e coelhos), tratadas com tiofanato metilico apresentaram sinais de
toxicidade geral, como redução do ganho de peso e do consumo de ração. Em nenhum dos
estudos conduzidos observou-se ocorrência de malformações fetais, havendo apenas
toxicidade materna.
Para todos os efeitos observados nos animais de experimentação, doses seguras de expo-
sição ao Tiofanato-metílico foram estabelecidas.
FLUAZlNAM
A administração oral repetida de fluazinam foi realizado em ratos, camundongos e cães. O
fígado foi o principal órgão-alvo, na maioria dos estudos com aumento de peso e hipertrofia
periacinar.
Nos estudos realizados em cães, foram observadas alterações hematológicas, aumento do
peso do fígado, conteúdos liquefeitos do trato gastrointestinal, e hiperplasia linfóide da
mucosa do estômago. Os dois últimos achados foram devido às propriedades irritativas de
fluazinam. A administração dérmica a ratos durante 3 semanas revelou alterações nos
parâmetros bioquímicos (aumento de AST) e as alterações histológicas da pele (dermatite e
acantose) na menor dose. .
Em estudos reprodutivos, uma leve diminuição no número de implantações e no tamanho da
ninhada foi observada. Alguns efeitos sobre o desenvolvimento fetal foram observados, porém
todos na presença de toxicidade materna.
Não apresentou potencial neurotóxico em estudos conduzidos em ratos.
Para todos os efeitos observados nos animais de experimentação, doses seguras de
exposição ao Fluazinam foram estabelecidas.



COMPONENTES DA FORMULAÇÃO:
4,
a
,.-.z.-.ç'-- .. fl2'\ <''X.""' .....'-.'. .•'C - -'..p- r. n.n » .........,-v.--........ CflVmTfl,;..W1W.W.Cflr ........t-------::.>X-.'? 1m V%WV.... ... 1W. t. ttWfl .'C' .....f' ' ' " . .%FJ.'CP.'COa .::::. . :. . .:::
. . ... . : :::..s' . :: . . . . ' . ! • . . : •• • ; . : • :t*
05.c •___ _ __ ____•__. . __• •_•q.wsdfl . . •
r"w e. rr,•. .
A concentração máxima dos componentes na formulação não ultrapassa 15%, sendo o limite
o
máximo 13,5% (mim). E considerando ainda, o uso adeqyado dos equipamentos de proteção,
conforme recomendado nesta bula, nao e esperado que os componentes desta formulação
causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS
o
Não éconhecido.
,
'

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abasteci- mento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Telefone da empresa: 0800-774-4272.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXIVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em loca l coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indica- do na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guarda r o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medica- mentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetua- do em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde estão guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medica- mentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Manejo integrado de doenças
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.



RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil)
- Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação à Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
. Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
. Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
. Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.