Bula Cypress 400 EC - Syngenta

Bula Cypress 400 EC

Difenoconazol; Ciproconazol
6710
Syngenta

Composição

Difenoconazol 250 g/L
Ciproconazol 150 g/L

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática)
Septoria glycines (Mancha parda)

Balde metálico de aço de carbono:20 litros.
Bandeja plástica de poliestireno, polietileno ou polipropileno:1 litro.
Bombona de COEX ou plástico:5, 10 ou 20 litros.
Bombona de polietileno de alta densidade:5, 10, 20 e 50 litros.
Bulks de aço, ferro ou plástico:500, 1000, 2000, 5000, 10.00 e 20.000 litros.
Farm-pack plástico:200, 220, 225, 250, 400, 420, 450, 500, 530 e 1000 litros.
Farm-pack plástico (embalagem retornável):420, 640 e 1000 litros.
Farm-pack de polietileno:100, 225, 250, 300, 350, 420, 450 e 530 litros.
Frasco de COEX ou PET:0,25 litro.
Frasco plástico:0,25; 0,50; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 10; 20 e 25 litros.
Frasco de COEX ou PET:0,25 litros
Frasco plástico: 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 10; 20 e 25 litros.
Frasco de polietileno + EVOH/Coextrusado: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 litro.
Frasco com dosador de plástico coextrusado:1 litro.
Lata de fibra para 0,25; 0,4; 0,5 e 1 litro.
Lata de folha de flandres:0,25; 0,4; 0,5; 1; 2; 2,5; 5; 10 e 20 litros.
Tambor de aço para 10, 20, 25, 100, 125, 150, 160, 180, 200, 220, 250 e 400 litros.
Tambor de ferro:10, 25, 100, 125, 150, 160, 180, 200, 220, 250 e 400 litros.
Tambor plástico para 10, 20, 25, 100, 125, 150, 160, 180, 200, 220, 250 e 400 litros.
Tanque de aço:1000, 18.000 e 26.000 litros.
Tanque de ferro ou plástico:1000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
CYPRESS 400 EC® é um fungicida de ação sistêmica, contendo dois ingredientes ativos do grupo químico dos triazois, Difenoconazol e Ciproconazol. Esses dois compostos se complementam no controle das principais doenças das culturas da soja: ferrugem, oídio e manchas foliares, causadoras da DFC.
MODO DE APLICAÇÃO: A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre: Volume de aplicação: para a cultura da soja utilizar de 150 a 200 litros de água/ha. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm². A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea cultura da soja: Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm². O volume de aplicação deverá ser de 20 a 40 L de calda/ha. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos). Todas as aplicações de CYPRESS devem ser realizadas sob os princípios das boas práticas para aplicações agrícolas, observando-se atentamente as condições meteorológicas, evitando-se assim a deriva e a evaporação do produto, e visando o melhor atingimento do alvo. Para preparar a calda, despejar os produtos sobre a água, agitando-se lentamente até a formação de uma calda homogênea. Mantê-la sob constante agitação e utilizá-la no mesmo dia da preparação. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): Soja: 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para a cultura. Outras restrições a serem observadas: Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50 - 60º C. NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, adoção do vazio sanitário, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas corretos, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O ALVO FERRUGEM DA SOJA:
• Manter monitoramento da doença na cultura;
• Respeitar vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária);
• Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (escape);
• Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda época);
• Utilizar cultivares de genes de resistência, quando disponíveis;
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior penetração/ cobertura do fungicida; A tecnologia de aplicação é essencial para o funcionamento correto dos fungicidas.
RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
CYPRESS 400 EC é um fungicida composto por dois triazois, o Ciproconazol e o Difenoconazol, cujo modo de ação é C14- desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51) do grupo G1. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo em razão da seleção de isolados menos sensíveis/resistentes. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, sejam eles de sítio de ação específico e/ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Produto extremamente irritante aos olhos.