Bula Difo 250 EC - Nellty

Bula Difo 250 EC

Difenoconazol
17119
Nellty

Composição

Difenoconazol 250 g/L

Classificação

Fungicida
I - Produto Extremamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Algodão

Ramularia areola (Ramularia)

Amendoim

Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)
Sphaceloma arachidis (Verrugose)

Banana

Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Café

Cercospora coffeicola (Olho pardo)

Cebola

Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Citros

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)

Feijão

Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Maçã

Entomosporium mespili (Entomosporiose)
Podosphaera leucotricha (Oídio)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Manga

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Morango

Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Pêssego

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pimentão

Cercospora capsici (Cercospora)

Rosa

Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum dematium (Antracnose)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Phomopsis sojae (Podridão seca)
Septoria glycines (Mancha parda)

Tomate

Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Uva

Elsinoë ampelina (Antracnose)
Pseudocercospora vitis (Cercospora)
Uncinula necator (Oídio)

Tipo: Bombona
Material: Plástico.
Capacidade: 5 - 500 L
Tipo: Farm-Pack
Material: Plástico
Capacidade: 50 - 1.000 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,2 - 1,0 L
Tipo: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 50 - 500 L

INSTRUÇÕES DE USO:
DIFO 250 é uma fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, indicado para uso preventivo e curativo. A aplicação foliar ocorre nos primeiros sintomas das doenças, podendo ser realizada a pulverização via terrestre e via aérea.
INDICAÇÕES DE USO:
CULTURAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO ALGODÃO:
ALGODÃO: As aplicações se iniciam com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, com reaplicação entre 10 a 15 dias. Efetuar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
AMENDOIM: As aplicações se iniciam com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença. Efetuar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
BANANA: Iniciar a aplicação preventiva na época de ocorrência das chuvas e reaplicar se necessário a cada 30 dias após a primeira aplicação para Sigatoka-amarela e a cada 14-21 dias para Sigatoka-negra. Realizar no máximo 3 aplicações na safra da cultura.
BATATA: A aplicação deve ser iniciada preventivamente, com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar se necessário, a cada 14 dias no caso de reinfecção após primeira aplicação. Realizar no máximo 4 aplicações no ciclo da cultura.
CAFÉ: Iniciar a primeira aplicação preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem. Reaplicar com intervalos de 14 dias.
CEBOLA: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar com intervalos de 14 dias em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença (temperatura e umidade). Realizar no máximo 2 aplicações no ciclo da cultura.
CENOURA: A primeira aplicação deve iniciar com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar com intervalos 7 dias quando necessário. Realizar no máximo 2 aplicações no ciclo da cultura.
CITROS: Realizar uma única aplicação para o controle da verrugose, quando a planta estiver no estágio de botão floral. Para antracnose iniciar aplicações quando a planta estiver no estágio de palito de fósforo. Reaplicar após 15 dias se necessário, em condições climáticas favoráveis à doença.
FEIJÃO: Iniciar o controle com o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14-15 dias. Caso a doença ocorra em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto durante o ciclo da cultura, evitando indução de resistência da doença ao produto.
MAÇÃ: A primeira aplicação se inicia quando observado que 50% das gemas estão com as pontas verdes, estádio fenológico “C”, preventivamente antes da infecção da doença. Reaplicar sempre que houver re-infestação. Realizar 7 aplicações no máximo.
MANGA: A aplicação deve ser iniciada com o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores. Reaplicar a cada 14 dias, prosseguindo até a formação do fruto. Realizar no máximo 3 aplicações no decorrer da safra.
MORANGO: A primeira aplicação deve iniciar com o aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar a cada 14 dias se necessário, em condições climáticas favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações no ciclo da cultura.
PÊSSEGO: As aplicações são realizadas preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos, com intervalo de aplicação de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da flora. Se necessário de novas aplicações utilizar produtos de modo de ação diferentes para evitar resistência da doença ao produto.
PIMENTÃO: A primeira aplicação deve iniciar com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar a cada 7 dias se necessário, em condições climáticas favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações no ciclo da cultura.
ROSA: As aplicações se iniciam quando as brotações atingirem 5 cm de comprimento, em intervalos de 7 dias entre as aplicações, sempre que houver condições ideais para o desenvolvimento da doença.
SOJA:
a) Antracnose, mancha-parda e crestamento foliar realizar uma única aplicação do estádio R5.1 (grão com 10% de granação), na presença dos sintomas da doença.
b) Para o controle do Oídio, aplicar quando o índice de infecção atingir 20%. Avaliar as duas faces da folha.
c) No controle da ferrugem, realizar uma aplicação preventiva entre os estadios fenológico R3 (fase de canivetinho). Reaplicar em intervalo de no máximo 14 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis. Não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto durante o ciclo da cultura, evitando indução de resistência da doença ao produto. Se forem necessárias novas aplicações utilizar produtos de modo de ação diferentes para evitar resistência da doença ao produto.
TOMATE: A primeira aplicação deve iniciar com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar a cada 7 dias sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento da doença, em elevadas temperaturas e chuva. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura. Se necessário de novas aplicações utilizar produtos de modo de ação diferentes para evitar resistência da doença ao produto.
UVA: A primeira aplicação deve iniciar com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Reaplicar a cada 14 dias se necessário, em condições climáticas favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações no ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do DIFO 250 EC deve ser por pulverização da parte aérea das plantas com a dose recomendada para cada cultura no controle da doença específica, utilizando o volume de calda adequado para que haja uma boa cobertura da planta e evitando escorrimento da calda. O volume de calda recomendado varia de acordo com a cultura, estágio de desenvolvimento da planta e condições climáticas. A aplicação por pulverização do produto se faz com equipamentos terrestres com pulverizadores costais (manual ou motorizado; estacionário com mangueira e tubo atomizador), tratores com barra e através e equipamentos aéreos com aeronaves (Ipanema, Pawnne e Agwagon), dependendo da cultura. Consulte um Engenheiro Agrônomo para melhor recomendação.
Aplicação terrestre: Para se ter uma boa aplicação terrestre, com cobertura uniforme na parte aérea da planta, a pulverização deve ser realizada com temperatura inferior a 27°C, umidade relativa acima de 60% e ventos com velocidade inferior a 15 km/hora sem rajadas de vento. Os equipamentos devem estar com boa calibração trabalhando com pressões entre 40 e 60 libras e bicos apropriados, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm e densidade de 50 a 70 gotas/cm².
Aplicação aérea: Utiliza-se pulverização do DIFO 250 EC por aeronaves nas culturas do arroz, amendoim, banana e soja. As condições ambientais adequadas para a pulverização são de temperatura inferior a 27°C, umidade relativa superior a 60% e ventos inferiores a 10 km/hora sem rajadas de vento, evitando perdas por deriva e evaporação. A largura da faixa de aplicação é de 15 -18 metros. A altura ideal de vôo é de 2 a 4 metros. O volume de calda realizada na aplicação aérea é de Baixo Volume (BV) 15 a 40 L/ha. Utilizar bicos cônico da série D/45, produzindo gotas de 80µm, com uma cobertura no alvo de 60 gotas/cm². Limpeza de equipamentos e descarte da água de lavagem: Não lave os equipamentos de aplicação, nem descarte a água de lavagem em lagos, rios e demais cursos d´água.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 21 dias
Amendoim: 22 dias
Banana, Manga e Pimentão e Tomate: 3 dias
Batata, Cebola, Citros e Uva: 7 dias
Café (mudas): Não determinado devido à modalidade de emprego
Cenoura: 15 dias
Feijão: 14 dias
Maçã: 5 dias
Morango: 1 dia
Pêssego: 10 dias
Rosa: Uso não alimenta
Soja: 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÃO DE USO
O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura após a aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÃO DE USO
O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura após a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal competente – MAPA.