Bula Evos

acessos
Flutriafol
5714
Alta

Composição

Azoxistrobina 250 g/L Estrobilurina
Flutriafol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha-de-mirotécio
(Myrothecium roridum)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Preventivo
Ramularia
(Ramularia areola)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Preventivo, 40 a 45 dias após a emergência da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 90 dias. 30 dias. Índices de infecção foliar de até 5 %
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 90 dias. 30 dias. Índices de infecção foliar de até 5 %
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Preventivo, ou no surgimento dos primeiros sintomas
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
0,35 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Preventivo, ou no surgimento dos primeiros sintomas
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 30 dias. Preventivo, ou no surgimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 20 - 30 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos. 14 dias. Preventivo, 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 20 - 30 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos. 14 dias. Preventivo, 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 dias. 42 dias. Preventivo, 40 a 50 dias após a semeadura
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 dias. 42 dias. Preventivo, 40 a 50 dias após a semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo. A partir do início do florescimento
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo. A partir do início do florescimento
Mancha aureolada
(Thanatephorus cucumeris)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo. A partir do início do florescimento
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo. A partir do início do florescimento
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo. A partir do início do florescimento
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Índices de infecção foliar de 20 %
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,2 a 0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, repetir a aplicação dependendo da evolução da doença. 30 dias. Preventivo ou incidência de até 5 %

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 1,0; 5,0; 6,0; 10 e 20 Litros.

Tipo: Bombona
Material: Polietileno
Capacidade: 1,0; 3,0; 5,0; 10 e 20 Litros.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,25; 1,0; 1,5; 2,5; 3,0; 5,0; 6,0; 20 Litros.

Tipo: Frasco
Material: Polietileno
Capacidade: 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0 Litros.

Tipo: Bulk
Material: Plástico/Aço/Metálico
Capacidade: 1.000; 5.000; 10.000; 20.000 Litros.

Tipo: Farm-Pack
Material: Aço/Ferro/Plástico
Capacidade: 420 e 1.000 Litros.

Tipo: Tambor
Material: Aço/Ferro/Plástico
Capacidade: 160; 180 e 200 Litros.

Tipo: Tanque
Material: Aço/Ferro/Plástico
Capacidade: 1.000; 1.100; 5.000; 10.000 e 20.000 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
EVOS é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preventivas, que apresenta duplo modo de ação. Atua como inibidor da biossíntese do ergosterol que é constituinte da membrana-celular dos fungos e como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo assim, a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos. Dependendo do patógeno, o produto também apresenta ação curativa e erradicante.
Para os controles da Mancha-de-mirotécio(Myrothecium roridum) e da Ramulária(Ramularia aréola) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 0,20 a 0,30 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações preventivamente, reaplicando, se necessário, a cada 14 dias. Para a Ramularia, iniciar as aplicações ao redor de 40 a 45 dias após a emergência da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para os controles da Ferrugem-do-cafeeiro(Hemileia vastatrix) e da Mancha-de-olho-pardo(Cercospora coffeicola) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%(*). Realizar aplicação parcelada do produto da seguinte maneira:
1,2 L do produto comercial/ha na primeira aplicação, e 0,80 L de produto comercial/ha 90 dias após a primeira. EVOS deverá ser utilizado, preferencialmente, na época preconizada para o controle das doenças no período de maior infecção, o que normalmente ocorre nos meses de Dezembro a Abril.
(*) Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2º e o 4º par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a uniformidade do mesmo. Em regiões onde as condições são favoráveis a ocorrência de cercosporiose, recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico seguindo-se com o início da aplicação parcelada em dezembro de EVOS na dose de 1,2 L/ha e finalizando em março com a aplicação de 0,80 L/ha.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para o controle da Ferrugem(Puccinia melanocephala) recomenda-se a utilização da dose de 0,35 a 0,40 L do produto comercial/ha, em aplicação foliar, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações de forma preventiva ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas da doença na área. Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando no máximo 4 aplicações por ciclo. Essas aplicações deverão ser concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da planta. Utilizar a maior dose em variedades com maior susceptibilidade à ferrugem, plantada em época favorável à ocorrência da doença.
Para o controle da Ferrugem-alaranjada(Puccinia kuehnii) recomenda-se a utilização da dose de 0,35 a 0,40 L do produto comercial/ha, em aplicação foliar, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações de forma preventiva, ou no máximo, no surgimento dos primeiros sintomas da doença na área. Reaplicar em intervalos de 30 dias, efetuando o máximo 4 aplicações por ciclo. Essas aplicações deverão ser concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da planta. Utilizar o maior número de aplicações para variedades susceptíveis à ferrugem-alaranjada.
Para o controle da Podridão-abacaxi(Ceratocystis paradoxa) recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,30 L do produto comercial/ha, em aplicação no sulco, com volume de calda de 100 a 200 L/ha. Aplicar sobre os toletes no sulco de plantio, através de pulverização em jato dirigido. Utilizar a maior dose em época mais favorável à ocorrência da podridão-abacaxi ou em áreas com histórico de ocorrência da doença.
Para os controles da Mancha-angular(Phaeoisariopsis griseola) e da Ferrugem(Uromyces appendiculatus) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 0,20 a 0,30 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura. Reaplicar a intervalos de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos, se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Para os controles da Mancha-de-cercospora(Cercospora-zeae maydis) e da Mancha-de-Phaeosphaeria(Phaeosphaeria maydis) na cultura do Milho, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,30 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Para o controle das doenças foliares, EVOS deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40 a 50 dias após o plantio(observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado), reaplicando-se com intervalo de 20 dias. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para os controles da Ferrugem-da-soja(Phakopsora pachyrhizi), da Antracnose(Colletotrichum truncatum), da Mancha-alvo(Corynespora cassicola), da Mancha-aureolada(Thanatephorus cucumeris), da Mancha-parda(Septoria glycines), da Mancha-púrpura-da-semente(Cercospora kikuchii) e do Oídio(Microsphaera difusa) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. Efetuar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
DFC - doenças de final de ciclo(Crestamento foliar-Septoriose e Mancha-alvo): A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença.
Antracnose e Mela: A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença.
Ferrugem: A aplicação deverá ser efetuada a partir dos primeiros sintomas de ataque de ferrugem ou preventivamente no início do florescimento (estádio fenológico R1-R3) mesmo que ainda não tenha sido constatado o sintoma de ataque. Repetir a aplicação, em intervalo máximo de 20 dias, se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Continuar as aplicações com 20 dias de intervalo utilizando outros produtos recomendados para controle de ferrugem, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis à progressão da doença.
Oídio: A aplicação deverá ser efetuada quando for constatados índices de infecção foliar de 20%, repetir se necessário, dependendo da evolução da doença.
Para os controles do Brusone(Pyricularia grisea), da Ferrugem-da-folha(Puccinia triticina), da Helmintosporiose(Bipolaris sorokiniana), da Mancha-amarela(Drechslera tritici repentis), da Mancha-das-glumas(Stagonospora nodorum), e da mancha-salpicada(Septoria tritici) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 0,20 a 0,25 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 30 a 40 L/ha em aplicação aérea. EVOS deverá ser aplicado de forma preventiva ou nos estágios iniciais de infecção das doenças foliares do trigo(até 5% de incidência), observando-se um intervalo de 20 dias. Utilizar a menor dose quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário, quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,25 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira. Para o controle da brusone iniciar as pulverizações preventivamente quando a cultura estiver em fase de emborrachamento(pré-emissão dos cachos) e repetir no início do florescimento. Efetuar no máximo 3 aplicações.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
EVOS deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas de modo que haja uma boa cobertura.

Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 200 litros água/ha para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo e 400 litros/ha para a cultura do café.
Para a cultura de café quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual, utilizando bicos de jato cônico com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Nas culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, sola e trigo, utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Para a cultura da cana-de-açúcar(aplicação no sulco), utilizar volume de calda de 100 L/ha. Utilizar pulverizadores acoplados às plantadoras mecanizadas ou máquinas específicas para fechamento do sulco (tampador), imediatamente antes do fechamento.

Aplicação aérea (culturas de algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo):
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µ, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Para a aplicação aérea, observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança (Dias)
Algodão 30
Café 30
Cana-de-açúcar 30
Cana-de-açúcar (1)
Feijão 14
Milho 42
Soja 30
Trigo 30
(1) intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego(aplicação no sulco de plantio).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita). .
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2) e luvas de itrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas., macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento com hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Em caso de contato, retire lentes de contato, se presentes. Lave com muita água corrente durante pelo menos.15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR AZOXISTROBINA E FLUTRIAFOL -


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Estrobilurina (Azoxistrobina) Triazol (Flutriafol)
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética: Flutriafol
Absorção: Oral, inalatória e dérmica.
Metabolismo: Não se detectou FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos, ou na urina dos ratos, cães e macacos. O principal metabólito detectado foi tetraidroftalimida no sangue, nas fezes e na urina. Nenhum epóxido do FLUTRIAFOL foi detectado.
Em mamíferos, após a administração oral, o FLUTRIAFOL é hidrolisado em tetraidroftalimida e em ácido dicloroacético. A tetraidroftalimida é degradada ao ácido tetraidroftalimídico e mais adiante ao ácido ftálico e à amônia ftálica.
Excreção: Quase que totalmente pela urina. Não foi detectado FLUTRIAFOL inalterado no sangue, nos tecidos ou na urina.
Azoxistrobina : Aproximadamente 86% do total da dose administrada de AZOXISTROBINA foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados pelo menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela dose. Os estudos sugerem que a absorção é dose-dependente. A absorção oral na dose de lmg/Kg p.c, foi praticamente completa (100%) desde que não foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100mg/Kg p.c.) foi estimada em cerca de 74-81% desde que cerca de 19-26% da dose do composto parenta] foi detectado. Há 2 Principais vias metabólicas : hidrólise a metoxi-ácido, seguido da conjugação do ácido glucurônico e conjugação da glutationa do anel do cianofenil seguido de outros metabolismos relacionados ao ácido mercaptúrico. Os maiores níveis de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de bioacumulação.

Mecanismo de Toxicidade: Flutriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Azoxistrobina: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas clínicos:
Flutriafol:
Intoxicação aguda:
Gastrintestinal
Náusea, vômito e diarreia podem seguir da ingestão.
Hepática:
Pode causar depressão hepática e hepatoxicidade.
Dermatológico:
O contato repetido ou prolongado com a pele pode acarretar sensibilização; reações alérgicas; dermatite de contato aguda; dermatite eritematosa; dermatite fotoalérgica; rash cutâneio; erupções fotoalérgicas; edema; urticária; hipersensibilidade imediata e tardia.
Genitourinário:
Pode causar diminuição do pH urinário e prejuízo renal.
Dependendo do grau de dermatite, pode acarretar proteinuria e urobilinogênio na urina.
Oftálmico
O Flutriafol é corrosivo e irritante aos olhos. Pode ocorrer conjuntivite alérgica e edema periorbital.
Sistêmicos:
A exposição repetida ou prolongada por inalação pode causar asma e irritação do sistema respiratório.
Pode ocorrer hipertensão; anemia; depressão da atividade da enzima colinesterase, salivação, convulsão, letargia, redução da atividade motora, tremor, diarreia, dor de cabeça, náusea, fraqueza, falta de sensibilidade dos membros superiores e dor no externo e ataxia.
Resultados laboratoriais:
Mostraram elevada concentração de células sangúinias brancas, de creatinina quinase e d aspartato aminotransferase.
Exposição crônica:
Estudos de 90 dias realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada à mudança ultraestruturais e dos níveis enzimáticos do fígado, também foram notadas alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. Estudo de 90 dias em cães, na alta dose(15 mg/kg) houve redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase alcalina do plasma.
Azoxistrobina:
Intoxicação aguda: Há relatos, limitados sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos ao Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido, eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório(após inalação).
Exposição crônica: Em estudos crônicos em animais, o órgão alvo foi o fígado. Houve redução do ganho de peso corporal em cães e ratos e alterações nos ductos biliares(ratos machos). No estudo de toxicidade reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução de peso corporal (doses materno tóxicas.).

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento:
Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1- Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto(até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2- Contra-indicações: Perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não inbubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
Exposição oral: Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão(1 h).
Dose: suspensão(240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1 g/kg em < 1 a.
Não provocar vômito. Caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos. Monitore as funções renal e hepática.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas para monitorização laboratorial.
Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com B2-agonistas, via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros:
Evitar aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual(Ambú)
Usar equipamentos de proteção para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
Atenção: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica-RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique o Sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Telefone de emergência da empresa: 0800-410148.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (PF)
DL50 oral em ratos: >300 mg/kg.
DL50dérmica em ratos: > 4000 mg/kg.
Irritação ocular em coelhos: Medianamente irritante.
Irritação dérmica em coelhos: Não irritante.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante
Efeitos crônicos
Vide item sintomas e sinais clínicos no quadro acima.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos e Algas). - Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação aeroagricolas.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada .
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
recolhimento de produtos vazados.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA- telefone de emergência (0xx41)3071-9100
- Utilize eqipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PO QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RiGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos:
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume:
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador:
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão.

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água:
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a.embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização , em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando O jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a-eMbalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização . pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos bebidas animais e pessoas, medicamentos, rações.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa em caixa coletiva , quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo compra usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização , pelo prazo mínimo de um ano após,a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem sei- transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

EVOS é um fungicida composto por uma estrobilurina, (azoxistrobina), e um triazol (flutriafol). Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, o primeiro pertence ao grupo dos Qol e o segundo, pertence ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando a prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex., Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.