Bula Imunit

CI
Alfa-cipermetrina; Teflubenzurom
8806
Basf

Composição

Alfa-Cipermetrina 75 g/L
Teflubenzurom 75 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Strymon basalides (Broca do fruto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Strymon megarus (Broca do fruto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania hyalinata (Broca das cucurbitáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acelga

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Dosagem Calda Terrestre
Dorcacerus barbatus (Coleobroca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trachyderes thoracicus (Coleobroca dos citros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amora preta

Dosagem Calda Terrestre
Automeris memusae (Lagarta das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Automeris spp (Taturana verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Dosagem Calda Terrestre
Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera cosmioides (Lagarta preta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera latifascia (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Scrobipalpa ocellatella (Traça da beterraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cara

Dosagem Calda Terrestre
Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chalota

Dosagem Calda Terrestre
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cupuaçu

Calda Terrestre Dosagem
Macrosoma tipulata (Lagarta-das-folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Dosagem Calda Terrestre
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Estévia

Calda Terrestre Dosagem
Frankliniella occidentalis (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Framboesa

Calda Terrestre Dosagem
Thrips flavus (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Dosagem Calda Terrestre
Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Inhame

Dosagem Calda Terrestre
Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Dosagem Calda Terrestre
Erinnyis ello (Mandarová) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Megalopyge lanata (Lagarta de fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mirtilo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera littoralis (Lagarta do algodão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tolype innocens (Lagarta-urticante) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Lobiopa insularis (Broca-do-morango) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nabo

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis subterranea (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera cosmioides (Lagarta preta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pitanga

Calda Terrestre Dosagem
Eupseudosoma aberrans (Lagarta das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eupseudosoma involuta (Lagarta dos eucaliptos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Dosagem Calda Terrestre
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rabanete

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Romã

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seriguela

Dosagem Calda Terrestre
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rachiplusia nu (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frascos de polietileno: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1 e 1,6 litros

Bombonas de polietileno: 5, 10, 20, 50 litros

Tambores de polietileno: 100, 200 e 1000 litros

Tambores de aço: 20, 50, 100 e 200 litros

Buk de aço de 1000 litros

INSTRUÇÕES DE USO

Imunit® é um inseticida com duplo mecanismo de ação que foi desenvolvido para o controle de pragas das plantas cultivadas, agindo nos insetos por contato e ingestão. Contendo dois ingredientes ativos distintos, Alfa-cipermetrina e Teflubenzurom, sendo um piretróide e um regulador de crescimento, é recomendado para o manejo da resistência das pragas. O produto atua rapidamente nos insetos quando ingerido, e também por contato, quando estes são atingidos pela calda de pulverização ou caminham sobre a superfície tratada.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Aplique Imunit® conforme as recomendações de bula:
Abacaxi: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Abóbora, Abobrinha, Chuchu: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir se houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Acerola, Amora, Pitanga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Algodão: Iniciar a aplicação no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Fazer no máximo 03 (três) aplicações, sempre respeitando o período de carência.
Alho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Alface: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Agrião, Chicória, Espinafre, Rúcula, Mostarda, Acelga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Arroz: Iniciar as aplicações no início da infestação da lagarta e repetir se houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Aveia: Iniciar as aplicações no início da infestação da lagarta e repetir se houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Batata: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade, realizar no máximo 03 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Batata doce, batata yacon, cará, inhame, rabanete, mandioca: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Berinjela, Jiló, Pimenta, Quiabo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Beterraba: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Brócolis, Couve-Flor, Couve-Chinesa, Couve-de-Bruxelas: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Cebola: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Cevada: Iniciar as aplicações no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Chalota: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Citros: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade, realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Cupuaçu, kiwi, romã: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Estévia: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Framboesa, mirtilo, siriguela: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Girassol: Iniciar as aplicações no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Mandioquinha, Nabo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Manga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Maxixe: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.
Melão: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.
Milho: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.
Morango: iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Pepino: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Pimentão: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Plantas ornamentais: As aplicações poderão ser realizadas em cultivos abertos, protegidos ou mistos. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações.
Repolho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Soja: Iniciar as aplicações no início da Infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Sorgo: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade, realizar no máximo 03 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Tomate: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade, realizar no máximo 05 (cinco) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Trigo: Iniciar a aplicação quando for constatado no mínimo 10 lagartas maiores que 2 cm/m2, não ultrapassando o número máximo de 02 (duas) aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar a dose maior na presença de lagartas grandes.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com o agitador acionado, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
• Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

• Aplicação com equipamento costal: para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

• Aplicação Aérea: para este produto é recomendado aplicações com aeronaves agrícolas para as culturas de algodão, arroz, aveia, cevada, citros, girassol, milho, soja, sorgo e trigo.
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de até quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Acelga, Acerola, Agrião, Alface, Alho, Amora, Batata, Brócolis, Cebola, Chalota, Chicória, Chuchu, Couve-flor, Couve-chinesa, Couve-de-Bruxelas, Cupuaçu, Espinafre, Estévia, Framboesa, Girassol, Kiwi, Manga, Maxixe, Mirtilo, Morango, Mostarda, Pepino, Pitanga, Repolho, Romã, Rúcula, Siriguela e Sorgo: 7 dias;
Milho: 45 dias;
Tomate: 4 dias;
Algodão, Arroz e Soja: 30 dias;
Citros e Melão: 15 dias;
Aveia, Berinjela, Beterraba, Cevada, Jiló, Mandioquinha-salsa, Nabo, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Trigo, Batata-doce, Batata-yacon, Cara, Inhame, Mandioca, Plantas ornamentais e Rabanete: 14 dias;

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Respeitar o número máximo de aplicações para as culturas registradas e que seja observado o intervalo de segurança.
• Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades da área a ser tratada.
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Não misturar com produtos de reação altamente alcalinos, nem utilizar em mistura de tanque com outros agrotóxicos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

GRUPO 3A INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Imunit® pertence aos grupos 3A e 15 (Moduladores de canais de sódio e Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera, respectivamente) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Imunit® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A e 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar Imunit® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de Imunit® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Imunit®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretroides e piretrinas assim como benzoilureias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Imunit® ou outros produtos do Grupo 3A e 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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