Bula Imunit

acessos
Alfa-cipermetrina +Teflubenzurom
8806
Basf

Composição

Alfa-Cipermetrina 75 g/L Piretróide
Teflubenzurom 75 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon megarus)
200 a 400 mL p.c./100L água 100 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Broca do fruto
(Strymon basalides)
200 a 400 mL p.c./100L água 100 a 800 L de calda/ha - Sempre que houver infestação. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Acerola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coleobroca
(Dorcacerus barbatus)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Coleobroca dos citros
(Trachyderes thoracicus)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 600 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
120 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. No início da infestação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 170 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. No início da infestação da praga
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
150 a 170 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 a 50 mL p.c./100L água 3000 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Amora preta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Automeris memusae)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Taturana verde
(Automeris spp)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
200 a 500 mL p.c./ha 300 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 a 500 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das vagens
(Spodoptera latifascia)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta preta da soja
(Spodoptera cosmioides)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da beterraba
(Scrobipalpa ocellatella)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 a 50 mL p.c./100L água 30 a 50 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da infestação da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo
(Diaphorina citri)
20 a 25 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 15 dias. Aplicar no inico da infestação
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 a 50 mL p.c./100L água 350 a 500 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 8000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do girassol
(Chlosyne lacinia saundersii)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta de fogo
(Megalopyge lanata)
200 a 400 mL p.c./100L água 100 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 170 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 45 dias. No início da infestação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca-do-morango
(Lobiopa insularis)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis subterranea)
10 a 50 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
20 a 50 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta preta da soja
(Spodoptera cosmioides)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Pitanga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Eupseudosoma aberrans)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta dos eucaliptos
(Eupseudosoma involuta)
100 a 200 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
10 a 50 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 a 50 mL p.c./100L água 350 a 500 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 a 50 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. Aplicar no inico da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
170 a 200 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 120 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. No início da infestação
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
150 a 200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 30 dias. Aparecimento das primeiras lagartas,repetir quando houver reinfestação
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
300 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 7 dias. Aplicar no inico da infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
20 a 50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 4 dias. Aplicar no inico da infestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 a 50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Aplicar sempre que houver reinfestação. 4 dias. Aplicar no inico da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar sempre que houver reinfestação. 14 dias. o for constatado no mínimo 10 lagartas maiores que 2 cm/m2

Frascos de polietileno: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1 e 1,6 litros
Bombonas de polietileno: 5, 10, 20, 50 litros
Tambores de polietileno: 100, 200 e 1000 litros
Tambores de aço: 20, 50, 100 e 200 litros
Buk de aço de 1000 litros

INSTRUÇÕES DE USO:
IMUINT® é um inseticida com duplo mecanismo de ação que foi desenvolvido para o controle de pragas das plantas cultivadas, agindo nos insetos por contato e ingestão. Contendo dois ingredientes ativos distintos, Alfacipermetrina e Teflubenzuron, um piretróide e um regulador de crescimento, é recomendado para o manejo da resistência das pragas. O produto atua rapidamente nos insetos quando ingerido, e também por contato, quando estes são atingidos pela calda de pulverização ou caminham sobre a superfície tratada.
CULTURAS / PRAGAS / DOSES / VOLUME DE CALDA/ NÚMERO MAXIMO DE APLICAÇÕES: Vide Indicações de uso/Doses

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplique IMUNIT® conforme as recomendações de bula:

Abacaxi: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Abóbora, Abobrinha, Chuchu: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Acerola, Amora, Pitanga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Algodão: Iniciar a aplicação no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Fazer no máximo 03 (três) aplicações.
Alho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Alface: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Agrião, Chicória, Espinafre, Rúcula, Mostarda, Acelga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Aveia: Iniciar as aplicações no inicio da infesta0o das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no Máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Batata: Iniciar as aplicações no inicio da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade. realizar no Máximo 03 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Berinjela, Pimenta, Quiabo: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestac5o. Realizar no Máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Beterraba: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no Máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Brócolis, Couve-Flor, Couve-Chinesa, Couve-de-Bruxelas: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no Máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Cebola: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no Máximo 01 (uma) cinco aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Cevada: Iniciar as aplicações no inicio da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestac5o. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Citros: Iniciar as aplicações no inicio da infestação das pragas e repetir sempre que houver necessidade, realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Girassol: Iniciar as aplicações no inicio da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestac5o. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.
Mandioquinha, Nabo: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no Máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Manga: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no maximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Milho: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (inicio de raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no maximo 02 (duas) aplicações
Morango: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Pepino: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máxima 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Pimentão: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Repolho: Iniciar as aplicações no inicio da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.
Soja: Iniciar as aplicações no inicio da infestação das lagartas e repetir sempre que houver reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
• Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades da área a ser tratada.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERlGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
• Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos;
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ocorrendo contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico classe P2, óculos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes;
• Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia;
• A pulverização do produto produz neblina;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, touca árabe, avental impermeável, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico classe P2, óculos.
• Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto;
• Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não entre nas áreas tratadas até a secagem do produto sobre as folhas das plantas (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não reutilize a embalagem vazia;
• Mantenha o restante do produto em sua embalagem original adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar a roupa, utilizar luvas e avental impermeável;
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto;
• Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão (engolir ou tragar): não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite o paciente de lado. Não dê nada de beber ou comer.

Olhos: lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Coloque a cabeça da pessoa de lado, para que a água contaminada não entre no outro olho.

Pele: lave com muita água corrente e sabão neutro durante 15 minutos. A pessoa que ajudar deve usar luvas.

Respiração (inalação ou aspiração):
Transporte a pessoa para um local aberto e bem ventilado.

INTOXICAÇÕES POR IMUNIT

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Benzoiluréia (teflubenzuron) e piretróide (alfacipermetrina)

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade:
Teflubenzuron: não há dados disponíveis.
Alfacipermetrina: causa forte excitação no sistema nervoso com hipersensibilidade aos estímulos sensoriais e formigamento cutâneo. coreoatetose e salivação. A ação se exerce ao nível dos canais iônicos da membrana neuronal, aumentando a permeabilidade a sódio e resultando em uma estimulação repetitiva . e duradoura dos órgãos efetores, principalmente sensitivos, seguida de uma de ressão da atividade neuronal.

Vias de exposição:
Respiratória, mucosa (em particular, gastrointestinal) e cutânea.

Sintomas e sinais clínicos:
Teflubenzuron: a ingestão causa náuseas, vômitos e diarréia; em caso de ingestão massiva pode aparecer uma metemoglobinemia que se acompanha de hipóxia, depressão do sistema nervoso central e cianose, às vezes resistente à oxigenoterapia. O produto é irritante para os olhos, ocasionar dor, edema, lacrimejamento e fotofobia. Nas exposições prolongadas provoca distúrbios respiratórios com tosse e hipersecreção brônquica.
Alfacipermetrina: a intoxicação aguda pela causa eritema, edema e queimação na pele; fisgadas e parestesias; irritação ocular; irritação das vias aéreas. Em sujeitos sensíveis, aparecem reações de hipersensibilidade com cefaléia, rinite, asma e pneumonite. A ingestão pode causar efeitos no sistema nervoso central, provocando convulsões, coma e parada respiratória. A aspiração pulmonar em caso de vômito provoca uma pneumonite química. Em caso de reação anafilática (rara), pode ocorrer broncoespasmo, edema de orofaringe, hipotensão e choque.
Trabalhadores expostos cronicamente apresentaram parestesias, prurido, queimação e dor em "fisgadas", cefaléia severa, tontura, vertigem, fadiga, náuseas, anorexia, alterações transitórias no EEG. Nos casos severos aparecem tremores e convulsões.

Toxicocinética:
Teflubenzuron: absorvido pelo trato digestivo. Sua presença pode ser detectada no tecido adiposo, rins e fígado, sem acumulação. A maioria do produto ingerido é diretamente eliminada pelas fezes e uma pequena proporção é absorvida e excretada pela bile. Alguns metabólitos podem ser encontrados na urina. Seu órgão alvo é o fígado, onde causa hipertrofia, necrose e infiltração do parênquima. Não há tendência à acumulação tecidual.

Alfacipermetrina: absorção rápida, sem tendência à acumulação tecidual. Os compostos são rapidamente metabolizados à metabólitos inativos. Mamíferos são capazes de metabolização rápida desses compostos, reduzindo riscos. A eliminação é urinária.

Diagnóstico:
O diagnóstico se baseia na sintomatologia clínica. As enzimas hepáticas podem estar elevadas. Monitorar a metemoglobinemia e suas conseqüências, assim como o número de reticulócitos. Observar durante 4-6 h para detectar sinais de depressão do sistema nervoso central ou convulsões.

Tratamento:
Antídoto: não há antídoto específico conhecido.
Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais. Descontam inação do paciente, segundo quadro de Primeiros Socorros acima.
Administrar carvão ativado por via oral ou sonda nasogástrica, em suspensão, diluído em 1:4 ou 1 :8, nas doses de: adultos - 50 a 100 g/dose, crianças - total de 1 a 2 g/kg de peso. Administrar 1 a 2 mg/kg de azul de metileno a 1 %, por via endovenosa lenta, nos pacientes que apresentam sinais de metemoglobinemia. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam se ocorrerem convulsões.
ADVERTÊNCIA: o profissional que executa as medidas de descontaminação, principalmente em casos de derramamento importante sobre a pele e roupas, deverá estar protegido por equipamentos de segurança (luvas de nitrila, avental impermeável e botas de borracha), de forma a não se contaminar com o a ente tóxico.

Contra-indicação:
Não provocar vômito por causa do risco de aspiração e consequente pneumonite química.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIA T - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação/SINAN / MS

Telefone de Emergência da empresa:
BASF S.A. Guaratinguetá - S.P. 1(0800) 11.2273 ou (OXX 12) 3128.1357

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Não foram realizados estudos com seres humanos. Todavia, os mecanismos de ação, absorção, excreção e metabolismo de Alfacipermetrina e Teflubenzuron foram estudados em animais de laboratório, através de estudos que possibilitaram fornecer as seguintes informações:

Alfacipermetrina, quando administrado em ratos em dose única (ca 2mglkg), é na maior parte absorvido e dividido em ligação de éster. O metabólito é eliminado na urina. Apenas 20% do composto não absorvido é eliminado na forma de fezes. Uma pequena proporção é retida no tecido adiposo de animais.
Estudos com teflubenzuron em ratos mostrou que 8 dias após a última administração 2,7% (em machos) e 2,2% (em fêmeas) do produto foi excretado por via urinária e 89,9 % (em machos) e 92,2% (em fêmeas) foi eliminado pelas fezes, mostrando uma baixa retenção no trato gastro-intestinal do rato. 90 a 95% das doses administradas oralmente foram excretadas em 8 dias.

EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral para ratos: 1807 mg/Kg
DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/Kg Irritação dérmica em coelhos: não irritante.
Irritação ocular em coelhos: irritação da conjuntiva reversível após 24 horas da aplicação. Sensibilização cutânea: O produto não apresentou potencial sensibilizante cutâneo em cobaias.

EFEITOS CRÓNICOS:
Alfacipermetrina foi administrado em animais de laboratório período de 78 semanas. O nível de dose sem efeito (NOEL) para toxicidade crônica, neste estudo, foi considerada ser 30 ppm (equivalente a uma dosagem média de 3.0 ou 3.5 mg/kg/dia para machos e fêmeas respectivamente).Teflubenzuron foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações, o NOEL estabelecido para este estudo foi de 100 ppm.

EFEITOS COLATERAIS:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeits colaterais.

Sintomas de alarme:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

Este produto é:
X- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

• Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
• Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos. fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da agua.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do sob, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVEKAO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUCOES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isola e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência:
(08000) 11-2273 ou (12) 3128-1357.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, Óculos protetores e mascara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorver o produto com serragem ou areia. recolher o material com auxilio de uma pá colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico. ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o IMUNITdor deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta IMUNITção três vezes:
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
• Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
- Manter a embalagem nessa posição. introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM RÍGIDA. NÃO LAVÁVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuvas e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade. será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses apos o término do prazo de validade.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado e ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇAO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal. emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇAO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINACAO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPROPRIOS PARA utilização OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de IMUNITção, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica que inclui o acompanhamento da ficha do emergência do produto, bem como determine que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRICOES ESTABELECIDAS POR ORGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
.Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
.Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
.Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
.Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não misturar com produtos de reação alcalina