Bula Sivanto Prime 200 SL

CI
Flupiradifurona
21817
Bayer

Composição

Flupiradifurona 200 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Aspidiotus destructor (Cochonilha do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Protopulvinaria longivalvata (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saissetia coffeae (Cochonilha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Dysmicoccus brevipes (Cochonilha do abacaxi) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acelga

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Dactynotus sonchi (Pulgão da alface) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acerola

Calda Terrestre Dosagem
Aphis citricidus (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis spiraecola (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Icerya sp (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Orthezia praelonga (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saissetia sp (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Toxoptera citricida (Pulgão preto dos citros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Calda Terrestre Dosagem
Dactynotus sonchi (Pulgão da alface) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Agallia albidula (Cigarrinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Almeirão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Dactynotus sonchi (Pulgão da alface) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Azeitona

Calda Terrestre Dosagem
Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saissetia coffeae (Cochonilha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saissetia oleae (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Calda Terrestre Dosagem
Selenothrips rubrocinctus (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Dysmicoccus texensis (Cochonilha-da-raiz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Planococcus minor (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Aleurodicus cocois (Mosca-branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha spp. (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudococcus comstocki (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cavariella aegopodii (Pulgão da cenoura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Aphis fabae (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Acyrthosiphon pisum (Pulgão da ervilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Aphis spp (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Dactynotus sonchi (Pulgão da alface) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Aphis craccivora (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis fabae (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Asterolecanium pustulans (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Morganella longispina (Cochonilha da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gengibre

Calda Terrestre Dosagem
Aspidiella hartii (Cochonilha-do-rizoma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aspidiotus destructor (Cochonilha do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pentalonia nigronervosa (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha spp. (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Triozoida limbata (Psilídio-da-goiabeira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaulacaspis pentagona (Cochonilha do lenho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lentilha

Calda Terrestre Dosagem
Acyrthosiphon pisum (Pulgão da ervilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis craccivora (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Calda Terrestre Dosagem
Anuraphis sp (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis sp (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hyadaphis foeniculi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anastrepha obliqua (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis craccivora (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aulacaspis tubercularis (Cochonilha branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pinnaspis sp (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudococcus sp (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saissetia oleae (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Toxoptera aurantii (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha pseudoparallela (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Capitophorus fragaefolii (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lipaphis erysimi (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Aphis spp (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Daktulosphaira vitifoliae (Filoxera) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Balde
Material: Metálico
Capacidade: 20; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 3; 5; 10; 20; 50; 200 L.

Tipo: Contentor intermediário(IBC)
Material: Plástico com estrutura metálica
Capacidade: 500; 1.000 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,03; 0,06; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,0 L.

Tipo: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto é um inseticida sistêmico, de contato e de ingestão do grupo químico das butenolidas, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas citadas na bula.

MODO DE APLICAÇÃO

O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.

Preparo de Calda

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada, acrescentar óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.

Equipamento de aplicação

Equipamentos Costais (manuais ou motorizados)

Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.

Aplicação via drench (esguicho/jato dirigido): esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda de 15 mL/planta ou 50 ml/planta para a cultura do café, e a dose recomendada por hectare do produto.

Pulverizadores de Barra

Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores)

Utilizar pulverizador tratorizado montado, semimontado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Aplicação aérea

A aplicação aérea deve ser feita apenas nas culturas de algodão e citros.
Para aplicação aérea utilizar bicos rotativos ou barras equipadas com bicos hidráulicos de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício dos bicos, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 70 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-50 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da copa das plantas alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize bicos e pressão adequados para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre os bicos na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
- Não aplicar em uma distancia menor que 40 m (quarenta metros) da divisa com áreas não alvo próximas à aplicação, onde podem existir plantas em florescimento, apiários, meliponários ou habitats de abelhas nativas.
Volume de calda: 30 - 50 L/ha
Tamanho de gotas: Média - Grossa
Cobertura mínima: 70 gotas/cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 - 18 metros
Distribuição das pontas: 65%

Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura: menor que 30°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h

Recomendações gerais para evitar deriva

- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas

- Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de bico: use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Temperatura e Umidade:
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.

Inversão térmica

- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam ate a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não faça mistura de tanque com fungicidas do grupo azol (FRAC grupo 3) quando for aplicar o produto durante o período de florescimento.
Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer S.A. antes de aplicar este produto.
É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 4D (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Butenolide), Flupiradifurona, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4D. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico deste produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Butenolides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 4D (Flupiradifurona) quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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