Bula Vantigo

acessos
Azoxystrobin
10199
Syngenta

Composição

Azoxystrobin 500 g/kg Estrobilurina

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de VANTIGO por safra. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações de VANTIGO por safra. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
80 a 120 g p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 15 dias fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO por safra. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
80 a 120 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 15 dias fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações de VANTIGO por safra. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
8 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - Realizar de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias. 7 dias. Aplicar quando se constatar o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações. 2 dias Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
100 g p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 30 dias, fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
100 g p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 30 dias, fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
100 g p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 30 dias, fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). 21 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações. 7 dias. Iniciar aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
16 g p.c./100 L de água 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações em intervalos de 4 semanas. 7 dias. Iniciar as aplicações de VANTIGO para o controle da mancha-preta em 4 semanas após a segunda aplicação de fungicida realizada na florada, preconizada para verrugose e melanose
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
20 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 7 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente, após o transplante das mudas, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a intervalos de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos se necessário. Realizar um máximo de 3 aplicações . 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
80 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a intervalos de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos se necessário. Realizar um máximo de 3 aplicações . 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
80 a 120 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Reaplicar a intervalos de 14 dias, intercalando com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químicos se necessário. Realizar um máximo de 3 aplicações . 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. 2 dias. Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 14 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
15 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 15 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações. 2 dias. - Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações. 2 dias. - Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 5 aplicações. 2 dias. - Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
15 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 6 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
12 a 20 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença) fazendo alternância com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
12 a 16 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 4 aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
8 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
16 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - Realizar de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
8 g p.c./100 L de água 600 a 1200 L de calda/ha - Realizar de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
24 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações, considerando-se o número máximo de 12 aplicações/safra, ou seja, até o máximo de 4 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Míldio
(Plasmopara viticola)
24 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações, considerando-se o número máximo de 12 aplicações/safra, ou seja, até o máximo de 4 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença

Frascos PEAD: 0,1 Kg e 0,5 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO: AMISTAR é um fungicida sistêmico, com atividade preventiva, curativa e anti-esporulante, usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas da
alface, alho, amendoim, beterraba, batata, café, cebola, cenoura, citros, couve-flor, crisântemo, feijão, figo, goiaba, mamão, manga, melancia, melão, morango, pepino, pêssego, pimentão, tomate e uva.

INDICAÇÃO: CULTURAS, DOENÇAS, DOSES E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO:

ALFACE: Septoria latucae, 96 a 128 g/ha.
- Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença.
- Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de AMISTAR por safra.
- Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.
- As doses em g de produto comercial / 100 L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 l/ha.
- Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 L água).


BATATA: Aternaria solani, 80 g/ha. Preventiva: aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar um máximo de 4 aplicações . Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupos químico(s). Curativa (160 g/ha): Aplicar quando se constatar o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, realizando de 1 a 4 aplicações espaçadas de 7 dias.
-Aplicações repetidas semanalmente, devem ser feitas com alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Após estas aplicações curativas, retornar às aplicações de doses preventivas.

TOMATE: Septoria lycopersici. Preventiva: aplicar antes do início dos primeiros sintomas da doença e repetir as aplicações semanalmente. Feijão: Uromyces appendiculatus, Phaeoisariopsis griseola, Colletotrichum lindemuthianun. Iniciar as aplicações preventivamente aos 20 a 30 dias após a emergência da cultura. Realizar as aplicações a cada 7-14 dias. Fazer alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s), caso sejam feitas quatro ou mais aplicações. Utilizar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.

CEBOLA, ALHO, BETERRABA, MORANGO, PEPINO, PIMENTÃO: Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância à cad aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. As doses em g de produto comercial / 100 l de água consideram um volume médio de aplicação de 800 l/ha. Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água).

FIGO E PÊSSEGO: Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 7 ou 14 dias (dependendo das condições para o desenvolvimento da doença), fazendo alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença, e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. As doses em g de produto comercial / 100 l de água consideram um volume médio de aplicação de 800 l/ha. Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água) em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.

UVA: Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento da doença. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar volumes de calda de aplicação de 1.000 l/ha. Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água).

AMENDOIM: Cercospora arachidicola, Phaeoisariopsis personata. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 14 dias. Fazendo alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s), caso sejam feitas quatro (ou mais) aplicações. Utilizar as doses mais baixas em condições menos favoráveis ao desenvolvimento da doença, e as doses mais altas em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar volume de calda de aplicação em torno de 400 l/ha. Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água).

MELÃO E MELANCIA: Sphaerotheca fuliginea. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). A dose em g de produto comercial / 100 l de água considera um volume médio de aplicação de 800 l/ha. Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água) em condições mais favoráveis ao desenvolvimento da doença.

CAFÉ: Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 30 dias, fazendo alternância a cada aplicação com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação (50 ml Fixade / 100 l água). Juntamente com as diferentes embalagens do AMISTAR poderá ser encontrado um dosador de 100 g ou de 500 g (neste caso, o dosador é a própria tampa da embalagem de 500 g), cujas medidas, em gramas, são aproximadas. Este dosador auxiliará o usuário na dosagem do produto, através de escala de dosagens.

CITROS: Phyllostticta citricarpa, 16 g/100L de água.
- Realizar 2 aplicações em intervalos de 4 semanas.
- Iniciar as aplicações de AMISTAR para o controle da mancha-preta em 4 semanas após a segunda aplicação de fungicida realizada na florada, preconizada para verrugose e melanose.
- Realizar no máximo 2 aplicações de AMISTAR/safra.
- Utilizar espalhante adesivo específico para a cultura

COUVE-FLOR: Alternaria brassicae, 128 g/ha. - Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença.
- Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outro(s) grupo(s) químico(s). Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 3 aplicações de AMISTAR por safra.
- As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 l/ha;
- Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação: (50 ml Fixade / 100 L água).

CRISANTEMO: Puccinia horiana, 160 g/ha. - Iniciar as aplicações preventivamente, após o transplante das mudas, antes do aparecimento dos sintomas da doença.
- Repetir as aplicações a cada 7 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações.
- As doses em g de produto comercial/100L de água consideram um volume médio de aplicação de 800 l/ha;
- Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação: (50 ml Fixade / 100 L água).

MANGA: Collethotrichum gloesporoides, 120 g/ha. - Iniciar as aplicações preventivamente no início do período da floração.
- Repetir as aplicações a cada 15 dias. Limitar o número de aplicações a 1/3 do número total de aplicações até o limite máximo de 8 aplicações de AMISTAR por safra.
- Utilizar volumes de calda de aplicação em torno de 800 L/ha;.
- Utilizar espalhante adesivo não iônico Fixade a 0,05% do volume da calda de aplicação: (50 ml de Fixade / 100 L água).


OBS: BATATA E TOMATE: Devido ao grande número de aplicações necessárias e utilizadas nas culturas de batata e tomate, incluir o produto AMISTAR em programas de aplicação com outros fungicidas. Realizar no máximo 8 aplicações por safra, em baterias de 1 a 2 aplicações de AMISTAR, que deverão ser interrompidas com 1 a 2 aplicações de outros fungicidas com diferente modo de ação.

CEBOLA, ALHO, BETERRABA, MORANGO, PEPINO, PIMENTÃO, FIGO, PÊSSEGO, UVA, MELÃO E MELANCIA: Devido ao grande número de aplicações necessárias e utilizadas nessas culturas, incluir o produto AMISTAR em programas de aplicação com outros fungicidas. Aplicar Amistar em no máximo 50% do total das pulverizações de fungicidas do ano ou safra, e mesmo assim, desde que não ultrapasse um máximo de 8 aplicações por ano / safra. O Amistar deve ser usado em alternância, a cada aplicação, com fungicidas de outros grupos químicos e diferentes modos de ação.

FORMA DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTOS A SEREM USADOS: Aplicar AMISTAR nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:

BATATA E TOMATE: utilizar vazões de 600 a 1200 litros de água/ha dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com gotas de pulverização.

FEIJÃO: utilizar vazões de 100 a 300 l de água/ha. Assegurar uma boa cobertura foliar com gotas de pulverização.

ALFACE, ALHO, BETERRABA, CEBOLA, CENOURA, COUVE-FLOR, CRISANTEMO, FIGO, GOIABA, MAMÃO, MANGA, MELANCIA, MORANGO, PEPINO, PIMENTÃO E PÊSSEGO: utilizar vazões médias de 800 litros de água por hectare podendo variar entre 600 e 1.000 l/ha, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

AMENDOIM: utilizar vazões médias de 400 litros de água por hectare, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

UVA: utilizar vazões médias de 1.000 litros de água por hectare, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

CAFÉ: utilizar vazões médias de 300 a 400 litros de água por hectare. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

CITROS:
utilizar vazões médias de 2000 a 3000 litros de água por hectare. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

PULVERIZAÇÃO TERRESTRE: Para aplicações com equipamentos tratorizados e costais nessas culturas e nas outras hortaliças e frutas acima listados, procurar obter uma cobertura boa e uniforme na parte aérea da cultura, utilizando bicos adequados. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura).

LIMITAÇÕES DE USO: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Alface: 07 dias, Alho: 02 dias, Amendoim: 07 dias, Batata: 07 dias, Beterraba: 02 dias, Café: 21 dias, Cebola: 02 dias, Cenoura: 07 dias, Citros: 150 dias, Couve-flor: 02 dias, Crisantemo: UNA, Feijão: 07 dias, Figo: 07 dias, Goiaba: 02 dias, Mamão: 03 dias, Manga: 02 dias, Melancia: 02 dias, Melão: 02 dias, Morango: 02 dias, Pepino: 02 dias, Pêssego: 07 dias, Pimentão: 02 dias, Tomate: 03 dias, Uva: 07 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Pessoas sem equipamentos de proteção individual (EPI´s) somente deverão entrar nas áreas tratadas após a completa secagem da calda de pulverização.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha, máscara facial, macacão com mangas compridas e chapéu de aba larga.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, luvas e botas durante a aplicação. Use chapéu de aba larga.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave bem suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Não provoque vômito e procure logo o médico levando embalagem, rótulo ou bula do produto. OLHOS: Lave-os com água em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo ou bula do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo ou bula do produto. INALAÇÃO: Procure local arejado e, se houver irritação ou dificuldade respiratória, procure o médico.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico. Antídoto de amplo espectro: carvão ativado. Tratamento médico sintomático.

TRATAMENTO MÉDICO: Se for necessária a lavagem gástrica ou intestinal, deve-se impedir a inalação do conteúdo gástrico, principalmente se o paciente estiver inconsciente. Tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Em testes com animais, o produto é de excreção relativamente fácil por urina e fezes. Não existe acúmulo nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: DL50 aguda oral para ratos, da formulação > 5.000 mg/Kg. DL50 aguda dérmica para ratos, da formulação > 2.000 mg/Kg. Em estudos com animais de laboratório, observou-se nas dosagens mais altas dos tratamentos, um aumento do peso do fígado, em dois ratos machos do grupo tratado a 4000 ppm. Não se observou nenhuma adversidade patológica em nenhum outro órgão examinado nos grupos 2000 ppm ou em qualquer órgão no tratamento a 200 ppm. A oftalmoscopia não mostrou qualquer relação entre os tratamentos e os efeitos observados.

EFEITOS COLATERAIS: Não há notificação de efeitos colaterais para o homem.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: Altamente Perigosos ao Meio Ambiente (Classe I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Pouco perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Em caso de ocorrência de ventos fortes ou chuva e ausência de fogo, cobrir o produto espalhado/derramado com lona plástica ou encerrado. Cercar com dique de terra, areia ou outro material disponível no momento. Piso pavimentado: Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: Interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E SOBRAS DO PRODUTO: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada a preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens. As embalagens rígidas devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. (Obs: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observar legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar de embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovado pelo órgão estadual responsável, equipado com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
AMISTAR é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina. Este ingrediente ativo pertence ao grupo dos QoI.
Os fungicidas pertencentes ao grupo dos QoI (azoxsytrobina, famoxadone, fenamidone, kresoxim-methil, pyraclostrobin e trifloxystrobin, segundo Comitê Internacional de Resistência a Fungicidas) estão no mesmo grupo de fungicidas com resistência cruzada.
Estratégias de manejo de resistência têm sido recomendadas com o objetivo de previnir a ocorrência de resistência dos patógenos aos fungicidas do grupo dos QoI.
Seguindo as orientações do FRAC (Comitê de Ação de Resistência a Fungicidas), sempre utilizá-los de acordo com as recomendações de uso, intervalos e doses registradas pelo fabricante.

Compatibilidade

Incompatível com óleos em geral.