Esta doença provoca desfolha precoce, podendo resultar em floração no outono. A queda prematura das folhas debilita a planta, prejudicando produções futuras.
A ferrugem em espécies do gênero Prunus é causada por duas espécies de fungo:
a) Tranzschelia discolor, que está amplamente disseminada pelo mundo, sendo comum em cultivares de rosáceas de caroço;
b) Tranzschelia pruni-spinosae, que ocorre principalmente em monoculturas de espécies de Prunus.
Danos: Sintomas típicos são manchas angulares, amarelas, pequenas, na face superior das folhas, que correspondem a pústulas arredondadas, recobertas de massa pulverulenta de esporos, na face inferior. Pequenas pústulas podem ser formadas nos ramos no início da primavera.
No Brasil, uredósporos que permaneceram em ramos da árvore durante o inverno são responsáveis pela infecção primária. Uredósporos de T. discolor germinam em ampla faixa de temperatura (8ºC a 38ºC), mas a faixa mais favorável é 18-26ºC.
Controle: O controle químico é indispensável em locais favoráveis à ocorrência da doença enquanto não se dispuser de cultivares resistentes. Pulverizações outonais e tratamentos de inverno podem diminuir o inóculo inicial da doença.
De uma maneira geral, aconselha-se quatro tratamentos espaçados de quinze dias durante o verão, geralmente na pós-colheita, com fungicidas registrados para as culturas.
Azoxistrobina 200 g/L, Difenoconazol 125 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Azoxistrobina 200 g/L, Difenoconazol 125 g/L
Azoxistrobina 500 g/kg
Tebuconazol 250 g/L
Azoxistrobina 250 g/L
Metiram 550 g/kg, Piraclostrobina 50 g/kg
Mancozebe 800 g/kg
Difenoconazol 250 g/L
Tebuconazol 430 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Difenoconazol 250 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Tebuconazol 430 g/L
Tebuconazol 200 g/L
Ciproconazol 100 g/L
Mancozebe 800 g/kg
Tebuconazol 250 g/L
Difenoconazol 250 g/L