Bula Off Road - Ouro Fino

Bula Off Road

Glufosinato
4220
Ouro Fino

Composição

Glufosinato 200 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Ação Total

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum aviculare (Erva de bicho )
Soliva anthemifolia (Roseta)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto)
Borreria latifolia (Poaia-do-campo)
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glycine max (Soja voluntária) (Soja voluntária)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sorghum halepense (Capim massambará)
Zea mays (Milho voluntário) (Milho voluntário)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Crepis japonica (Crepis)
Cuphea carthagenensis (Sete sangrias)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Dioscorea batatas (Erva cará)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Paspalum conspersum (Capim milhã)
Phyllanthus tenellus (Quebra pedra)

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum tuberosum (Batata)
Spermacoce alata (Poaia do campo)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Gnaphalium spicatum (Erva branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida glaziovii (Guanxuma branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Cana-de-açúcar

Dosagem
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Hordeum vulgare (Cevada)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Emilia sonchifolia (Falsa serralha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Talinum paniculatum (Maria gorda)

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Acacia plumosa (Arranha gato)
Bauhinia variegata (Unha de vaca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Conyza bonariensis (Buva)
Lantana camara (Cambará)
Melinis minutiflora (Capim gordura)
Panicum maximum (Capim colonião)
Pteridium aquilinum (Samambaia)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum paniculatum (Jurubeba)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Spermacoce alata (Poaia do campo)
Spermacoce verticillata (Poaia)
Stachytarpheta cayennensis (Gervão)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaseolus vulgaris (feijão) (Feijão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Lolium multiflorum (Azevém)
Oxalis oxyptera (Azedinha)
Parthenium hysterophorus (Losna branca)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Rumex obtusifolius (Língua de vaca)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glycine max (Soja voluntária tolerante glifosato) (Soja voluntária tolerante ao glifosato)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega)
Sida cordifolia (Malva branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Coronopus didymus (Mentruz)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Polygonum persicaria (Erva de bicho)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Stellaria media (Esparguta)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena sativa (Aveia)
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Glycine max (Soja)
Hordeum vulgare (Cevada)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Rottboellia exaltata (Capim camalote) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Secale cereale (Centeio)
Spermacoce latifolia (Erva quente)
Triticum aestivum (Trigo)
Triticum secale (Triticale)

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Conyza bonariensis (Buva)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Glycine max (Soja)
Oryza sativa (Arroz)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Spermacoce alata (Poaia do campo)
Triticum aestivum (Trigo)

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Galinsoga parviflora (Picão branco)

Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade: 20 L
Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 50 L
Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 50 L
Tipo: Contentor intermediário para granel (IBC)
Material: Plástico ou metálico com estrutura metálica externa
Capacidade: 1.000 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 1 L
Tipo: Sachê com tampa
Material: Plástico aluminizado/Plástico/Plástico metalizado
Capacidade: 1 L
Tipo: Tambor
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

OFF ROAD é um herbicida inibidor da glutamina sintetase, não seletivo para aplicações de pós-emergência em área total da cultura das variedades ou híbridos de milho, algodão e soja geneticamente modificados tolerantes ao ingrediente ativo Glufosinato de amônio. OFF ROAD controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de pré-colheita de batata, cana-de-açúcar, cevada, feijão, soja e trigo.
Em aplicações de dessecação de pré-plantio, no sistema de plantio direto, em soja e trigo. A base da seletividade do herbicida OFF ROAD em milho, algodão e soja é a presença do gene que permite o uso deste herbicida sobre as plantas que o expressam. A aplicação de OFF ROAD está condicionada somente às variedades ou híbridos de milho, algodão e soja tolerantes ao Glufosinato de amônio, cuja semente esteja identificada. OFF ROAD deve ser aplicado quando as plantas daninhas estiverem em crescimento ativo, sendo que os primeiros sintomas de controle podem ser observados a partir do segundo dia após a aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO

OFF ROAD é indicado para aplicação com pulverizadores: costal (manual ou motorizados), tratorizados e aeronaves agrícolas.
Pulverização Terrestre:
- Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrado de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
- Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificarse que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
- Jato Dirigido: Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Pulverização Aérea: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
• Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada);
• Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. • Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
• Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda: 30 – 40 L/ha
Tamanho de gotas: Média e Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3 m
Faixa de aplicação: 15 – 18 m
Distribuição de gotas: 65%

- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Recomendação para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!

Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração.

QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea

Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.

Preparo de calda: A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
- Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
- Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do produto;
- Acrescentar óleo vegetal, mineral ou óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização;
- Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação;
- Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Lavagem do equipamento de aplicação: Todas as etapas de limpeza devem ser realizadas imediatamente após a pulverização de OFF ROAD, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque. Todas as partes condutoras do líquido de pulverização devem ser limpas conforme descrito na recomendação para o processo de limpeza abaixo:
1. Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
2. Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
3. Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
4. Realize o descarte do líquido em local apropriado.
5. Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue. 6. Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas entre 10 e 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• OFF ROAD é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas ou modalidades para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto;
• A recomendação de uso do OFF ROAD em pós-emergência para as culturas de milho geneticamente modificado, algodão geneticamente modificado e soja geneticamente modificada é para materiais geneticamente modificados expressando adequadamente a proteína PAT, não devendo ser utilizado o produto nesta modalidade sobre cultivares convencionais, pois pode resultar em danos severos às culturas;
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse hídrico, ou quando o solo apresentar-se com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento e nos estádios de desenvolvimento recomendados;
• Controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina) ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade;
• Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas;
• Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto podem reduzir seu efeito herbicida;
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas;
• Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas inclusive sobre lavouras de algodão, milho ou soja de cultivares não identificado como geneticamente modificados, pois podem ocorrer injúrias;
• Para o manejo de plantas espontâneas oriundas de sementes que sejam identificadas como geneticamente modificadas deverá ser utilizado um herbicida com princípio ativo diferente;
• Procure identificar o campo no qual será aplicado OFF ROAD para evitar o uso indevido do herbicida em variedade não recomendada;
• Não realizar aplicações sequenciais de OFF ROAD cuja soma das doses exceda à recomendada por safra;
• A aplicação de OFF ROAD deve ser realizada na fase vegetativa da soja, controlando as plantas daninhas o mais precoce possível (estádios iniciais) para alcançar a melhor eficiência no controle das mesmas;
• Não se recomenda a aplicação do OFF ROAD a partir do início do florescimento da soja;
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto;
• Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas. OFF ROAD pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas à da cultura da cana-de-açúcar caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem;
• Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis adjacentes, como por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para espécies ameaçadas ou em perigo de extinção, as culturas não-alvo;
• Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras plantações que possam ser danificadas e/ou tomadas impróprias para venda, uso e consumo;
• Evitar aplicações quando as plantas de cana-de-açúcar estiverem excessivamente molhadas;
• Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto podem reduzir seu efeito dessecante;
AVISO AO USUÁRIO: OFF ROAD deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo. A OURO FINO QUÍMICA S.A não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado. É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a OURO FINO QUÍMICA S.A antes de aplicar este produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H HERBICIDA

O produto herbicida é composto por glufosinato-sal de amônio, que apresentam mecanismo de ação dos inibidores da glutamina sintetase, pertencente ao Grupo H segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO: Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.