Bula Recop - NomeFantasia>Albaugh</NomeFantasia>

Bula Recop

acessos
Oxicloreto de cobre
1308704
Albaugh

Composição

Equivalente em cobre metálico 500 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar de 2 a 6 vezes em intervalos de 10 a 30 dias Sem restrições Iniciar aos primeiros sintomas
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar de 2 a 6 vezes em intervalos de 10 a 30 dias Sem restrições Iniciar aos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 a 45 dias após o plantio
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 10 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de altura. Intervalos mais curtos em épocas favoráveis às doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 10 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar quando as plantas tiverem 15 cm de altura. Intervalos mais curtos em épocas favoráveis às doenças
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
6 a 12 g p.c. / planta 300 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Sem restrições Iniciar em março/abril
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
6 a 12 g p.c. / planta 300 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Sem restrições Iniciar em março/abril
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
6 a 12 g p.c. / planta 300 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Sem restrições Iniciar em março/abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 pulverizações, conforme o monitoramento da doença. Em viveiros, realizar pulverizações quinzenais Sem restrições À campo, aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, no período de dezembro a abril
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 pulverizações, conforme o monitoramento da doença. Em viveiros, realizar pulverizações quinzenais Sem restrições À campo, aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, no período de dezembro a abril
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 5 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 pulverizações, conforme o monitoramento da doença. Em viveiros, realizar pulverizações quinzenais Sem restrições À campo, aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, no período de dezembro a abril
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações Sem restrições Pulverizar antes e após a florada
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições Realizar o tratamento de inverno, evitando atingir as folhas
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar conforme o monitoramento da doença Sem restrições Preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio a junho
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar conforme o monitoramento da doença Sem restrições Preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio a junho
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições Realizar o tratamento dos frutos destinados ao armazenamento, por imersão
Verrugose
(Elsinoë fawcetti)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações Sem restrições Pulverizar antes e após a florada
Verrugose da laranja doce
(Elsinoë australis)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações Sem restrições Pulverizar antes e após a florada
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as aplicações com a brotação até uma semana antes da colheita, visando proteger os frutos
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as aplicações com a brotação até uma semana antes da colheita, visando proteger os frutos
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as aplicações no surgimento dos primeiros sintomas, no período de setembro a dezembro
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Pulverizar os frutos desde o início da frutificação. Adicionar espalhante-adesivo à calda
Varíola
(Asperisporium caricae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Pulverizar os frutos desde o início da frutificação. Adicionar espalhante-adesivo à calda
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Elsinoë mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as aplicações no surgimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coccodes)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 3 a 14 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar as pulverizações aos primeiros sintomas. Pulverizar com intervalos menores quando as condições climáticas são mais favoráveis às doenças
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinoë ampelina)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Aplicar preventivamente durante o final do ciclo
Mancha das folhas
(Isariopsis clavispora)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 7 dias, conforme o monitoramento da doença Sem restrições Aplicar preventivamente durante o final do ciclo

Cartucho de papelão: 1 kg. Saco de papel: 3; 5; 25 e 30 kg. Saco de plástico: 1; 3 e 4 kg. Caixa de papelão com 16 sacos plásticos ou papel de 300 g cada: 4,8 kg.

RECOP é um fungicida bactericida cúprico de contato, para uso preventivo, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que ocorrem nas culturas, conforme quadro abaixo. Apresentado na forma pó molhável (WP), se destaca por sua rápida umectabilidade e boa suspensibilidade.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
RECOP deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, através de pulverização, utilizando-se equipamentos tratorizados de barra ou costais.
- Utilizar bicos tipo cone ou equivalente, aplicando um volume de calda conforme recomendada na tabela, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
- Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Os níveis máximos de cobre devem obedecer à legislação específica para contaminantes em alimentos “in natura”, quando aplicável. Intervalo de segurança: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Quando este produto for utilizado de acordo com as recomendações da bula, não causará danos as culturas indicadas.
OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O fungicida RECOP é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de ação – Atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
? Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
? Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
? Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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