Bula Tilt - Syngenta

Bula Tilt

acessos
Propiconazole
3058395
Syngenta

Composição

Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,5 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 15 dias 15 dias Aplicar quando forem observadas as primeiras lesões das doenças
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,5 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 15 dias 15 dias Aplicar quando forem observadas as primeiras lesões das doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 15 dias Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Mancha preta
(Cercospora personata)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 15 dias Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 15 dias Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, realizando a reaplicação no início da emissão das panículas 45 dias Aplicar no emborrachamento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 28 dias 1 dia Aplicar no período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul, ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a março)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,6 a 0,75 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 45-60 dias, para menores índices de infecção foliar, e 30 dias para tratamentos curativos 15 dias Iniciar o tratamento preventivo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença até um máximo de 5% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,6 litros/ha). Para tratamentos curativos, realizar aplicações com o nível de infecção de até 15% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,75 litros/ha). Uma vez controlada a doença no período, poderá ser retomado o programa convencional de pulverizações com fungicidas cúpricos
Café (Mudas) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,56 L p.c./ha 400 L de calda/ha - O número de aplicações dependerá do desenvolvimento da doença que é influenciado pelas condições climáticas favoráveis (alta temperatura e umidade), em intervalos de 15 dias Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego Iniciar as aplicações quando observar as primeiras lesões da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Iniciar o tratamento no início da incidência da doença
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Iniciar o tratamento no início da incidência da doença
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Iniciar o tratamento no início da incidência da doença
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Iniciar o tratamento no início da incidência da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 15 dias 15 dias Aplicar após o final do florescimento e reaplicar de acordo com a presença e intensidade da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 15 dias 15 dias Aplicar após o final do florescimento e reaplicar de acordo com a presença e intensidade da infecção
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
0,75 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis para o desenvolvimento da ferrugem Uso não alimentar Iniciar as aplicações quando a cultura estiver com 25 a 30 dias após o plantio, ou quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 30 dias Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 30 dias Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Seringueira (Floresta implantada) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
4 mL p.c. /L de calda 20 mL de calda/planta - Repetir as aplicações semanalmente, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente, quando da abertura do painel ou durante o período de sangria
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 300 L/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (até 5% de infecção), o que poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (até 5% de infecção), o que poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença, o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (nas primeiras lesões), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (5% de área foliar infectada ou 80% de incidência), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (nas primeiras lesões), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (5% de área foliar infectada ou 80% de incidência), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, em intervalos de 20 a 25 dias 30 dias Aplicar nos estágios iniciais de ocorrência da doença (10% de área foliar infectada por Oídio), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura

Cartucho de papel com saco solúvel de 1 Litro.
Bandeja plástica com saco solúvel de 1 Litro.
Lata de fibra com saco solúvel de 1 Litro.
Frasco coex de 1 Litro.
Lata de folha de flandres de 1, e 5 Litros.
Bombona coex de 5 Litros.
Balde de aço de 20 Litros.
Farm-pack de polietileno de alta densidade de 225, 420, e 530 Litros.
Farm pack de plástico de 640 e 1000 Litros

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água ou óleo (somente para a cultura da banana) e aplicada na forma de pulverização, utilizando-se equipamento terrestre ou aéreo devidamente adaptado à cada cultura, como pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), pulverizadores tratorizados com barra, turbo atomizadores ou aeronaves (avião ou helicóptero), obedecendo-se as seguintes recomendações:
AMENDOIM: 250 L/ha - para os equipamentos terrestres; ALHO: 400 a 600 L/ha - para os equipamentos terrestres;
ARROZ: Utilizar volumes de 100 à 200 L/ha de calda, para os equipamentos terrestres e 30 a 50 L/ha para aeronaves;
CEVADA: 300 L/ha - para os equipamentos terrestres;
FEIJÃO: 250 à 300 L/ha - para os equipamentos terrestres;
TRIGO: 300 L/ha - para os equipamentos terrestres; e 30 a 50 L/ha para aeronaves.
BANANA: Para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral ou "spray-oil" com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola. Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha:
Opção 1: 0,4 L de Tilt + 14,6 L de óleo mineral, OPPA.
Opção 2: 0,4 L de Tilt + 5 L de óleo mineral, OPPA + 220 mL de Extravon e completar com água até o volume de 15 litros.
Para o preparo da calda, seguir a seguinte ordem: misturar o TILT com o óleo mineral, adicionar o espalhante adesivo, agitar intensamente e, finalmente, completar o volume com água. Manter agitação intensa durante a aplicação. Devido à sua viscosidade, no caso de aplicação da mistura com aeronaves deve ser dada preferência à utilização de Micronair modelo AU-5000, com volumes de 15 L/ha da mistura (TILT + óleo) na mesma faixa de pressão e parâmetros climáticos recomendados para as outras culturas. Para o caso de equipamentos terrestres (turbo atomizadores ou costal motorizado), poderá ser usado o mesmo volume da mistura ou volume maior, conforme os recursos do equipamento e condições topográficas e de acesso da área, sendo que, nesse caso, a dose do produto/ha deverá ser mantida inalterável, variando apenas a quantidade do veículo.

Para condições específicas de equipamentos que aplicam maior volume de calda/área, poderá ser feita adição de água (até 50% do volume total) respeitando-se a dose de PROPICONAZOLE por área, para completar o volume desejado. Recomenda-se, para melhor emulsificação, o uso de surfactante na dose indicada pelo fabricante e a agitação da calda durante a aplicação.
CAFÉ: Utilizar volumes de 400 - 500 litros de calda/ha de forma a proporcionar uma boa cobertura da área foliar.
CAFÉ – VIVEIRO DE MUDAS: utilizar até 400 litros de calda/ha.
GLADÍOLO: Utilizar de 500 a 600 litros de calda/ha de acordo com o desenvolvimento da cultura.
MILHO: Utilizar de 400 a 500 litros de calda/ha de acordo com o desenvolvimento da cultura.
SERINGUEIRA: Pulverizar o painel da seringueira com 20 mL de calda/planta.

PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:

Avião Ipanema: 37 Bicos Cônicos série D/45 a 90º 4 Micronairs série AU-3000 ou 8 AU-5000 com as pás ajustadas a 65º, pressão de 20 a 30 Psi, espectro de gotas de DMV entre 200 a 400 µm e cobertura de 20 a 30 gotas/cm², largura da faixa de aplicação de 15 m, altura de voo de 2 a 4 m, temperatura máxima de 30ºC, umidade mínima de 55% e velocidade do vento mínima de 3 km/h e máxima de 15 km/h.

Turbo Atomizador: Usar bico Jato cônico série "TX" ou "D", número variável com o tipo de equipamento, pressão de 10 a 40 Psi, gotas de tamanho médio e cobertura no alvo de 20 a 30 gotas/cm², largura da faixa de aplicação de variável de acordo com o espaçamento de plantio da cultura, temperatura máxima de 30ºC, umidade mínima de 55% e velocidade do vento mínima de 3 km/h e máxima de 15 km/h.

Costal: Usar bico Jato cônico série "TX" ou "D", número variável com o tipo de equipamento, pressão de 30 a 60 Psi, gotas de tamanho médio e cobertura no alvo de 20 a 30 gotas/cm², largura da faixa de aplicação equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico, evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

Tratorizado com barra: Utilizar bico de jato plano ou leque - da série XR; DG; TT ou AI, todos com 110º e com furo ajustado a velocidade e volume de aplicação, pressão de 60 a 100 Psi, gotas de tamanho médio e cobertura no alvo de 20 a 30 gotas/cm², largura da faixa de aplicação equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico, evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

OBS.: Nas operações com aeronaves, atender as normas da Portaria n° 009 de 23.03.83 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Alho 15 dias
Amendoim 15 dias
Arroz 45 dias
Banana 1 dias
Café 15 dias
Café (mudas) (1)
Cevada 30 dias
Feijão 15 dias
Gladíolo UMA
Milho 30 dias
Seringueira UNA
Trigo 30 dias

U.N.A.= Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (aproximadamente 24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que aplicado conforme as recomendações mencionadas anteriormente não apresenta qualquer efeito fitotóxico.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos. 8 TILT Bula Completa – 24.09.2018
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.