Bula Tilt - Syngenta

Bula Tilt

acessos
Propiconazole
3058395
Syngenta

Composição

Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
0,5 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Deve ser iniciado quando forem observadas as primeiras lesões das doenças
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,5 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Deve ser iniciado quando forem observadas as primeiras lesões das doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - 14 dias. 15 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Mancha preta
(Cercospora personata)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - 14 dias. 15 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
0,5 L p.c./ha 250 L de calda/ha - 14 dias. 15 dias. Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Fazer no máximo 2 aplicações. 45 dias. Aplicar no emborrachamento
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 14,6 L óleo min - 28 dias. 1 dias. O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka que corresponde o período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a março)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,6 a 0,75 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 45-60 dias. 15 dias. Iniciar o tratamento no aparecimento dos primeiros sintomas da doença até um máximo de 5% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,6 litros/ha). Para tratamentos curativos, realizar aplicações com o nível de infecção de até 15% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,75 litros/ha) e reaplicar a cada 30 dias
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,56 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações quando observar as primeiras lesões da doença e continuar as aplicações em intervalos de 15 dias
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 25 dias. 30 dias. Iniciar o tratamento no início da incidência das doenças, (até 5% para ferrugem)
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 25 dias. 30 dias. Iniciar o tratamento no início da incidência das doenças, (até 5% para manchas foliares)
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 25 dias 30 dias. Iniciar o tratamento no início da incidência das doenças (até 5% para manchas foliares)
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 25 dias 30 dias. Iniciar o tratamento no início da incidência das doenças, (até 10% para oídios)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Aplicar após o final do florescimento e reaplicar de acordo com a presença e intensidade da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Aplicar após o final do florescimento e reaplicar de acordo com a presença e intensidade da infecção
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
0,75 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações quando a cultura estiver com 25 a 30 dias após o plantio, ou quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 14 dias. 30 dias Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Seringueira (Floresta implantada) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
4 mL/L 20 mL de calda/planta - Repetir as aplicações semanalmente, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente, quando da abertura do painel ou durante o período de sangria
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 300 L/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (até 5% de infecção por ferrugem)
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (até 5% de infecção por ferrugem)
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (um máximo de 5% de área foliar infectada)
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (um máximo de 5% de área foliar infectada)
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (até 5% de área foliar infectada)
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nas primeiras lesões de Helmintosporiose
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (80% de incidência para as septorioses)
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 L p.c./ha 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 20 - 25 dias. 30 dias. O tratamento deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (um máximo de 10% de área foliar infectada por Oídio)

Cartucho de papel com saco solúvel de 1 Litro.
Bandeja plástica com saco solúvel de 1 Litro.
Lata de fibra com saco solúvel de 1 Litro.
Frasco coex de 1 Litro.
Lata de folha de flandres de 1, e 5 Litros.
Bombona coex de 5 Litros.
Balde de aço de 20 Litros.
Farm-pack de polietileno de alta densidade de 225, 420, e 530 Litros.
Farm pack de plástico de 640 e 1000 Litros

INSTRUÇÕES DE USO :
TILT é um fungicida sistêmico recomendado para o controle das seguintes doenças nas culturas e doses abaixo:

CULTURAS/DOENÇAS/ DOSE/NÚMERO/ ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Vide " Indicações de uso/Doses"
Alho: O tratamento com TILT deve ser iniciado quando forem observadas as primeiras lesões das doenças. Reaplicar à intervalos de 15 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento dos patógenos. Fazer no máximo 3 aplicações.
Amendoim: Aplicar TILT no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, o que normalmente ocorre em torno dos 40 dias da emergência da cultura, e reaplicar uma ou duas vezes a intervalos de 14 dias. Fazer no máximo 3 aplicações.
Arroz: Aplicar TILT no emborrachamento, reaplicando no início da emissão das panículas. Fazer no máximo 2 aplicação.
Banana:O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka que corresponde o período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a março), com intervalos médios de 28 dias entre as aplicações. Fazer no máximo 4 aplicações.
Café: Iniciar o tratamento preventivo com TILT no aparecimento dos primeiros sintomas da doença até um máximo de 5% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,6 litros/ha). Reaplicar em intervalos de 45-60 dias. Para tratamentos curativos, realizar aplicações com o nível de infecção de até 15% de folhas atacadas por ferrugem no terço inferior da planta (dose de 0,75 litros/ha) e reaplicar a cada 30 dias. Uma vez controlada a doença no período, poderá ser retomado o programa convencional de pulverizações com fungicidas cúpricos. Fazer no máximo 3 aplicações.
Café - Viveiro de mudas- Iniciar as aplicações quando observar as primeiras lesões da doença e continuar as aplicações em intervalos de 15 dias. O número de aplicações dependerá do desenvolvimento da doença que é influenciado pelas condições climáticas favoráveis: alta temperatura e umidade
Cevada: Iniciar o tratamento com TILT no início da incidência das doenças (até 5% para manchas foliares causadas por Drechslera teres e Bipolaris sorokiniana, 5% para ferrugens e um máximo de 10% para oídio); reaplicando 20 a 25 dias após de acordo com os níveis de infecções das doenças. Fazer no máximo 2 aplicações.
Feijão: Aplicar TILT após o final do florescimento e reaplicar de acordo com a presença e intensidade da infecção a intervalos de 15 dias. Fazer no máximo 3 aplicações.
Gladíolo: Iniciar as aplicações quando a cultura estiver com 25 a 30 dias após o plantio, ou quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis para o desenvolvimento da ferrugem.
Milho: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir a aplicação em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Fazer no máximo 2 aplicações.
Seringueira: Iniciar as aplicações preventivamente, quando da abertura do painel ou durante o período de sangria. Repetir as aplicações semanalmente, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença.
Trigo: O tratamento com TILT deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (até 5% de infecção para ferrugens, 5% de área foliar infectada ou 80% de incidência para as septorioses, um máximo de 10% de área foliar infectada por Oídio, e nas primeiras lesões de Helmintosporiose e mancha-amarela), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura. A reaplicação deverá ser realizada 20 a 25 dias após o primeiro tratamento quando se observar o aumento dos índices de infecção. Fazer no máximo 2 aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização, utilizando-se equipamento terrestre ou aéreo devidamente adaptado à cada cultura, como pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), pulverizadores tratorizados com barra, turbo atomizadores ou aeronaves (avião ou helicóptero), obedecendo-se as seguintes recomendações:

AMENDOIM: 250 L/ha - para os equipamentos terrestres;
ALHO: 400 a 600 L/ha - para os equipamentos terrestres;
ARROZ: utilizar volumes de 100 a 200 L/ha de calda, para os equipamentos terrestres e 30 a 50 L/ha para aeronaves.
MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização, utilizando-se equipamento terrestre ou aéreo devidamente adaptado à cada cultura, como pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), pulverizadores tratorizados com barra, turbo atomizadores ou aeronaves (avião ou helicóptero), obedecendo-se as seguintes recomendações:

AMENDOIM: 250 L/ha - para os equipamentos terrestres;
ALHO: 400 a 600 L/ha - para os equipamentos terrestres;
ARROZ: utilizar volumes de 100 a 200 L/ha de calda, para os equipamentos terrestres e 30 a 50 L/ha para aeronaves.
CEVADA: 300 L/ha - para os equipamentos terrestres;
FEIJÃO: 250 a 300 L/ha - para os equipamentos terrestres;
TRIGO: 300 L/ha - para os equipamentos terrestres; e 30 a 50 L/ha para aeronaves.
BANANA: para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral ou "spray-oil" com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha:
Opção 1: 0,4 L de Tilt + 14,6 L de óleo mineral, OPPA
Opção 2: 0,4 L de Tilt + 5 L de óleo mineral, OPPA + 220 mL de Extravon e completar com água até o volume de 15 litros.
Para o preparo da calda, seguir a seguinte ordem: misturar o TILT com o óleo mineral, adicionar o espalhante adesivo, agitar intensamente e finalmente, completar o volume com água.
Manter agitação intensa durante a aplicação.
Devido à sua viscosidade, no caso de aplicação da mistura com aeronaves deve ser dada preferência à utilização de Micronair modelo AU-5000, com volumes de 15 L/ha da mistura (TILT + óleo) na mesma faixa de pressão e parâmetros climáticos recomendados para as outras culturas.
Para o caso de equipamentos terrestres (turbo atomizadores ou costal motorizado), poderá ser usado o mesmo volume da mistura ou volume maior, conforme os recursos do equipamento e condições topográficas e de acesso da área, sendo que nesse caso a dose do produto/ha deverá ser mantida inalterável, variando apenas a quantidade do veículo.
Para condições específicas de equipamentos que aplicam maior volume de calda/área, poderá ser feita adição de água (até 50% do volume total) respeitando-se a dose de PROPICONAZOLE por área, para completar o volume desejado.
Recomenda-se, para melhor emulsificação, o uso de surfactante na dose indicada pelo fabricante e a agitação da calda durante a aplicação.
CAFÉ: utilizar volumes de 400 - 500 litros de calda/ha de forma a proporcionar uma boa cobertura da área foliar.
CAFÉ – VIVEIRO DE MUDAS: utilizar até 400 litros de calda/ha.
GLADÍOLO: utilizar de 500 a 600 litros de calda/ha de acordo com o desenvolvimento da cultura.
MILHO: utilizar de 400 a 500 litros de calda/ha de acordo com o desenvolvimento da cultura.
SERINGUEIRA: pulverizar o painel da seringueira com 20 mL de calda/planta.


PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:
EQUIPAMENTOS
PARÂMETROSAVIÃO IPANEMATURBO ATOMIZADOR COSTAL TRATORIZADO COM BARRA



TIPO E NÚMERO DE BICO

37 Bicos Cônico série D/45 a 90o
4 Micronairs série AU-3000 ou 8 AU-5000 com as pás ajustadas a 65o Para Turbo Atomizador ou Costal usar bico Jato cônico série "TX" ou "D", número variável com o tipo de equipamento.

Para pulverizador tratorizado com barra utilizar bico de jato plano ou leque - da série XR; DG; TT ou AI, todos com 110o e com furo ajustado a velocidade e volume de aplicação.
PRESSÃO (PSI) 20 a 30 10 a 40 30 a 60 60 a 100

ESPECTRO DE GOTAS
DMV entre 200 a 400 ?m e cobertura de 20 a 30 gotas/ cm2 Gotas de tamanho médio, DMV entre 200 a 400 ?m.
Cobertura no alvo de 20 a 30 gotas/cm2
LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO
15 m Variável de acordo com o espaçamento de plantio da cultura.
Equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico.
ALTURA DO VÔO 2 a 4 m
. Temperatura
. Umidade
. Vento Máximo: 30º C
Mínima: 55 %
Mínimo de 3 km/h e Máximo de 15 km/h
Evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.
OBS.: Nas operações com aeronaves, atender as normas da Portaria n° 009 de 23.03.83 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Banana:.............................................................1 dia
Alho, Amendoim, Café, Feijão: .......................15 dias
Cevada, Trigo, Milho: ......................................30 dias
Arroz ...............................................................45 dias
Café (mudas): Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego
Seringueira, Gladíolo:.......................................Uso não alimentar (UNA).


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (aproximadamente 24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO :
Fitotoxicidade para as culturas indicadas :
Desde que aplicado conforme as recomendações mencionadas anteriormente não apresenta qualquer efeito fitotóxico.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “Dados relativos à proteção da saúde humana”.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “Modo de aplicação”.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “Dados relativos à proteção do meio ambiente”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “Dados relativos à proteção do meio ambiente”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “Dados relativos à proteção do meio ambiente”.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola;
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos;
•Não desentupa bicos, orifí cios e válvulas com a boca;
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕESNA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto extremamente irritante para olhos.

•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a em balagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando em cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e e filtro mecânico classe P2); óculos de seg urança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;

•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a aplicação e a colheita).
•Durante a aplicação, utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e a boca, protetor ocular, luvas impermeáveis e botas de borracha.
Precauções após a aplicação
•Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrara na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produ to adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcan ce de crianças e animais;
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contam inação.
•Os eq uipamentos de proteção individual (EPI s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do prod uto.
•Troque e lave suas roupas de proteção separado das roupasda família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto
•Fique atento ao tem po de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutiliuzar embalagens vazias
•No descarte de em balagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha)
PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário ag ronômico do prod uto.
Ingestão Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente ("acordada"), dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordad a") Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a ág ua de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
- INTOXICAÇÕES POR PROPICONAZOL E ALQUILBENZENO
-INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.)
Grupo químico: Propiconazol: Triazoís; Alquibenzeno
Classe toxicológica: I Extremamente tóxico
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular
Toxicocinética:
Propiconazole: Estudos com animais de laboratório demonstraram que o propiconazole é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto por via dérmica. O produto é quase que totalmente metabolizado e rapidamente excretado após a dosagem oral. Em ratos, da dose total administrada, em torno de 56% e 62% foi excretado pela urina e em torno de 39% e 31 % foi excretado pelas fezes, nos machos e nas fêmeas, respectivamente, após 48 horas da dosagem. Em camundongos o metabolismo é sexo dependente sendo que em machos um único metabólito (conjugado de ácido glucurônico) representa 60% do propiconazole administrado, em fêmeas este metabólito representa 30% do produto absorvido. O principal mecanismo de metabolização do propiconazole em camundongos envolve a clivagem do anel de dioxolane.
ALQUILBENZENOS: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos
pertencentes ao grupo dos alquilbenzenos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Mecanismos de Toxicidade: PROPICONAZOLE: Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao figado, rins, estômago, intestinos e pulmões.
ALQUILBENZENP : Depressor do sistema nervoso central.
Sintomas e sinais clínicos:
PROPICONAZOLE
Exposição Aguda
Pode causar irritação pulmonar, dérmica e ocular.
Ocular
É altamente irritante para os olhos.
Respiratório
Epistaxe, secreção espumosa na traquéia, congestãso e edema pulmonar foram observados em ratos a partir da concentração de 20,93 mg/L durante 4 horas de exposição Gastrintestinal
Após ingestão, podem ocorrer náusea. vômito e diarréia.
Dermatológico
Foram observados edema e eritema foi observado em todos os coelhos tratados.
ALQUILBENZENO:
A intoxicação por ingestão maciça pode ser mortal, causando irritação gastrointestinal e diarréia, vômitos e dores abdominais. Ulcerações severas da mucosa podem ser vistas em caso de ingestão mássica. Se a mistura for aspirada, pneumonite química com opacidades flocosas nas áreas dos lóbulos mediano e inferior do pulmão direito, tosse, dispnéia, febre, que regridem em 2 a , 3 dias se não houver infecção secundária. Sintomas após inalação irritação da árvore respiratória. Na pele, tem efeito desidratante e desengordurante, provocando descamação e dermite É irritante para os olhos (lacrimejamento e blefaro-conjuntivite, ás vezes importantes, mas reversíveis) e o trato respiratório (irritação nasal e dispnéia) O efeito depressor sobre o SNC é consecutivo tanto á ingestão, como à inalação e a contaminação cutânea, e causa euforia, ataxia, cefaléias, vertigens e náuseas, seguidas de fadiga, incoordenação motora, tremores e confusão Em um estado mais avançado, encontra-se coma e risco de morte.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Antídoto-Não existe antídoto específico
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Monitoramento para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e avaliação para a necessidade de intubação, endotraqueal. Também monitorar para hipoglicemia, distúrbios eletrolíticos e hipóxia Se a exposição for por via inalatória, remova o paciente para um local arejado e cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. No caso de exposição ocular lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% á temperatura ambiente por pelo menos 15 'minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico. No caso de exposição dérmica remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com, água e sabão O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
Contra indicação: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Existe um efeito sinérgico entre os componentes da fórmula em relação a toxicidade. A associação deste produto com outros tensoativos e derivados do petróleo tem efeito que pode potencializar a intoxicação
Atenção:
Ligue para o Dísque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS) Telefone de Emergência da Empresa:
Plantão Syngenta 24 horas: Tel 0800-7044304

Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente:
Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente ( classe II)
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos dágua. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 ( quinhentos ) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 ( duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação sucptível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes ás atividades aerogrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-262500 ou 0800-160210
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado acima para sua devolução e destinação final.
•Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
•Corpos d'agua - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUíMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagem rígida lavável
Lavagem da embalagem:
Durante o procedimento de lavage o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI'S - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Triplice Lavagem ( Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZACÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinaÇâo final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases ef1uentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, qUê inêiui o acompanhamento da ficha de emeígência de produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.