Bula Cantus

acessos
Boscalid
7503
Basf

Composição

Boscalid 500 g/kg Anilida

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico
Acelga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Acerola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Pinta preta
(Alternaria spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
400 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. : Iniciar as aplicações preventivamente
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
150 g p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha de alternaria
(Alternaria sonchi)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria cichorii)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 1000 L/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Amora preta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Pinta preta
(Alternaria spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
100 a 150 g.p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
500 a 1000 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Raízes-rosadas
(Phoma terrestris)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
150 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 3 aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais das doenças
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
150 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 3 aplicações. 45 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais das doenças
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
150 g.p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
150 g p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações com intervalo de 10 a 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais da doença
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha de alternaria
(Alternaria sonchi)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha púrpura
(Alternaria cichorii)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 a 6 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora tetragoniae)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
800 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações na fase inicial de florescimento
Framboesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Sclerotium rolfsii)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
800 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no início dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
800 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - No máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no início dos primeiros sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora brassicicola)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Pseudocercospora abelmoschi)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Cercosporiose
(Cercospora spp)
150 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
800 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
10 a 15 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença

Peso Líquido: 10 e 15 g e 0,1; 0,15; 0,2; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,5; 5,0; 10; 20; 25; 50; 100 e 200 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

CANTUS® é um fungicida sistêmico, apresenta um modo de ação exclusivo, atuando, sobre todos os estágios de desenvolvimento e reprodução do fungo, como inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos, crescimento micelial e esporulação.

O modo de ação do CANTUS® é através da inibição da respiração celular nas mitocôndrias, interferindo no transporte de elétrons no complexo bc2 , inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

Acerola, Amora, Framboesa e Seriguela:Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando se o horário de carência

Alface: Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Alho e Cebola: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, e repetir se necessário (no máximo 4 vezes), em intervalos de 10 a 14 dias para mancha púrpura , dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Almeirão, Chicória, Espinafre, Mostarde e Acelga: Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença.Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando- se o intervalo de carência

Batata: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, que normalmente ocorre no início do fechamento da cultura e início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio) e repetir se necessário (no máximo 5 vezes), em intervalos de 7 a 10 dias para a dose de 0,1 kg/ha e de 10 a 14 dias para a dose de 0,15 kg/ha, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle do mofo branco, realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio, diretamente sobre os tubérculos, utilizando-se a dose de 0,5 kg/ha para áreas onde se tem baixa pressão de doença e a dose de 1 kg/ha em áreas com histórico da doença, bem como quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Após a aplicação fechar o sulco de plantio.

Berinjela, Jiló, Pimenta e Quiabo:Iniciar as aplicações preventivamente ou na formação dos primeiros frutos.Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando se o período de carencia.

Café: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais da doença e respeitar o intervalo de carência.

Cenoura: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais da doença e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.

Crisântemo: Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes) em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença.

Feijão: Iniciar as aplicações na fase inicial de florescimento, e repetir se necessário (no máximo 2 vezes) em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando se o intervalo de segurança.

Melão e Melancia: Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes) em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença.

Morango: Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos e repetir se necessário (no máximo 3 vezes) em intervalos de 10 dias entre as mesmas dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Pimentão: Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos e repetir se necessário (no máximo 3 vezes) em intervalos de 10 dias entre as mesmas dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança.

Rosa: Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário ( no máximo 3 vezes) em intervalos de 7 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença.

Tomate : Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, que normalmente ocorre entre o primeiro e o segundo amarrio do tomate estaqueado (45 dias do transplante) e a partir do florescimento do tomate rasteiro (40 a 50 dias após transplante), repetir se necessário (no máximo 5 vezes), em intervalos de 7 a 10 dias para a dose de 0,1 kg/ha e de 10 a 14 dias para a dose de 0,15 kg/ha, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.

MODO DE APLICAÇÃO:
CANTUS® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

- Aplicação terrestre :
Pulverizadores: costais, estacionários, montados ou tracionados por trator, turbinados. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura...........................................Dias
Acelga...........................................3
Acerola...........................................1
Alface...........................................3
Alho...................................................7
Almeirão...........................................3
Amora...........................................1
Batata................................................3
Berinjela...........................................3
Café.................................................45
Cebola...............................................7
Cenoura.............................................7
Chicória...........................................3
Crisântemo...........................................UNA
Espinafre...........................................3
Feijão...........................................14
Framboesa...........................................1
Jiló...........................................3
Melão...........................................7
Melancia...........................................7
Morango...........................................1
Mostarda...........................................3
Pimenta...........................................3
Pimentão...........................................3
Quiabo...........................................3
Rosa...........................................UNA
Seriguela...........................................1
Tomate..............................................1

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR BOSCALID INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Anilida
Vias de exposição I Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética O Boscalida quando testado em animais de laboratório foi rapidamente
absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado e excretado Mecanismos de principalmente pelas fezes e em menor quantidade via urina e bilis.
toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos
Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos.
A Boscalida foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações, nas maiores doses a substância apresentou alterações de algumas enzimas hepáticas, aumento de hipertrofia centrolobular do fígado em machos e fêmeas e aumento de hiperplasia focal de células foliculares da glândula tireóide também em machos e fêmeas. O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações e observou-se diminuição de peso do fígado nas doses maiores, bem como outras alterações hepáticas. Observou-se ainda, aumento significativo das glândulas adrenais.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente
em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável.
Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando aspiração de solvente orgânico. Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano.
Contra-indicações: A indução do vómito é contra-indicáda em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 08000-112273
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O Boscalida quando testado em animais de laboratório foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado e excretado principalmente pelas fezes e em menor quantidade via urina e bilis.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos
Cantus® foi testado em animais de laboratório, a DL50 aguda oral estabelecida para ratos foi maior
que 2000 mg/kg p.c. e os principais sintomas de intoxicação apresentados pelos animais foram: dispnéia, apatia, apatia e piloereção, os animais se recuperaram após 1 dia da administração. A DL50 aguda dermal em ratos foi maior que 2000 mg/kg p.c. e não foram apresentados sinais de toxicidade referente a substância. O produto apresentou-se irritante para olhos e não irritante para pele de coelhos. Em cobaias o produto não apresentou-se sensibilizante dérmico.
Efeitos crônicos
A Boscalida foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta ratos
durante um período de 24 meses em diferentes concentrações, nas maiores doses a substância apresentou alterações de algumas enzimas hepáticas, aumento de hipertrofia centrolobular do fígado em machos e fêmeas e aumento de hiperplasia focal de células foliculares da glândula tireóide também em machos e fêmeas. O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações e observou-se diminuição de peso do fígado nas doses maiores, bem como outras alterações hepáticas. Observou-se ainda, aumento significativo das glândulas adrenais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃ0 AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃ0 CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefones de Emergência: 08000 11-2273 ou (0XX12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetores e mascara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registraste, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registraste conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do seu prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALÁGEM FLEXÍVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALÁGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do seu prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA — NÃO CONTAMINADA:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos. Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

CANTUS®, é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a anilidas, constituindo-se em uma excelente opção para o manejo de resistência.
Seguindo normas internacionais do Comitê de resistência a fungicidas(FRAC) para uso de fungicidas, recomenda-se as seguintes estratégias e recomendações no intuito de preservar a atividade dos fungicidas.
· O número total de aplicações devem ser limitados durante o ciclo da cultura , seguindo-se a seguinte recomendação:
a) No manejo de controle de doenças , utilizar no máximo somente 30% do total das pulverizações com fungicidas com o mesmo modo de ação que as anilidas..
b) Usar os fungicidas com mesmo modo de ação das anilidas em aplicações alternadas com fungicidas de diferentes modo de ação.
· Fungicidas com o mesmo modo de ação das anilidas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos , por isso , devem ser usados preventivamente, evitando-se o uso em condições curativa e erradicativa no intuito de diminuir a pressão de seleção.