Bula Erradicur

acessos
Tebuconazole
4514
Tecnomyl

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
0,75 L p.c./ha 2600 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 30 a 40 dias. 5 dias. Iniciar em novembro
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. Início do aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 30 dias. 14 dias. Início do período das chuvas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. Quando a infecção atingir 5 %
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 60 dias. 30 dias. Início do aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. Preventivo. Iniciar em dezembro/janeiro
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Preventivo, logo após a florada
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Máximo 5 % da superfície foliar infectada pela doença
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
0,75 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do florescimento, no início da infecção
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 a 20 dias. 14 dias. A partir do florescimento, no início da infecção
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
70 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces transversalis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
1 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Antes da abertura das flores
Oídio
(Oidium mangiferae)
100 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 15 dias. 20 dias. Antes da abertura das flores
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 15 dias. 15 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Final da granação. 30 dias. Início da granação
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Final da granação. 30 dias. Início da granação
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. 50 % da área foliar apresentar sintomas
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ergot
(Claviceps africana)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Único. 15 dias. Florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. A partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. A partir do início do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) 10 a 12 dias. 35 dias. Preventivo, início do espigamento
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando a área foliar atingir 5 % ou incidência de 80 %
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando a área foliar atingir 5 % ou incidência de 80 %
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Quando maior número de flores estiverem abertas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando a área foliar atingir 5 % ou incidência de 80 %
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando a área foliar atingir 5 % ou incidência de 80 %
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 35 dias. Vide observação
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. A partir do estádio do alongamento, quando a área foliar atingir 5 % ou incidência de 80 %
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 35 dias. Incidência em folhas, durante o estádio do afilhamento situa-se entre 10 a 15 %

EMBALAGEM MATERIAL CAPACIDADE
Balde Plástico(Coex ou PEAD) 5L;10L;20L e 50L
Bombona Plástico(Coex ou PEAD) 5L;10L;20L e 50L
Bombona Metálico(Aço) 5L;10L;20L e 50L
Container Aço Inox 500mL;1000mL e 1500mL
Frasco Plástico(Coex ou PEAD) 50mL;70mL;100mL;250mL;350mL;500mL;
ou PET 1,0L;1,5L;2,0L;4,0L e 5,0L
Galão Plástico(Coex ou PEAD) 5,0L
Saco Plástico(Polietileno) inserido 500;750 e 1000L
em contentores de
polietileno/aço inox
Tambor Metálico(Ferro ou Aço) 100 e 200 L
Tambor Plástico(PEAD) 100 e 200 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Álamo - Realizar no máximo:. 2 (duas) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão de doença, quando houver re-infecção.
- Aveia e cevada - Realizar no máximo 2 (duas) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Quando foram encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pelas doenças. Uma segunda aplicação será necessária se o nível critico for atingido novamente.
- Batata - Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações durante ciclo/safra da cultura. O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e inicio do desenvolvimento dos tubérculos. Realizar de 3 a 4 aplicações.
- Banana - Realizar no máximo 5 (cinco) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações em novembro e repeti-las a cada 30- 40 dias, ate o final do período critico.
- Beterraba, crisântemo e gladíolo - Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias.
- Cacau - Realizar no máximo 5 (cinco) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar o controle a partir de abril/maio, época que coincide com o inicio das chuvas. Realizar no maxima 5 aplicageies com intervalos de 30 dias.
4

- Café - Realizar no máximo 2 (duas) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Ferrugem: recomenda-se iniciar a aplicação quando a Infecção atingir ca. 5% e repetir a mesma se esse nível for novamente atingido.
Cercosporiose: aplicações preventivas, iniciando-se em dezembro/janeiro, com um total de duas aplicações, até março, que, em condições normais, é o período crítico da
doença.
Mancha de Ascochyta: a aplicação deve ser feita no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença na folha e repetida 60 dias após.
Seca dos Ponteiros: o controle é preventivo iniciando- se as aplicações logo após a florada (flor murcha). Efetuar- se uma 2a aplicação 30 dias após e uma 3a, se as condições favoráveis à doença persistirem.
Quando for constatada a doença atacando ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), fazer uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.
- Feijão - Realizar no máximo 2 (duas) aplicações durante ciclo/safra da cultura. A partir do começo do florescimento, no início da infecção podendo ser feitas mais uma ou duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias.
- Figo e rosa - Realizar no máximo 4 (quatro) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Recomenda-se Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias.
- Goiaba - Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, reaplicar uma ou duas vezes com intervalo de 15 dias.
- Mamão - Realizar no máximo 6 (seis) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Caso necessário, fazer no máximo 6 aplicações por ciclo de produção, com intervalo de 14 dias.
- Manga - Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante cicio/safra da cultura. Os tratamentos devem ser iniciados antes da abertura das flores, continuando em intervalos quinzenais até início da formação dos frutos.
- Melão - Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas e repetir as mesmas a cada 7 dias.
- Milho - Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Recomenda-se iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 15 dias.
- Soja - Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Contra Oídio, iniciar as pulverizações quando 50% da área foliar apresentar sintomas, repetindo sempre quando este índice for atingido novamente.
Para o controle das DFC, "doenças de final de ciclo", Cercospora e Mancha Parda, fazer a primeira aplicação no início da granação (estádio 5.2 a 5.4) e uma segunda pulverização no final da gravação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6. a 7.1).
Para a ferrugem na fase vegetativa da cultura, a aplicação deve ser feita no início dos primeiros sintomas. Na fase reprodutiva, a época de aplicação é variável com a data de semeadura. Nos primeiros plantios (meados para final de outubro), deve- se fazer a primeira aplicação no inicio de formação de grãos (R5.1) e a segunda, na fase de
5
- Sorgo - uma única aplicação deve ser feita na florada.
- Tomate - Realizar no máximo 5 (cinco) aplicações durante ciclo/safra da cultura. O controle deve ser realizado a partir do inicio do florescimento, no aparecimento dos primeiros sintomas e são feitas 4 aplicações de 14 em 14 dias.
- Trigo - Realizar no máximo 2 (duas) aplicações durante ciclo/safra da cultura. Oídio- o controle deve ser iniciado quando a incidência, em folhas, durante o estádio de afilhamento situar- se entre 10 - 15%.
Ferrugens e Manchas Foliares - iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. Pulverizações preventivas contra Giberela devem ser realizadas quando se observar o maior número de flores abertas. Contra a Brusone , a primeira aplicação preventiva deve ser feita no inicio do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias. Para todas as situações, realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
MODO DE APLICACAO:
O produto deve ser emulsionado em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
- Anlicação terrestre: usar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão) de 80 a 100 lb/pol2 e vazão de 200 a 300 L de calda/ha.
Nas culturas de crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, a rosa empregam- se de 800 a 1000 L de calda/ha, em manga, utilizam-se pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 2000 L de calda/ha.
Nas culturas de batata, beterraba, melão e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha.
Na cultura de café empregam-se atomizadores e o volume de calda varia de 250-500 L/ha.
Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral.
Aplicação aérea:nas culturas de avelã, banana, cevada e trigo: usar micronair ou barra equipada com blues cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 lb/p012, vale° de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2.
Para as culturas de álamo e mamão a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais, (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da plantas. O volume de calda para a cultura do álamo É de 2600 L/ha, ou major, para plantas mais desenvolvidas. No mamão, recomenda-se volume de calda de 1000 L/ha.
Para a cultura do álamo:), recomenda-se aplicação aéreas em áreas onde a cultura esteja muito desenvolvida. Nestes casos recomenda- se usar micronair ou barra de equipada com bicos cônicos D6 a 012, altura de vôo de que permita distribuição uniforme, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pet vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha no use de barra, largura da faixa de distribuição de 15 a 18 m, com densidade de gotas igual ou superior a 80 gotas/cm2.
- ~~ 1t
GENBF
Distribuidora de Produto ev w, ne cm i'na ura.
Cultura - Dias
AlamoCrisântemo Gladíolo e Rosa U.N.A.
Aveia Cevada e Trigo 35
Batata, Café e Soja 30
Goiaba e Mana 20
Milho e Soro 15
Cacau, Feijão, Fio e Melão 14
Beterraba, Mamão e Tomate 07
Banana 05
U.N.A. = uso nao alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
Atém dos intervalos de segurança e reentrada na cultura, não aplicar o produto na cultura do feijão e tomate antes da floração. Na cultura da batata não aplicar o produto antes da fase final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órg5o responsável pela Saúde Humana -ANVISA/M5)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÂO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo melo ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IDAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
MANEJO INTEGRADO DE DOENCAS
Recomenda- se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
•-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA." e manter os avisos até o final do período de reentrada.
(:) 8
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de protege° individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteg5o após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteg5o individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTAO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALACAO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para urn local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
9



- INTOXICAÇÕES POR TEBUCONAZOL -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Triazol
Classe toxicológica: I - EXTREMAMENTE TOXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Após administração oral de Tebuconazol a ratos, 65-80% da
dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a
Toxicocinética: eliminação urinária foi em torno de 16-35%.
Biotransformação. Ocorrem reações de oxidação, resultando
em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos,
bem como conjugados (por exemplo, o triazol .
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
Toxicidade: conhecidos.
Em humanos, há irritação dermal leve e não há evidência de
toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após
Sintomas e sinais exposição ao triazol.
clínicos: Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente
ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes
órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e
pela ocorrência de quadro clínico compatível.
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem
Tratamento • no esvaziamento gástrico, com o emprego de carvão ativado.
' Não existe antídoto ou antagonista especifico para os
fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de
as ira ão e de pneumonite uímica.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos,
sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para
notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência
ATENÇÃO: Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de

notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450

(Planitox) - (41) 3019-0701 (Genbra)

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Após administração oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando concentração máxima no plasma em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por oxidação. A eliminação do produto nos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida, principalmente pela via biliar/fecal e pela via urinária. Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo eliminado em até 72 horas. Via dérmica, o produto é rapidamente absorvido, alcançando o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto
10
no sangue, indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele atinge o sangue.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
• DL50 oral em ratos: 1000 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/Kg
• CL50 Inalatória: > 1,09 mg/L de ar em 4 horas de exposição.
• Irritação dérmica: nos estudos realizados, o produto mostrou-se não irritante a pele de coelhos.
• Irritação ocular: nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se
extremamente irritante aos olhos, causando opacidade de córnea, hiperemia da conjuntiva e irite em todos os animais testados.
Sensibilização Dérmica: o produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias quando utilizado na concentração original.
Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Técnico):
Estudos em cães que receberam Tebuconazol na dieta durante um ano evidenciaram catarata nos animais que receberam a partir de 200 ppm e alterações histopatológicas nas glândulas supra-renais dos animais que receberam a partir de 150 ppm da substancia. Em um estudo de duas gerações em ratos alimentados com Tebuconazol, o NOAEL foi 300 ppm, com base na redução do ganho de peso dos animais parentais e nos efeitos adversos observados nas ninhadas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTECAO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Org~o responsável pelo Meio Ambiente - MAMA/WA).
RESTRIOES ESTABELECIDAS POR ORGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)


De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda- se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.