Bula Helmstar Plus

acessos
Azoxystrobin
5813
Helm

Composição

Azoxystrobin 120 g/L Estrobilurina
Tebuconazole 240 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Total
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Intervalos de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Intervalos de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar o produto preventivamente a partir do estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar o produto preventivamente a partir do estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar o produto preventivamente a partir do estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
até 0,4 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Fazer uma segunda aplicação, com intervalo de 15 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade. Efetuar no máximo 2 aplicações. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
0,4 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Fazer uma segunda aplicação, com intervalo de 15 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade. Efetuar no máximo 2 aplicações. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,4 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Fazer uma segunda aplicação, com intervalo de 15 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade. Efetuar no máximo 2 aplicações. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação. 42 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Fazer uma segunda aplicação dependendo do desenvolvimento das mesmas, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva, no estádio R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Fazer uma segunda aplicação dependendo do desenvolvimento das mesmas, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. 30 dias. Deverá ser aplicado de forma preventiva, no estádio R5.1
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações com intervalo de 15 dias. 35 dias. Fazer uma primeira aplicação preventiva na fase final de emborrachamento, repetindo-a após 15 dias, na fase de florescimento, protegendo a cultura na fase de maior risco de dano econômico
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetindo o tratamento em intervalos de 14 a 21 dias. 35 dias. Deverá ser aplicado nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%)

INSTRUÇÕES DE USO:

HELMSTAR PLUS é um fungicida sistêmico de aplicação foliar para o controle de doenças na parte aérea das culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo. HELMSTAR PLUS apresenta ação preventiva, curativa e anti-esporulante, dependendo da dose e do alvo, devendo ser usado preferencialmente de forma preventiva.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão:

HELMSTAR PLUS deverá ser aplicado preventivamente quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença (noites frias, seguidas de dias secos) ou na ocorrência dos primeiros sintomas, repetindo o tratamento em intervalos de 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,2% na calda de aplicação. Usar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença.
Para aplicações preventivas em áreas sujeitas à ocorrência de Mancha-de-Ramulária, iniciar as aplicações ao redor de 40-45 dias após a emergência da cultura. Para o controle preventivo de Ramulose, em áreas sujeitas a sua ocorrência, iniciar as aplicações ao redor de 25 dias após a emergência da cultura ou estágio de 2 a 4 folhas verdadeiras.


Feijão:

HELMSTAR PLUS deve ser aplicado preventivamente quando as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença ou na ocorrência dos primeiros sintomas. Reaplicar a intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Usar a maior dose quando ocorrer maior pressão da doença.
Para aplicações preventivas em áreas sujeitas á ocorrência de Antracnose, Ferrugem e Mancha-Angular, aplicar o produto preventivamente a partir do estádio fenológico V4 (quarta folha verdadeira).
Não utilizar adjuvante para o controle de doenças na cultura do feijão.


Milho:

HELMSTAR PLUS deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado). Fazer uma segunda aplicação, com intervalo de 15 dias, a fim de cobrir adequadamente o período de máxima susceptibilidade. Efetuar no máximo 2 aplicações. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação.


Soja:

Para controle da Ferrugem-asiática, HELMSTAR PLUS deve ser aplicado de forma preventiva no estádio fenológico R1 (início do florescimento), reaplicando com intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou, de forma preventiva, no estádio fenológico R5.1 (grãos perceptíveis ao tato – o equivalente a 10% da granação). Seguir as recomendações da Comissão Oficial de Pesquisa de Soja para a sua região.
Para as demais doenças, HELMSTAR PLUS deverá ser aplicado de forma preventiva, no estádio R5.1, fazendo-se uma segunda aplicação dependendo do desenvolvimento das mesmas, observando-se um intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações.
Em ambos os casos, fazer no máximo duas aplicaç��es do produto durante o ciclo da cultura. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação.


Trigo:

Para o controle de Ferrugem-da-folha, HELMSTAR PLUS deverá ser aplicado nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) repetindo o tratamento em intervalos de 14 a 21 dias, dependendo da evolução da doença.
Para o controle de Brusone, fazer uma primeira aplicação preventiva na fase final de emborrachamento, repetindo-a após 15 dias, na fase de florescimento, protegendo a cultura na fase de maior risco de dano econômico.
Em ambos os casos, fazer no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo da cultura. Adicionar adjuvante (óleo mineral emulsionável) a 0,5% na calda de aplicação.





MODO DE APLICAÇÃO:

Para a aplicação foliar nas culturas recomendadas, HELMSTAR PLUS deverá ser diluído em calda apropriada e aplicado na forma de pulverização via terrestre ou aérea, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos da cultura.

Preparo da calda: agitar bem a embalagem do produto antes de colocar no tanque de aplicação. Primeiro adicionar água limpa no tanque até a metade, em seguida colocar o produto na quantidade adequada conforme controle a ser realizado (cultura/alvo), completando com água limpa até a quantidade de calda estabelecida para a aplicação.



EQUIPAMENTOS:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras, respeitando-se os volumes recomendados para cada cultura.

Volumes de calda: Para aplicações terrestres, utilizar os seguintes volumes de calda, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura e visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas: Algodão: 150 a 200 L/ha; Feijão: 250 L/ha; Milho: 150 a 200 L/ha; Soja: 200 L/ha; Trigo: 200 L/ha.

APLICAÇÃO AÉREA:
Manter uma altura de vôo de 2 a 3 metros e usar bicos apropriados para aplicação de fungicidas, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco core inferior a 45. Observar uma largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.

Volumes de calda: Calibrar o equipamento para uma vazão de 30 a 40 litros de calda por hectare, para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo.

Condições de aplicação: Realizar as aplicações nas horas mais frescas do dia, ou seja, no início da manhã ou final da tarde com ventos de até 10 km/h para aplicação aérea e 15 km/h para aplicações terrestres, temperatura máxima de 27ºC e umidade relativa mínima de 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Tanto para pulverização terrestre quanto aérea, a escolha do volume de calda e o tamanho de gotas a serem utilizadas, deve levar em consideração as condições climáticas e o stand da cultura, conforme orientações do engenheiro agrônomo.








INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de segurança
Algodão 30 dias
Feijão 14 dias
Milho 42 dias
Soja 30 dias
Trigo 35 dias

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas. Evitar que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.


LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas.

Outras restrições observadas: Não há.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide dados relativos à Proteção da Saúde Humana.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide dados relativos a proteção do Meio Ambiente.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide dados relativos a proteção do Meio Ambiente.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide dados relativos a proteção do Meio Ambiente.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de protação individual (EPIs) recomendados.
Os equipamentos de protação individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize os equipamentos de protação individual (EPIs) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, reções, animais e pessas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize os equipamentos de protação individual (EPIs) macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;. máscara com filtro mecânico P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Utililize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EIPs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de protação individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EIPs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de protação ápós cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo correntamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÃO POR AZOXISTROBINA + TEBUCONAZOL + OUTROS
INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Azoxistrobina ..................Estrobirulina
Tebuconazol.....................Triazol
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Azoxistrobina: Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral (74-81%), sendo as demais vias secundárias. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorônico. Os metabólitos resultantes polares foram excretados rapidamente. Em 48 horas, mais de (82-96%) da dose administrada oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89%)e, em menor proporção, pela urina (9-18%). Em um estudo, (57-74%) da dose administrada foi recobrada na bile após 48 horas da administração, por gavagem, de uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
Tebuconazol: Em experimentos com ratos, foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. A distribuição foi ampla nos tecidos e órgãos. O pico plasmático foi alcançado entre (0,3-1,70 horas; a vida média plasmática foi de (32-52) horas; O metabolismo incluiu principalmente processos de hidrólise, oxidação e conjugação com ácido glucurônico e sulfatos. Cerca de (86-98%) da dose administrada foi excretada, em forma de metabólitos, em 72 horas pela bile, fezes e em menor quantidade pela urina; no ar expirado a concentração foi mínima. Não apresentou bioacumulação.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Azoxistrobina: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Tebuconzol: É um inibidor de síntese do ergosterol em vegetais. Não se conhecem bem os mecanismos de toxicidade para humanos. é um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450. Estudos especiais in vitro, em culturas de células de ratos, suínos e humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides sexuais femininos como estradiol).
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Azoxistrobina: Toxicidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observado baixa toxicidade:
DÉRMICA: Irritação leve; não é sensibilizante dérmico
OCULAR:Irritação moderada;
INALATÓRIA: Irritação
ORAL: -
Toxicidade crônica: não é genotóxico em estudos in vivo, nem carcinogênico.
Tebuconazol: Toxicidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em animais o fígado foi o principal orgão alvo e foi observada baixa toxicidade:
DÉRMICA: Irritação leve; Não foi sensilizante dérmico.
OCULAR: Irritação leve.
INALATÓRIA: Irritação leve.
ORAL: -

Toxicidade crônica: em estudos crônicos o orgão alvo foi o fígado. É classificado como possível carcinogênico para humanos (EPA, grupo C). É suspeito de produzir desregulação endócrina e de possuir toxicidade sobre o desenvolvimento.

OUTROS COMPONENTES
Propilenoglicol: Em humanos a absorção é rápida pelas vias oral e dérmica. A absorção é baixa pelo trato respiratório e ocular. PG tem propriedades irritativas. Age também como depressor do sistema nervoso central (SNC). PG é metabolizado a ácido lático por enzimas hepáticas. Quando excessivo o ácido lático é formado, ocorre acidose metabólica.
Exposição aguda: em humanos foram descritos sintomas:
DÉRMICOS: Eritema, dermatite de contato. Não é sensibilizante.
RESPIRATÓRIOS: Tosse, dispinéia, irritação, broncoespasmo leve.
OCULARES: Leve irritação, blefaroespasmo, sensação de picada e lacrimejamento (transitórios)
SISTÊMICOS: Crianças são mais susceptíveis. Pode causar sintomas no SNC (coma, convulsões), hiperosmolaridade, acidose lática, insuficiência renal, arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito. Infusão IV de medicamentos contendo PG pode causar hemólise.

População de risco: crianças, pacientes com insuficiência hepática e renal.

Exposição crônica: quando consumido cronicamente (geralmente em formulações de medicamentos) tem causado acidose lática, toxicidade renal proxiaml, hipoglicemia, estupor, convulsões, arritmias, dermatite (aplicação dérmica). Não é carcinogênico para humanos.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

TRATAMENTO: Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra - indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em paciente não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
Carvão-ativado: se liga à maioria dos agente tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1. Dose: suspensão (240 ml/ de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12 anos) e 1 g em menores de 1 ano.
Não provocar vômito. Se o vômito ocorrer naturalmente não deve ser evitado.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrata oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para a parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assitida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG etc. Manter internação por mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não relatados em humanos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque -Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa 0800 7010 450 (24 horas), (11) 5185-4099

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
DL50 oral> 50 mg/kg p.pc.
DL50 dérmica> 200 mg/kg p.pc.
CL50 inlatória (4 horas): >5,12 mg/l
Irritação dérmica: o produto mostrou-se não irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: o produto mostrou-se altamente irritante para olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.

Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: em estudos de 3 meses com ratos, o produto técnico Azoxistrobina administrado através da dieta causou uma redução no peso corpóreo nas doses de 2.000 e 4.000 ppm. A 4.000 ppm foi observado diminuição do consumo de alimentos, alterações laboratoriais, incremento do peso no fígado, hiperplasia hepatocelular e aumento dos linfonodos. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi fígado. A dose onde não foi observado o efeito adverso (NOAEL) foi de 20 mg/kg/dia. Em estudos de dois anos com ratos, Azoxitrobina induziu hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias a toxicidade do ducto biliar. Não houve evidências de que Azoxistrobina tenha sido carcinogênico aos ratos. O nível de dosagem de 18 mg/kg de peso corpóreo/dia foi tanto o NOEL como NOAEL. No estudo de 18 meses com camundongos, não foi demonstrado efeito carcinogênico.
Foram observadas anomalias esqueléticas em coelhos.

Tebuconazol: na exposição crônica em ratos e camundongos, o órgão-alvo foi o fígado. Em cães provocou alterações hematológicas e opacidades corneais e lenticulares. Não foi genotóxico nem mutagênico. Entretanto, foi observado incremento na incidência de tumores benignos e malignos hepáticos (camundongos). Estudos in vitro e in vivo indicaram efeitos de desregulação endócrinanas glândulas adrenais (ratos, cães). tebuconazol provocou toxicidade reprodutiva (redução na espermatogênese em camundongos) e sobre o desenvolvimento (a doses tóxicas maternas) tais como: alterações ósseas e faciais nos fetos e diminuição de peso neonatal (ratos), abortos pós-implantação e malformações fetais como peromelia (coelhos); fenda palatina e costelas supernumerárias (camundongos).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
[ X ] –MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no Meio Ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

2-INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. - telefone de emergência: (00xx11) 5185-4099.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM

RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire-cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena-da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve s r efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa conta nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODOS PARA A DESATIVAÇÃO DO AGROTÓXICOE DE SEUS COMPONENTES:
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

É importante associar ao emprego de fungicidas outros métodos de controle de fungos (cultural, biológico, etc.), sempre com base no programa de Manejo Integrado de Doenças para cada cultura, quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil) – grupo de trabalho para estratégias no manejo de resistência aos fungicidas do grupo QoI. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.