Bula Status - Oxiquímica

Bula Status

acessos
Oxicloreto de cobre
6210
Oxiquímica

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/L Inorgânico
Oxicloreto de cobre 588 g/L Inorgânico

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 5 a 10 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercosporidium personatum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalos de 14 a 15 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações de forma preventiva, iniciando 40 a 45 dias após a semeadura
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalos de 14 a 15 dias. Sem restrições. Iniciar as aplicações de forma preventiva, iniciando 40 a 45 dias após a semeadura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 07 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 2,5 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações com um intervalo de 30 dias Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 2,5 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações com um intervalo de 30 dias. Sem restrições. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
0,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação preventiva. Sem restrições. Aplicar quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar uma aplicação preventiva. Sem restrições. Aplicar quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao aparecimento da doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
100 a 200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir em intervalos de 7 dias, realizando no máximo 07 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
150 a 200 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira aplicação. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
2 a 2,5 L p.c./ha 2000 L de calda/ha - Repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira aplicação. Sem restrições. Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Repetir em intervalos de 7 dias, realizando no máximo 05 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
1 a 2 L p.c./ha 800 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 14 dias. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir com intervalos de 5 a 7 dias, realizando no máximo 08 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Pseudomonas savastanoi pv. glycinea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações. Sem restrições. Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 07 dias, se necessário, realizando no máximo 06 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir a cada 07 dias, se necessário, realizando no máximo 06 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,5 a 1,5 mL p.c. / 10 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 11 a 15 dias. Sem restrições. Aplicação preventiva a partir da fase de emborrachamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
150 a 200 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Pulverizando preventivamente em intervalos de 07 dias, se necessário, realizando no máximo 07 aplicações. Sem restrições. Iniciar a aplicação durante o período de frutificação

Frasco PEAD: 0,250; 0,500 e 1,0 L.
Bombona PEAD: 5,0 L.
Balde de polipropileno: 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.
Para o controle da Mancha-angular(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Utilizar 3 aplicações.
Para os controles da Mancha-castanha(Cercospora arachidicola) e da Manha-preta(Cercosporidium personatum) na cultura do Amendoim, recomenda-se a utilização da dose de 1 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Iniciar as aplicações preventivamente, em intervalos de 14 a 15 dias até o final do ciclo, sendo a primeira aplicação, 40 a 50 dias após a semeadura. Utilizar 4 aplicações.
Para o controle da Requeima(Phytophthora infestans) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário, realizando 6 aplicações.
Para os controles da Ferrugem(Hemileia vastatrix) e da Cercosporiose(Cercospora coffeicola) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 2 a 2,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 600 L/ha. Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar 3 aplicações.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para o controle da Ferrugem-alaranjada(Puccinia kuehnil) recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Realizar 1 aplicação preventiva, quando a condição apresentar-se favorável à ocorrência da doença.
Para o controle da Podridão-abacaxi(Thielaviopsis paradoxa) recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 L/ha. Realizar 1 aplicação preventiva, com pulverização diretamente sobre as mudas, toletes ou plântulas na época do plantio.
Para o controle da Mancha-púrpura(Alternaria porri) na cultura da Cebola, recomenda-se a utilização da dose de 100 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 7 aplicações.
CITROS:
Para o controle da Verrugose(Elsinoe australis) recomenda-se a utilização da dose 2 a 2,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 2.000 L/ha.
Para o controle da Pinta-preta(Phyllosticta citricarpa) recomenda-se a utilização da dose de 150 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha.
Para os controles das doenças do Citros, iniciar a aplicação preventivamente, quando 2/3 das pétalas estiverem caídas(florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira, realizando 4 aplicações.
Para o controle da Ferrugem(Uromyces appendiculatus) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 2 a 3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha. Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 5 aplicações.
Para o controle da Varíola(Asperisporium caricae) na cultura do Mamão, recomenda-se a utilização da dose de 1 a 2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 800 L/ha. Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem, repetindo com intervalos de 14 dias. Utilizar 6 aplicações.
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum gloesporioides) na cultura da Manga, recomenda-se a utilização da dose de 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos e repetir de 5 a 7 dias, realizando 8 aplicações. Utilizar o intervalo mais curto em época favorável à doença.
Para os controles da Mancha-púrpura(Cercospora kikuchii) e do Crestamento-bacteriano(Pseudômonas savastanoi pv. glycinea) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Iniciar a aplicação aos 50 a 60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1. Utilizar 2 aplicações.
Para os controles da Pinta-preta(Alternaria solani) e da Requeima(Phytophthora infestans) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 200 a 300 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 a 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação aos 20 a 25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 7 dias, se necessário, realizando 6 aplicações.
Para o controle da Mancha-amarela(Drechslera tritici-repentis) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 0,5 a 1,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Aplicação preventiva a partir da fase de emborrachamento, repetindo-se a cada 11 a 15 dias. Utilizar 2 aplicações.
Para o controle do Míldio(Plasmopora vitícola) na cultura da Uva, recomenda-se a utilização da dose de 150 a 200 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 7 dias, se necessário, realizando 7 aplicações.

Obs.: As doses variam de acordo com o nível de infecção mais intensas. Em caso de alta infecção e com o desenvolvimento da cultura e maior crescimento da planta, usar a maior dose recomendada. Não exceder as doses recomendadas.

MODO DE PREPARO DA CALDA E DE APLICAÇÃO:
- Formulação de pronto uso para aplicação foliar.
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
RESTRIÇÕES DE USO/RECOMENDAÇÕES/INCOMPATIBILIDADES:
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. A utilização da mesma calda preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto. As águas da calda de pulverização devem ser de boa qualidade, com pH 5, ideal para a aplicação do produto. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatóriso, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado. Incompatibilidades: não há casos identificados de incompatibilidades.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO:

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
- Os equipamentos de protêção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
- Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto irritante para os olhos
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com fíltro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa I
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não utilize embalagem vazia.
- No descarte das embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação_ Se o produto for inalado(respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR COBRE
- Informações Médicas -
Grupo Químico: Inorgânicos.
Classe Toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória
Toxicocinética:
O cobre é principalmente absorvido através do trato gastrintestinal. Os sais de cobre são especialmente irritantes.
Exposição oral: a absorção de sais de cobre parece ocorrer primeiramente no estômago e no duodeno, onde as condições ácidas favorecem a solubilização. Evidências mostraram que, após a ingestão de sais c1orados de cobre, eles se deslocam para a corrente sanguínea dentro de 1 a 3 horas. Estudo com homens mostraram que, do total de sais ingeridos, cerca de 20 - 60% são absorvidos pelo trato gastrintestinal e o resto é excretado com as fezes. Uma vez que é absorvido, ele é transportado para o fígado ligado à albumina. O fígado é crítico para homeostase do cobre. Este é fracionado e excretado através da bile ou incorporado em proteínas intra e extracelulares. A rota primária de excreção é a bile. O transporte para os tecidos periféricos é realízado ligado à albumina sérica, ceruloplasmina ou complexos de baixo peso molecular.
Mecanismos de toxicidade:
O cobre é incorporado no organismo a um grande número de proteínas estruturais e catalíticas. A toxicidade bioquímica do cobre é derivado de seus efeitos na estrutura e função das bíomoléculas tais como o DNA, membranas e proteínas, de forma direta ou mediante mecanismos envolvendo radicais de oxigênio.Os compostos de cobre absorvidos são rapidamente transferidos para as hemoglobinas, podendo causar edema renal, necrose hepática e renal.
Sintomas e sinais clínicos:
Os principais alvos atingidos em caso de intoxicação decorrente da exposição a sais inorgânicos de cobre são: trato gastrointestinal, sistema cardiovascular, sistema hematopoiético, fígado, rins e sistema nervoso.
Ingestão: pode ser percebido gosto metálico na boca, podendo ocorrer dor abdominal especialmente no epigástrio, náusea, vômito e diarréia; sangramento gastrintestinal e ulcerações (em casos graves); letargia, dor de cabeça, fraqueza muscular, vertigem" taquicardia, hipotensão, dispnéia, icterícia, elevação nos níveis de transminases e bilirrubina, insuficiência hepática, necrose centrolobular, estase biliar e disfunção renal incluindo elevação nos níveis de uréia, anúria, oligúria, albumínúria e acidose. Ainda pode haver hemólise, hemoglobinúria, hematuria e hemorragia gastrointestinal maciça. Cianose por metahemoglobinemia pode ocorrer em raras ocasiões. A morte pode ocorrer devido a choque, falência hepática ou renal. Efeitos gastrointestinais também tem sido reportados após a ingestão repetida de água com altas concentrações de cobre e insuficiência hepática tem seguido à ingestão crônica de cobre.
Inalação: Pode ocorrer sensação de queimação, irritação e vermelhidão da garganta, tosse, dificuldade respiratória, espirro, náusea, vômito, calafrio e febre.
Pele: Exposição dérmica não tem sido associada a toxicidade sistêmica mas o cobre pode induzir respostas alérgicas em indivíduos sensíveis, com aparição de manchas, coceira, eritema e dermatite, além de descoloração esverdeada do cabelo, dentes e pele.
Olhos: Pode ocorrer irritação, conjuntivite, edema palpebral, ulceração e opacidade corneal. A ação mecânica de partículas de cobre pode causar irritação ocular, uveite, abscessos e perda do olho. Penetração de fragmentos finos pode provocar dano ocular grave.
Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Os sintomas de envenenamento dependem da duração da exposição e das características do sal de cobre. Sais de cobre são irritantes gástricos e corrosivos para a mucosa gastrointestinal, produzindo náusea, vômito, sangramento, letargia e dor de cabeça; falência hepática e renal (envenenamentos graves); metemoglobinemia e hemólise.
Tratamento:
Exposição oral:
A)Diluição: diluir imediatamente com 120 a 240 mL ou leite (não exceder 120 mL em uma criança)
B) A êmese é rápida e espontânea na maioria dos pacientes após ingestão de sais de cobre. ANTIEMETICOS são CONTRAINDICADOS após ingestão de sais CAÚSTICOS de cobre devido ao elevado risco de lesão da mucosa gastrointestinal e a possibilidade de mudanças graves no sistema nervoso central.
C) Sais de cobre podem ser agentes cáusticos, com capacidade para danificar extensivamente as mucosas, inclusive com perfuração do trato gastrointestinal Lavagem gástrica e administração de carvão ativado podem causar complicações posteriores Entretanto, alguns clinicos têm utilizado estas técnicas com sucesso. Uma vez que o carvão ativado for administrado, é difícil observar os efeitos na endoscopia. Desde que há muita controvérsia nesse campo de atuação, a técnica a ser utilizada dependerá do julgamento médico.
1) Lavagem gástrica pode ser indicada após ingestão de formas NÃO CORROSIVAS de cobre. Após a ingestão de um composto de cobre na forma corrosiva, como o sulfato cúprico, a lavagem gástrica não é indicada, pois o risco de causar perfuração pode superar o beneficio potencial de remoção do material cáustico.

2) Considere a lavagem gástrica após a ingestão de uma grande quantidade do produto, se ela puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 h), Proteja as vias aéreas colocando o paciente em posição de Trendeleburg e em decúbito lateral esquerdo ou realize intubação endotraqueal E necessário controlar as convulsões antes. Contraindicações: perda dos reflexos protetores das vias aéreas ou diminuição do nivel de consciência em pacientes não intubados; após ingestão de formas corrosivas; presença de hidrocarbonetos (elevado potencial de aspíração); pacientes em risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal e ingestão não tóxica ou em pequenas quantidades.
D)HIPOTENSÃO: uso de drogas vasoativas.
I)HIPOTENSÃO: uso de drogas vasoativas.
J)ENDOSCOPIA: realizar endoscopia dentro das 24 horas para avaliar queimaduras em adultos ou em crianças com estridor, vómitos ou sialorréia. Também deve ser considerada em crianças com disfagia, recusa a deglutir, queimaduras orais extensas ou dor abdominal.
F) O uso de corticóides é controverso. Considerar seu uso em queimaduras de segundo grau até 48 horas pós-ingestão do produto, em pacientes sem hemorragia gastrointestinal alta ou evidência de ruptura gastresofágica. Antibióticos são indicados para infecção ou em pacientes com perfuração gastresofágica.
G) Há pouca experiência clínica no uso de agentes quelantes no tratamento de intoxicação aguda por cobre. Os dados sobre efica I ão derivados de pacientes com intoxicação crônica por cobre e de estud s m animais. Dimercaprol (SAL); penicilamina ácido dimercapto-¬propanilsulfônico (DMPS) e ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) têm sido utilizados.

1) D-penicilamina: use somente se agentes menos tóxicos não estiverem disponiveis ou não forem tolerados. Dose usual adultos: 1000 a 1500 mg/dia dividida a cada 6 a 12 h. Dose usual para crianças: 10 mg/kg/dia inicialmente, aumentando gradualmente para 30 mg/kg/dia dividida em 2 ou 3 doses, conforme tolerado. Evitar se o paciente é alérgico
à penicilina. Monitorar proteinúria, hemtúria, exantema, leucopenia e trombocitopen ia.

2) Dimercaprol (SAL): administrar 3 a 5 mg/kg/dose intramuscular a cada 4 h por 2 dias; depois a cada 4 a 6 h por 2 dias adicionais; depois a cada 4 a 12 h por até 7 dias adicionais.

H) CIRURGIAS: Para prevenir estenoses deve ser inserido um tubo nasogástrico após confirmação de queimaduras circunferenciais. Dilatação é indicada duas a quatro semanas se estenose é confirmada; caso não resolva o problema, deverá se proceder a inserção de tubo gástrico ou a transposição do cólon. Considerar laparotomia em pacientes com grave queimadura esofágica ou gástrica
Tratamento sintomático e de suporte:
Ingestão: Lave a boca com água corrente. Seba água ou leite.
Inalação: Remova o intoxicado para um local arejado. Administre oxigênio se necessário.
Pele: Lave com quantidade copiosa de água.
Olhos: Lave com água corrente ou salina durante 15 a 20 minutos.
Contra-indicações:
- A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
- Atropina. fungicidas inorgânicos a base de cobre não são inibidores de colinesterase.
ATENÇÃO: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-intoxicação: 0800-7226001
Rede Nacional de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA/MS
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Empresa OXÍQUIMICA AGROCIÊNCIA LTDA: (16) 3209-1313.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCRECÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:
O produto pode penetrar no organismo pela pele, boca e nariz. A meia-vida biológica do cobre em humanos foi estimada em cerca de 4 semanas. A rota de eliminação de cobre é a via biliar. A excreção que ocorre pela urina é normalmente baixa. Menos de 1% da quantidade injetada intravenosa foi excretada pela urina, em 72 horas. No mesmo período 9% foi excretado pelas fezes. Relato de caso de uma criança intoxicada com cerca de 3 g de sulfato de cobre, revelou que 2 horas após a ingestão, a urina continha 500 mg/100 ml de cobre.

FAIXA DE TOXICIDADE PARA SERES HUMANOS:
Intoxicação severa está associada com níveis de cobre no soro maiores do que 500 mcg/dl. A dose letal estimada para um adulto não tratado é de 10 a 20 g de cobre.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
. Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de
deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplícador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Oxiquímica Agrociência S.A.

Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipente lavrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE AGUA EM FORMA DE NEBILNA, DE CO2 OU PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agroláxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
"De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis."

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência FRAC - BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência Visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.