Bula Azox 250 SC - TradeCorp

Bula Azox 250 SC

Azoxistrobina
7618
TradeCorp

Composição

Azoxistrobina 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Ramularia areola (Ramularia)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Pyricularia grisea (Brusone)

Banana

Dosagem
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera teres (Mancha angular)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom)
Puccinia triticina (Ferrugem da folha)

Tipo: Balde.
Material: Metálico.
Capacidade: 5 - 25 L.

Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 5 - 50 L.

Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,1 - 2,0 L.

Tipo: Lata.
Material: Metálico.
Capacidade: 0,25 - 5,0 L.

Tipo: Tambor.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 100 - 220 L.

Tipo: Tambor.
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna.
Capacidade: 5 - 220 L.

INSTRUÇÃO DE USO

O AZOX 250 SC é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preferencialmente preventivas, para o controle das doenças da parte aérea das culturas de algodão, arroz, banana, cevada e trigo.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água para as culturas de trigo, cevada, algodão, arroz e eventualmente banana;
Para a cultura da banana, onde são comuns as aplicações aéreas com óleo, o produto deve ser aplicado em água + óleo + emulsificante.

Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27ºC umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea:
Altura de vôo de 02 a 03 metros. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco “core” inferior a 45.
Largura efetiva de 15 – 18m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de até 10 km/hora, temperatura < 27ºC e umidade relativa > 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, Arroz e Trigo: 30 dias
Banana: 7 dias
Cevada: 20 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.
Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO: C3 - FUNGICIDA
O produto fungicida Azox 250 SC é composto por Azoxistrobina que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores do complexo III: Citocromo bcl (ubiquinol oxidase) no sitio Qo , pertencente ao Grupo C3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas)