Bula Copsuper - NomeFantasia>Oxiquímica </NomeFantasia>

Bula Copsuper

acessos
Oxicloreto de cobre
6310
Oxiquímica

Composição

Equivalente em cobre metálico 350 g/L Inorgânico
Oxicloreto de cobre 588 g/L Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 5 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercosporidium personatum)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 14 - 15 dias Sem restrições Realizara as aplicações preventivamente, iniciando de 40 a 45 dias após a semeadura até o final do ciclo
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 14 a 15 dias Sem restrições Realizara as aplicações preventivamente, iniciando de 40 a 45 dias após a semeadura até o final do ciclo
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, caso necessário, reaplicar com um intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 2,5 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com um intervalo de 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 2,5 L p.c./ha 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações com um intervalo de 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
0,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 30 dias Sem restrições Iniciar as aplicações de forma preventiva
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 30 dias Sem restrições Iniciar as aplicações de forma preventiva
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
100 a 200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações, com um intervalo de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
150 a 200 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Verrugose da laranja doce
(Elsinoë australis)
2 a 2,5 L p.c./ha 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
1 a 2 L p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações em intervalos de 14 dias Sem restrições Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano
(Pseudomonas savastanoi pv. glycinea)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações Sem restrições Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações Sem restrições Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar as aplicações aos 20 a 25 dias após o transplante das mudas
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 a 300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar as aplicações aos 20 a 25 dias após o transplante das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações em intervalos de 11 a 15 dias Sem restrições Iniciar a aplicação de forma preventiva a partir da fase de emborrachamento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
150 a 200 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 7 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação durante o período de frutificação

Frasco PEAD - 0,25; 0,5 e 1,0 L.
Bombona PEAD - 5,0 L.
Balde de Polipropileno - 10 e 20 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
OBSERVAÇÃO: As doses variam de acordo com o nível de infecção mais intensas. Em caso de alta infecção e com o desenvolvimento da cultura e maior crescimento da planta, usar a maior dose recomendada. Não exceder as doses recomendadas.
ALGODÃO: Iniciar a aplicação no período de pré-florescimento, repetindo com intervalos de 5 a 10 dias. Utilizar 03 aplicações. Volume de calda: 1000 L/ha.
AMENDOIM: Iniciar as aplicações (preventivas) em intervalos de 14-15 dias até o final do ciclo, sendo a primeira aplicação, 40-45 dias após a semeadura. Utilizar 04 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha.
BATATA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 7 dias, se necessário, realizando 06 aplicações. Volume de calda: 800 L/ha.
CAFÉ: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar 03 aplicações com um intervalo de 30 dias. Volume de calda: 500-600 L/ha.
CANA-DE AÇÚCAR: Para o controle da Ferrugem Alaranjada, realizar aplicações (preventivas) em intervalos de 30 dias, quando as condições se apresentarem favoráveis à ocorrência da doença. Utilizar 04 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha;
Para o controle de Podridão Abacaxi, realizar aplicações (preventivas), com pulverização diretamente sobre as mudas, toletes ou plântulas na época do plantio. Volume de calda: 100 L/ha.
CEBOLA: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 30 dias e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 07 aplicações. Volume de calda: 1000 L/ha.
CITROS: Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira, realizando 04 aplicações. Volume de calda: 2000 L/ha.
FEIJÃO: Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos de 7 dias, realizando 05 aplicações. Volume de calda: 300 L/ha.
MAMÃO: Iniciar a primeira aplicação logo após o final da sexagem, repetindo com intervalos de 14 dias. Utilizar 06 aplicações. Volume de calda: 800 L/ha.
MANGA: Iniciar a aplicação quando os botões florais estiverem volumosos e repetir com intervalos de 5 a 7 dias, realizando 08 aplicações. Utilizar o intervalo mais curto em época favorável à doença. Volume de calda 1000 L/ha.
SOJA: Iniciar a primeira aplicação aos 50-60 dias após a emergência e segunda aplicação no estádio R1. Utilizar 02 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha.
TOMATE: Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 7 dias, se necessário, realizando 06 aplicações. Volume de calda: 800-1000 L/ha.
TRIGO: Aplicação preventiva a partir da fase de emborrachamento, repetindo-se a cada 11-15 dias. Utilizar 03 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha.
UVA: Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 7 dias, se necessário, realizando 07 aplicações. Volume de calda: 500-1000 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
- Formulação de pronto uso.
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
RESTRIÇÕES DE USO/RECOMENDAÇÕES/INCOMPATIBILIDADES
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. A utilização da mesma calda preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto. As águas de pulverização devem ser de boa qualidade, com pH = 5, ideal para a aplicação do produto. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado. Incompatibilidades: não há casos identificados de incompatibilidades.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto COPSUPER é composto por Oxicloreto de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

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