Bula Difcor 250 EC

acessos
Difenoconazole
15716
Cross Link

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
14 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
21 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Uso não alimentar. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 21 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 22 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 22 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 22 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 45 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,2 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 14 a 21 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
40 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
35 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 14 dias. Não determinado. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Quando a cultura atingir 50 dias após o transplante
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Plantas estiverem no estágio de palito de fósforo
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Único. 7 dias. Plantas em estágio de botão floral
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Bipolaris incurvata)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe polygoni)
15 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - 14 - 15 dias. 14 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - 14 - 15 dias. 14 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Planta atingir 50 % das gemas com pontas verdes
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Cultura atingir 50 % das gemas com pontas verdes
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Cultura atingir 50 % das gemas com pontas verdes
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
30 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 7 - 10 dias. 3 dias. Início da formação dos frutos
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Logo após o intumescimento das gemas florais
Oídio
(Oidium mangiferae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Logo após o intumescimento das gemas florais
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
40 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
10 mL p.c./100L água 200 a 500 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
30 mL p.c./100L água 800 a 1300 L de calda/ha - 7 dias. 10 dias. Preventivo, desde o início do desenvolvimento dos frutos
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercospora
(Cercospora capsici)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
80 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimeto
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. UNA. Brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Estádio fenológico R5.1
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 30 dias. Preventivo, estádio fenolófico R3
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Estádio fenológico R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Estádio fenológico R5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Plantas apresentarem até 20 % da área foliar atacada
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Estádio fenológico R5.1
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Septoriose
(Septoria lycopersici)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Quando aparecerem os primeiros sintomas da doença

Tipo: BOmbona
embalagem: PED/EVOH/COEX Fluoretato
capacidade: 5,0;20 L

Tipo: Frasco
embalagem: PEAD/EVOH/COEX
capacidade:0,1;0,25;0,5;1,0 L

Tipo: Tambor
embalagem: metálico
capacidade:200 L

Tipo:
embalagem:
capacidade:

DIFOOR 250 EC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, e atua no fungo inibindo a biossíntese de ergosteroL essencial à integridade da membrana celular, paralisando o desen- volvimento do patógeno.
ABOBRINHA:
Para o controle do Oídio(sphaerotheca fuliginea), realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 14 mL/100 L de água de p.c..
ÁLAMO:
Para o controle da Ferrugem-do-Álamo(Melampsora medusae), iniciar as aplicações logo no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 30 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 500 a 1000 L/ha. para aplicação terrestre com dose de 21 mL/100 L de água de p.c., e de volume de calda de 40 L/ha. para aplicação aérea.
ALGODÃO:
Para o controle da Mancha-da-Ramulária(Ramularia aréola), fazer no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, iniciando quando do surgimento dos primeiros sintomas da doença, devendo ser reaplicado em intervalo de 10 a 15 dias. Utilizar produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 0,30 L/ha. de p.c..
AMENDOIM:
Para o controle da Mancha-castanha(Cercospora arachidicola), Mancha-preta(Pseudocercospora personata) e Verrugose(Sphaceloma arachidis), realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estágio de desenvolvimento vegetativo da cultura tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência das doenças. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,35 L/ha. de p.c. para aplicação terrestre, e do volume de calda de 20 a 50 L/ha. para aplicação aérea.
ARROZ:
Para o controle da Mancha-parda(Bipolaris oryzae), realizar 1 aplicação imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,3 L/ha. de p.c. para aplicação terrestre, e do volume de calda de 20 a 50 L/ha. para aplicação terrestre.
BANANA:
Para o controle da Sigatoka-amarela(Mycosphaerella musicola), realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. O produto poderá ser utilizado em qualquer época, que corresponde ao período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção(dezembro a março), com intervalor médios de 30 dias. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 500 a 1000 L/ha. com dose de 0,2 L/ha. de p.c. para aplicação terrestre, e do volume de calda de 15 L/ha. para aplicação aérea.
Para o controle da Sigatoka-negra(Mycosphaerella fijensis), realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. O produto pode ser utilizado em qualquer época preconizada para a cultura, com intervalo médio de 14-21 dias dependendo da pressão da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 500 a 1000/ha. com dose de 0,4 L/ha. de p.c. para aplicação terrestre, e do volume de calda de 15 L/ha. para aplicação aérea.
BATATA:
Para o controle da Pinta-preta(Alternaria solani), realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. O tratamento deve ser iniciado independentemente do estágio de desenvolvimento vegetativo da cultura, preventivamente tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Pinta-preta. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 0,3 L/ha. de p.c..
BERINJELA:
Para o controle da Seca-dos-ramos, Podridão-de-Ascochyta(Phoma exígua var. exígua), realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que normalmente corresponde aos 30 dias após o transplante das mudas. Repetir as aplicações cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 30 L/100 L de água de p.c..
BETERRABA:
Para o controle da Mancha-de_Cercospora(Cercospora beticola), realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por volta dos 20 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 40 mL/100 L de água.
CAFÉ(Viveiro de mudas):
Para o controle da Mancha-de-olho-pardo(Cercospora coffeicola), iniciar as aplicações preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem. Continuar com as aplicações em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 35 mL/100 L de água.
CEBOLA:
Para o controle da Mancha-púrpura(Alternaria porri), realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Em lavouras originárias de mudas, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 50 dias após o transplante das mudas. Em lavouras originárias de bulbinhos, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 30 dias após o plantio dos mesmos ou nos primeiros sinais da doença. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença: chuva e alta temperatura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 0,60 L/ha. de p.c..
CENOURA:
Para o controle da Queima-das-folhas(Alternaria dauci), realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre dos 15 aos 30 dias após a emergência da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que houver condições favoráveis ao desenvolvimento da doença: chuva e alta temperatura. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 0,60 L/ha. de p.c..
CITROS:
Para o controle da Verrugose-da-laranja-doce(Elsinoe australis), fazer uma única aplicação quando as plantas estiverem no estágio de botão floral.
Para o controle da Podridão-floral-dos-citros(Colletotrichum gloeosporioides), iniciar as aplicações quando as plantas estiverem no estágio de palito de fósforo. Repetir aplicação após 15 dias, se as condições climáticas forem favoráveis à doença. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra da cultura.
Recomenda-se a utilização do volume de calda de 500 a 1000 L/ha. com dose de 20 mL/100 L de água de p.c..
COCO:
Para o controle da Queima-das-folhas(Lasiodiplodia theobromae) e da Mancha-púrpura(Bipolaris incurvata), realizar no máximo 4 aplicações durante a safra da cultura. Iniciar as aplicações logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplicar a cada 14 dias. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 500 a 1000 L/ha. com dose de 20 mL/100 L de água de p.c..
ERVILHA:
Para o controle do Oídio(Erysiphe polygoni), realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplicar a cada 10 dias. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 15 mL/100 L de água de p.c..
FEIJÃO:
Para o controle da Mancha-angular(Phaeoisariopsis griseola) e da Ferrugem(Uromyces appendiculatus), realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 14-15 dias sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis aos patógenos. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,3 L/ha. de p.c..
MAÇÃ:
Para o controle da Sarna-da-macieira(Venturia insequalis), do Oídio(Podosphaera leucotricha) e da Entomosporiose(Entomosporium mespili), realizar no máximo 8 aplicações durante a safra da cultura. O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estágio fenológico "C", antes da infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 800 a 1500 L/ha. com dose de 14 mL/100 L de água de p.c..
MAMÃO:
Para o controle da Varíola(Asperisporium caricae), realizar no máximo 4 aplicações durante a safra da cultura. Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos e reaplicar a cada 7-10 dias. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 a 800 L/ha. com dose de 30 mL/100 L. de água de p.c..
MANGA:
Para o controle do Oídio(Oidium mangiferae), realizar no máximo 3 aplicações durante a safra da cultura. Para o controle do oídio, deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores, reaplicando-se a cada 14 dias prosseguindo-se até que os frutinhos estejam formados. Utilizar a menor dose durante as primeiras aplicações, visando o controle do oídio. Recomenda-se utilizar o volume de calda de
500 a 1000 L/ha. com dose de 20 mL/100 L de água de p.c..
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum gloeosporioides), realizar no máximo 2 aplicações durante a safra da cultura. Deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura da flores, reaplicando-se a cada 14 dias, e prosseguindo com aplicações até que os frutinhos estejam formados. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 500 a 1000 L/ha. com dose de 50 mL/100 L de água de p.c..
MELANCIA:
Para o controle do Crestamento-gomoso-do-caule(Didymella bryoniae), realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações logo no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 30 mL/100 L de água de p.c..
MELÃO:
Para o controle do Crestamento-gomoso-do-caule(Didymella bryoniae), realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações logo no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão da doença, e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma. Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 30 mL/100 L de água de p.c..
MORANGO:
Para o controle da Mancha-de-Mycosphaerella(Mycosphaerella fragariae), realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações logo no aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre entre 20 a 30 dias após o transplantio das mudas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 40 mL/100 L de água de p.c..
PEPINO:
Para o controle do Oídio(Sphaerotheca fuliginea), realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 500 L/ha. com dose de 10 mL/100 L de água de p.c..
PÊSSEGO:
Para o controle da Podridão-parda(Monilinia fructicola), realizar no máximo 4 aplicações durante a safra da cultura, desde a florada até a maturação. Iniciar as aplicações preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos, seguindo intervalo de aplicação de 7 dias. Utilizar produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 800 a 1300 L/ha. com dose de 30 mL/100 L de água de p.c..
PIMENTÃO:
Para o controle da Mancha-de-Cercospora(Cercospora capsici), realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 30 mL/100 L de água de p.c..
ROSA:
Para o controle do Oídio(Sphaerotheca pannosa), Iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento, repetindo em intervalos de 7 dias, sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 30 mL/100 L de água de p.c..
Para o controle da Mancha-negra(Diplocarpon rosae), iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento, repetindo em intervalos de 7 dias, sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento da doença. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 400 L/ha. com dose de 80 mL/100 L de água de p.c..
SOJA:
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum dematium) e da Phomopsis-da-semente, realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estágio fenológico R 5.1(grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,30 L/ha. de p.c..
Para o controle da Mancha-parda(Septoria glycinea) e do Crestamento-foliar(Cercospora kikuchi), realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estágio fenológico R 5.1(grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,15-0,20 L/ha. de p.c..
Para o controle do Oídio(Microsphaera difusa), aplicar o produto quando as plantas apresentarem até 20% da área foliar atacada, examinando-se as duas faces da folha. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,15 L/ha. de p.c..
Para o controle da Ferrugem(Phakopsora pachyrhizi), realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Realizar a 1ª aplicação de forma preventiva no estágio fenológico R.3(início da formação das vagens), reaplicar em intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou reaplicar no estágio fenológico R 5.1(grãos perceptíveis ao tato-o equivalente a 10% da granação). Recomenda-se a utilização do volume de calda de 100 a 200 L/ha. com dose de 0,20 L/ha. de p.c..
Para aplicação aérea, recomenda-se a utilização do volume de calda de 20 a 50 L/ha.
TOMATE ENVARADO:
Para o controle da Pinta-preta(Alternaria solani) e da Septoriose(Septoria lycopersici), realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças: chuvas e altas temperaturas. Recomenda-se a utilização do volume de calda de 200 a 800 L/ha. com dose de 50 mL/100 L de água de p.c..
MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada para cada cultura deverá ser diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas conforme o seu desen- volvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento com uma cobertura no alvo no mínimo de 70 gotas/cm² e com gotas de tamanho médio, diâmetro mediano volumétrico (DMV) variando entre 200 a 400 µm.
O equipamento de pulverização por via terrestre deverá ser adequado para cada tipo de cul- tura e de acordo com a sua forma de cultivo, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra:

EQUIPAMENTO BICO RECOMENDADO PRESSÃO
Costa manual Jato cônico vazio ou leque 20 psi(1,5 Bar) a 60 psi(e Bar)
Costal motorizado Disco de restrição Gravidade ou sucção
Turbo atomizador tipo canhão Jato cônico vazio 45 psi(3 Bar) a 75 psi(5 Bar)
Estacionário/pistola Jato cônico vazio 60 psi(4 Bar) a 100 psi(7 Bar)
Tratorizado com barra Jato leque ou cônico vazio 30 psi(2 Bar) a 80 psi(5 Bar)
Aplicação aérea Cônico vazio(D/45) 15 psi(1 Bar) a 45 psi(3 Bar)
Preparo da calda de pulverização:
Coloque cerca de metade do volume de água a ser utilizada no tanque de pulverização: inicie a agitação mecânica ou manual da água. Em seguida coloque a quantidade de DIFCOR 250 EC necessária para a aplicação, diretamente no tanque de pulverização. Complete o volume de água do tanque, mantendo sob constante agitação.
Mantenha a agitação durante a aplicação.
Parâmetros para Aplicação Aérea:
As pulverizações aéreas de DIFCOR 250 EC nas culturas de soja, arroz, amendoim, álamo e banana devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.
— Volume de aplicação: banana (15 L/ha); arroz, amendoim e soja (20 a 50 L/ha); álamo (40 L/ha).
- Largura da Faixa de aplicação: 15 m (Ipanema, Pawnne e Agwagon)
- Altura de Vôo: 2 a 4 m do alvo.
- Bicos recomendados: Barra com 37 bicos da Série D/45 com ângulo de 90 a 135º ou
Atomizador Micronair 6 a 8 cabeças, com ângulo das pás a 55 - 65°.
- Tamanho das gotas: Diâmetro mediano volumétrico (DMV) de 200 a 400 µm.
- Cobertura no alvo: Acima de 30 gotas/cm².
- Condições rneteorológicas: Temperatura <30º C.
- Umidade Relativa do ar: >55%
- Velocidade do vento: Mínimo de 3.0 km/h e Máximo de 10 km/h.
Observações:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do "micronair".
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomenda-se gotas menores e volumes maiores.
Os parâmetros acima são válidos para aeronaves modelo Ipanema ou similares. Para adapta- ções ou outras aeronaves agrícolas, consultar a Cross Link Consultoria e Comércio Ltda.
- Para a cultura da Banana, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de Óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha:
Dose de DIFCOR 250 EC recomendada + 5 litros de Óleo mineral + 220 mL de surfactante foliar. Completar com água até o volume de 15 L.
Não utilizar DIFCOR 250 EC em mistura só com óleo.
INTEVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Modalidade de Emprego Intervalo de Segurança
(Aplicação) (dias)
Abobrinha Foliar 1 dia
Álamo Foliar UNA(Unidade Não Alimentar)
Algodão Foliar 21 dias
Amendoim Foliar 22 dias
Arroz Foliar 45 dias
Banana Foliar 3 dias
Batata Foliar 7 dias
Berinjela Foliar 3 dias
Beterraba Foliar 3 dias
Café Foliar(mudas) Não determinado devido a modalidade de emprego
Cebola Foliar 7 dias
Cenoura Foliar 15 dias
Citros Foliar 7 dias
Coco Foliar 14 dias
Ervilha Foliar 3 dias
Feijão Foliar 14 dias
Maçã Foliar 5 dias
Mamão Foliar 3 dias
Manga Foliar 3 dias
Melancia Foliar 3 dias
Melão Foliar 3 dias
Morango Foliar 1 dia
Pepino Foliar 1 dia
Pêssego Foliar 10 dias
Pimentão Foliar 3 dias
Rosa Foliar Unidade Não Alimentar
Soja Foliar 30 dias
Tomate Foliar 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individuais (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que aplicado nas culturas e doses recomen- dadas, o produto não é fitotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
- Procauções gerais: Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Na preparação da calda, utilize os EPIs: macacão de algodão com tratamento hidrorepelen- te com mangas compridas passanco por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Durante a aplicação, utilize os EPIs: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapo- res orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
- Após a aplicação, os EPIs recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- No descarte de embalagens, utilize os EPIs: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO,

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados.
- Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quími- co contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na lavoura antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI5), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados devem ser retirados na se- guinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do pro- duto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fa- fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ven- tilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeá- veis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR DIFCOR 250 EC
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazol
Vias de exposição Oral, inalatória e dérmica.
Toxicocinética: Difenoconazol: Estudos em ratos, cabras e galinhas indicam que o Difeno- conazol é absorvido por via oral, rapidamente metabolizado e eliminado, alcançando sua má- xima concentração no sangue depois de 2 horas (meia-vida = 20 horas). <2% é absorvido pela pele e <1% permaneceu nos tecidos. A molécula é extensamente metabolizada por hidro-xilação, redução e conjugação. As maiores concentrações foram encontradas no fígado, tecido gorduroso, adrenais e estômago. A maior parte é excretada rapidamente pelas fezes (76-98)% e pela bile. Tem-se encontrado no leite de cabras e nos ovos de galinhas expostas. No ar expirado foi encontrado (0,13-0,23)% da dose administrada. O composto foi praticamente eliminado em 96 horas. Após 7 dias, a concentração tisular é mínima, encontrando-se princi- palmente no fígado e rins.
Mecanismos de toxidade: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para huma- nos. Como fungicida atua por inibição da demetilação durante síntese de ergosterol, um com- ponente crítico para a integridade das membranas fúngicas.
Sintomas e sinais clínicos: Toxicidade aguda: ainda há pouca informação sobre efeitos clínicos em indivíduos expostos ao Difenoconazol. Esses indivíduos devem ser submetidos a uma ava- liação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
Em animais, o fígado é o principal órgão-alvo e foi observado:
Sinais e sintomas
Dérmica Irritante leve. Não sensibilizante dérmico.
Ocular Irritante leve.
Inalatória Baixa toxicidade.
Oral Baixa toxicidade.
Obs.: o produto formulado foi extremamente irritante ocular e produz sensibilidade dérmica em animais.
Toxicidade crônica: não há dados em humanos.
Outros componentes: Hidrocarbonetos aromáticos pesados: são bem absorvidos pela via inalatória e rapidamente atingem o sistema nervoso central (SNC). O principal modo de ação tóxica é a depressão do SNC.
Sinais e sintomas:
Fatores de risco: doenças respiratórias e dérmicas pré-existentes.
Exposição Sinais e sintomas
Respiratória Altas concentrações de vapor/aerosol irritam os olhos e as vias respirató-
rias e causar transtornos no SNC (cefaléia, vertigem, efeitos anestésicos
sonolência, confusão, perda de consciência), arritmias cardíacas e levar a óbito.
Oral Quando ingeridos, tem baixa toxicidade sistêmica importante devido à po-
bre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode progredir, em alguns casos, até o óbito.
Dérmico O contato frequente/prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar lesão pré-existente.
Ocular Leve irritante.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respirató-
rias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte.
Exposição oral:
• Lavagem gástrica: não está indicada por causa dos hidrocarbonetos na sua composição (elevado potencial de aspiração).
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças (1-12) anos e 1 g/kg em <1 ano;
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respi- ratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas anós o desaparecimento dos sintomas.
Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos : Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa:
Cross Link Consultoria e Comércio Ltda. (11)4197-0265 / 0800-773-2022
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Difenoconazol radiomarcado administrado por via oral foi absorvido quase completamente e de forma rápida pelo sistema circulatório em ratos machos após múltiplas doses de 0,5 mg/kg peso corporal. Uma quantidade superior a 98% do difenoconazol radiomarcado foi eliminada em menos de 7 dias. Menos de 2% da dose administrada diariamente foi eliminada de forma inalterada, predominantemente nas fezes. Os metabólitos presentes nas fezes e na urina foram qualitativamente semelhantes. Nos tecidos, a meia-vida foi de 4 a 6 dias.
Efeitos agudos: Em estudos com animais (ratos machos e fêmeas) demonstrou-se mediana- mente tóxico por via oral e dérmica, com DL50 Oral aguda >200 mg/kg e <2000 mg/kg, DL50 Dermal aguda > 2000 mg/kg. Apresentou toxicidade inalatória para ratos, com CL50 (4 horas) > 4,92 mg/L. Foi irritante à pele de coelhos, ocasionando eritema moderado reversível e ligei- ro ressecamento da pele. Em estudo de irritação ocular em coelhos observou-se enantema associado a quemose no nível da conjuntiva, opacidade da córnea e congestão da íris, todos totalmente reversíveis. Não sensibilizante da pele.
Efeitos crônicos: Em estudo de dois anos em ratos verificou-se redução de peso corporal e do ganho de peso, redução do nível de hemoglobina em fêmeas e da contagem de plaquetas em machos, e um aumento nos níveis de alanina transaminase e hipertrofia hepatocelular. Não houve diferença alanina transaminase e hipertrofia hepatocelular. Não houve diferença quan- to à sobrevivência em relação a um grupo controle.

DADOS RELATIVOS À PROTECÃO DO MEIO AMBIENTE:
1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
·Não utilize equipamento com vazamento.
·Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
·Aplique somente as doses recomendadas.
·Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
·A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abasteci- mento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVEN-
ÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompi- das ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA., pelo telefone de Emergência (11) 4197 0265 ou 0800 7732022.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indica- do no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a em- presa registrante conforme indicada acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZA- ÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume:
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos:
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes:
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagern sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos;
- Imediatamente apôs o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la inver- tida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embala- gens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetua- do em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de va!dade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para eleito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medica- mentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indica- do na nota fiscal emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pela prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indica- do na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medica- mentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALA- GEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinadas para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especí- fica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotôxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medi- camentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendadas no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.