Bula Curygen EC

CI
Difenoconazol
39317
Avgust Crop

Composição

Difenoconazol 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Podosphaera Xanthii (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Álamo

Calda Terrestre Dosagem
Melampsora medusae (Ferrugem do álamo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ameixa

Calda Terrestre Dosagem
Tranzschelia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora personata (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaceloma arachidis (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma costaricensis (Seca de ponteiros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kaki (Mancha circular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera teres (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Oidium eucalypti (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia psidii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria helianthi (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Erysiphe cichoracearum (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia psidii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Podosphaera leucotricha (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oidium mangiferae (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Exserohilum turcicum (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Calda Terrestre Dosagem
Tranzschelia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora capsici (Cercospora) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaerotheca pannosa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum dematium (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Microsphaera diffusa (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis sojae (Podridão seca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria glycines (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Drechslera tritici-repentis (Mancha amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudocercospora vitis (Cercospora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uncinula necator (Oídio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Conteúdo: 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 150; 200; 400; 450; 500; 550 e 600 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto CURYGEN EC é um fungicida sistêmico de ação preventiva e curativa do grupo dos triazóis que atua na inibição da biossíntese do ergosterol, substância importante para manutenção da integridade da membrana celular dos fungos.

MODO DE APLICAÇÃO

CURYGEN EC deve ser diluído em água e aplicado com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas, conforme o seu estágio de desenvolvimento, proporcionando uma boa cobertura nas plantas e evitando sempre atingir o ponto de escorrimento.
O produto deve ser aplicado respeitando as condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 30°C, umidade relativa do ar de, no mínimo, 60% e evitar excesso de chuva.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja as culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Modo de preparo da calda:
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade, adicione a dose recomendada do produto mantendo um mínimo de agitação para uniformização da calda. Coloque a dose indicada do fungicida CURYGEN EC em um recipiente com água a parte para obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique de imediato sobre as plantas.
Para a cultura da BANANA, seja para aplicação terrestre ou aplicação aérea, recomenda-se a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% (e demais especificações para uso agrícola). Para o preparo da calda a ser aplicada na cultura da banana (volume de 15 L/ha), misturar a dose recomendada de com 5 litros de óleo mineral e 220 mL de surfactante foliar. Completar com água. Não é recomendada a utilização de CURYGEN EC em mistura só com óleo.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
APLICAÇÃO TERRESTRE: aplique uniformemente com equipamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. Regular o equipamento de maneira a proporcionar boa cobertura de pulverização e menor deriva do produto, atentando para as indicações do fabricante.
Para a cultura do crisântemo, utilizar bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, na posição horizontal. Para cultivo em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
- Equipamentos costais (manuais ou motorizados): utilizar o equipamento dotado de pontas calibrados de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota ajustado às condições ambientais e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem derivas por movimentos não planejados pelo operador. Bicos: utilize bicos que gerem gotas ajustados às condições ambientais. Pressão: deve ser selecionado em função do volume de calda e da classe de gotas. Volume de calda: vide tabela de instruções de uso.
- Equipamentos tratorizados: utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulica, adotando o espaçamento entre pontas e alturas da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir prefeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado a produzir espectro de gotas ajustados às condições ambientais. Bicos: utilize bicos que gerem gotas ajustados às condições ambientais. Pressão: deve ser selecionado em função do volume de calda e da classe de gotas. Volume de calda: vide tabela de instruções de uso.
Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação quanto à tecnologia de aplicação via pulverização terrestre.

APLICAÇÂO AÉREA: Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade voo (Km/h), que permita uma cobertura de pulverização uniforme.

Volume de aplicação:
Álamo* 40 L/ha
Arroz*, amendoim*, milho* e soja* 20 - 50 L/ha
Banana* 15 L/ha
Algodão, arroz irrigado, aveia, café, cevada, eucalipto (campo), feijão, girassol e trigo. 20 - 40 L/ha
(*) A aplicação deve ser realizada unicamente em Baixo Volume (BV) com água.

Observações:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alternando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
Seguir sempre as recomendações de ajuste de avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos especializados registrados pelo Ministério da Agricultura.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abóbora, abobrinha, morango, pepino: 1 dia
Álamo, crisântemo, eucalipto, rosa: Uso não alimentar
Alface, alho, coco, feijão, girassol: 14 dias
Algodão: 21 dias
Ameixa, nectarina e pêssego: 10 dias
Amendoim: 22 dias
Arroz: 45 dias
Aveia e cevada: 20 dias
Batata, cebola, citros e uva: 7 dias
Banana, berinjela, beterraba, ervilha, mamão, manga, melancia, melão, pimentão, tomate: 3 dias
Café, milho, soja, trigo: 30 dias
Café (mudas): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Caju, caqui, figo e goiaba: 2 dias
Cenoura: 15 dias
Maçã: 5 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula. ~
• Seguir as seguintes distâncias mínimas para a aplicação aérea na cultura da banana: 500 (quinhentos) metros de pontos de captação de água para abastecimento de populações; 30 (trinta) metros de moradias isoladas e agrupamento de animais; 15 (quinze) metros de mananciais de água, desde que protegidos por faixa marginal de cobertura vegetal nativa, reflorestada ou em regeneração; e 250 (duzentos e cinquenta) metros de povoações (cidades, vilas, bairros).

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícola como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

GRUPO G1 FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida CURYGEN EC é composto por difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação de C14 desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida).
Como prática de manejo a resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gente de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informado à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação â Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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