Bula Decis 25 EC

CI
Deltametrina
758498
Bayer

Composição

Deltametrina 25 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Megalopyge lanata (Lagarta de fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Papilio scamander (Lagarta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saurita cassandra (Lagartas das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Dosagem Calda Terrestre
Strymon basalides (Broca do fruto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Horcias nobilellus (Percevejo rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ameixa

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha spp. (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Enneothrips flavens (Tripes do bronzeamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stegasta bosquella (Lagarta do pescoço vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corythaica cyathicollis (Percevejo rendado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Liriomyza sativae (Minador de folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Systena tenuis (Besouro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cacau

Dosagem Calda Terrestre
Monalonion bondari (Chupança do cacau) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Percolaspis ornata (Vaquinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Selenothrips rubrocinctus (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stenoma decora (Broca dos ramos) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Taimbezinhia theobromae (Vaquinha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Automeris spp (Taturana verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eacles imperialis magnifica (Lagarta dos cafezais) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oxydia saturniata (Lagarta mede palmo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thyrinteina arnobia (Lagarta dos eucalipotos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caju

Dosagem Calda Terrestre
Anthistarcha binocularis (Broca-das-pontas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Selenothrips rubrocinctus (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha spp. (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Carambola

Dosagem Calda Terrestre
Bactrocera carambolae (Mosca da carambola) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Thrips tabaci (Tripes do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oncometopia facialis (Cigarrinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Toxoptera citricida (Pulgão preto dos citros) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

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Glena bipennaria bipennaria (Lagarta desfolhadora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thyrinteina arnobia (Lagarta dos eucalipotos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão vagem

Dosagem Calda Terrestre
Aphis craccivora (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Etiella zinckenella (Lagarta das vagens) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cerotoma arcuatus (Vaquinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Dosagem Calda Terrestre
Azochis gripusalis (Broca da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epitrix fasciata (Pulga do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Manduca sexta paphus (Mandarová do fumo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gladíolo

Dosagem Calda Terrestre
Thrips simplex (Tripes do gladíolo ) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Grão-de-bico

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Kiwi

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Marmelo

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nectarina

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Nêspera

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Rhammatocerus spp. (Gafanhoto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Anastrepha spp. (Mosca das frutas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Grapholita molesta (Mariposa oriental) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corythaica cyathicollis (Percevejo rendado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Liriomyza sativae (Minador de folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Systena tenuis (Besouro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Seringueira

Dosagem Calda Terrestre
Erinnyis ello (Mandarová) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Nezara viridula (Percevejo verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schistocerca pallens (Gafanhoto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schistocerca spp. (Gafanhoto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stenodiplosis sorghicolla (Mosca do sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corythaica cyathicollis (Percevejo rendado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Epicauta atomaria (Vaquinha das solanáceas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Liriomyza sativae (Minador de folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Systena tenuis (Besouro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eumorpha vitis (Mandarová da uva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Selenothrips rubrocinctus (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frascos de polietileno de alta densidade para 100 e 250 ml, 1 e 5 L. Lata de 250 ml. Balde de aço para 20, 100 e 200 L. Bombonas de polietileno de 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

Decis 25 EC é um inseticida de contato e ingestão do grupo piretroide.

MODO DE APLICAÇÃO

O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do DECIS 25 EC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do DECIS 25 EC, acrescentar adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Para aplicação com termonebulizadores, realizar a pré mistura em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para o cultivo em 2 a 3 litros de óleo mineral agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Após esta etapa adicionar a calda preparada ao reservatório do equipamento e completar o volume do reservatório com óleo mineral.
Equipamento de aplicação:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (barra ou pistola):
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos alvos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Termonebulização:
Os termonebulizadores podem ser utilizados por um operador a pé ou montado em um veículo.
Em tratamentos ao ar livre deve-se produzir uma neblina visível, para que essa sirva de orientação no momento da aplicação, evitando-se a sobreposição e, consequentemente, superdose.
Sempre proceder a velocidade constante, durante a aplicação, fazer caminhamento na direção contrária ao vento visando um maior controle da aplicação, sempre direcionando lateralmente e para o interior da planta na direção contrária do caminhamento.
por se tratarem de gotas muito finas não aplicar quando o vento estiver a mais de 6km/h, garantindo um maior tempo em suspensão, podendo atingir os insetos durante o voo.

Aplicação Aérea: para as culturas de algodão, amendoim, citros, feijão, pastagem e soja.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
- Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea

Volume de calda: 30 - 40 Litros por hectare
Tamanho de gotas: Média - Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 - 18 metros
Distribuição das pontas: 65%

Condições climáticas para pulverização:
Temperatura: menor que 30°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h

Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não utilizar como inseticida aquático. Não utilizar o produto em termonebulização próximo a rodovias. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida DECIS 25 EC pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretróides), Deltametrina, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do DECIS 25 EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar DECIS 25 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de DECIS 25 EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DECIS 25 EC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DECIS 25 EC ou outros produtos do Grupo 3A (Piretróides) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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