Bula Decis 25 EC

acessos
Deltametrina
758498
Bayer

Composição

Deltametrina 25 g/L Ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon basalides)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações quando a inflorescência aparecer na roseta foliar da planta (normalmente 45 dias após a indução floral)
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando na amostragem pela coleta de botões do terço superior da planta, de acordo com o nível de controle, quando atingir o nível de até 5% dos botões atacados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 6 a 8% de plantas infestadas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
300 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 3 a 5% de maçãs firmes com sintomas de ataque
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando a presença de ninfas e adultos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, com presença de fumagina e existirem pulgões
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 - 15 dias. 7 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma aplicação. 5 dias. Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca das frutas
(Anastrepha spp.)
50 mL p.c./100L água 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada 0,5 moscas por armadilha por dia no início da formação. Reaplicar sempre que atingir o nível de controle novamente, com intervalo de 15 dias
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
50 mL p.c./100L água 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações quando for encontrada 0,5 moscas por armadilha por dia no início da formação. Reaplicar sempre que atingir o nível de controle novamente, com intervalo de 15 dias
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realziar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 3 dias. Aplicar no início da infestação
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação quando identificar as primeiras formas da praga nas folhas
Arroz sequeiro Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 37 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 37 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento.
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
40 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 1 dia Aplicar no início da infestação praga em todas as partes das plantas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro
(Systena tenuis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Tratar no início da infestação
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
50 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se ulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha até 20 Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Tratar logo no início da infestação
Percevejo rendado
(Corythaica cyathicollis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Aplicar no início do ataque, tratar visando a parte inferior das folhas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Tratar logo no início da infestação
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Tratar no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias 3 dias Tratar no início da infestação
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
30 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferencia à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos ramos
(Stenoma decora)
250 mL p.c./ha 100 a 300 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar no início da infestação dirigindo o jato de pulverização para os ramos e troncos da planta
Chupança do cacau
(Monalonion bondari)
250 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar no início da infestação dirigindo o jato de pulverização para os ramos e troncos da planta
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
250 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar no início da infestação
Vaquinha preta
(Taimbezinhia theobromae)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar início ataque com calda direcionada principalmente as folhas
Vaquinha verde
(Percolaspis ornata)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Aplicar início ataque com calda direcionada principalmente as folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
400 mL p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 30 dias 15 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com no máximo 3% de folhas atacadas com larvas vivas
Lagarta dos cafezais
(Eacles imperialis magnifica)
600 mL p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 30 dias 15 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares)
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
400 mL p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 30 dias 15 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares)
Lagarta mede palmo
(Oxydia saturniata)
400 mL p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 30 dias 15 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares)
Taturana verde
(Automeris spp)
400 mL p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 30 dias 15 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares)
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das pontas
(Antistharca binoculares)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário com intervalo de 15 – 20 dias. Realizando no máximo três aplicações. 7 dias. Avaliar toda planta e aplicar quando as plantas apresentarem início de ataque do inseto
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário com intervalo de 15 – 20 dias. Realizando no máximo três aplicações. 7 dias. Avaliar 1 ramo por planta e aplicar quando as plantas apresentarem os primeiros sinais de ataque da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo três aplicações. 2 dias. Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
30 mL p.c./100L água 2 a 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. 21 dias. Realizar o monitoramento e aplicar Iniciar a primeira aplicação logo no início da infestação, na presença de insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, de acordo com o nível de controle, quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingir 6 adultos/armadilha
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
15 mL p.c./100L água 2 a 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. 21 dias. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas (acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
50 mL p.c./100L água 2 a 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. 21 dias. Realizar monitoramento periodicamente , e iniciar aplicação com os frutos no tamanho normal antes de seu amarelecimento,sempre quando atingir 0,5 adulto por armadilha por dia. Dirigir aplicações para o terço superior da planta. Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
30 mL p.c./100L água 2 a 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. 21 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
30 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferencia à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
30 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferencia à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta desfolhadora
(Glena bipennaria bipennaria)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação com intervalo de 7 dias
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimetar. Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação com intervalo de 7 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
120 a 160 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. 16 dias. Aplicar realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
30 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. Realizando no máximo três aplicações. 1 dia. Realizar monitoramento sistemárico e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas
Lagarta das vagens
(Etiella zinckenella)
30 mL p.c./100L água 300 a 100 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. Realizando no máximo três aplicações. 1 dia. Realizar monitoramento sistemárico e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas
Pulgão
(Aphis craccivora)
30 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. Realizando no máximo três aplicações. 1 dia. Realizar monitoramento sistemárico e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 300 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. Realizando no máximo três aplicações. 1 dia. Realizar monitoramento sistemárico e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da figueira
(Azochis gripusalis)
50 mL p.c./100L água 0,5 a 1 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Tratar preventivamente, repetindo a aplicação a cada 15 dias, a partir da emissão dos novos ramos
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Mandarová do fumo
(Manduca sexta paphus)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Tratar no início da infestação
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
160 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Tratar no início da infestação
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
160 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Tratar no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
160 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Tratar no início da infestação
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do gladíolo
(Thrips simplex)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. Uso não alimentar. Aplicar preventivamente logo que observar os primeiros sinais de ataque
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100L água 1 a 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 11 dias. Realizar monitoramento sistemático do pomar e Iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 mosca por armadilha por dia
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
40 mL p.c./100L água 1 a 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 11 dias. Realizar monitoramento sistemático do pomar e Iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 mosca por armadilha por dia
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias O monitoramento para observação da presença da broca-das-cucurbitáceas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais da praga nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia O monitoramento para observação da presença da broca-das-cucurbitáceas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais da praga nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. 1 dia. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20% de plantas com folhas raspadas pela praga e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares)
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gafanhoto
(Rhammatocerus spp.)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 3 dias. Aplicar a menor dose na fase “jovem-saltão” e a maior dose na forma “alada-imago”
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 1 a 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos
Mosca das frutas
(Anastrepha spp.)
40 mL p.c./100L água 1 a 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Realizar monitoramento sistemático do pomar e Iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100L água 1 a 3 L de calda / planta - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 5 dias. Realizar monitoramento sistemático do pomar e Iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro
(Systena tenuis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Tratar no início da infestação
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
50 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se ulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Tratar logo no início da infestação
Percevejo rendado
(Corythaica cyathicollis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Tratar logo no início da infestação
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Tratar no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Tratar no início da infestação
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
30 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferencia à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 300 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga
Seringueira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Avaliar 100 folhas por talhão, distribuídas em 10 galhos (1 galho por árvore). Iniciar aplicação quando encontrar 8 lagartas em 100 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gafanhoto
(Schistocerca pallens)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, na fase “jovem-saltão” e na forma “aladaimago”
Gafanhoto
(Schistocerca spp.)
300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, na fase “jovem-saltão” e na forma “aladaimago”
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem, ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15 % de danos no estágio reprodutivo
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem, ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15 % de danos no estágio reprodutivo
Percevejo verde
(Nezara viridula)
300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem encontrados 2 percevejos grandes (a partir de 3º instar) por amostragem. Em lavouras destinadas a produção de sementes, aplicar quando forem encontrados 1 percevejo grande por amostragem
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem encontrados 2 percevejos grandes (a partir de 3º instar) por amostragem. Em lavouras destinadas a produção de sementes, aplicar quando forem encontrados 1 percevejo grande por amostragem
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 6 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20% de plantas com folhas raspadas pela praga e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares). Aplicar dirigindo o jato para o cartucho da planta
Mosca do sorgo
(Stenodiplosis sorghicolla)
200 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 6 dias. Aplicar quando atingir 1 fêmea por panícula durante o florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro
(Systena tenuis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Tratar logo no início da infestação
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
50 mL p.c./100L água 300 a 600 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se ulverizar de preferencia à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Tratar logo no início da infestação
Percevejo rendado
(Corythaica cyathicollis)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Tratar logo no início da infestação
Vaquinha das solanáceas
(Epicauta atomaria)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Tratar logo no início da infestação
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Tratar logo no início da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar o monitoramento e realizar as aplicações quando forem encontradas 10 lagartas maiores de 2 cm, por metro quadrado
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. 14 dias. Realizar o monitoramento na fase de emergência ao afilhamento, iniciando a aplicação quando encontrar em média 10 % de plantas com pulgões. Na fase reprodutiva, iniciar a aplicação quando a população media atingir 10 pulgões por espiga Aplicar quando atingir 10% de plantas atacadas antes do florescimento ou 10 pulgões por espiga na fase reprodutiva

Frascos de polietileno de alta densidade para 100 e 250 ml, 1 e 5 L. Lata de 250 ml. Balde de aço para 20, 100 e 200 L. Bombonas de polietileno de 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abacaxi:
Iniciar as aplicações quando a inflorescência aparecer na roseta foliar da planta (normalmente 45 dias após a indução floral). Reaplicar com intervalos de 15 dias. Usar 100 -200 litros de calda/ha.

Algodão:
Lagarta-das-macãs: tratar quando encontrar 10 lagartas em 100 plantas.
Lagarta-rosada: Iniciar a aplicação aos 80 dias. Reaplicar a intervalos de 15 dias.
Pulgão-do-algodoeiro. Lagarta-mede-palmo e Curuquerê: tratar no início da infestação.
Percevejo-rajado: iniciar a aplicação quando encontrar 20% de botões danificados ou 5
percevejos em 50 "redadas".
Bicudo: Aplicar ao aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura. Reaplicar sempre que atingir 7-10% de ataque dos botões florais. Utilizar 100-200 litros de calda/ha.

Alho e Cebola:
Tratar dirigindo-se o jato para a inserção das folhas. Utilizar de 300-800 L de calda/ha.

Ameixa:
Iniciar a aplicação quando os frutos estiverem com 2 cm de diâmetro. Reaplicar com intervalos de 15 dias.

Amendoim:
Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação.
Tripes-do-bronzeamento: aplicar logo no início da infestação. Reaplicar com intervalos de 15 dias.

Arroz:
Tratar no início da infestação. Replicar se necessário.

Batata:
Aplicar no início da infestação de modo a obter uma cobertura uniforme. Utilizar 500- 800 litros de calda/ha.

Berinjela, Pimentão e Tomate:
-Broca-Pequena-do-fruto: aplicar desde o início da formação dos primeiros frutos. Reaplicar com intervalos de 7 dias. Aplicar 400 -1000 L de calda/ha.
-Larva-minadora e Traca-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Reaplicar com intervalo de 7 dias. Aplicar 400 -1000 litros de calda/ha.
-Percevejo-rendado: tratar visando a parte inferior das folhas. Aplicar de 400 -1000 litros de
calda/ha.
-Vaquinha-verde-amarela. Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Aplicar 400 -1000 litros de calda/ha.
-Lagarta-rosca: Pulverizar dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Aplicar 300 - 600 litros de calda/ha.

Brócoli, Couve, Couve-flor e Repolho:
-Lagarta-rosca: Pulverizar dirigindo-se o jato na base das plantas, após o transplante. Aplicar 300 -600 litros de calda/ha.
-Para as outras pragas: Aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga. Reaplicar em caso de reinfestação. Aplicar 300 -800 litros de calda/ha.

Cacau:
-Broca-dos-ramos: Aplicar no início da infestação dirigindo o jato de pulverização para os ramos e troncos da planta. Reaplicar se necessário.
-Para as outras pragas: aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Usar de 100 -200 litros de calda/ha.

Café:
-Bicho-mineiro-do-café: Tratar sempre que o nível de infestação atingir 20% de folha
-Para as outras pragas: Tratar logo no início da infestação. Reaplicar se necessário.

Caju:
Aplicar desde o início da floração e repetir com intervalos de 15-20 dias.

Citros:
-Pulqão-preto-dos-citros: Tratar visando a parte inferior da folha. Usar 2 a 5 litros de calda por planta.
-Mosca-das-frutas: Iniciar aplicação com os frutos no tamanho normal antes de seu amarelecimento, com intervalo de 14-21 dias. No sistema de aplicação de meia copa, adicionar à calda 3-5 litros de melaço/100 litros de água, gastando-se 1 a 1 ,5 li os de calda. Em benzedura ou pistola adicionar 10 litros aspergindo-se 50-200 ml de calda/plant em 1 m² de copa.
-Bicho-furão: Aplicar em cobertura total até o ponto de escor mento. Usar 2-10 litros de
calda/planta.
-Ciqarrinha-da-cvc: Tratar no início da infestação. Aplicar 5 litros de calda/planta.
TERMONEBULlZAÇÃO: 200-300 ml / 2-3 litros de óleo mineral/ha.

Eucalipto:
Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicar de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação.

Feijão:
Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Utilizar 100 a 200 litros de calda/ha.

Feijão-vagem:
-Cigarrinha-verde e Vaquinha-verde-amarela: Tratar logo no início da infestação. Aplicar 300-1000 litros de calda/ha.
-Broca-da-vagem: Tratar preventivamente a intervalos de 7 dias. Aplicar 500-1000 litros de
calda/ha.
-Pulgão: Tratar visando atingir a praga na parte inferior das folhas. Aplicar 300-1000 litros de calda/ha.

Figo:
Tratar preventivamente a cada 15 dias, a partir da emissão dos novos ramos, com 0,5-1,0 L de calda por planta.

Fumo:
-Para as outras pragas: Tratar no início da infestação. Reaplicar quando necessário.
-Lagarta-rosca.: Aplicar após o transplante das mudas, dirigindo o jato para o colo da planta.

Maçã:
Tratar no início da formação dos frutos. Repetir a intervalos de 15 dias. Aplicar 1 a 3 litros de calda/planta.

Melancia e Melão:
Aplicar preventivamente visando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos.
Reaplicar com intervalos de 7 dias. Utilizar 300 a 800 litros de calda/ha.

Milho:
Tratar dirigindo o jato para o cartucho da planta.

Pastagem:
Aplicar a menor dose na fase "jovem-saltão" e a maior dose na forma "alada-imago". Utilizar em aplicação aérea 15-20 L/ha. Aplicação terrestre: "barra" 100-200 litros de calda/ha.

Gladíolo:
Tratar preventivamente com intervalo de 10 dias. Somente para culturas comerciais. Utilizar 300-800 L de calda/ha.

Pepino:
Pulqão-das-inflorescências: Tratar visando a parte inferior das fol as. Usar 400-1000 litros de
calda/ha.
Broca-das-cucurbitáceas: Tratar preventivamente a cada 7 dias, visando as folhas, brotos e,
principalmente, flores e frutos. Usar 400-1000 litros de calda/ha.
Vaquinha-verde-amarela: Tratar logo no início da infestação. Usar 400-1000 litros de calda/ha.

Pêssego:
-Moscas-das-frutas: Tratar no início da formação dos frutos. Repetir com intervalo de 15 dias. Aplicar de 1 a 3 litros de calda/planta.
-Mariposa-oriental: Aplicar no início da infestação 1 a 3 litros de calda/planta. Reaplicar se necessário.

Seringueira:
Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicar de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação.

Soja:
-Lagarta-da-soia e Laqarta-falsa-medideira: Aplicar quando encontrar em média 40 lagartas/batida de pano, ou então se o desfolhamento médio for maior que 30% antes da fioração e 15% depois.
-Percevejo-da-soja e Percevejo-verde-pequeno: Aplicar quando encontrar em média 4 percevejos grande por batida de pano. N.B. o uso de bico fino alta pressão auxiliam a penetração da calda, assegurando a eficiência sobre as pragas citadas.

Sorgo:
-Mosca-do-sorgo: Iniciar a aplicação quando 90% das panículas estiverem emergidas e 10% de florescência.
-Laqarta-militar: Aplicar dirigindo o jato para o cartucho da planta.

Trigo:
Tratar logo no início da infestação. Reaplicar se necessário.

MODO DE APLICAÇÃO:

O produto pode ser aplicado com pulverizadores terrestres costais manuais e motorizados; tratorizados; termonebulizadores (geradores de "fog"') e aeronaves agrícolas.

-Pulverizadores terrestres:

Costais manuais e tratorizados:
Bicos:
Recomenda-se a utilização de bicos de jato cônico vazio, que geram um melhor espectro de gotas finas.

Altura da barra ou dos bicos de pulverização:
Os bicos da barra de pulverização deverão ser mantidos na mesma altura em relação ao topo da cultura, sendo o mínimo de 50 cm para os bicos de jato cônico vazio.
Pressão (uso de bicos de jato cônico vazio):
Para os pulverizadores costais manuais (de alavanca, pressão retida ou de gás) deverá ser de 60 a 70 psi (400 a 500 kPa) e de 80 a 100 psi para os tratorizados.

Volume de aplicação:
Recomenda-se utilizar 80 a 200 L/ha. Quando for indicada a dose em diluição por 100 litros, recomenda-se considerar o volume máximo de 1000 L/ha de calda.

Diâmetro e densidade de gotas:
Depositar uniformemente sobre o alvo desejado sempre um mínimo de 40 gotas/cm² com um DMV (VMD) de 110 a 150 micrômetros.

Faixa de deposição:
Considerar sempre no uso de um bico individual ou vários em uma mesma barra, a faixa de maior uniformidade de distribuição das gotas em diâmetro e densidade, sem falhas ou áreas em excesso.

Costais motorizados:

Bicos:
Nestes equipamentos, pelo uso de bicos do tipo rotativos, manter sempre em operação a rotação do motor em aceleração total, permitindo um fluxo de vento bastante forte e alta rotação do bico rotativo gerando gotas finas. Nos equipamentos em que a calda de pulverização chega pela ação do seu peso e gravidade até o bico, manter sempre este posicionado abaixo da linha inferior do tanque, caso contrário haverá diferencial de volume pulverizado quando o mesmo estiver acima daquela linha. Isto será evitado se o pulverizador possuir ma bomba acoplada ao motor, forçando seu deslocamento até o bico de pulverização. Nestes tipos de equipamento a variação do volume para mais ou para menos determinará uma grande variação do diâmetro das gotas, tornando o controle o diâmetro das mesmas bastante difícil resultando em uma desuniformidade muito grande no se espectro.

Volume de aplicação:
Volumes altos determinam um excesso de fluxo sobre os bicos, reduzindo sua eficiência e geração das gotas. Utilizar volumes de 10 a 20 litros de calda por hectare.

Faixa de deposição:
Manter a densidade de gotas em um mínimo de 40 gotas/cm² com o DMV (VMD) de 110 a 150 micrômetros. Nestes equipamentos a faixa de deposição apresenta uma distribuição de gotas bastante variável na distância que vai da saída do bico até um máximo de 8 metros. Considerar sempre a faixa útil de 3 a 5 metros de acordo com o tipo de equipamento em uso, verificando e analisando isto através de papéis coletores de deposição em condições de campo e cultura.

Pulverização com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros e ultra leves):

Bicos:
Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm² com um DMV (VMD) de 110 a 150 micrômetros.

Número de bicos na barra de pulverização:
Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

NOTA: o fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrario, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos. O arraste e perda das gotas pelos vórtices de ponta das asas é calculado em média de 30 %.

Altura de vôo:
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura.
Em outros modelos de aeronaves, operar a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
Um vôo abaixo dos valores acima, implicará em uma maior ocorrência da deriva das gotas, principalmente a deriva vertical, que se perderá totalmente e poderá ocasionar danos sérios a áreas vizinhas e ao meio ambiente. Também será responsável pela péssima distribuição e uniformidade de deposição das gotas sobre o alvo desejado, ocasionando pontos de concentrações excessivas de gotas e produto na faixa de deposição sob a fuselagem (barriga).
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais.

Volume de aplicação:
Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/ha. Nesta faixa de volume, poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente bicos hidráulicos acima recomendados.

Faixa de deposição:
Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição não deverá exceder de 25 metros. Na dúvida consultar o Departamento Técnico ou Engenheiro Agrônomo da Bayer CropScience.

Condições climáticas:
Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32 °C;
Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 55 %;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h.

Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km, devido a possibilidade ou
ocorrência do fenômeno de inversões térmicas, causando uma maior permanência das gotas no ar, contaminando os "bandeirinhas", avião e o meio ambiente, com grande prejuízo do efeito do produto.
Aplicações durante as horas mais quentes do dia ou temperaturas muito altas deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes
(correntes de convecção ).

OBSERVAÇÕES: Considerar sempre a umidade relativa do ar, um dos fatores mais importantes e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.

O uso de óleo mineral ou vegetal, misturados à calda de pulverização aquosa, como adjuvante para reduzir a evaporação das gotas, poderá ser utilizado na dose máxima de 1 litro por hectare.
Porém, considerar sempre o acréscimo de custo para o usuário, tolerância ao mesmo da cultura a ser aplicada e as características físicas das folhas (pilosas, cerosas ou coriáceas) das culturas e do alvo a ser atingido.

Termonebulizadores (geradores de "fog" ou neblina):
Estes equipamentos utilizam um processo bastante diferente de geração das gotas, com relação àquelas produzidas pelos equipamentos costais ou tratorizados, Em um processo "a quente", ha formação de gotas com um DMV (VMD) bastante finas, permitindo que as mesmas permaneçam um tempo muito longo em suspensão no ar e controlem os insetos em vôo.

Bico:
Pré-definido para o tipo do equipamento gerador de neblina, constitui-se parte integrante do mesmo prescindindo de escolha ou variação de características.
Direcionar o bico do equipamento e a neblina (fog) gerada, durante as aplicações, mais para a base das plantas e lateralmente ou posteriormente ao deslocamento da máquina, e caminhar sempre contra a direção das correntes aéreas.

Volume de aplicação:
A aplicação é feita em ultrabaixo volume (2 a 3 L/ha), na mistura de óleo mineral com a dose adequada do produto.

Faixa de deposição:
Por ser uma aplicação com gotas finas, leves e alta densidade das mesmas, permanecendo em suspensão no ar ambiente, terá um alcance na dimensão que se mantiver densa, permitindo que os insetos em vôo sejam contaminados pela retenção do aerosol produzido. Em ambientes fechados, a faixa de deposição será definida pelas dimensões do ambiente e a saturação do mesmo por aquele aerosol, Em ambientes abertos, principalmente em condições climáticas com ocorrência de ventos, sua dissipação será muito rápida e conseqüentemente com a diminuição da efetividade.

Condições climáticas (somente para termonebulização):
Ao contrario das pulverizações com costais manuais ou motorizados, tratorizados agrícolas, as condições favoráveis e mais recomendáveis para a termonebulizadores são:

Umidade relativa do ar: acima de 60 %;
Temperatura ambiente: abaixo de 22 °C;
Ventos: abaixo de 2 km/h (0,5 m/seg.) preferencialmente em calmaria total, nas condições acima, causando uma estabilidade da nuvem no ambiente e aumenta do o seu efeito sobre o alvo desejado.

NOTA: Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipa o vertical muito rápida da neblina e perdas de seu efeito no alvo desejado, ocasionando ainda feitos danosos ao meio ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Abacaxi: 14 dias
Algodão: 7 dias
Alho: 5 dias
Ameixa: 2 dias
Amendoim: 3 dias
Arroz: 37 dias
Batata: 1 dia
Berinjela: 3 dias
Brócoli: 3 dias
Cacau: 30 dias
Café: 15 dias
Caju: 7 dias
Cebola: 2 dias
Citros: 21 dias
Couve: 2 dias
Couve-flor: 3 dias
Eucalipto: UNA
Feijão: 16 dias
Feijão-vagem: 1 dia
Figo: 14 dias
Fumo: UNA
Gladíolo: UNA
Maçã: 11 dias
Melancia: 2 dias
Melão: 1 dia
Milho: 1 dia
Pastagem: 3 dias
Pepino: 2 dias
Pêssego: 5 dias
Pimentão: 2 dias
Repolho: 2 dias
Seringueira: UNA
Soja: 14 dias
Sorgo: 6 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 14 dias

UNA = Uso Não Alimentar.

LIMITAÇÕES DE USO:

Não utilizar como inseticida aquático.
Não utilizar o produto em termonebulização próximo a rodovias.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

PRECAUCÕES DE USO: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de abas largas, botas, óculos, luvas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES E PRIMEIROS SOCORROS: "Em caso de ingestão acidental não provoque vômito e procure imediatamente um médico, 1evando a embalagem ou o rótulo do produto"; Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça procure 1ocal arejado e se houver sinais de intoxicação chame o médico"; "Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se persistir a irritação procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto"; "Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e se persistir a irritação procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto".

SINTOMAS DE ALARME: Os sintomas de alarme (intoxicação aguda) incluem: salivação excessiva, depressão, respiração rápida e difícil. Produto hipersensibilizante e irritante das mucosas.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Tratamento anti-histamínico e sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:

ABSORÇÃO, EXCREÇÃO E METABOLISMO: Em estudos realizados utilizando-se 3 mg de deltamethrin (via oral) avaliado de acordo com a concentração no plasma, a absorção foi rápida e representa menos de 50% da dose. A meia vida plasmática foi de 10 a 11,5 horas e a excreção urinária representou mais de 50% da dose ministrada com meia vida de 10-13,5 horas.

Os metabólitos excretados pela urina eram derivados dos ácidos m-fenoxibenzóicos e ácidos becistêmicos e não do deltamethrin. O principal caminho de metabolização é hidrólise de éster e de algumas hidroxilações, ou seja, semelhante à via de degradação encontrada nos mamíferos.

Pela pele o produto é pouco absorvido. Por inalação, em ratos a C.L. 50 inalatória foi maior que 4620 mg/m3 no período de 1 hora de exposição. Nenhuma morte ocorreu nessa concentração que foi mais alta no teste. No ser humano, não há dados quantitativos.

EFEITOS COLATERAIS: Os sintomas mais freqüentemente relatados durante a exposição ocupacional consistem em parestesia cutânea : esse efeito é relatado como queimação ou formigamento local passageiro ou "sensação de estar saindo do frio" ou "urticária" ou em alguns casos como coceira e dormência na pele facial dos lados do queixo ou área periorbital.

Esses efeitos na pele sempre reportados como completamente reversíveis. Raros casos de sintomas de irritação do trato respiratório foram reportados.

EFEITOS AGUDOS: DECIS 25 CE é um produto medianamente tóxico (D.L. 50 oral para ratos 1190 mgl1cg e D.L. 50 dermal para ratos: acima de 12000 mg/kg), levemente irritante para pele e para os olhos.

EFEITOS CRÔNICOS: Testes de reprodução e prole sobre 3 gerações de ratos, nenhum efeito negativo foi observado em administração de 1,5 mg/kg/dia, bem como não mostrou nenhum efeito carcinogênico com a administração de 2,5 e 3,2 mg/kg/dia de deltamethrin para ratos macho e fêmea, respectivamente, durante 2 anos. O produto não é teratogênico nem mutagênico nos testes realizados em ratos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é

( X ) ALTAMENTE PERIGOSO ao meio ambiente.

- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S.A. - telefone de emergência: 0800- 0243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM:
• Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
– TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida DECIS 25 EC pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretróides), Deltametrina, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do DECIS 25 EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar DECIS 25 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de DECIS 25 EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DECIS 25 EC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DECIS 25 EC ou outros produtos do Grupo 3A (Piretróides) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.