Bula Funguran Verde - Funguran

Bula Funguran Verde

acessos
Oxicloreto de cobre
908
Funguran

Composição

Equivalente em cobre metálico 500 g/kg Inorgânico
Oxicloreto de cobre 840 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida, Bactericida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar de 2 a 6 aplicações em intervalo de 10 a 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação nos primeiros sintomas
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar de 2 a 6 aplicações em intervalo de 10 a 30 dias Sem restrições Iniciar a aplicação nos primeiros sintomas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações conforme a necessidade. Em caso de chuvas após a pulverização, repetir a aplicação Sem restrições Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das doenças
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
220 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações conforme a necessidade. Em caso de chuvas após a pulverização, repetir a aplicação Sem restrições Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 14 dias Sem restrições Iniciar as aplicações aos 40 a 45 dias
Mancha preta
(Cercospora personata)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 14 dias Sem restrições Iniciar as aplicações aos 40 a 45 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações em intervalos de 3 a 7 dias. Aplicar em intervalos mais curtos em época favorável à doença Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
250 a 350 g p.c./100 L de água 800 a 850 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações em intervalos de 3 a 7 dias. Aplicar em intervalos mais curtos em época favorável à doença Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
6 a 12 g p.c. / planta 160 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, iniciando a aplicação no período de março/abril. Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
6 a 12 g p.c. / planta 160 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, iniciando a aplicação no período de março/abril. Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
6 a 12 g p.c. / planta 160 L de calda/ha - Realizar de 3 a 5 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas, iniciando a aplicação no período de março/abril. Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença no período de dezembro a maio
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença no período de dezembro a maio
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações conforme o monitoramento da doença Sem restrições Iniciar aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença no período de dezembro a maio
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações em intervalos de 7 a 14 dias. Usar o intervalo mais curto em épocas favoráveis a ocorrência da doença Sem restrições Iniciar a aplicação quando as plantas estiveram com 25 a 30 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Melanose
(Diaporthe medusaea)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
100 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicacões em intervalos de 20 dias Sem restrições Aplicar preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais repetindo 20 dias após
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações em intervalos de 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 g p.c./100 L de água 1 L de calda / planta - Realizar no máximo 2 aplicações em intervalos de 5 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação após a poda das plantas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações em intervalos de 7 a 14 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas
Varíola
(Asperisporium caricae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações em intervalos de 7 a 14 dias Sem restrições Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações em intervalos de 7 a 14 dias Sem restrições Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coccodes)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Podridão mole
(Erwinia carotovora ssp carotovora)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações em intervalos de 7 a 10 dias Sem restrições Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações em intervalos de 4 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação preventivamente durante o período de frutificação
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações em intervalos de 4 a 7 dias Sem restrições Iniciar a aplicação preventivamente durante o período de frutificação

Cartucho de papelão com saco de polietileno, soldado interno para 1 kg. Saco de polietileno soldado ou papel Kraft multifolhado costurado para 2 kg. Saco de papel Kraft multifolhado, boca aberta costurada, com saco de polietileno interno para 4 e 25 kg.

INÍCIO E ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
ABACATE:
Iniciar a aplicação nos primeiros sintomas, repetindo de 2 a 6 vezes com intervalo de 10 a 30 dias. ALGODÃO: Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das doenças. Em caso de chuvas após a pulverização, repetir a aplicação.
AMENDOIM:
Iniciar a aplicação aos 40-45 dias e repetir com intervalos de 14 dias.
BATATA:
Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias. Intervalos mais curtos em época favorável à doença.
CACAU:
Aplicar a dose indicada de acordo com o porte das plantas. Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação. Efetuar de 3 a 5 pulverizações iniciando em março/abril.
CAFÉ:
Iniciar aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Pulverizar o café de dezembro a maio.
CEBOLA:
Iniciar a aplicação quando as plantas estiveram com 25-30 dias e repetir em intervalos de 7-14 dias. Intervalo mais curto em épocas favoráveis a ocorrência da doença.
CITROS:
Iniciar a aplicação preventiva após queda de 2/3 das pétalas florais, e outra aplicação 20 dias após a primeira.
FEIJÃO:
Iniciar a aplicação 30 dias após a emergência das plantas ou com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir em intervalos semanais.
MAÇÃ:
Iniciar a aplicação após a poda das plantas, repetindo em intervalos de 5 a 7 dias, se necessário.
MAMÃO:
Iniciar a aplicação quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir a aplicação em intervalos de 7 a 14 dias.
MANGA:
Iniciar aos primeiros sintomas repetindo cada 7 a 14 dias.
TOMATE:
Iniciar a aplicação com os primeiros sintomas da doença. Aplicar com intervalos de 7 a 10 dias, obedecendo a carência do produto.
UVA:
Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias.
MODO DE APLICAÇÃO:
FUNGURAN VERDE deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças através da pulverização. Para preparar a calda, despejar o produto na água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-o sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação. Recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores com bicos cônicos tipo D2 apropriados para a aplicação de pó molhável. Aplicar o volume de calda recomendado, observando que ocorra uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação. LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxidade para as culturas indicadas: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico, microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida FUNGURAN AZUL é composto por oxicloreto de cobre, que apresenta atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade