Bula Manzate 800

acessos
Mancozeb
638508
UPL

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Protetor
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo 8 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 10 aplicações. Utilizar no máximo 30 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem 4 a 6 folhas, ou quando forem observados sintomas de doenças
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 10 aplicações. Utilizar no máximo 30 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem 4 a 6 folhas, ou quando forem observados sintomas de doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a intervalo de 10-15 dias, num total de 3 aplicações. Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 6 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
4,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo no início do aparecimento das panículas. Realizar no máximo 2 aplicações. Utilizar, no máximo, 9 kg/ha por ciclo da cultura. 32 dias. no estádio de emborrachamento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo no início do aparecimento das panículas. Realizar no máximo 2 aplicações. Utilizar, no máximo, 9 kg/ha por ciclo da cultura. 32 dias. no estádio de emborrachamento
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo em intervalos de 4 a 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência, ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo em intervalos de 4 a 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência, ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. No início do aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar, no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar a aplicações 20 dias após o transplante das mudas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 21 dias. Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto (mais de 4 anos), realizar aplicações entre novembro a março
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Fazer no máximo 10 aplicações. Utilizar no máximo, 30 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar a as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
2,5 kg p.c./ha 250 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar até 7,5 kg/ha por ciclo da cultura. 21 dias. Sob condições normais, realizar 2 aplicações, sendo a primeira no final do perfilhamento e a segunda no início do espigamento. Em condições favoráveis para a doença, realizar uma terceira aplicação no florescimento
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias. Realizar inspeções freqüentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou ácaros
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pisi)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 10 a 15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 15 dias
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. UNA Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 7 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 7 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. 20 dias. Iniciar as aplicações no florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g i.a. / 100 L de calda 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações. Utilizar, no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g i.a. / 100 L de calda 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações. Utilizar, no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g i.a. / 100 L de calda 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar, no máximo, 8 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g i.a. / 100 L de calda 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar, no máximo, 8 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
2,5 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 9 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 9 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia discolor)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L/planta - Realizar no máximo 5 aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguidas de mais três aplicações, a intervalos quinzenais
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 1 a 4 L/planta - Realizar no máximo 5 aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, semanalmente
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 kg p.c./ha 400 a 100 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias, até a completa formação dos frutos. Realizar no máximo 6 aplicações. Utilizar, no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. No florescimento/início da formação dos frutos
Cercospora
(Cercospora capsici)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias, até a completa formação dos frutos. Realizar no máximo 6 aplicações. Utilizar, no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. No florescimento/início da formação dos frutos
Requeima
(Phytophthora capsici)
2 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 dias, até a completa formação dos frutos. Realizar no máximo 6 aplicações. Utilizar, no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. No florescimento/início da formação dos frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir as aplicações a intervalos de 7 a 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura. 14 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5 a 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Logo após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5 a 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Logo após o transplante
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5 a 7 dias. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura. 7 dias. Logo após o transplante
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 7,5 kg/ha por ciclo da cultura. 32 dias. Realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais duas aplicações
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. 32 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%)
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
2,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. 32 dias. Iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 15 dias. Realizar no máximo 8 aplicações. 7 dias. Início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 15 dias. Realizar no máximo 8 aplicações. 7 dias. Início da brotação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 15 dias. Realizar no máximo 8 aplicações. 7 dias. Início da brotação
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 7 a 15 dias. Realizar no máximo 8 aplicações. 7 dias. Início da brotação

Embalagens: 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10,0; 15,0; 20,0; 24,0 e 25,0 kg, Sacos de polietileno ou de papel acondicionados em caixas de papelão ou em barricas de papelão, baldes de ligas metálicos e de plástico.

INSTRUÇÕES DE USO:
Manzate® 800 é um fungicida protetor, recomendado para controle de fungos patogênicos em diversas culturas:

Abóbora: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Utilizar no máximo 8 kg/ha por ciclo da cultura.

Alho: Iniciar as pulverizações quando aparecerem 4 a 6 folhas, ou quando forem observados sintomas de doenças. Repetir as aplicações a intervalos de 7 dias.
Fazer no máximo 10 aplicações. Utilizar no máximo 30 kg/ha por ciclo da cultura.

Amendoim: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalo de 10-15 dias, num total de 3 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença.
Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 6 kg/ha por ciclo da cultura.

Arroz: Iniciar as pulverizações no estádio de emborrachamento, repetindo no início do aparecimento das panículas. Realizar no máximo 2 aplicações.
Utilizar, no máximo, 9 kg/ha por ciclo da cultura.

Batata: Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças, repetindo a intervalos de 4-7 dias. Utilizar o intervalo menor em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas.
Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura.
Berinjela: Iniciar as aplicações no inicio do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações. Utilizar no máximo, 15 kglha por ciclo da cultura.
Beterraba: Iniciar a aplicações 20 dias após o transplante das mudas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7-10 dias. Utilizar o intervalo menor em condições mais favoráveis à doença.
Realizar no máximo 4 aplicações.
Utilizar no máximo, 12 kglha por ciclo da cultura.

Brócolis: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias. Utilizar intervalos menores e dose maior em condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 4 aplicações.
Utilizar no máximo, 12 kglha por ciclo da cultura.
Café: Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto (mais de 4 anos), realizar aplicações entre novembro a março.
Realizar no máximo 3 aplicações.
Utilizar, no máximo, 15 kglha por ciclo da cultura.
Cebola: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias.
Fazer no máximo 12 aplicações.
Utilizar no máximo, 36 kglha por ciclo da cultura.
Cenoura: Iniciar a as aplicações 30 dias após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a inteNalos de 7 dias. Em condições favoráveis à doença, utilizar a maior dose.
Fazer no máximo 10 aplicações.
Utilizar no máximo, 30 kg/ha por ciclo da cultura.
Cevada: Sob condições normais, realizar 2 aplicações, sendo a primeira no final do perfilhamento e a segunda no início do espigamento. Em condições favoráveis para a doença, realizar uma terceira aplicação no florescimento.
Citros: Ácaro da falsa ferrugem - Realizar no máximo 3 aplicações.
Utilizar até 7,5 kg/ha por ciclo da cultura. Realizar inspeções freqüentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou ácaros. Realizar no máximo 4 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.

Citros: Antracnose, Verrugose, Melanose - Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a inteNalos de dez dias.
Realizar no máximo 4 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.
Couve, Couve Flor: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 4 aplicações.
Utilizar no máximo, 12 kg/ha por ciclo da cultura.
Ervilha: Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 7-10 dias. Em condições favoráveis a doença utilizar o menor intervalo.
Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
Utilizar no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura.
Feijão: Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença.
Realizar, no máximo, 5 aplicações.
Utilizar no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura.
Feijão vage: Iniciar as aplicações duas semanas aos 25 dias da emergência, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3-5 aplicações. Utilizar o menor intervalo em condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 5 aplicações.
Utilizar, no máximo, 10 kg/ha por ciclo da cultura.
Figo: Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 15 dias.
Realizar no máximo 3 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.
Fumo: Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência, repetindo a intervalos de 7 dias.
Realizar no máximo 3 aplicacões.
Maça: Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias.
Realizar no máximo 7 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.
Manga: Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo-se a intervalos de 15 dias.
Realizar no máximo 3 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.
Melancia: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações.
Utilizar, no máximo, 10 kglha por ciclo da cultura.
Melão: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.
Utilizar, no máximo, 8 kglha por ciclo da cultura.
Pepino: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.
Utilizar no máximo, 9 kglha por ciclo da
cultura.
Pêssego: Para controle preventivo da podridão parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, semanalmente, respeitando o intervalo de segurança.
Para controle preventivo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguidas de mais três aplicações, a intervalos quinzenais. Realizar no máximo 5 aplicações.
A quantidade máxima de produto por ciclo da cultura irá variar com o número de plantas por hectare e com o porte das plantas na época das aplicações, que irá determinar o volume de calda/planta.
Pimentão: Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos fruto, repetindo a intervalos de 7 dias, até a completa formação dos frutos, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 6 aplicações.
Utilizar no máximo, 12 kglha por ciclo da cultura.
Repolho: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a intervalos de 7-10 dias, utilizando intervalo menor e dose maior em condições altamente favoráveis para as doenças.
Realizar no máximo 4 aplicações.
Utilizar no máximo, 12 kglha por ciclo da cultura.
Tomate: Iniciar as aplicações logo após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Fazer no máximo 12 aplicações. Utilizar no máximo, 36 kglha por ciclo da cultura.
Trigo: Para controle da ferrugem, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%) e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a partir do estádio de elongação. Repetir as aplicações sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área folia r infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção.
Para controle da brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repetindo mais 2 aplicações com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. Utilizar, no máximo, 7,5 kglha por ciclo da cultura.
Uva: Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 7 a 15 dias. Utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação, em condições mais favoráveis para as doenças. Realizar no máximo 8 aplicações. A quantidade máxima de produto por hectare irá variar com o porte das plantas e do sistema de condução. O volume de aplicação varia em função do porte da planta e do sistema de condução.
Observações:
•Por ser um fungicida de contato, o Manzate®SOO deve ser aplicado preventivamente, antes da infecção, e em suficiente quantidade de água para uma adequada e uniforme cobertura da parte aérea das plantas.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
•Equipamentos: pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator, atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga.
•Bicos: cone, como XH4 ou D2-13
•Altura da barra: deve permitir boa cobertura da parte aérea.
•Volume de aplicação: conforme instruções de uso
Para citros, usar atomizador costal ou tratorizado, ou pistola de aplicação. Usar pressão de 200 a 250 Ib/pol2, bico tipo cênico com difusor nos atomizadores. Aplicar volume necessário para completar cobertura de todas as partes da planta. Aplicar até o ponto de escorrimento.
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, esses devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas.
Aplicação aérea:
• Equipamentos: barra com bicos ou bicos rotativos (Micronair).
Bicos: teejet cone vazio, pontas D6 a D12
Altura de vôo: 2 a 5 m sobre a cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 – 20m

•Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de vento de 10 a 15 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
•Ângulo da pá: deve ser ajustado em função da gota desejada, respeitando-se as condições de vento, temperatura e umidade relativa.


Preparo da calda:
Fazer uma pré-mistura em um balde, adicionando a quantidade recomendada de Manzate® 8OO até obter uma pasta homogênea. Adicionar a pré-mistura no tanque pulverizador com metade de sua capacidade com água limpa, e completar o volume mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1-Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2-Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. Repetir esse processo por mais uma vez.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Gerenciamento de deriva
Devem ser tomados cuidados especiais para se evitar a deriva da pulverização fora da área a ser tratada, ou sobre corpos d'água.
A pulverização de gotas maiores reduz o potencial de deriva, mas não irá prevení-Ia se as aplicações forem feitas de forma inadequada ou sob condições ambientais desfavoráveis.
É responsabilidade do aplicador adequar o pulverizador à aplicação pretendida, calibrá-Io corretamente, e evitar que ocorra a deriva.
Chuva
Manzate®SOO age na superfície das plantas, devendo ser aplicado com adjuvante para maior cobertura e permanência.
Armazenamento:
O produto apresenta perda de força sob exposição prolongada ao ar, calor e/ou umidade, mantenha o produto em sua embalagem original fechada, longe de fertilizantes, alimentos, e ração animal. Nunca permita que o produto
entre em contato com umidade durante o armazenamento. Isso poderá levar a alterações químicas que poderão reduzir sua eficiência e produzir vapores que poderão ser inflamáveis.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Abóbora 14 dias
Alho 07 dias
Amendoim 14 dias
Arroz 32 dias
Batata 07 dias
Berinjela 07 dias
Beterrada 07 dias
Brócolis 07 dias
Café 21 dias
Cebola 07 dias
Cenoura 07 dias
Cevada 21 dias
Citros 14 dias
Couve 14 dias
Couve flor - 07 dias
Ervilha 07 dias
Feijão 14 dias
Feijão-vagem - 07 dias
Figo 21 dias
Fumo U. N.A.
Maçã 07 dias
Manga 20 dias
Melancia 07 dias
Melão 14 dias
Pepino 07 dias
Pêssego 21 dias
Pimentão 07 dias
Repolho 14 dias
Tomate 07 dias
Trigo 32 dias
Uva 07 dias
U.N.A. - Uso não alimentar


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
LIMITAÇÕES DE USO:

Manzate®aoo não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropônico ou em vasos ou outros recipientes.
Manzate®aoo é efetivo somente quando aplicado preventivamente antes da infecção. Manzate®aoo não deve ser aplicado através de sistemas de irrigação.
Manzate®aoo não deve ser usado em plantas ornamentais.
Manzate®aoo não deve ser utilizado em desacordo as instruções do rótulo e bula.

Manzate®aoo não deve ser aplicado em culturas danificadas devido ao stress resultante da seca, excesso de água, deficiência nutricional ou ataques de pragas, ou outros fatores.

Manzate®aoo não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordalesa ou sulfocálcia e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide ítem MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRíPLlCE lAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOlOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOlUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECIClAGEM, REUTILlZAÇÃO E INUTILlZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vi de DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOlUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANT'DOTO TRATAMENTO, NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser vestidos na seguinte orden macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados; Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos;
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante aos olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita;
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico c1asE P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia;
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada;
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental;
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar utilizar luvas e avental impermeável,
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto; Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômic produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lal não dê nada
para beber ou comer.
Olhos: em caso de conatto, lave com água corrente pelo menos durante 15 minutos.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Informações Médicas:
Grupo químico: Aquilenobis ( ditocarbamato)
Classe tóxicológica: III - Medianamente tóxico.
Vias de absorção: É absorvido por via respiratória, oral e dérmica
Sintomas e sinais clínicos: Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermati alérgica, sensibilização cutãnea, rash cutãneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite traqueobronquite), síndrome parkinsoniana (manganismo), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais diarréi náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraquet muscular, miose, sudorese, lacrime'amento excessivo, bradicardia, convulsôes e coma.
Metabolismo e toxicocinética: Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o princip metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de men, importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes 71% e urina 16% .
Diagnóstico: AI uilenobis ditiocarbamato III-Medianamente Tóxico.
E absorvido or via res iratória, oral e dérmica.
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermati alérgica, sensibilização cutãnea, rash cutãneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite traqueobronquite), síndrome parkinsoniana (manganismo), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais diarréi náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraquet muscular, miose, sudorese, lacrime'amento excessivo, bradicardia, convulsôes e coma.
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o princip metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de men, importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezE 71% e urina 16%
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em ! apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais especificos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exarr de urina tipo I e função renal, doseamento do manganês no sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 ug/l no sangue e 1 a 8 ug/l na urina.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxígenação ( intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1-Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) cabelos, com água fria abundante e sabão.
2-Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por np mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3-Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Atenção especial para fraqueza de musculatura respíratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardiacas. Adotar medidas ( assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilas sérica.Tratar pneumonite, convulsôes e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 2 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera elimína não do manganês.
Contra- indicações: O vômito é contra - indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsóri Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento atraVE dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicações: 0800-7226001 Em resa: 0800.7010109

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEB é parcialmenl absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólico é etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação d plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas feze quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade.
Efeitos agudos e crônicos:
Os ditiocarbamatos são irritantes das mucosas causando faringite, rinite, laringite, traqueabronquite e conjuntivib em contato prolongado com a pele podem causar dermatite. DLSO>2000 mg/kg, DLSO dérmica >2000 mg/k! CLSO>S, 14mg/L e irritante ocular.
Em caso de ingestão causam irritação da mucosa gástrica com ardor epigástrico, náuseas e vômitos. Venenoso s o intoxicado ingerir bebida alcoólica.
A administração repetida de MANCOZEBE, em altas doses, produziu uma função anormal da tireóide.
A exposição excessiva ao MANCOZEBE pode incluir inicialmente irritação dérmica com desconforto ou coceira, irritação ocular com desconforto, lacrimejamento e visão turva.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente ( Classe II)
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. ### Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
### Não utilize equipamento com vazamento.
### Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
### Aplique somente as doses recomendadas.
### Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
### A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
### Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
### Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente criança.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
### Isole e sinalize a área contaminada.
### Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
### Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o
consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina,
COz ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

•LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem ( Lavagem manual)

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Armazenamento da embalagem vazia
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXíVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOlUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem Vazia
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
Armazenamento da embalagem vazia
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuano, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Tranporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Destinação final das embalagens vazias
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA oU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.
Transporte de agrotóxicos , componentes e afins
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados.

• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.