Bula Tejo - TradeCorp

Bula Tejo

acessos
Mancozebe
41718
TradeCorp

Composição

Mancozebe 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
1 - Produto Extremamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Protetor

Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L p.c./ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem 04 a 06 folhas, ou quando forem observados sintomas de doenças
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L p.c./ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência ou antes, no início do aparecimento do primeiros sintomas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L p.c./ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 4 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L p.c./ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 4 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L p.c./ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. 21 dias. Para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto (mais de 04 anos)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 04 a 06 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 600 a 900 L de calda/ha - Realizar no máximo dez aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações. 14 dias. Realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros
Podridão peduncular
(Phomopsis citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar 04 aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras 03 aplicações a intervalos de 10 dias
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar 04 aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras 03 aplicações a intervalos de 10 dias
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de ascochyta
(Ascochyta pinodes)
2 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
2 a 3 kg p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
200 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Para controle preventivo das doenças em canteiros de mudas, iniciar as aplicações logo após a emergência
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo sete aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 20 dias. Iniciar as aplicações no florescimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações conforme descrito em época. 32 dias. Para controle preventivo da podridão parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repetindo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após o transplante, repetindo a intervalos de 05 - 07 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo doze aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após o transplante, repetindo a intervalos de 05 - 07 dias
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 07 - 15 dias
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 600 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos de 07 - 15 dias

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

a. Aplicação terrestre: Equipamentos: pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator, atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga. Bicos: cone, como XH4 ou D2-13. Altura da barra: deve permitir boa cobertura da parte aérea. Volume de aplicação: conforme instruções de uso. Para citros, usar atomizador costal ou tratorizado, ou pistola de aplicação. Usar pressão de 200 a 250 lb/pol², bico tipo cônico com difusor nos atomizadores. Aplicar volume necessário para completar cobertura de todas as partes da planta. Aplicar até o ponto de escorrimento.

Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, esses devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas.

b. Aplicação aérea:








Equipamentos: barra com bicos ou bicos rotativos (Micronair). Bicos: teejet cone vazio, pontas D6 a D12. Altura de vôo: 02 a 05 m sobre a cultura. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 20 m. Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de vento de 10 a 15 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Ângulo da pá: deve ser ajustado em função da gota desejada, respeitando-se as condições de vento, temperatura e umidade relativa.

Preparo da calda: Fazer uma pré-mistura em um balde, adicionando a quantidade recomendada de TEJO até obter uma pasta homogênea. Adicionar a pré-mistura no tanque pulverizador com metade de sua capacidade com água limpa, e completar o volume mantendo a calda sob contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.

2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.

Repetir esse processo por mais uma vez. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento de deriva: Devem ser tomados cuidados especiais para se evitar a deriva da pulverização fora da área a ser tratada, ou sobre corpos d'água. A pulverização de gotas maiores reduz o potencial de deriva, mas não irá prevení-la se as aplicações forem feitas de forma inadequada ou sob condições ambientais desfavoráveis. É responsabilidade do aplicador adequar o pulverizador à aplicação pretendida, calibrá-lo corretamente, e evitar que ocorra a deriva.

Chuva: TEJO age na superfície das plantas, devendo ser aplicado com adjuvante para maior cobertura e permanência.

Armazenamento: O produto apresenta perda de força sob exposição prolongada ao ar, calor e/ou umidade, mantenha o produto em sua embalagem original fechada, longe de fertilizantes, alimentos, e ração animal. Nunca permita que o produto entre em contato com umidade durante o armazenamento. Isso poderá levar a alterações químicas que poderão reduzir sua eficiência e produzir vapores que poderão ser inflamáveis.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA
Alho 07 dias
Amendoim 14 dias
Batata 07 dias
Berinjela 07 dias
Brócolis 07 dias
Café 21 dias
Cebola 07 dias
Cenoura 07 dias
Citros 14 dias
Couve 14 dias
Couve-flor 07 dias
Ervilha 07 dias
Feijão 14 dias
Figo 21 dias
Fumo U.N.A. (*)
Maçã 07 dias
Manga 20 dias
Melancia 07 dias
Melão 14 dias
Pêssego 32 dias
Tomate 07 dias
Uva 07 dias

U.N.A.(*) = Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: - TEJO não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropônico, em vasos ou outros recipientes. - TEJO é efetivo somente quando aplicado preventivamente antes da infecção. - TEJO não deve ser aplicado através de sistemas de irrigação. - TEJO não deve ser usado em plantas ornamentais. - TEJO não deve ser utilizado em desacordo as instruções de rótulo e bula. - TEJO não deve ser aplicado em culturas danificadas devido ao stress resultante da seca, excesso de água, deficiência nutricional, ataques de pragas, ou outros fatores. - TEJO não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordalesa ou sulfocálcia e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.


Bula ANVISA 09/01/2019







INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Precauções quanto a saúde:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

Precauções quanto ao Meio ambiente:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: ? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; ? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; ? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; ? Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; ? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M03 FUNGICIDA

O produto fungicida TEJO é composto por Mancozebe que apresenta mecanismo de ação de Atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).