Bula Azimut

acessos
Azoxystrobin
13612
Adama

Composição

Azoxystrobin 120 g/L Estrobilurina
Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
750 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 30 dias , dependendo da evolução da doença. 30 dias. Para o controle das doenças do café, iniciar as aplicações preventivamente, em regiões com histórico da doença, antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
750 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 30 dias, dependendo da evolução da doença. 30 dias. Para o controle das doenças do café, iniciar as aplicações preventivamente, em regiões com histórico da doença, antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
750 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 30 dias , dependendo da evolução da doença. 30 dias. Para o controle das doenças do café, iniciar as aplicações preventivamente, em regiões com histórico da doença, antes do aparecimento dos primeiros sintomas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 35 dias. Para o controle das doenças da cevada, iniciar as aplicações no surgimento dos primeiros sintomas da doença na área
Mancha angular
(Drechslera teres)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 35 dias. Para o controle das doenças da cevada, iniciar as aplicações no surgimento dos primeiros sintomas da doença na área
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
600 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas), a partir de R5 - Pré-floração (após emissão do primeiro botão), que ocorre entre 30-50 dias após a emergência da cultura (dependendo do cultivar e condições ambientais)
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
600 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas), a partir de R5 - Pré-floração (após emissão do primeiro botão), que ocorre entre 30-50 dias após a emergência da cultura (dependendo do cultivar e condições ambientais)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
600 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas), a partir de R5 - Pré-floração (após emissão do primeiro botão), que ocorre entre 30-50 dias após a emergência da cultura (dependendo do cultivar e condições ambientais)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 42 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 30-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 42 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 30-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 42 dias. Iniciar as aplicações preventivamente aos 30-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 30 dias. Para o controle das doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda) a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 30 dias. Para o controle das doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda) a aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 35 dias. No controle da doença Ferrugem-da-folha, começar o monitoramento a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada preventivamente a partir dos primeiros sintomas da doença. Após a primeira aplicação, continuar o monitoramento da lavoura em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, promover uma segunda aplicação, respeitando-se o intervalo de 14 dias
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 35 dias. No controle das doenças do trigo Mancha-bronzeada-da-folha e Mancha-marrom, começar o monitoramento a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença. Após a primeira aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, promover uma segunda aplicação, respeitando-se o intervalo de 14 dias
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias, dependendo da evolução da doença. 35 dias. No controle das doenças do trigo Mancha-bronzeada-da-folha e Mancha-marrom, começar o monitoramento a partir da fase de afilhamento. A aplicação deve ser efetuada a partir dos primeiros sintomas da doença. Após a primeira aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, promover uma segunda aplicação, respeitando-se o intervalo de 14 dias

Balde metálico - 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L
Bombona de plástico - 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L
Container de polietileno - 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000 e 30000 L
Frasco metálico - 0,20; 0,25; 0,30; 0,40; 0,50; 0,60; 1,0; 1,5; 2,0 e 2,2 L
Frasco plástico - 0,20; 0,25; 0,30; 0,40; 0,50; 0,60; 1,0; 1,5; 2,0 e 2,2 L
Isocontainer de polietileno - 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000 e 30000 L
Isocontainer metálico - 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000 e 30000 L
Tambor metálico - 50, 100, 150, 200, 250, 400 e 500 L
Tambor plástico - 50, 100, 150, 200, 250, 400 e 500 L
Tanque metálico - 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000 e 30000 L

1. INSTRUÇÕES DE USO:
1.1 CULTURAS:

AZIMUT é um fungicida com modo de ação sistêmico recomendado para o controle de doenças nas culturas de café, cevada, feijão, milho, soja e trigo.

1.2. DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

1.3. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Café: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 30 dias.
Para o controle das doenças do café, iniciar as aplicações de AZIMUT preventivamente, em regiões com histórico da doença, antes do aparecimento dos primeiros sintomas. A área pulverizada deve ser monitorada e reaplicar se necessário após 30 dias, dependendo da evolução da doença.



Cevada: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias.
Para o controle das doenças da cevada, iniciar as aplicações de AZIMUT de forma preventiva, ou no máximo no surgimento dos primeiros sintomas da doença na área. Reaplicar se necessário, dependendo da evolução da doença.

Feijão: Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos mínimos de 14 dias.
Para o controle de Antracnose, Ferrugem e Mancha-angular, fazer 3 aplicações de AZIMUT, iniciando preventivamente (antes do aparecimento dos primeiros sintomas), a partir de R5 – Pré-floração (após emissão do primeiro botão), que ocorre entre 30-50 dias após a emergência da cultura (dependendo do cultivar e condições ambientais), e a partir daí, com intervalos mínimos de 14 dias, deve-se repetir a segunda e terceira aplicações.

Milho: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias.
Para o controle Cercosporiose, Ferrugem-polisora e Mancha-de-Phaeosphaeria na cultura do milho, AZIMUT deverá ser aplicado preventivamente aos 30-50 dias após o plantio (observando-se o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado), reaplicando-se com intervalo mínimo de 14 dias.

Soja: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 dias.
Para o controle das doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda) a aplicação de AZIMUT deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de aplicação de 14 dias.
Para o controle da Ferrugem-asiática, realizar a 1ª aplicação de AZIMUT de forma preventiva ou a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3); reaplicar em intervalo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença. Observar condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento desta doença: chuvas bem distribuídas com longos períodos de molhamento, presença freqüente de orvalho pela manhã e temperatura variando entre 18° a 28°C. O monitoramento da doença é recomendado a partir da emissão das primeiras folhas no estádio vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se intensificar o monitoramento nas semeaduras mais tardias, nos estádios críticos de pré-florada e no início dos estádios reprodutivos, e quando detectada a ferrugem na região.

Trigo: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 14 dias.
No controle das doenças do trigo (Ferrugem-da-folha, Mancha-bronzeada-da-folha ou Mancha-marrom) começar o monitoramento a partir da fase de afilhamento. A aplicação de AZIMUT deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas da doença. Após a primeira aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e em condições climáticas muito propícias ao reaparecimento das doenças, quando necessário, promover uma segunda aplicação, respeitando-se o intervalo de 14 dias.

1.4. MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do AZIMUT poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Culturas da cevada, feijão, milho, soja e trigo:
O AZIMUT deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda: 200 L/ha.

Cultura do café:
Aplicar AZIMUT utilizando equipamento tipo turbo atomizador ou costal, equipado com bico tipo Jato cônico, a uma pressão de 10 a 40 psi (para o turbo atomizador) e 30 a 60 (para o costal), produzindo um diâmetro de gotas na faixa de 100 a 200 µ e densidade 70 a 100 gotas/cm². Utilizar volume de calda de 400 L/ha.

APLICAÇÃO ÁEREA:

Culturas da café, cevada, feijão, milho, soja e trigo:
O AZIMUT deve ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D 8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 e 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

1.4.1. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café................................. 30
30 dias
Cevada............................. 35 dias
Feijão............................... 14 dias
Milho............................... 42 dias
Soja................................. 30 dias
Trigo................................ 35 dias


1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).
1.7. LIMITAÇÕES DE USO:
* Uso exclusivo para culturas agrícolas.
* Não é permitida a mistura em tanque deste produto com outro agrotóxico.
• Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações.

1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.


1.10. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.11. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO..
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou,defeito&
Não desientupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA. CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamenteturri serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de' proteção individual = EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cilha das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o mákimo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de Segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).'
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidnirepelente com mangas compridas passando por cima doApunho cjas luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRAT e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para p uso durante a aplicação.
Mantenha o restante dá produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
'No descarte de embalagens utilize equipamento.de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
011ibs: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.'
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente
e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

GRUPO QUÍMICO: Azoxistrobina ..............................................Estrobilurina
Tebuconazol ...............................................Triazol
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Azoxistrobina: Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral '(74-81)%, sendo as demais vias secundárias. Após 7 dias, menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos (principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos. A az,oxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 rnetabólitos. As duas principais rotas metabólicas foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorônico, Os metabólitos resultantes polares foram excretados rapidamenté. Em 48 horas, mais de (82-96)% da dose administrada oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89)% e, em menor proporção, pela urina (9-18)% Em um estudo, (57-74)% da dose administrada foi recobrada na bile após 48fh da administração., por gavagem, de uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
Tebuconazol: Em experimentos com ratos, foi rapidamente absorvido, rnetabolizado e excretado. A distribuição foi ampla nos tecidos e- órgãos. O pico plasmático foi alcançado entre (0,3 — 1,7)h; a vida média plasmática foi de (32-52)h. O metabolismo incluiu principalmente processos de hidrólise, oxidação e conjugação com ácido glucorônico e sulfatos. Cerca de (86-98)% da dose administrada foi excretada, -em forma de metabólitos, em 72 horas pela bile, fezes e em menor proporção pela urina; no ar expirado a concentração foi mínima. Não apresentou bioacumulação.
MECANISMOS DE TOXIDADE: Azoxistrobina: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Tebuconazol: é um inibidor 'da síntese do ergosterol em vegetais. Não se conhecem bem os mecanismos de toxicidade em humanos. E um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450. Estudos especiais in vitro, em culturas de células de ratos, suínos e humanos e estudos in vivo em ratos mostraram que é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol).
SINTOMAS E SINAIS CLINICOS: Azoxistrobina: Toxicidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observado baixa toxicidade:
DÉRMICA: Irritação leve; não é sensibilizante dérmico
OCULAR: Irritação moderada
INALATÓRIA: Irritação
ORAL: -

Toxidade crônica: não é genotóxico em estudos in vivo, nem carcinogênico.
Tebuconazol: Toxidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em animais o fígado foi o principal órgão-alvo e foi observada baixa toxidade:
DÉRMICA: irritação leve; não foi sensibilizante dérmico
OCULAR: Irritação leve
INALATÓRIA: Baixa toxidade; irritação leve
ORAL: Baixa toxidade
Toxidade crônica: em estudos crônicos o órgão-alvo foi o fígado. É classificado como possível carcinogênico para humanos (EPA, grupo C). É suspeito de produzir desregulação endócrina e de possuir toxidade sobre o desenvolvimento.
OUTROS COMPONENTES: Propilenoglicol: Em humanos, a absorção é rápida pelas vias oral e dérmida; absorção é baixa pelo trato trespiratório e ocular. PG tem propriedades irritativas. Age também como depressor do sistema nervoso central (SNC). PG é metabolizado a ácido láctico por enzimas hepáticas. Quando exéessivo ácido láctico é formado, ocorre acidose metabólica. Exposição aguda: em humanos forani descritos sintomas:
DÉRMICOS: Eritema, dermatite de contato. Não é sensibilizante.
RESPIRATÓRIOS: Tosse, dispinéia, irritação, broncoespasmo leve.
OCULARES: Leve irritação, blefaroespasmo, sensação de picada e lacrimejamento (transitórios)
SISTÊMICOS (associados a grandes quantidades do produto): Crianças são mais susceptíveis. Pode causar sintomas no SNC (coma, convulsões), hiperosmolaridade, acidose lática, insuficiência renal, arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito. Infusão de IV de medicamentos contendo PG pode causar hemólise.
População de risco: crianças, pacientes com insuficiência hepática e renal.
Exposição crônica: quando consumido cronicamente (geralmente em formulações de medicamentos) tem causado acidose láctica, toxicidade renal - proximal, hipoglicemia, estupor,convulsões, arritmias; dermatite (aplicação elérmica). Não é carcinogênico para humanos.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível.
•Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o aciente imediatamente.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
I. Considere logo 'após ingeitão de uma grande quantidade do produto (até
1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
•Cantão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
•Não provocar vômito, se ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
•Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio ë.intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria
ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
EXPOSIÇÃO INALATÓRIA: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação.
Trate broncoespasmbà com beta-agonistas via inalatória e corticosteróides- via oral ou parenteral.
EXPOSIÇÃO OCULAR: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à teniperatura ambiente, por pelo menos 15minutos. Se os sintomas persist rem, encaminhar o paciente ara o especialista.
EXPOSIÇÃO DÉRMICA: Remova as roupas contaminadas é lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar e equipamento de reanimação manual Ambú.
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo; oc
inalatório com o produto.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o DisqUe-Intoxicação: 0800-722-6001 pata notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação, de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 75 05

Mecanismo de MAN Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (resultantes de ensaios com animais de iaboratkio - Produto Formulado): DL50 oral: 300 < DL50 5_2000 mg/kg_ p.c.
DL50 dérmica: é > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (4 horas): > 4,79 mg/L.
Irritação dérmica: o produto mostrou-se não irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: o produto mostrou-se não irritante para os olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.

Efeitos crônicos:
Azoxistrobina: em estudo de 3 meses com ratos, o produto -técnico Azoxistrobina administrado através da dieta causou uma redução no peso corpóreo nas doses de 2.000 e 4.000 ppm. A 4.000 ppm foi observado diminuição do consumo de alimentos, alterações laboratoriais, incremento do peso no ,figado, hiperplasia hepatocelular e aumento tios linfonodos. A avaliação histopatológica demonstrou que o órgão alvo foi o figado. .A dose onde não foi observado efeito adverso (NOAEL) foi de 20 mg/kg/dia. Em estudos de dois anos com ratos, Azoxistrobina via induziu hiperplasia ou ulceração do ducto biliar e hiperlasia biliar-do fígado. As alteraçõeS no figado foram consideradas como secundárias à toxicidade do dueto biliar. Não houve evidências de que Azoxistrobina- tenha sido carcinogênico aos ratos. O nível de dosagem de 18 mg/kg de peso corpóreo/dia foi tanto o NOEL como NOÁEL. No' estudo de 18 meses com camundongos, não foi demonstrado efeito earcinogênico. Foram observadas anomalias esqueléticas em coelhos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
-Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destina* inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. - telefone de Emergência: 0800 0111 767 ou 0800 7071 767.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 , PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 'A do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando e separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungos devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).