Bula Cobre Atar BR

acessos
Óxido Cuproso
1788703
Albauch

Composição

Óxido cuproso 560 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Preventivo
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viviero: aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Cercosporiose
(Pseudocercospora purpurea)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viviero: aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Podridão de dothiorella
(Dothiorella gregaria)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viviero: aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Verrugose
(Sphaceloma perseae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Viviero: aparecimento das folhas. Plantas adultas: antes da florada
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1 a 2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
1 a 2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
1 a 2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
180 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. Não determinado. Folhas estiverm em estágio de vela
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Iniciar março - abril
Rubelose
(Erythricium salmonicolor)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Iniciar março - abril
Vassoura de bruxa
(Crinipellis perniciosa)
3,2 a 5,6 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar. Não determinado. Iniciar março - abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
2 a 3 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Viveiros: 15 dias. Não determinado. Dezembro a abril
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Tratamento de inverno evitando atingir as folhas
Podridão negra
(Alternaria citri)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Período de maio / junho
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Único. Não determinado. Tratamento de frutos para armazenamento
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Anterior a florada
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do craveiro
(Uromyces dianthi)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Uso não alimentar. Anterior a florada
Mancha da folha e cálice
(Cladosporium echinulatum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Uso não alimentar. Anterior a florada
Pinta preta
(Alternaria dianthi)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Uso não alimentar. Preventivo. Viveiro: aparecimento das folhas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
20 a 200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com as brotações
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com as brotações
Mancha foliar
(Phyllosticta sycophila)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com as brotações
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar com as brotações
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tombamento
(Alternaria tenuissima)
1 a 2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Uso não alimentar. Iniciar no viveiro
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Período de setembro / dezembro
Ferrugem
(Puccinia psidii)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a dias.14 Não determinado. Período de setembro / dezembro
Mancha de phyllosticta
(Phyllosticta guajavae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Período de setembro / dezembro
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. A partir do início da frutificação
Varíola
(Asperisporium caricae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. A partir do início da frutificação
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Verrugose
(Elsinöe mangiferae)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar aos primeiros sintomas
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão negra
(Botryosphaeria obtusa)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crespeira
(Taphrina deformans)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Após a poda em tratamento de inverno
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem das roseiras
(Phragmidium mucronatum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Uso não alimentar. Preventivo. Viveiro no aparecimento das folhas
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Uso não alimentar. Preventivo. Viveiro no aparecimento das folhas
Seringueira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal das folhas
(Microcyclus ulei)
1 a 2 kg p.c./ha - - 7 a 14 dias. Uso não alimentar. Iniciar no viveiro aos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Cancro bacteriano
(Clavibacter michiganensis subsp michiganensis)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Mancha de clasdoporium
(Fulvia fulva)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Podridão-mole
(Pectobacterium subs. carotovorum)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Requeima
(Phytophthora infestans)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
240 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - 7 a 15 dias. Não determinado. Iniciar no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas

Cartucho de papelão: 1kg; 2 kg. Saco de papel: 3 kg. Saco Plástico: 3 kg. Caixa de papelão com 16 sacos plásticos ou papel de 300 g cada: 4,8 kg. Saco de papel: 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO: COBRE SANDOZ BR é um fungicida bactericida cúprico de contato, para uso preventivo, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças que ocorrem nas culturas.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO:

ABACATE: No viveiro, iniciar no aparecimento das folhas. Em plantas adultas, fazer uma aplicação antes da florada e mais 2 a 3 após a formação do fruto, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias.

AMENDOIM: Iniciar aos primeiros sintomas ou 40-45 dias após o plantio. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias.

BANANA: Iniciar quando as plantas estiverem no estágio de vela, repetindo com intervalos de 7 dias.

CACAU: Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação. Efetuar de 3 a 5 pulverizações, iniciando em março/abril.

CAFÉ: Efetuar de 3 a 5 pulverizações de dezembro a abril. Em viveiros, pulverizações quinzenais.

CITROS: Contra a Podridão peduncular, tratar os frutos destinados ao armazenamento, por imersão. Contra a Rubelose, tratamento de inverno evitando atingir as folhas. Contra a Gomose, preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio/junho. Contra as demais doenças, pulverizar antes e após a florada.

FEIJÃO-VAGEM: Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

FIGO: Iniciar com a brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias.

FUMO: Iniciar no viveiro, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

GOIABA: Sphaceloma psidii. Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias, no período de setembro/dezembro.

MAÇÃ, PÊRA: Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias.

MAMÃO: Pulverizar os frutos desde o início da frutificação, com intervalos de 7 a 14 dias. Adicionar espalhante adesivo à calda.

MANGA: Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

PÊSSEGO: Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias.

SERINGUEIRA: Iniciar no viveiro, aos primeiros sintomas repetindo com intervalos de 7 a 14 dias.

TOMATE: Iniciar as pulverizações nos viveiros, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias. Diminuir os intervalos em épocas favoráveis às doenças.

ROSA E CRAVO: No viveiro, iniciar no aparecimento das folhas. Tratamento preventivo de folhas e caules, principalmente em ambientes úmidos. Repetir com intervalos de 3 a 7 dias.

Obs: Nas doses indicadas em g/100 litros de água, utilizar um volume de calda 500 a 1.000 l/ha, de acordo com o estágio de desenvolvimento das culturas. Em Citros, utilizar um volume de cada 1.000 a 2.000 l/ha e em Banana, 1.000 l/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
Cobre Sandoz BR deve ser utilizado preventivamente, podendo ser aplicado no aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, através de pulverização, utilizando-se equipamentos tratorizados de barra ou costais. Utilizar bicos tipo cone ou equivalente, com pressão de 40 libras/pol2, aplicando um volume de calda conforme recomendado na tabela, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto. A critério do Eng. Agrônomo ou Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas. Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.

LIMITAÇÕES DE USO:

INTERVALO DE SEGURANÇA:Fumo, cravo, rosa: U. N. A. Demais culturas: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto, quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.

Outras restrições a serem observadas: Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de alumínio.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Leia e siga as instruções do rótulo. Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, botas e chapéu. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens vazias do produto. Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 7 dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamento com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações etc. com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas, use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto. Manuseie o produto em local arejado. Evite contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se houver sinais de irritação procure um médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e se persistir a irritação procure um médico levando a embalagem ou o rótulo do produto.

SINTOMAS DE ALARME: Náuseas e vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, anúria, pneumonite química, febre, excitação do sistema nervoso central seguido de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômitos, há absorção gradual e intoxicação sistêmica, podendo ocorrer a morte em poucos dias.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: (informações para uso médico): Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão animal ativado. Penicilamina nos casos agudos e nos crônicos. Transfusão de sangue nos casos graves. Tratamento sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente perigoso ao meio ambiente (CLASSE I)
( ) Muito perigoso ao meio ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
Este produto é Altamente Persistente no meio ambiente;
Este produto é Altamente tóxico para microorganismos de solo;
Este produto é Altamente tóxico para organismos aquáticos;
Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza;
Não utilize equipamento com vazamentos;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’ água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou materiais.
A construção deve ser feita de alvenaria ou de material não comburente;
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO;
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados;
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da ABNT;
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada;
Contate as autoridades competentes e a empresa ATAR DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Utilize equipamentos de proteção individual – EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara para eventuais vapores).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d’ água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL - siga as orientações abaixo:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS
EMBALAGENS VAZIAS OU FRACIONAMENTO / REEMBALAGEM DE PRODUTOS:
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
DESATIVAÇÃO DO PRODUTO:
A desativação do produto é feita:
Trata-se de produto atípico, inorgânico, encontrado na natureza (presente no solo, água, plantas, animais, inclusive) sem necessidade portanto de desativação. Produtos a base de cobre podem ser reprocessados.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPETENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do manejo integrado de doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.



Compatibilidade

Incomp. com TMTD, calda sulfocálcica e carbamatos.