Bula Cuprozeb

acessos
Mancozeb + Oxicloreto de cobre
2108704
Sipcam Nichino

Composição

Mancozeb 440 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)
Oxicloreto de cobre 300 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Iniciar após o florescimento. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Peronospora destructor)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Ascochyta arachidis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 10 - 15 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 10 - 15 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Mancha preta
(Cercospora personata)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 10 - 15 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 10 - 15 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
250 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Podridão da coroa
(Ceratocystis paradoxa)
250 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Quando as plantas estiveres com 15cm e repetir a cada 7 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Quando as plantas estiveres com 15cm e repetir a cada 7 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. niciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Míldio
(Peronospora parasitica)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. niciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
1,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 4 a 5 dias. 21 dias. Efetuar 4 - 5 aplicações de novembro até 60 dias antes da colheita. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 4 a 5 dias. 21 dias. Efetuar 4 - 5 aplicações de novembro até 60 dias antes da colheita. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - 4 a 5 dias. 21 dias. Efetuar 4 - 5 aplicações de novembro até 60 dias antes da colheita. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Peronospora destructor)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Queima das pontas
(Botrytis squamosa)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora carotae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
300 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - - 14 dias. Realizar os tratamentos ao final da queda das pétalas
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
300 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - - 14 dias. Realizar os tratamentos ao final da queda das pétalas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Míldio
(Peronospora parasitica)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Míldio
(Peronospora parasitica)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Feijão vagem Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 21 dias. Iniciar com a brotação, repetir a cada 10-15 dias
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 21 dias. Iniciar com a brotação, repetir a cada 10-15 dias
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Iniciar na fase da dormência e repetir a cada 7 - 14 dias
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Iniciar na fase da dormência e repetir a cada 7 - 14 dias
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 10 a 15 dias. 21 dias. Iniciar após florescimento, repetir a cada 10 - 15 dias
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 6 a 10 dias. 21 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6 - 10 dias. Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. -
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Iniciar na fase da dormência e repetir a cada 7 - 14 dias
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 a 14 dias. 21 dias. Iniciar na fase da dormência e repetir a cada 7 - 14 dias
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Tranzschelia pruni-spinosae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - Do início da queda das folhas até a intumescência das gemas. 21 dias. Realizar tratamento de inverno, iniciando na queda das folhas até a intumescência das gemas
Podridão mole
(Rhizopus stolonifer)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - Do início da queda das folhas até a intumescência das gemas. 21 dias. Realizar tratamento de inverno, iniciando na queda das folhas até a intumescência das gemas
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - Do início da queda das folhas até a intumescência das gemas. 21 dias. Realizar tratamento de inverno, iniciando na queda das folhas até a intumescência das gemas
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - Do início da queda das folhas até a intumescência das gemas. 21 dias. Realizar tratamento de inverno, iniciando na queda das folhas até a intumescência das gemas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Ferrugem
(Puccinia pampeana)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Requeima
(Phytophthora capsici)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha circular
(Mycosphaerella brassicicola)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Míldio
(Peronospora parasitica)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças. Nos viveiros repetir a cada 3 - 5 dias. No campo, repetir a cada 7 dias
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias
Septoriose
(Septoria lycopersici)
200 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 5 a 10 dias. 7 dias. Iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 8 a 10 dias. 21 dias. Iniciar quando os brotos estiverem com 5 - 10 cm e repetir a cada 8 - 10 dias até formação dos frutos
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 8 a 10 dias. 21 dias. Iniciar quando os brotos estiverem com 5 - 10 cm e repetir a cada 8 - 10 dias até formação dos frutos
Cercospora
(Pseudocercospora vitis)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 8 a 10 dias. 21 dias. Iniciar quando os brotos estiverem com 5 - 10 cm e repetir a cada 8 - 10 dias até formação dos frutos
Míldio
(Plasmopara viticola)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 8 a 10 dias. 21 dias. Iniciar quando os brotos estiverem com 5 - 10 cm e repetir a cada 8 - 10 dias até formação dos frutos
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
350 g p.c./100 L de água 500 a 1500 L de calda/ha - 8 a 10 dias. 21 dias. Iniciar quando os brotos estiverem com 5 - 10 cm e repetir a cada 8 - 10 dias até formação dos frutos

- Sacos de polietileno aluminizado, polietileno, celopoli, papel multifoliado, filme de polietileno metalizado com capacidade de 500g; 1kg; 2,5kg; 3kg; 4kg; 5kg; 10kg; 20kg e 50kg.
- Sacos de papel com filme de polietileno; saco de papel com polietileno e alumínio; saco de polietileno; saco celopoli; saco de alumínio com polietileno; saco de papel multifoliado com capacidade de 2 e 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
CUPROZEB é um fungicida de contato para ser usado nas partes aéreas das culturas indicadas.
OBS: Nas doses recomendadas em g/100 L de água, a quantidade de calda aplicada por hectare varia de 500 a 1500 L em função do desenvolvimento vegetativo das plantas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO :
Sendo o CUPROZEB um fungicida preventivo recomenda-se aplicá-lo antes ou logo após os primeiros sintomas das doenças.
-Banana, berinjela, beterraba, cenoura, couve, couve-flor, repolho, brócolis, pimentão e feijão-vagem: iniciar os tratamentos aos primeiros sintomas das doenças.
- Nos viveiros: repetir a cada 3-5 dias.
- No campo: repetir a cada 7 dias.
- Abacate: iniciar após o florescimento e repetir a cada 15 dias.
- Amendoim: iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 10 - 15 dias.
- Batata: iniciar quando as plantas estiverem com 15 cm e repetir a cada 7 – 10 dias.
- Citros: realizar os tratamentos ao final da queda das pétalas.
- Pêssego: realizar tratamento de inverno, iniciando na queda das folhas até a intumescência das gemas.
- Manga: iniciar após florescimento, repetir a cada 10-15 dias.
- Figo: iniciar com a brotação, repetir a cada 10-15 dias.
- Maçã e pêra: iniciar na fase da dormência e repetir a cada 7-14 dias.
- Uva: iniciar quando os brotos estiverem com 5-10 cm e repetir a cada 8-10 dias até formação dos frutos.
- Abóbora, melão, melancia, pepino, feijão, alho e cebola: iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 6-10 dias.
- Tomate: iniciar aos primeiros sintomas e repetir a cada 5-10 dias.
- Café: efetuar 4 - 5 aplicações de novembro até 60 dias antes da colheita.

MODO DE APLICAÇÃO:
Prepara-se a calda juntando-se à dose indicada uma pequena quantidade de água para formar uma pasta. A essa pasta adiciona-se o restante da água necessária. A aplicação é feita via terrestre com pulverizadores tratorizados de barra, com bicos da série X ou D. As pulverizações devem ser a alto volume e providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

VOLUME DE CALDA:
-Abacate, Abóbora, Alho, Amendoim, Banana, Batata, Berinjela, Beterraba, Brócolis, Couve, Couve-flor, Cebola, Cenoura, Feijão, Feijão Vagem, Figo, Maçã, Manga, Melancia, Melão, Pepino, Pêra, Pêssego, Pimentão, Repolho, Tomate ..........................................200g/100L água
-Banana..............................................................................................................250g/100L água
-Café...................................................................................................................1,5-3 Kg/ha
-Citros.................................................................................................................300g/100L água
-Uva....................................................................................................................350g/100L água


INTERVALO DE SEGURANÇA:
-Alho, Batata, Beterraba, Berinjela, Brócolis, Cebola, Cenoura, Couve-flor, Feijão-vagem, Maçã, Melancia, Pepino, Pimentão, Tomate e Uva ..............................................................07 dias
-Abóbora, Amendoim, Citros, Couve, Feijão, Melão, Pêra e Repolho ........................14 dias
-Manga .....................................................................................................................20 dias
-Abacate, Banana, Café, Figo e Pêssego ..................................................................21 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
-Fitotoxicidade: Aplicado nas doses recomendadas, CUPROZEB não é fitotóxico para as culturas indicadas.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de abas largas e botas. Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar, durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos e de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastadas das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de sete dias após a aplicação do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso, se suspeito de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas; use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Manuseie o produto em local arejado. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e, se houver sinais de irritação, procure o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e, se houver sinais de irritação, procure o médico, levando a embalagem ou o rótulo do produto.

SINTOMAS DE ALARME:

DO MANCOZEB: Irritante das mucosas, causando faringite, rinite, laringite, traqueobronquite e conjuntivite. Em contato prolongado com a pele pode causar dermatite. Em caso de ingestão, causa irritação da mucosa gástrica com ardor epigástrico, náuseas e vômitos.

DO OXICLORETO DE COBRE: Náuseas, vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, amnésia, pneumonite química, febre, excitação do sistema nervoso central, seguida de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômito, pode ocorrer absorção gradual e intoxicação sistêmica, podendo ocorrer morte em poucos dias.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (informações para uso médico):

DO MANCOZEB: Esvaziamento estomacal com carvão ativado. Para irritação cutâneo-mucosa, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vasoconstritores por via parenteral.

DO OXICLORETO DE COBRE: Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão animal ativado. Penicilamina, nos casos agudos e crônicos. Transfusão de sangue nos casos graves. Tratamento sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S.A, pelo telefone (Oxx11) 5503-0550 ou telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenado separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita em incinerador rotativo com temperatura variando de 800 a 1200° C.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível comprodutos alcalinos.