Bula Maxim Advanced

CI
Tiabendazol; Metalaxil-M; Fludioxonil
9111
Syngenta

Composição

Tiabendazol 150 g/L
Metalaxil-M 20 g/L
Fludioxonil 25 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum (Podridão basal) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium pallidoroseum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus flavus (Podridão das sementes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium digitatum (Bolor verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus flavus (Podridão das sementes) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cladosporium herbarum (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium pallidoroseum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis sojae (Podridão seca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum graminicola (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Curvularia lunata (Mancha das glumelas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Exserohilum turcicum (Mancha foliar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma sorghina (Queima das glumelas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Barrica - aço, ferro, fibra e plástico - 10; 25; 40; 50; 60; 70; 80; 90; 100; 125; 150; 180; 200; 220; 250; 400; 450; 500; 550L
Bombona - plástico - 3;5;10;20;25;50L
Bulks - fibra e plástico - 1000; 2000; 5000; 10000; 20000L
Bulk - aço, ferro e plástico - 1000;5000;10000;20000L
Farm-pack - fibra e plástico - 200; 220; 250; 400; 420; 450; 500; 550L
Frasco - plástico - 0,25; 0,5 ;1; 2,5; 5; 10; 20L
Tambor - aço, ferro, fibra e plástico - 10; 25; 40; 45; 50; 60; 70; 80; 90; 100; 125; 150; 160; 180; 200; 220; 250; 400; 450; 500; 550L
Tanque - aço, ferro e plástico - 1000 L/kg

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE APLICAÇÃO

Volumes de calda recomendados: Diluir o produto na dose recomendada em água até completar o volume de calda desejado, suficiente para tratar 100 kg de sementes, conforme instruções a seguir:

Arroz e Arroz irrigado: 1500 mL de calda para 100 kg de sementes.

Feijão, Milho, Soja e Sorgo: 500 mL de água/100 kg de sementes. Instruções para preparo da calda:
Passo 1 - Colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2 - Colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3 - Completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda recomendado. Importante: Manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação. Equipamentos de aplicação: Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes: Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson, etc.

Manutenção: Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.

Operação de tratamento de sementes: Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, Arktos Africa, tambores rotativos, betoneiras ou similares:
Passo 1 - Colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - Adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - Proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.

Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 - Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2 - Regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo. Importante: Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação. Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não especificado devido à modalidade de emprego tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

A formulação do MAXIM ADVANCED foi especialmente desenvolvida para o tratamento de sementes. O produto não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas de arroz, arroz irrigado, feijão, milho, soja e sorgo na dose recomendada. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Outras restrições a serem observadas

As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol. As sementes tratadas não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins industriais. Armazenar as sementes tratadas em local seguro, separado de alimentos e rações e fora do alcance de crianças e animais. Após o tratamento das sementes, possíveis sobras do produto devem retornar a embalagem original de MAXIM ADVANCED Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes, recomendam-se cuidados especiais nessa operação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Metalaxyl M Técnico - Reg. 6599
Thiabendazole Técnico - Reg. 9001
Maxim Técnico - Reg. 5897




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