Bula Maxim XL

CI
Metalaxil-M; Fludioxonil
9499
Syngenta

Composição

Metalaxil-M 10 g/L
Fludioxonil 25 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico, Contato

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium spp. (Murcha de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizopus spp (Mofo preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium oxysporum (Podridão basal) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Canola

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Girassol

Dosagem Calda Terrestre
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium aphanidermatum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria spp (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium spp. (Murcha de fusarium) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizopus spp (Mofo preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum truncatum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium pallidoroseum (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phomopsis sojae (Podridão seca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Aspergillus spp (Fungo de pós colheita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum graminicola (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Fusarium moniliforme (Fusariose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Penicillium spp (Fungo de armazenamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pythium aphanidermatum (Tombamento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco (plástico): 1 e 2 L.

Bombona (plástico): 2, 5 e 10 L.

Tambor (plástico): 20, 50, 100,180, 190 e 200 L.

Farm-pack (plástico): 420, 500 e 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de contato de amplo espectro com atividade residual. Tem uma limitada absorção pela semente e uma pequena translocação dentro da plântula. Penetra no tegumento da semente e é sistemicamente translocado para todas as partes da planta durante a germinação. É um fungicida para tratamento de sementes para controle de doenças da semente e do solo que causam damping-off em amendoim, arroz, feijão, girassol, canola, milho, pastagem, soja e em sorgo, conforme as recomendações da bula.

MODO DE APLICAÇÃO

Diluir o produto em um volume de água suficiente para proporcionar a distribuição uniforme do produto nas sementes, em seguida, aplicar esta calda sobre as sementes a serem tratadas. Em geral, considera-se 500 mL de água/100 kg de sementes um bom volume para proporcionar a adequada distribuição do produto, sem aumentar em demasia o teor de umidade das sementes.

Observações quanto aos equipamentos para o tratamento de sementes

1. Tambores rotativos, Máquinas Amazone trans-mix e Betoneiras

Colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento de tratamento e adicionar a dose indicada do produto, agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. O tempo de mistura (agitação) é variável, em função de cada equipamento e da quantidade de sementes e deve ser suficiente para que todo o produto cubra uniformemente as sementes. Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no fundo do equipamento utilizado.

2. Máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes

O tratamento de sementes pode ser realizado com diversos modelos de máquinas que operam com fluxo contínuo de sementes, tais como Foresti, MecMac, Grasmec, Momesso, Gustafson, Mantis, Niklas, entre outras. Observar cuidados especiais com a manutenção, regulagem e limpeza das unidades dosadoras de produtos, principalmente com formulações viscosas, pois restos secos de produtos nessas unidades podem reduzir a capacidade de volume, interferindo na dosagem.

Recomendações quanto à utilização e armazenamento das sementes tratadas

- Para o armazenamento das sementes tratadas, utilize somente sacos de papel.
- Não deixe as sementes tratadas expostas ao sol.
- Sempre regule e afira a semeadeira com as sementes já tratadas.
- As semeadeiras devem ser limpas periodicamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta desta manutenção pode alterar o fluxo das sementes na semeadura e o mesmo provocar bloqueio do equipamento.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Outras restrições a serem observadas:
As sementes tratadas não podem ser usadas para a alimentação humana ou animal e nem para a extração de óleo ou de outros derivados.
O fabricante não responde por danos que decorram do armazenamento inadequado, do emprego desapropriado do produto ou da inobservância das prescrições recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A1 e E2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO A1 FUNGICIDA
GRUPO E2 FUNGICIDA

O produto é composto por Metalaxil-M e Fludioxonil, que apresentam mecanismos de ação na síntese de ácidos nucleicos e na transdução de sinal, pertencentes ao grupo A1 e E2, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.




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