Bula Manzate WG - UPL

Bula Manzate WG

acessos
Mancozeb
109009
UPL

Composição

Mancozebe 750 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida, Acaricida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Protetor

Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
1,9 a 2,5 kg p.c./ha 20 L de calda/ha (UBV) 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações preventivamente visando uma boa cobertura das folhas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 4 a 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis a doença 7 dias Iniciar as aplicações aos 10 a 15 dias após a emergência ou antes, em condições altamente favoráveis a doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 4 a 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis a doença 7 dias Iniciar as aplicações aos 10 a 15 dias após a emergência ou antes, em condições altamente favoráveis a doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 05 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 21 dias Aplicar para controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, nos períodos de novembro a março ou dezembro a abril
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4 a 6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio de 4 a 6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 11 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações 30 dias a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura, conforme o monitoramento da praga 14 dias Realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano, semanais, a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda / planta - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda / planta - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalos de 10 dias 14 dias Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 05 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 a 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 05 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 a 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 05 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 a 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
2 a 3 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 05 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 a 15 dias 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda / planta - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda / planta - Realizar no máximo 7 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda / planta - Realizar no máximo 03 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo-se a intervalos de 15 dias 20 dias Iniciar as aplicações no florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações logo após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações logo após o transplante
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações logo após o transplante
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 350 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura, repetindo a intervalos de 5 – 7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis à doença 7 dias Iniciar as aplicações no início da brotação

Balde Metálico/Plástico - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 24; 25 Kg
Balde de Polietileno - 10 kg
Balde de Fibra - 5,0; 10; 15; 20; 25 kg
Big-Bag de Plástico - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1 000 kg
Caixa de Papelão - 0,2; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2 kh
Contentor Intermediário (IBC) de Papelão/Plástico/Metálico/Fibra - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900 1 000 kg
Saco de Papelão - 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Hidrossolúvel (acondicionado em sacos aluminizados) - 0,20; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10 kg
Saco Aluminizado/Poliester - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 25 kg
Saco Metálico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 15; 20; 25; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 9,0; 11; 0; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco de Papel Revestido com Polietileno - 10; 25 kg
Saco de Polietileno/Papel Revestido com Polietileno (acondicionados em caixa ou barrica de papelão) - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 20; 24; 25; 50 kg
Saco de Papel - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Tambor Metálico/Fibra/Plástico - 5,0; 10; 15; 25 kg
Tamborete de Fibra - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg

Em todas as indicações de uso, adicionar adjuvantes na calda de pulverização nas doses recomendadas pelo fabricante, para proporcionar uma melhor cobertura do produto nos cultivos.

MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações gerais:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do café, citros, maçã, manga e uva: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar ou aplicador auxiliar tipo pistola. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de calda menores que o sugerido (em L/ha), fixar a quantidade de produto por hectare e reduzir somente o volume de água, de modo a concentrar a calda e manter a concentração de Manzate WG na área. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via terrestre para a cultura da Banana: Deve-se utilizar pulverizador montado tipo canhão, com assistência de ar. As mesmas recomendações para aplicação em Citros devem ser seguidas, como tamanho de gotas, velocidade de aplicação e cuidados com deriva.
No caso da Banana as aplicações devem ser feitas em ultra baixo volume, havendo uma diluição prévia do produto em pequena quantidade de água, adicionando-se adjuvante emulsificante na dose recomendada pelo fabricante e 5 litros de óleo agrícola. Completar com água até atingir um volume recomendado de aproximadamente 20 litros de calda por hectare.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de Manzate WG. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Banana.........................................................07 dias
Batata..........................................................07 dias
Café.............................................................21 dias
Cebola..........................................................07 dias
Cenoura........................................................07 dias
Citros...........................................................14 dias
Feijão...........................................................14 dias
Maçã............................................................07 dias
Manga..........................................................20 dias
Tomate.........................................................07 dias
Uva..............................................................07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Manzate WG não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropônico ou em vasos ou outros recipientes.
Manzate WG é mais efetivo somente quando aplicado preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença.
Manzate WG não deve ser aplicado por meio de sistemas de irrigação.
Manzate WG não deve ser usado em plantas ornamentais.
Manzate WG não deve ser utilizado em desacordo com as instruções do rótulo e bula.
Manzate WG não deve ser aplicado em culturas danificadas devido ao "stress" resultante da seca, excesso de água, deficiência nutricional ou ataques de pragas, ou outros fatores.
Manzate WG não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordalesa ou sulfocálcia e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema,

O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M03 FUNGICIDA

O produto fungicida Manzate WG é composto por Mancozebe, que apresenta mecanismo de ação de contato multissítio, pertencente ao Grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.