Bula Manzate WG

acessos
Mancozeb
109009
UPL

Composição

Mancozeb 750 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Protetor
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a aplicação a intervalos de 4-7 dias. Utilizar o intervalo menor em condições altamente favoráveis às doenças. Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a aplicação a intervalos de 4-7 dias. Utilizar o intervalo menor em condições altamente favoráveis às doenças. Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura. 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
4 a 5 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar 5 aplicações mensais. 21 dias. Nos períodos de novembro a março ou dezembro a abril. Dar preferência ao primeiro período, em anos de baixa produção e ao segundo período, em anos de alta produção. Utilizar a maior dose sob condições mais favoráveis à doença
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a aplicação a intervalos de 7 dias. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a aplicação a intervalos de 7 dias. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Repetindo a aplicação a intervalos de 7 dias. Em condições favoráveis à doença, utilizar a maior dose. Utilizar, no máximo, 33 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 11 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 06 aplicações. 14 dias. Realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Adicionar 0,5% de óleo mineral
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 6 aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 6 aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
200 a 250 g p.c./100 L de água 5 a 15 L de calda / planta - Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias. Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 6 aplicações. 14 dias. Primeira aplicação no início do florescimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo aplicação a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 05 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo aplicação a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 05 aplicações. 14 dias Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo aplicação a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 05 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Mancha de alternaria
(Alternaria alternata)
2 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo aplicação a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença. Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 05 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 7 dias. Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 07 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c./100 L de água 0,5 a 2 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 7 dias. Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 07 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 g p.c./100 L de água 3 a 15 L de calda / planta - Repetindo a intervalos de 15 dias. Utilizar, no máximo, 50 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 03 aplicações. 20 dias. Iniciar as aplicações no florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após o transplante
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após o transplante
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 200 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações logo após o transplante
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
250 a 350 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. Utilizar, no máximo, 42 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. Utilizar, no máximo, 42 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
250 a 350 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. Utilizar, no máximo, 42 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação
Podridão amarga
(Greeneria uvicola)
250 a 350 g p.c./100 L de água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetindo a intervalos menores e doses maiores em condições mais favoráveis para as doenças. Utilizar, no máximo, 42 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações. 7 dias. Iniciar as aplicações no início da brotação

Balde Metálico/Plástico - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 20; 24; 25 Kg
Balde de Polietileno - 10 kg
Balde de Fibra - 5,0; 10; 15; 20; 25 kg
Big-Bag de Plástico - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1 000 kg
Caixa de Papelão - 0,2; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2 kh
Contentor Intermediário (IBC) de Papelão/Plástico/Metálico/Fibra - 100; 200; 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900 1 000 kg
Saco de Papelão - 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Hidrossolúvel (acondicionado em sacos aluminizados) - 0,20; 0,05; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10 kg
Saco Aluminizado/Poliester - 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 15; 25 kg
Saco Metálico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 9,0; 10; 11; 15; 20; 25; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,2; 1,5; 2,0; 3,0; 9,0; 11; 0; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Saco de Papel Revestido com Polietileno - 10; 25 kg
Saco de Polietileno/Papel Revestido com Polietileno (acondicionados em caixa ou barrica de papelão) - 1,0; 2,0; 5,0; 10; 20; 24; 25; 50 kg
Saco de Papel - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 40; 41; 43; 50; 60; 70 kg
Tambor Metálico/Fibra/Plástico - 5,0; 10; 15; 25 kg
Tamborete de Fibra - 9,0; 11; 15; 20; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; 70 kg

Instruções de Uso :
Manzate WG é um fungicida protetor, recomendado para controle de fungos patogênicos em diversas culturas:
Batata: Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência ou antes, em condições muito favoráveis para as doenças, repetindo a intervalos de 4-7 dias. Utilizar o intervalo menor em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas. Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cuttura. Realizar no máximo 12 aplicações durante o ciclo da cultura.
Café: Para o controle preventivo da doença em cafeeiro adulto, realizar 5 aplicações mensais, nos períodos de novembro a março ou dezembro a abril. Dar preferência ao primeiro período, em anos de baixa produção e ao segundo período, em anos de alta produção. Utilizar a maior dose sob condições mais favoráveis à doença.
Utilizar, no máximo, 25 kg/ha por ciclo da cultura, ou 5 aplicações.
Cebola: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 7 dias.
Utilizar, no máximo, 36 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações.
Cenoura: Iniciar a as aplicações 30 dias após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo a intervalos de 7 dias. Em condições favoráveis à doença, utilizar a maior dose.
Utilizar, no máximo, 33 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 11 aplicações.
Citros:(Ácaro da falsa ferrugem) Realizar inspeções freqüentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a partir de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas e/ou frutos for observada infestação de um ou ácaros. Adicionar 0,5% de óleo mineral.
Citros: Realizar quatro aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repetindo as outras três aplicações a intervalos de dez dias.
Utilizar, no máximo, 20 kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 06 aplicações.
Feijão: Iniciar as aplicações aos 25 dias de emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a intervalos de 10-15 dias, num total de 3 a 5 aplicações. Utilizar a maior dose e menor intervalo em condições favoráveis à doença.
Utilizar, no máximo, 15 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 05 aplicações.
Maçã: Iniciar as aplicações no estádio fenológico C (pontas verdes), repetindo a intervalos de 7 dias. Utiilzar, no máximo, 20 Kg/ha por safra da cultura, ou seja, realizar no máximo 07 aplicações.
Manga:Iniciar as aplicações no florescimento, repetindo se a intervalos de 15 dias.
Utilizar, no máximo, 50 kglha por ciclo da cultura, ou seja,realizar no máximo 03 aplicações.
Tomate: Iniciar as aplicações logo após o transplante, repetindo a intervalos de 5-7 dias, utilizando o menor intervalo em condições altamente favoráveis às doenças. As aplicações devem ser sempre preventivas.
Utilizar, no máximo, 36 kglha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações.
Uva:Iniciar as aplicações no início da brotação, repetindo a intervalos menores e doses maiores em condições favoráveis para as doenças.
Utilizar, no máximo, 42 kg/ha por ciclo da cultura, ou seja, realizar no máximo 12 aplicações.
Observações: Por ser um fungicida de contato, o Manzate®WG deve ser aplicado preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença, e em suficiente quantidade de água para uma adequada e uniforme cobertura da parte aérea das plantas.
Os volumes de aplicação são variáveis em função do porte e arquitetura das plantas.
Modo de aplicação:
a) Aplicação terrestre:
Equipamentos: pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator, atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga.
Bicos: cone, como XH4 ou 02-13. Altura da barra: deve permitir boa cobertura da parte aérea.
Volume de aplicação: conforme instruções de uso.

Para citros, usar atomizador costal ou tratorizado, ou pistola de aplicação. Usar pressão de 200 a 250 Ib/poI2, bico tipo cônico com difusor nos atomizadores. Aplicar volume necessário para completar cobertura de todas as partes da planta. Aplicar até o ponto de escorrimento.

Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, esses devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas.
b) Aplicação aérea:

Equipamentos: barra com bicos ou bicos rotativos (Micronair).
Bicos: teejet cone vazio, pontas D6 a D12
Altura de vôo: 2 a 5 m sobre a cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15-20 m.
Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de vento de 10 a 15 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Ângulo da pá: deve ser ajustado em função da gota desejada, respeitando-se as condições de vento, temperatura e umidade relativa.

Preparo da calda:
Fazer uma pré-mistura em um balde, adicionando a quantidade recomendada de Manzate®WG até obter uma pasta homogênea. Adicionar a pré-mistura no tanque pulverizador com metade de sua capacidade com água limpa, e completar o volume mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.

Lavagem do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1.Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule elo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4.Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLlCADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 um). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas, podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICAÇÃO DE GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDiÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Ver instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas Técnicas Gerais
Volume:usar bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).
Pressão: usar a menor pressão indicada para cada bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USAR BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: usar o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Preferencialmente, usar bicos de baixa deriva.
Altura da barra - Aplicações tratorizadas
Regular a altura da barra para a menor altura possível a fim de obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos

O potencial de deriva varia em função da velocidade do vento (ventos com velocidade superior a 10 km/h ou situações em que a ausência de ventos ocasione a inversão térmica, aumentam o potencial de deriva). Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS. NO CASO DE APLICAÇÃO AÉREA NÃO APLICAR EM CONDiÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade
Evitar aplicações em condições extremas de temperatura e umidade. Regular o equipamento para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.

Inversão térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Chuva
Manzate®WG age na superfície das plantas, devendo ser aplicado com adjuvante para maior cobertura e permanência.
Armazenamento:
Mantenha o produto em sua embalagem original fechada, longe de fertilizantes, alimentos, e ração animal. Nunca permita que o produto entre em contato com umidade durante o armazenamento. Isso poderá levar a alterações químicas que poderão reduzir sua eficiência e produzir vapores que poderão ser inflamáveis.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Batata 07dias
Café 21 dias
Cebola 07dias
Cenoura 07dias
Citros 14 dias
Feijão 14 dias
Maçã 07 dias
Manga 20 dias
Tomate 07 dias
Uva 07 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATA AS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Manzate WG não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropôníco ou em vasos ou outros recipientes.
Manzate WG é mais efetivo somente quando aplicado preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença.
Manzate WG não deve ser aplicado por meio de sistemas de irrigação.
Manzate WG não deve ser usado em plantas ornamentais.
Manzate WG não deve ser utilizado em desacordo as instruções do rótulo e bula.
Manzate WG não deve ser aplicado em culturas danificadas devido ao "stress" resultante da seca, excesso de água, deficiência nutricional ou ataques de pragas, ou outros fatores.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR lEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costa!.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão ihidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; máscara com filtro mecânico classe P2, botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso
durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais,
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação,
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão e luvas,
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto,
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto,
Não reutilizar a embalagem vazia,
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto,
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômib Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comeL
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho,
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE
Informações Médicas
Grupo químico Alquilenobis (ditiocarbamato)
Classe Toxicológica III - Medianamete Tóxico
Mecanismos de toxicidade: As formulações contendo mancozebe tem ação irritante para pele, trato respiratório e olhos.
Vias de absorção : É absorvido por via respiratória, oral e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos:
Exposição dérmica: pode causar irritação da pele, prurido, eritema,
dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória: pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas,
Exposição ocular: pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras,
Exposição oral: pode causar irritação da mucosa do trato gastro- intestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vômitos.
Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.
Metabolismo e Toxicocinética
Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).
Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal.
Tratamento
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2.Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 9 de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência vetilatória, se necessário. Monitorar a oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG. Amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
Contra-indicações:O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção:As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Telefone de emergência da Du Pont do Brasil: 0800.701.0109

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE II)
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível
. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Instruções em caso de acidentes

Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

•Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

•Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
•LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem ( lavagem manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ~ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;

Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Armazenamento da embalagem vazia

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXíVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
Armazenamento da embalagem vazia
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas ¬modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
Armazenamento da embalagem vazia

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuano, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Transporte

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

• DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os principios e medidas disponiveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema,

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência, O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
•Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex, Resistência genética, controle cultural, biológico, etc,) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponiveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais
para o manejo de resistência,

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.