Bula Score - Syngenta
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,046 (0,55%)
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Bula Score

Difenoconazol
2894
Syngenta

Composição

Difenoconazol 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Sphaceloma perseae (Verrugose)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Álamo

Calda Terrestre Dosagem
Melampsora medusae (Ferrugem do álamo)

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Septoria lactucae (Septoriose)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)
Sphaceloma arachidis (Verrugose)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris oryzae (Mancha parda)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora beticola (Cercosporiose)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora coffeicola (Olho pardo)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Bipolaris incurvata (Mancha púrpura)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria brassicae (Mancha preta)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Puccinia horiana (Ferrugem branca)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Erysiphe polygoni (Oídio)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Girassol

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria helianthi (Mancha de alternaria)
Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Entomosporium mespili (Entomosporiose)
Podosphaera leucotricha (Oídio)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Asperisporium caricae (Varíola)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose)
Exserohilum turcicum (Mancha foliar)
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)

Morango

Calda Terrestre Dosagem
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pêssego

Calda Terrestre Dosagem
Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora capsici (Cercospora)

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Cercospora spp (Cercosporiose)
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros)
Puccinia horiana (Ferrugem branca)
Puccinia pelargonii-zonalis (Ferrugem)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum dematium (Antracnose)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Phomopsis sojae (Podridão seca)
Septoria glycines (Mancha parda)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Elsinoë ampelina (Antracnose)
Pseudocercospora vitis (Cercospora)
Uncinula necator (Oídio)

Frasco Plástico: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Lata de fibra ou metal: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Bombona de Plástico: 5, 10, 20 L, 100L, 180L, 200L e 220L;
Balde metálico: 20 L;
Bandeja plástica de polipropileno ou poliestireno: 1 L;
Farm pack de plástico: 420, 640 e 1000 L;
Tambor metálico: 100L, 180L, 200L, 220L;
Bag in Box: 5L, 10L, 20L, 100L, 180L, 200L, 220L e 1000L.

INSTRUÇÕES DE USO

SCORE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis.

MODO DE APLICAÇÃO

SCORE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Aplicação terrestre:
Volumes de calda recomendados para aplicação terrestre:
Arroz; Amendoim; Feijão; Girassol; Milho; Morango; Soja; Café (Viveiro): 100 a 200 L de calda/hectare;
Abobrinha; Alface; Algodão; Alho; Batata; Beterraba; Berinjela; Cebola; Cenoura; Couve-flor; Ervilha; Melancia; Melão; Pimentão; Rosa: 200 a 400 L de calda/hectare;
Pepino: 200 a 500 L de calda/hectare;
Mamão, Maracujá; Tomate envarado; Uva: 200 a 800 L de calda/hectare;
Abacate; Álamo; Banana; Citros; Coco; Manga: 500 a 1.000 L de calda/hectare;
Pêssego: 800 a 1.300 L de calda/hectare;
Maçã: 800 a 1.500 L de calda/hectare.
Equipamentos:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm². A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

Aplicação aérea:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm². A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).
Parâmetros para Aplicação Aérea:
As pulverizações aéreas de Score nas culturas de soja, girassol, milho, arroz, amendoim, álamo e banana devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.
Volume de aplicação:
- Banana: 15 L/ha;
- Arroz, amendoim, girassol, milho e soja: 20 a 50 L/ha;
- Álamo: 40 L/ha.
Observações:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
- Para a cultura da Banana, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha: Dose de Score recomendada 5 litros de óleo mineral 220 mL de surfactante foliar. Completar com água até o volume de 15 L. Não utilizar Score em mistura só com óleo.
Crisântemo e Plantas Ornamentais: A dose recomendada do SCORE deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda ao redor de 600 a 1000 l/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas.
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
1. Volume de calda: 600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm. 3.
Pressão de máxima na saída do bico de pulverização: 100 psi.
4. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
5. Evitar escorrimento pelas folhas.

EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO

Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA

Abacate, alface, alho, coco, couve-flor, ervilha, girassol, maracujá: 14 dias
Abobrinha, berinjela, beterraba, mamão, melancia, melão, pimentão, tomate: 3 dias
Álamo, Crisântemo, Plantas ornamentais e Rosa: Uso não alimentar
Algodão, uva: 21 dias
Amendoim: 22 dias
Arroz: 45 dias
Banana, batata, cebola, citros, manga: 7 dias
Café (viveiro de mudas): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Cenoura: 15 dias
Feijão: 25 dias
Maçã: 5 dias
Milho, soja: 30 dias
Morango, pepino: 1 dia
Pêssego: 10 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas. Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
Outras restrições a serem observadas:
Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto SCORE é composto por Difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores de demetilação - DMI, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).