Bula Score

acessos
Difenoconazole
2894
Syngenta

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no florescimento pleno
Verrugose
(Sphaceloma perseae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no florescimento pleno
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
14 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
21 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Uso não alimentar. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
20 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Deverá ser aplicado quando do surgimento dos primeiros sintomas da doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre por volta dos 30 dias após a semeadura
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, totalizando um máximo de até 3 aplicações. 22 dias. O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomandose como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da doença. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, totalizando um máximo de até 3 aplicações. 22 dias. O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomandose como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da doença. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, totalizando um máximo de até 3 aplicações. 22 dias. O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomandose como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da doença. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar 1 aplicação para o controle da mancha-parda, imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas. 45 dias. Realizar 1 aplicação para o controle da mancha-parda, imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,2 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 7 dias. O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka-amarela que corresponde ao período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a Março)
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) 14 - 21 dias. 7 dias. O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka-amarela que corresponde ao período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a Março)
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença na cultura, totalizando um máximo de até 4 aplicações. 7 dias. O tratamento deve ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, preventivamente tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Pinta preta
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que normalmente corresponde aos 30 dias após o transplante das mudas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
40 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as pulverizações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por volta dos 20 dias após a semeadura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
35 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 14 dias. ntervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Iniciar as aplicações preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Em lavouras originárias de mudas, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 50 dias após o transplante das mudas. Em lavouras originárias de bulbinhos, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 30 dias após o plantio dos mesmos, ou nos primeiros sinais da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre dos 15 aos 30 dias após a emergência da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem no estágio de palito de fósforo
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Fazer uma única aplicação quando as plantas estiverem no estágio de botão floral
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Bipolaris incurvata)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Alternaria brassicae)
20 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe polygoni)
15 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - 15 dias. 25 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - 15 dias. 25 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria helianthi)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Realizar no máximo 8 aplicações com o Score por ano. 5 dias. O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Realizar no máximo 8 aplicações com o Score por ano. 5 dias. O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Realizar no máximo 8 aplicações com o Score por ano. 5 dias. O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
30 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores
Oídio
(Oidium mangiferae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 500 a 100 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 7 dias. Aplicar no início da floração
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento)
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicar no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento)
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento)
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
40 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre entre 20 e 30 dias, após o transplantio das mudas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
10 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 10 dias. 1 dia. Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
30 mL p.c./100L água 800 a 1300 L de calda/ha - 7 dias. 10 dias. Iniciar as aplicações de Score preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercospora
(Cercospora capsici)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
80 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). 30dias. Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação 30 dias. Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem). 30 dias. Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto quando as plantas apresentarem até 20% de área foliar atacada, examinando-se as duas faces da folha
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Tomate envarado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura
Septoriose
(Septoria lycopersici)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
8 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças
Cercospora
(Pseudocercospora vitis)
12 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças
Oídio
(Uncinula necator)
12 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças

Frasco Plástico: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Lata de fibra ou metal: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Bombona de Plástico: 5, 10, 20 L, 100L, 180L, 200L e 220L;
Balde metálico: 20 L;
Bandeja plástica de polipropileno ou poliestireno: 1 L;
Farm pack de plástico: 420, 640 e 1000 L;
Tambor metálico: 100L, 180L, 200L, 220L;
Bag in Box: 5L, 10L, 20L, 100L, 180L, 200L, 220L e 1000L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SCORE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis.

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES:
Vide “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO E ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- ABACATE: Iniciar as aplicações no florescimento pleno; reaplicar em intervalos de 14 dias até que os frutos atinjam cerca de 5 cm de diâmetro. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por ano.

- ABOBRINHA: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações a cada 10 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por safra.

- ÁLAMO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 30 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.

- ALFACE: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias, desde que as condições estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações com o Score por safra.

- ALGODÃO: Para o controle da mancha da Ramularia, SCORE deverá ser aplicado quando do surgimento dos primeiros sintomas da doença, devendo ser reaplicado em intervalo de 10 a 15 dias. Fazer no máximo 3 aplicações do produto por ciclo da cultura, utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações.

- ALHO: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre por volta dos 30 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença: chuva e alta temperatura. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por safra.

- AMENDOIM: O tratamento deverá ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorr��ncia da Mancha-castanha, da Mancha-preta e Verrugose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura, totalizando um máximo de até 3 aplicações. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.

- ARROZ: Realizar 1 aplicação para o controle da mancha-parda, imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas.

- BANANA: O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka-amarela que corresponde ao período de outubro a maio, nas condições da região Centro-Sul ou preferencialmente no período de maior infecção (Dezembro a Março), com intervalos médios de 30 dias para Sigatoka-amarela e 14-21 dias para Sigatoka-negra dependendo da pressão da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por ano.

- BATATA: O tratamento deve ser iniciado independentemente do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura, preventivamente tomando-se como base o aparecimento dos primeiros sinais de ocorrência da Pinta-preta. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção da doença na cultura, totalizando um máximo de até 4 aplicações. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.

- BERINJELA: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que normalmente corresponde aos 30 dias após o transplante das mudas. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por safra.

- BETERRABA: Iniciar as pulverizações logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por volta dos 20 dias após a semeadura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 5 aplicações com o Score por safra.

- CAFÉ (Viveiro de mudas): Iniciar as aplicações preventivamente quando as primeiras lesões da doença aparecerem. Continuar com as aplicações em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.

- CEBOLA: Em lavouras originárias de mudas, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 50 dias após o transplante das mudas. Em lavouras originárias de bulbinhos, iniciar as aplicações quando a cultura atingir 30 dias após o plantio dos mesmos, ou nos primeiros sinais da doença. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença: chuva e alta temperatura. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por safra.

- CENOURA: Iniciar as pulverizações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença, o que geralmente ocorre dos 15 aos 30 dias após a emergência da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que houver condições favoráveis ao desenvolvimento da doença: chuva e alta temperatura. Realizar no máximo 8 aplicações com o Score por safra.

- CITROS: Para o controle da Verrugose, fazer uma única aplicação quando as plantas estiverem no estágio de botão floral. Para o controle da Podridão-floral-dos citros, iniciar as aplicações quando as plantas estiverem no estágio de palito de fósforo. Repetir aplicação após 15 dias, se as condições climáticas forem favoráveis à doença.

- COCO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por ano.

- COUVE-FLOR: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 7 dias. Realizar no máximo 5 aplicações com o Score por safra.

- ERVILHA: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas; reaplicar a cada 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por safra.

- FEIJÃO: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 14-15 dias, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis aos patógenos. Realizar no máximo 3 aplicações com o Score por safra.

- MAÇÃ: O tratamento deve ser iniciado preferencialmente quando a cultura apresentar 50% (Cinquenta porcento) das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C", antes da infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Reaplicar sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura. Deve-se observar e ficar alerta quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças. Realizar no máximo 8 aplicações com o Score por ano.

- MAMÃO: Iniciar as aplicações no início da formação dos frutos; reaplicar a cada 7-10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por ano.

- MANGA: Para o controle do oídio e da antracnose, deve-se iniciar as aplicações logo após o intumescimento das gemas florais ou antes da abertura das flores, reaplicando-se a cada 14 dias, prosseguindo-se até que os frutinhos estejam formados. Utilizar a menor dose durante as primeiras aplicações, visando o controle do oídio e, em seguida, continuar com a maior dose visando-se o controle da antracnose. Realizar no máximo 3 aplicações com o Score por ano.

- MARACUJÁ: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando-se a cada 15 dias, caso as condições climáticas estejam favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por ano.

- MELANCIA e MELÃO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma. Realizar no máximo 4 aplicações com o Score por safra.

- MORANGO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre entre 20 e 30 dias, após o transplantio das mudas. Repetir as aplicações a cada 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por safra.

- PEPINO: Iniciar as pulverizações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir as aplicações a cada 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 5 aplicações com o Score por safra.

- PÊSSEGO: Iniciar as aplicações de SCORE preventivamente, desde o início do desenvolvimento dos frutos, seguindo intervalo de aplicação de 7 dias. Fazer no máximo 4 aplicações no ciclo desde a florada até a maturação, utilizando produtos de modo de ação diferente caso sejam necessárias mais pulverizações.

- PIMENTÃO: Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, o que geralmente ocorre por cerca de 30 dias após o transplante. Repetir as aplicações a cada 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por safra.

- ROSA: Iniciar as aplicações quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento, repetindo em intervalos de 7 dias, sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças.

- SOJA:
a) Antracnose, Phomopsis-da-semente, Mancha-parda e Crestamento foliar: Realizar uma única aplicação quando a cultura apresentar as vagens no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem).
b) Oídio: Aplicar o produto quando as plantas apresentarem até 20% de área foliar atacada, examinando-se as duas faces da folha.
c) Ferrugem: Para o controle da Ferrugem realizar a 1a. aplicação de forma preventiva no estádio fenológico R 3 (início da formação das vagens); reaplicar em intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou reaplicar no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato - o equivalente a 10% da granação).

- TOMATE ENVARADO: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas das doenças, que pode ocorrer em qualquer estágio de desenvolvimento da cultura. Repetir as aplicações a cada 7 dias sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças: chuvas e altas temperaturas. Realizar no máximo 3 aplicações com o Score por safra.

- UVA: Iniciar as aplicações quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (Oídio, Antracnose, Mancha-das-folhas). Repetir as aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que houver condições favoráveis às doenças. Realizar no máximo 6 aplicações com o Score por ano.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada para cada cultura deverá der diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas conforme o seu desenvolvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento, com uma cobertura no alvo no mínimo de 70 gotas/cm2 e com gotas de tamanho médio, diâmetro mediano volumétrico (DMV) variando entre 200 a 400 ?m.
O equipamento de pulverização por via terrestre deverá ser adequado para cada tipo de cultura e de acordo com a sua forma de cultivo, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador; ou tratorizado com barra:

1) Costal Manual
Bico recomendado: Jato Cônico Vazio ou Leque e Pressão: 20 psi (1,5 Bar) a 60 psi (4 Bar)

2) Costal Motorizado
Bico recomendado: Disco de Restrição e Pressão: Gravidade ou Sucção

3) Turbo Atomizador tipo canhão
Bico recomendado: Jato Cônico vazio e Pressão: 45 psi (3 Bar) a 75 psi (5 Bar)

4) Estacionário/Pistola Jato
Bico recomendado: Cônico Vazio e Pressão: 60 psi (4 Bar) a 100 psi (7 Bar)

5) Tratorizado com Barra
Bico recomendado: Jato Leque ou cônico vazio e Pressão: 30 psi (2 Bar) a 80 psi (6 Bar)

6)Aplicação Aérea
Bico recomendado: Cônico Vazio ( D/45) e Pressão: 15 psi (1 bar) a 45 psi (3 Bar)

VOLUMES DE CALDA RECOMENDADOS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE:
Volume (L/ha) Culturas
100 a 200 Arroz; Amendoin; Feijão; Morango; Soja; Café (Viveiro)
200 a 400 Abobrinha; Alface; Algodão; Alho; Batata; Beterraba; Berinjela; Cebola; Cenoura; Couve-flor; Ervilha; Melancia; Melão; Pimentão; Rosa
200 a 500 Pepino
200 a 800 Mamão; Maracujá; Tomate envarado; Uva
500 a 1.000 Abacate; Álamo; Banana; Citros; Côco; Manga
800 a 1.300 Pêssego
800 a 1.500 Maçã

PARÂMETROS PARA APLICAÇÃO AÉREA:
- As pulverizações aéreas de Score nas culturas de soja, arroz, amendoim, álamo e banana devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.
- Volume de aplicação: Banana: 15 L/ha; Arroz, amendoim e soja: 20 a 50 L/ha; Álamo: 40 L/ha.
- Largura da Faixa de aplicação: 15 m (Ipanema, Pawnne e Agwagon)
- Altura de Vôo: 2 a 4 m do alvo.
- Bicos recomendados: Barra com 37 bicos da Série D/45 com ângulo de 90 a 135° ou Atomizador Micronair 6 a 8 cabeças, com ângulo das pás a 55 - 65º
- Tamanho das gotas: Diâmetro mediano volumétrico (DMV) de 200 a 400 micrometros.
- Cobertura no alvo: Acima de 30 gotas/cm².
- Condições meteorológicas:
a) Temperatura: < 30º C;
b) Umidade Relativa do ar: >55%;
c) Velocidade do vento: Mínimo de 3,0 km/h e Máximo de 10 km/h..

OBSERVAÇÕES:
-Evitar as condições de inversão térmica.
-Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micromair”.
-Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomenda-se gotas menores e volumes maiores.
-Os parâmetros acima são válidos para aeronaves modelo Ipanema ou similares. Para adaptações ou outras aeronaves agrícolas, consultar o departamento de Suporte ao Mercado da Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
-Para a cultura da Banana, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
-Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha:
-Dose de Score recomendada + 5 litros de óleo mineral + 220 ml de surfactante foliar. Completar com água até o volume de 15 L.
-Não utilizar Score em mistura só com óleo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacate 14 dias
Abobrinha 3 dias
Álamo UNA = uso não alimentar
Alface 14 dias
Algodão 21 dias
Alho 14 dias
Amendoim 22 dias
Arroz 45 dias
Banana 7 dias
Batata 7 dias
Berinjela 3 dias
Beterraba 3 dias
Café Não determinado devido à modalidade de emprego
Cebola 7 dias
Cenoura 15 dias
Citros 30 dias
Coco 14 dias
Couve-flor 14 dias
Ervilha 14 dias
Feijão 25 dias
Maçã 5 dias
Mamão 3 dias
Manga 7 dias
Maracujá 14 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Morango 1 dia
Pepino 1 dia
Pêssego 10 dias
Pimentão 3 dias
Rosa UNA = uso não alimentar
Soja 30 dias
Tomate 14 dias
Uva 21 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico.
- Outras restrições a serem observadas: Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivo agrícola. Não transporte o produto junto com alimento, medicamento, animais e pessoas. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use equipamento de proteção individual.
-Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas impermeáveis. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas impermeáveis, e botas e máscara de carvão ativado descartável com filtro para solventes orgânicos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use equipamento de proteção individual. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas impermeáveis e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separadamente das roupas normais.

PRIMEIROS SOCORROS: em caso de ingestão: Não provoque vômito, beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. em caso de contato com os olhos: Lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
·em caso de contato com a pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. em caso de inalação: Procure local arejado. Se houver sinais de intoxicação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

SINTOMAS DE ALARME: Não específicos.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Não há antídoto específico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Administrar via oral 1 ou 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGÊNCIA: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - telefone de emergência: 0800-160210.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção: O Difenoconazole é absorvido pelo trato intestinal, rapidamente metabolizado e eliminado. Não foram detectadas acumulações do composto nos tecidos ou nos produtos animais. Em estudo com ratos, onde o Difenoconazole radiomarcado foi administrado oralmente via gavagem, a recuperação do material radiomarcado foi de mais de 98%. A maioria (mais de 78% em todos os grupos) foi encontrada nas fezes. O composto foi praticamente eliminado em 96 horas. A metabolização do composto inclui hidrólise do cetal, seguida pela redução da cetona ao álcool correspondente, hidroxilaçãodo anel fenil (externo) (3 metabólitos), e alguma separação entre o fenil e o anel triazol, produzindo triazol livre e o ácido carboxílico derivado do éter difenílico.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

DADOS AGUDOS: Toxicidade aguda oral (ratos): LD50 = 2.470 mg/kg. Toxicidade aguda dérmica (ratos): LD50 > 4.000 mg/kg. Irritabilidade ocular (coelhos): Irritante. Em aplicação nos olhos de coelhos sem lavagem posterior, provocou irite, opacidade da córnea, inflamação das mucosas oculares (hiperemia, quemose e secreção), irreversíveis até o 7º dia e com presença de pannus em todos os animais. Irritabilidade dérmica (coelhos): Não irritante. Sensibilização dérmica (cobaias): Não sensibilizante.

DADOS CRÔNICOS: Estudos cumulativos e subcrônicos em ratos, camundongos, coelhos e cães com administrações repetidas do produto mostraram algumas reações adaptativas do fígado refletindo a sobrecarga funcional deste órgão a altas doses; essas alterações foram reversíveis e não foram correlacionadas com alterações histopatológicas.

Estudos crônicos de dieta de 2 anos em ratos demonstraram que o fígado é o órgão alvo, que reagiu ao aumento da carga funcional com alterações adaptativas reversíveis. Não foram observados efeitos carcinogênicos em ratos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos dágua. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-160210 ·Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado : absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo : retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.

Corpos d'agua - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.