Bula Score - Syngenta

Bula Score

Difenoconazol
2894
Syngenta

Composição

Difenoconazol 250 g/L

Classificação

Fungicida
I - Produto Extremamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Abacate

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Sphaceloma perseae (Verrugose)

Abobrinha

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Álamo

Melampsora medusae (Ferrugem do álamo)

Alface

Septoria lactucae (Septoriose)

Algodão

Ramularia areola (Ramularia)

Alho

Alternaria porri (Mancha púrpura)

Alstroemeria

Alternaria solani (Pinta preta grande)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Amendoim

Cercospora arachidicola (Mancha castanha)
Pseudocercospora personata (Mancha preta)
Sphaceloma arachidis (Verrugose)

Arroz

Bipolaris oryzae (Mancha parda)

Azaléia

Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros)

Banana

Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra)
Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Batata

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Begônia

Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Berinjela

Phoma exigua var. exigua (Seca de ponteiros)

Beterraba

Cercospora beticola (Cercosporiose)

Boca de Leao

Cercospora spp (Cercosporiose)

Café

Cercospora coffeicola (Olho pardo)

Cebola

Alternaria porri (Mancha púrpura)

Cenoura

Alternaria dauci (Mancha de alternaria)

Citros

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)

Coco

Bipolaris incurvata (Mancha púrpura)
Lasiodiplodia theobromae (Podridão de raiz)

Couve-flor

Alternaria brassicae (Mancha preta)

Cravina

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Cravo

Alternaria solani (Pinta preta grande)

Crisântemo

Puccinia horiana (Ferrugem branca)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Ervilha

Erysiphe polygoni (Oídio)

Feijão

Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular)
Uromyces appendiculatus (Ferrugem)

Gerânio

Puccinia pelargonii-zonalis (Ferrugem)

Gérbera

Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Girassol

Erysiphe cichoracearum (Oídio)

Lisianthus

Cercospora spp (Cercosporiose)
Puccinia horiana (Ferrugem branca)

Maçã

Entomosporium mespili (Entomosporiose)
Podosphaera leucotricha (Oídio)
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Asperisporium caricae (Varíola)

Manga

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)

Melancia

Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Melão

Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule)

Milho

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose)
Exserohilum turcicum (Mancha foliar)
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria)

Morango

Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar)

Pepino

Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pêssego

Monilinia fructicola (Podridão parda)

Pimentão

Cercospora capsici (Cercospora)

Rosa

Diplocarpon rosae (Mancha negra)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Soja

Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente)
Colletotrichum dematium (Antracnose)
Microsphaera diffusa (Oídio)
Phomopsis sojae (Podridão seca)
Septoria glycines (Mancha parda)

Tomate

Alternaria solani (Pinta preta grande)
Septoria lycopersici (Septoriose)

Uva

Elsinoë ampelina (Antracnose)
Pseudocercospora vitis (Cercospora)
Uncinula necator (Oídio)

Violeta

Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose)
Sphaerotheca pannosa (Oídio)

Frasco Plástico: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Lata de fibra ou metal: 0,25; 0,4; 0,5 e 1 L;
Bombona de Plástico: 5, 10, 20 L, 100L, 180L, 200L e 220L;
Balde metálico: 20 L;
Bandeja plástica de polipropileno ou poliestireno: 1 L;
Farm pack de plástico: 420, 640 e 1000 L;
Tambor metálico: 100L, 180L, 200L, 220L;
Bag in Box: 5L, 10L, 20L, 100L, 180L, 200L, 220L e 1000L.

INSTRUÇÕES DE USO: SCORE é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis.
MODO DE APLICAÇÃO:
SCORE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
Aplicação terrestre:
Volumes de calda recomendados para aplicação terrestre: Volume L/ha Culturas
Arroz; Amendoim; Feijão; Girassol; Milho; Morango; Soja; Café (Viveiro): 100 a 200 L de calda/hectare;
Abobrinha; Alface; Algodão; Alho; Batata; Beterraba; Berinjela; Cebola; Cenoura; Couve-flor; Ervilha; Melancia; Melão; Pimentão; Rosa: 200 a 400 L de calda/hectare;
Pepino: 200 a 500 L de calda/hectare;
Mamão, Maracujá; Tomate envarado; Uva: 200 a 800 L de calda/hectare;
Abacate; Álamo; Banana; Citros; Coco; Manga: 500 a 1.000 L de calda/hectare;
Pêssego: 800 a 1.300 L de calda/hectare;
Maçã: 800 a 1.500 L de calda/hectare.
Equipamentos:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).
Parâmetros para Aplicação Aérea:
As pulverizações aéreas de Score nas culturas de soja, girassol, milho, arroz, amendoim, álamo e banana devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.
Volume de aplicação:
- Banana: 15 L/ha;
- Arroz, amendoim, girassol, milho e soja: 20 a 50 L/ha;
- Álamo: 40 L/ha.
Observações:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
- Para a cultura da Banana, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha: Dose de Score recomendada + 5 litros de óleo mineral + 220 mL de surfactante foliar. Completar com água até o volume de 15 L. Não utilizar Score em mistura só com óleo.
Alstroeméria, Azaleia, Begônia, Boca de Leão, Cravo, Cravina, Crisântemo, Gerânio, Gérbera, Lisianthus e Violeta:
A dose recomendada do SCORE deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar
Utilizar volume de calda ao redor de 600 a 1000 l/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO:
As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
1. Volume de calda: 600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm. 3.
Pressão de máxima na saída do bico de pulverização: 100 psi.
4. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
5. Evitar escorrimento pelas folhas.
EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais. Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer. A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:
Abacate, alface, alho, coco, couve-flor, ervilha, girassol, maracujá: 14 dias
Abobrinha, berinjela, beterraba, mamão, melancia, melão, pimentão, tomate: 3 dias
Álamo, alstroeméria, azaleia, begônia, boca de leão, cravo, cravina, crisântemo, gerânio una gérbera, lisianthus, rosa, violeta: Uso não alimentar
Algodão, uva: 21 dias
Amendoim: 22 dias
Arroz: 45 dias
Banana, batata, cebola, citros, manga: 7 dias
Café (viveiro de mudas): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Cenoura: 15 dias
Feijão: 25 dias
Maçã: 5 dias
Milho, soja: 30 dias
Morango, pepino: 1 dia
Pêssego: 10 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Outras restrições a serem observadas:
Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.