Bula Garant BR

acessos
Hidróxido de cobre
4701
Mitsui

Composição

Hidróxido de cobre 691 g/kg Inorgânico

Classificação

Bactericida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Sphaceloma perseae)
250 g p.c./100 L de água - - - Não determinado. Quando da ocorrência da doença
Aipo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha da folha
(Cercospora apii)
250 g p.c./100 L de água - - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Na ocorrência da doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2 a 3 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Cercospora personata)
2 a 3 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2 a 3 kg p.c./ha - - 10 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal de sigatoka
(Cercospora musae)
200 g p.c./100 L de água - - 7 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações, quando as folhas estiverem em estato "vela"
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
500 g p.c./100 L de água - - 7 a 10 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
500 g p.c./100 L de água - - 7 a 10 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando as plantas tiverem 15 cm de altura
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
200 g p.c./100 L de água - - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
4 kg p.c./ha - - Reaplicar. Não determinado. Efetuar de 3 a 5 pulverizações com início em março/abril
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
3 a 5 kg p.c./ha - - 15 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,7 kg p.c./ha - - 15 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha aureolada
(Pseudomonas syringae pv. garcae)
3 a 5 kg p.c./ha - - 15 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
3 a 5 kg p.c./ha - - 15 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora carotae)
250 g p.c./100 L de água - - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
250 g p.c./100 L de água - - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Antes da florada
Podridão peduncular
(Phomopsis citri)
200 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
0,85 a 1,75 kg p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
0,85 a 1,75 kg p.c./ha 1000 a 2000 L de calda/ha - Após a florada. Não determinado. Antes da florada
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento bacteriano comum
(Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli)
1 a 3 kg p.c./ha - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Queima das folhas
(Phyllosticta phaseolina)
1 a 3 kg p.c./ha - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar no aparecimento dos primeiros sintomas
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações com a brotação até 1 semana antes da colheita
Mancha foliar
(Phyllosticta sycophila)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações com a brotação até 1 semana antes da colheita
Podridão dos frutos
(Rhizopus nigricans)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações com a brotação até 1 semana antes da colheita
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos proimeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
200 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Pulverizar os frutos desde o início da frutificação
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
200 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Pulverizar os frutos desde o início da frutificação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Pseudomonas syringae pv. lachrymans)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 10 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no início da brotação
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 10 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no início da brotação
Queima
(Cladosporium cucumerinum)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 10 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no início da brotação
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha-bacteriana
(Xanthomonas vesicatoria)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora capsici)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Requeima
(Phytophthora infestans)
250 g p.c./100 L de água - - 7 a 14 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando os brotos tiverem entre 5 a 7 cm
Mancha das folhas
(Isariopsis clavispora)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando os brotos tiverem entre 5 a 7 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando os brotos tiverem entre 5 a 7 cm
Podridão amarga
(Melanconium fuligineum)
200 g p.c./100 L de água - - 5 a 15 dias. Não determinado. Iniciar as pulverizações, quando os brotos tiverem entre 5 a 7 cm

Sacos de polietileno multifolhado com e sem revestimento aluminizado de 1; 1,5; 1,7; 2; 5; 8; 10; 14; 15, 20 e 25 kg. Barricas de papelão 8, 10, 14, 15, 20 e 25 kg. 20 pacotes de 1 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado em barricas de papelão de 20 kg. 10 pacotes de 1,4 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado em barricas de papelão de 14 kg. 10 pacotes de 1,5 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado em barricas de papelão de 15 kg. 10 pacotes de 1,7 kg em sacos de polietileno ou de papel multifolhado com e sem revestimento aluminizado em barricas de papelão de 17 kg. Sacos hidrossolúveis (20) de 1 kg em barricas de papelão de 20 kg. Sacos hidrossolúveis (10) de 1,7 kg em barricas de papelão de 17 kg. Sacos hidrossolúveis (10) de 2,5 kg em barricas de papelão de 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: GARANT( BR é um fungicida/bactericida de ação de contato, do grupo químico cúprico, que contém 691 g/kg do Ingrediente Ativo Hidróxido de Cobre, na formulação Pó Molhável.

Culturas indicadas, doenças, dose, número, época e intervalo de aplicação:
Vide " Indicações de Uso/Doses ".

MÉTODOS DE APLICAÇÃO:
Equipamentos, Modo de aplicação e Preparo da Calda:
Equipamentos: Aplicar via terrestre, usando pulverizador tratorizado ou pulverizadores costais, dotados de bicos de jato cônico tipo D2 (apropriados para aplicação de formulações tipo Pó Molhável), seguindo especificações dos fabricantes quanto à pressão e tamanho de gotas. Calibrar os equipamentos, adequando-os à cultura e à vazão requerida. Os equipamentos de aplicação, reservatórios, etc, deverão ser lavados com água limpa após cada dia de operação, evitando-se corrosões às partes metálicas como ferro, ferro galvanizado e alumínio.

MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar de maneira uniforme, dando boa cobertura às partes aéreas das plantas. Para assegurar uma boa deposição da calda, evitar derivas.

Instruções para preparo da calda:
Encha 1/2 tanque do pulverizador com água. Adicione GARANT®BR lentamente ao tanque, mantendo o agitador mecânico operando e continue a encher com água.
Não fazer pré-pasta com GARANT®BR.
Espalhantes ou espalhantes-adesivos podem ser adicionados posteriormente.
Utilizar a calda preparada no mesmo dia.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, limpe o equipamento e verifique que está bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos, A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.
1.Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e remova os depósitos visíveis de produtos.
2.Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX, AMONÍACO ou SIMILAR com 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1L para 100L de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3.Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4.Repita o passo 2.
5.Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE SEGURANÇA: sem restrições.

LIMITAÇÕES DE USO:
Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias. Somente usar as doses recomendadas.
Evite contato com superfícies metálicas. O produto pode reagir com superfícies metálicas, como metais galvanizados.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
- Em videiras (variedade Niagara e Red Globe) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas, porém sem danos para os frutos e à produção
- Condições ambientais, tais como períodos prolongados de umidade, chuva ácida, etc, que podem alterar o pH da superfície da folha podem influir no desempenho do produto, resultando em diminuição de eficácia, ou fitotoxicidade em cultivares sensíveis. Recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala, no caso de dúvida.
- Aplicações de dosagens elevadas a intervalos reduzidos podem provocar fitotoxicidade em cultivares sensíveis ao cobre. Descontinuar o uso quando ocorrerem sintomas de fitotoxicidade.
- Em viveiros e casa-de-vegetação sob condições especiais, recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
-Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
-Uso exclusivamente agrícola.
- Ao abrir a embalagem, evite poeiras.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-Não use equipamentos de proteção individual danificados.
-Não distribua, não prepare a calda e não aplique o produto sem proteger as mãos, pés, olhos, boca e nariz, use todos os equipamentos individuais de proteção, que estão qualificados abaixo nesta bula.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Use protetor ocular.
- Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
-Use máscaras cobrindo o nariz e a boca.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
-Use luvas de borracha.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evita poeira.
-Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- A aplicação do produto produz neblina, use protetor sobre o nariz e a boca, óculos ou viseira facial.
-Não aplique contra o vento.
-Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas e avental impermeável.

impermeável.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Mantenha o restante do produto na embalagem original fechado, armazenado em local trancado longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as roupas separadas das demais roupas de uso diário e de familiares.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Nunca dê nada via oral a uma pessoa inconsciente. Evite álcool. Em caso de ingestão provoque vômito. Procure imediatamente um médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou a receita agronômica do produto.
Olhos: Lave com água em abundância e procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula ou a receita agronômica do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou a receita agronômica do produto.
Inalação: Remova a vítima para local arejado e procure o médico, levando a embalagem rótulo, bula ou a receita agronômica do produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
-Ação: O cobre na forma biodisponível ao organismo animal atua na formação da hemoglobina; quando deficiente, a hemoglobina não é produzida em níveis regulares. Atua na conformação apropriada do DNA; nas enzimas envolvidas na replicação do DNA; na formação dos ossos; no metabolismo de carboidrato, biossíntese de catecolamina e ligação cruzada do colágeno, elastina e queratina capilar.
-Absorção: O produto não é absorvido pela pele. O produto é absorvido pelas mucosas e trato intestinal. A absorção do cobre é regulada no organismo dos os mamíferos, especialmente no corpo humano. Sendo o Hidróxido de Cobre praticamente insolúvel, ocorrerá uma absorção muito pequena de íons. O composto será diretamente excretado porque a sua insolubilidade o toma não biodisponível. A absorção de cobre ocorre no trato gastrointestinal superior nos mamíferos. Dois mecanismos estão envolvidos: o processo energia dependente envolvendo o complexo cobre-amino ácido e, o outro envolve uma proteína carreadora induzível. O cobre é incorporado em diversas enzimas. É secretado na bile e também incorporado na ceruloplasmina, na alfa globulina que ocorre em cerca de 90% de todo o cobre plasmático.
-Excreção: a excreção ocorre através das fezes — via secrecreção biliar, e via urinária.

Dados Agudos e crônicos:
DL,90aguda oral (ratos): 1.144 mg/kg
DL5,3 aguda dérmica (ratos): >4.000 mg/kg
Náuseas e vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, anúria, pneumonite química, febre, excitação do sistema nervoso central, seguida de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômito há absorção gradual e intoxicação sistêmica podendo ocorrer morte em poucos dias. A toxicidade em mamíferos é geralmente o resultado de ingestão maciça do produto.

Efeitos colaterais:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.
Sintomas de Alarme:
No caso de ingestão, poderá ocorrer irritação gastrointestinal, tontura, náusea, dor de cabeça e diarréia.
No caso de inalação, poderá ocorrer, irritação das membranas e das mucosas.


Tratamento Médico de Emergência e Antídoto (Informações para uso médico): Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão animal ativado. Penicilina nos casos agudos e crônicos. Transfusão de sangue nos casos graves.
Tratamento: sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos de solo. -Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES PARA ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
- Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Griffin Brasil Ltda. — telefone de emergência: (0)0(24) 3325-4100
- Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Recolha o material com auxilio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interromper imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos locais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uma ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
O cobre é um elemento químico e pode não ser quebrado. A incineração oxidará deixando o produto cúprico, desta forma a desativação do produto ocorrerá pelo reprocessamento do mesmo nas instalações da Griffin Brasil Ltda.. Portanto em
caso de qualquer alteração do produto por intempéries ou motivos diversos, ele não deverá ser incinerado ou passar por tratamento que o elimine e sim deverá retornar ao fabricante.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Além do métodos recomendados para o manejo de resistência a fungicidas, incluir outros métodos de controle de patógenos (Ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de patógenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno a o desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistên fungicidas (MRF) poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas.
Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em efr consecutivas no mesmo patógeno alvo.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o MRF.

Compatibilidade

Incompatível com ziram, dicloran e carbamatos.