AUG 137 CI

Geral
Nome Técnico:
Tebuconazol
Registro MAPA:
40017
Empresa Registrante:
Avgust Crop Protecion
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Tebuconazol 250 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Abacaxi Recomendação Produtos Similares
Fusarium subglutinans (Fusariose) veja aqui
Álamo Recomendação Produtos Similares
Melampsora medusae (Ferrugem do álamo) veja aqui
Batata Recomendação Produtos Similares
Alternaria solani (Pinta preta grande) veja aqui
Berinjela Recomendação Produtos Similares
Alternaria solani (Pinta preta grande) veja aqui
Beterraba Recomendação Produtos Similares
Cercospora beticola (Cercosporiose) veja aqui
Cacau Recomendação Produtos Similares
Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa) veja aqui
Cebola Recomendação Produtos Similares
Alternaria porri (Mancha púrpura) veja aqui
Cenoura Recomendação Produtos Similares
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) veja aqui
Citros Recomendação Produtos Similares
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) veja aqui
Figo Recomendação Produtos Similares
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) veja aqui
Goiaba Recomendação Produtos Similares
Puccinia psidii (Ferrugem) veja aqui
Mamão Recomendação Produtos Similares
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) veja aqui
Morango Recomendação Produtos Similares
Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) veja aqui
Sorgo Recomendação Produtos Similares
Claviceps africana (Ergot) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Balde Plástico Rígida Líquido 20 / 25 / 50 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5,0 / 10 / 15 / 20 L
Não Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 100 / 200 / 400 / 450 / 500 / 550 / 600 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,5 / 1,0 / 2,0 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 50 / 100 / 200 / 400 / 450 / 500 / 550 / 600 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 50 / 100 / 200 / 400 / 450 / 500 / 550 / 600 L

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de ação sistêmica do grupo dos triazóis que atua na inibição da biossíntese do ergosterol, substância importante para manutenção da integridade da membrana celular dos fungos, com ação preventiva e curativa.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser diluído em água e aplicado por pulverização na dose recomendada sobre as plantas a proteger de modo que haja uma boa cobertura. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores terrestres manuais, pressurizados, motorizados, tratorizados, turbo atomizadores e/ou através de aeronaves.
Antes da pulverização, certificar-se que os pulverizadores estejam em boas condições e calibrados corretamente.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 30ºC e umidade relativa maior que 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja as culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Modo de preparo da calda:
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade com água limpa, adicione a dose recomendada do produto mantendo um mínimo de agitação para uniformização da calda. Coloque a dose indicada do fungicida AUG 137 em um recipiente com água limpa a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água limpa. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:

APLICAÇÃO TERRESTRE: Aplique uniformemente com equipamento terrestre manual ou motorizado corretamente calibrado. Regular o equipamento de maneira a proporcionar boa cobertura de pulverização e menor deriva do produto, atentando para as indicações do fabricante.

APLICAÇÃO AÉREA: Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade voo (Km/h), que permita uma cobertura de pulverização uniforme.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto não apresenta limitações de uso, caso sejam seguidas as recomendações descritas na bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

GRUPO: G1 – FUNGICIDA

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida AUG 137 é composto por tebuconazol, que apresenta mecanismo de ação de C14 desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida).
Como prática de manejo a resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gente de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informado à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação â Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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