Bula Wanzeb

CI
Mancozebe
1468210
Sipcam Nichino

Composição

Mancozebe 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Protetor

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Cladosporium cucumerinum (Queima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phoma arachidicola (Mancha barrenta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaceloma arachidis (Verrugose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora oryzae (Mancha estreita) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pampeana (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stemphylium solani (Mancha de stemphylium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora coffeicola (Olho pardo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum coffeanum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora carotae (Mancha das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cravo

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dianthi (Pinta preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria dianthi (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces dianthi (Ferrugem do craveiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia chrysanthemi (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria chrysanthemella (Mancha de Septoria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum pisi (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora pisi (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces pisi-sativi (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora manshurica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão vagem

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora manshurica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Dosagem Calda Terrestre
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora tabacina (Mofo azul) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Gladíolo

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis gladiolorum (Podridão de botrites) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Dosagem Calda Terrestre
Asperisporium caricae (Varíola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Cladosporium cucumerinum (Queima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Cladosporium cucumerinum (Queima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Cladosporium cucumerinum (Queima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pera

Dosagem Calda Terrestre
Entomosporium mespili (Entomosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Taphrina deformans (Crespeira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tranzschelia pruni-spinosae (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cercospora melongenae (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia pampeana (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stemphylium solani (Mancha de stemphylium) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora rosicola (Mancha das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diplocarpon rosae (Mancha negra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Mycosphaerella rosicola (Mancha parda das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora sparsa (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sphaceloma rosarum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Puccinia graminis (Ferrugem do colmo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria tritici (Mancha salpicada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Saco e cartucho de papel com filme de polietileno, ou papel com polietileno e alumínio, ou polietileno, celopoli, ou alumínio com polietileno, ou papel multifolhado e papelão com capacidade para 0,5 kg. 1kg, 2kg, 10kg, 20kg, 25 kg e 50 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

WANZEB é um fungicida protetor de modo de ação multissítio. Sua aplicação deve ser realizada de forma preventiva ao início da infecção e, preferivelmente, em rotação com produtos de modo de ação sistêmico e curativos.

MODO DE APLICAÇÃO

Por ser um produto com ação de contato, WANZEB deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
WANZEB é indicado para aplicações terrestres e aéreas. As aplicações terrestres podem ser através de equipamento costal (motorizado ou manual), ou tratorizados equipados com barras, turboatomizadores, mangueiras e pistolas. O volume de calda varia de acordo com o porte da cultura e o número de plantas por hectare.

A. Aplicação Terrestre - Culturas Anuais Rasteiras:
A.1. Pulverizadores de barra acoplados a tratores:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 6- 8 km/h
- Pressão do manômetro: 150 - 250 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).
A.2. Pulverizadores de mangueira:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.

B. Aplicação Terrestre - Culturas Arbóreas:
B.1. Pulverizadores com pistola:
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 1,8 km/h
- RPM do trator: 1.400 rpm
- Marcha do trator: 1ª reduzida
- Vazão: 130 litros/minuto
- Pressão: 300 - 350 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 4 a 10.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
B.2. Atomizadores (turbo atomizadores):
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Velocidade do trator: 2 - 3 km/h
- RPM na tomada de força: 540 rpm
- Pressão: 160 - 300 lb/pol²
- Tipo de bico: disco ou chapinha nº 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos.
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h

C. Pulverizadores Costais:
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba.

D. Aplicação Aérea:
Para as culturas de Amendoim, Arroz, Feijão e Trigo.
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
- Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D
- Volume de aplicação: 30 litros/ha
- Diâmetro das gotas: 150 - 250 micra
- Densidade das gotas: 50 - 70 gotas/cm²
- Altura do voo: 2 a 3 metros
- Largura da faixa: 12 - 16 metros
- Pressão: 30 - 45 lb/pol²
- Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h
- Umidade relativa do ar: mínimo de 55%
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
• Não utilizar o produto em calda alcalina, com pH superior a 8,0: corrigir a acidez da calda antes de adicionar o produto no tanque;
• Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia;
• Evitar aplicação sob prenuncio de chuva;
• Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
• Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
- Fitotoxicidade: Nas doses recomendadas, WANZEB não é fitotóxico para às culturas recomendadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças; O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e recomendados para o controle de patógenos).

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M3 FUNGICIDA

O produto fungicida WANZEB é composto por mancozebe que possui atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).




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