Ultrateb
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Tebuconazol
Registro MAPA:
26026
Empresa Registrante:
SML |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Tebuconazol | 750 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Abacaxi | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Fusarium subglutinans (Fusariose) | veja aqui | |||
| Álamo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Melampsora medusae (Ferrugem do álamo) | veja aqui | |||
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose) | veja aqui | |||
| Alho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria porri (Mancha púrpura) | veja aqui | |||
| Puccinia allii (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora arachidicola (Mancha castanha) | veja aqui | |||
| Pseudocercospora personata (Mancha preta) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bipolaris oryzae (Mancha parda) | veja aqui | |||
| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Aveia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Drechslera avenae (Helmintosporiose) | veja aqui | |||
| Puccinia coronata var. avenae (Ferrugem da folha) | veja aqui | |||
| Banana | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Mycosphaerella fijiensis (Sigatoka negra) | veja aqui | |||
| Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria solani (Pinta preta grande) | veja aqui | |||
| Berinjela | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria solani (Pinta preta grande) | veja aqui | |||
| Beterraba | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora beticola (Cercosporiose) | veja aqui | |||
| Cacau | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Crinipellis perniciosa (Vassoura de bruxa) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Ascochyta coffeae (Mancha das folhas) | veja aqui | |||
| Cercospora coffeicola (Olho pardo) | veja aqui | |||
| Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) | veja aqui | |||
| Phoma costaricensis (Seca de ponteiros) | veja aqui | |||
| Cebola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria porri (Mancha púrpura) | veja aqui | |||
| Cenoura | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria dauci (Mancha de alternaria) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) | veja aqui | |||
| Blumeria graminis f.sp. hordei (Oídio) | veja aqui | |||
| Puccinia hordei (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Crisântemo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Puccinia horiana (Ferrugem branca) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alternaria alternata (Mancha de alternaria) | veja aqui | |||
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Figo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) | veja aqui | |||
| Gladíolo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Uromyces transversalis (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Goiaba | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Puccinia psidii (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Oidium mangiferae (Oídio) | veja aqui | |||
| Maracujá | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cladosporium herbarum (Verrugose) | veja aqui | |||
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum orbiculare (Antracnose) | veja aqui | |||
| Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule) | veja aqui | |||
| Sphaerotheca fuliginea (Oídio) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Didymella bryoniae (Crestamento gomoso do caule) | veja aqui | |||
| Sphaerotheca fuliginea (Oídio) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose) | veja aqui | |||
| Puccinia polysora (Ferrugem polisora) | veja aqui | |||
| Puccinia sorghi (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Morango | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Mycosphaerella fragariae (Mancha foliar) | veja aqui | |||
| Pepino | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Leandria momordicae (Mancha zonada) | veja aqui | |||
| Sphaerotheca fuliginea (Oídio) | veja aqui | |||
| Pêssego | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Monilinia fructicola (Podridão parda) | veja aqui | |||
| Tranzschelia discolor (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Pimentão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Cercospora melongenae (Cercosporiose) | veja aqui | |||
| Rosa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Diplocarpon rosae (Mancha negra) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) | veja aqui | |||
| Microsphaera diffusa (Oídio) | veja aqui | |||
| Septoria glycines (Mancha parda) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Claviceps africana (Ergot) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Alternaria solani (Pinta preta grande) | veja aqui | |||
| Septoria lycopersici (Septoriose) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Blumeria graminis f.sp. tritici (Oídio) | veja aqui | |||
| Fusarium graminearum (Fusariose) | veja aqui | |||
| Puccinia graminis (Ferrugem do colmo) | veja aqui | |||
| Puccinia triticina (Ferrugem da folha) | veja aqui | |||
| Pyricularia grisea (Brusone) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Phakopsora euvitis (Ferrugem da videira) | veja aqui | |||
| Uncinula necator (Oídio) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 1 e 5 KG |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ULTRATEB é um fungicida sistêmico do grupo químico triazol, caracterizado pelo mecanismo de ação denominado IBE (inibidor da biossíntese do ergosterol). Trata-se de um Granulado Dispersível em Água, que contém 750 g/kg do ingrediente ativo tebuconazol. Possui ação preventiva, sendo recomendado para o controle de doenças, conforme especificado.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ULTRATEB deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do ULTRATEB, acrescentar adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Na cultura de banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral.
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva.
A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda: 40 - 30 litros por hectare
Tamanho de gotas: Média - Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 - 18 metros
Distribuição das pontas: 65%
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura: Menor que 30°C
Umidade do ar: Maior que 55%
Velocidade do vento: Entre 3 e 10km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros visam o melhor equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).