Bula Brazeb 800 WP

CI
Mancozebe
8821
Nutrien

Composição

Mancozebe 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida, Acaricida
1 - Produto Extremamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Fungicida, Acaricida

Abóbora

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia allii (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris oryzae (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora beticola (Cercosporiose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Drechslera teres (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diaporthe citri (Podridão penducular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Ascochyta pinodes (Mancha de ascochyta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascochyta pisi (Mancha de ascochyta) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria alternata (Mancha de alternaria) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-vagem

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Uromyces appendiculatus (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Dosagem Calda Terrestre
Cerotelium fici (Ferrugem da figueira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Dosagem Calda Terrestre
Peronospora tabacina (Mofo azul) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Colletotrichum orbiculare (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pêssego

Dosagem Calda Terrestre
Monilinia fructicola (Podridão parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tranzschelia discolor (Ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Cercospora capsici (Cercospora) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora capsici (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria brassicae (Mancha preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora parasitica (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria lycopersici (Septoriose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Bipolaris sorokiniana (Mancha marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Puccinia triticina (Ferrugem da folha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pyricularia grisea (Brusone) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Elsinoë ampelina (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Greeneria uvicola (Podridão amarga) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Saco
Material:Plástico/Plástico metalizado/Hidrossolúvel/Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica com saco plástico interno
Capacidade: 25 kg

Tipo: Frasco
Material:Plástico
Capacidade: 2 kg

Tipo: Bombona
Material:Plástico
Capacidade: 50 kg

Tipo: Big bag
Material:Plástico
Capacidade: 1000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto é um fungicida e acaricida de contato com ação protetora, indicado para pulverização das culturas: abóbora, alho, amendoim, arroz, batata, berinjela, beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, cevada, citros, couve, couve-flor, ervilha, feijão, feijão-vagem, figo, fumo, maçã, manga, melancia, melão, pepino, pêssego, pimentão, repolho, tomate, trigo e uva.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Por ser um produto com ação de contato, BRAZEB 800 WP deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

Aplicação terrestre

- Equipamentos

Pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator, atomizadores costais motorizados com bomba centrífuga.
- Bicos: cone, como XH4 ou D2-13.
- Altura da barra: deve permitir boa cobertura da parte aérea.
- Volume de aplicação: conforme instruções de uso.
- Para citros, usar atomizador costal ou tratorizado, ou pistola de aplicação. Usar pressão de 200 a 250 lb/pol², bico tipo cônico com difusor nos atomizadores. Aplicar volume necessário para completar cobertura de todas as partes da planta. Aplicar até o ponto de escorrimento. Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, esses devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas.

Aplicação aérea

- Equipamentos

Barra com bicos ou bicos rotativos (Micronair).
- Bicos: teejet cone vazio, pontas D6 a D12.
- Altura de voo: 2 a 5 m sobre a cultura.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15-20 m.
- Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de vento de 10 a 15 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
- Ângulo da pá: deve ser ajustado em função da gota desejada, respeitando-se as condições de vento, temperatura e umidade relativa.

Recomendações específica

Via terrestre para a cultura do café, citros, figo, maçã, manga, pêssego e uva: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar ou aplicador auxiliar tipo pistola. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de calda menores que o sugerido (em L/ha), fixar a quantidade de produto por hectare e reduzir somente o volume de água, de modo a concentrar a calda e manter a concentração do produto na área. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparo da calda

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessário do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 – 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação do tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

Obs: A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições de aplicação podem ser alteradas. A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio e desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, deve definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Lavagem do equipamento de aplicação

Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. Repetir esse processo por mais uma vez. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento de deriva

Devem ser tomados cuidados especiais para se evitar a deriva da pulverização fora da área a ser tratada, ou sobre corpos d'água. A pulverização de gotas maiores reduz o potencial de deriva, mas não irá preveni-la se as aplicações forem feitas de forma inadequada ou sob condições ambientais desfavoráveis. É responsabilidade do aplicador adequar o pulverizador à aplicação pretendida, calibrá-lo corretamente, e evitar que ocorra a deriva.

Chuva

O produto age na superfície das plantas, devendo ser aplicado com adjuvante para maior cobertura e permanência.

Armazenamento

O produto não deve ser mantido sob exposição prolongada ao ar, calor e/ou umidade, mantenha o produto em sua embalagem original fechada, longe de fertilizantes, alimentos e ração animal. Nunca permita que o produto entre em contato com umidade durante o armazenamento. Isso poderá levar a alterações químicas que poderão reduzir sua eficiência e produzir vapores que poderão ser inflamáveis.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas, após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Não deve ser usado em culturas plantadas em sistema hidropônico ou em vasos ou outros recipientes.
O produto só é efetivo somente quando aplicado preventivamente antes da infecção.
O produto não deve ser aplicado através de sistema de irrigação.
O produto não deve ser usado em plantas ornamentais.
O produto não deve ser utilizado em desacordo as instruções do rótulo e bula.

O produto não deve ser aplicado em culturas danificadas devido ao stress resultante da seca, excesso de água, deficiência nutricional ou ataques de pragas, ou outros fatores. O produto não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordalesa ou sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

- Utilizar sementes sadias.
- Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis.
- Realizar rotação de culturas.
- Realizar manejo adequado de adubação.
- Semear/transplantar em época adequada para a região e com densidade de plantas que permita bom arejamento foliar e maior penetração/cobertura do fungicida.
- Alternar a aplicação de fungicidas formulados em mistura rotacionando modos de ação sempre que possível.

GRUPO M03 FUNGICIDA

O produto é um fungicida de contato composto por Mancozebe, classificado no grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistencia de Fungicidas). O mecanismo de ação não é bem elucidado, porém sabe-se que age na inibição da produção de energia nas células fúngicas. O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda da eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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