Bula Manfil 800 WP

acessos
Mancozeb
6313
Prophyto

Composição

Mancozeb 800 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Acaricida, Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Protetor
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. 7 dias. As pulverizações devem ser iniciadas 10-15 dias após a emergência das plantas, ou antes, dependendo da ocorrência das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 600 L de calda/ha - Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. 7 dias. As pulverizações devem ser iniciadas 10-15 dias após a emergência das plantas, ou antes, dependendo da ocorrência das doenças
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações a partir dos primeiros sintomas das doenças, repetindo quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 4 aplicações com intervalos de 7 dias
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações a partir dos primeiros sintomas das doenças, repetindo quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 4 aplicações com intervalos de 7 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
250 g p.c. / 100 L de calda 2000 L de calda/ha - 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir do florescimento, repetindo com intervalos de 14 dias. Realizar ate 3 aplicações com intervalos de 14 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 kg p.c./ha 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações com 25 dias após a germinação, ou antes, no surgimento de sintomas das doenças. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 3 pulverizações com intervalos de 14 dias
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 kg p.c./ha 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 14 dias. Iniciar as pulverizações com 25 dias após a germinação, ou antes, no surgimento de sintomas das doenças. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 3 pulverizações com intervalos de 14 dias
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo azul
(Peronospora tabacina)
200 g p.c. / 100 L de calda 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. U.N.A. Para controle prenventivo, iniciar aplicações no viveiro, sobre as mudas, reaplicando quando houver condições favoráveis às doença. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 dias. Intervalo de segurança: Uso não alimentar
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão amarga da macieira
(Glomerella cingulata)
200 g p.c. / 100 L de calda 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Efetuar pulverizações durante o ciclo vegetativo, a partir do inicio da brotação, reaplicando quando houver condições favoráveis à doença. Realizar até 4 pulverizações com intervalos de 7 dias
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
200 g p.c. / 100 L de calda 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Efetuar pulverizações durante o ciclo vegetativo, a partir do inicio da brotação, reaplicando quando houver condições favoráveis à doença. Realizar até 4 pulverizações com intervalos de 7 dias
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. As pulverizações devem ser iniciadas 10-15 dias após a emergência das plantas, ou antes, dependendo da ocorrência das doenças. Reaplicar quando houver condições favoráveis as doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 4 aplicações com intervalos de 7 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. As pulverizações devem ser iniciadas 10-15 dias após a emergência das plantas, ou antes, dependendo da ocorrência das doenças. Reaplicar quando houver condições favoráveis as doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar ate 4 aplicações com intervalos de 7 dias
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 g p.c. / 100 L de calda 1000 a 2000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar o controle a partir da brotação. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias

Saco externo com ou sem saquinho hidrossolúvel - Aluminizado: 100; 200; 250 e 500g; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20; 25 e 50kg de peso líquido.
Saco externo com ou sem saquinho hidrossolúvel - Plásticos: 100; 200; 250 e 500g; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20 e 25kg de peso líquido.
Saco externo com ou sem saquinho hidrossolúvel - Papel com revestimento interno plastificado ou aluminzado: 100; 200; 250 e 500g; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20 e 25kg de peso líquido.
Caixa secundária - Cartão ou de plástico: 100; 200; 250 e 500g; 1,0; 2,0; 2,5; 5,0; 10; 15; 20; 25 e 50kg de peso líquido.
Caixa secundária - Papelão ou de plástico: 5,0; 10; 15; 20; 25 e 50kg de peso líquido.
Frasco, pote - Plástico ou metal: 100; 200; 250 e 500g; 1,0 e 2,0kg de peso líquido.
Tambor - Metálico ou de plástico: 20; 25; 50; 100; 150; 200 e 250kg de peso líquido.
Big-bag - Plástico estruturado: 100; 150; 200; 250; 300; 400; 500; 750; 1000; 2000; 5000; 10000 kg de peso líquido.
Container/Retornável - Metálico: 500; 1000; 5000; 10000; 17000; 18000 e 20000 kg de peso líquido.
Baldes e bombonas - Plástico: 2,5; 5,0; 10; 15; 20 e 25kg de peso líquido.

MODO DE APLICAÇÃO:
O Produto deve ser adicionado à água e aplicado na forma de pulverização, utilizando equipamentos terrestres ou aeronaves.
Aplicação aérea
. Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
. Bicos: série D com difusor 25 a 45.
. Pressão: 20 a 30 lb/pol2.
. Densidade de gotas: maior que 50 gotas/cm2.
. Altura de vôo: 3 a 4 metros.
. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).
Aplicação terrestre
Bicos: pontas de pulverização de jato cônico.
Pressão: 30 lb/pol2.
Tamanho de gotas: 100-200 micrômetros.
Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2.
Por ser um produto de contato, MANFIL 800 WP deve ser aplicado com volume de água suficiente para cobertura completa e uniforme das plantas. No geral, deve-se utilizar um volume
de calda/ha de modo a proporcionar a melhor cobertura do alvo até antes do ponto de escorrimento.
Condições Cliniáticas:
A temperatura deve estar abaixo de 30°C, a velocidade do vento em torno de 3,0 - 5,0 Km/h e a Umidade Relativa do ar maior que 50%.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata 7
Cebola 7
Citrus 14
Feijão 14
Fumo UNA
Maçã 7
Tomate 7
Uva 7
(U.N.A.) — Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas
antes do término de reentrada, utilize os EPI's indicados no item "Precaução Durante a Aplicação" na bula do MS.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
• Aplicar somente as doses recomendadas.
• Não aplicar o produto na presença de ventos fortes
• Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
• Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

- DADOS RELATIVOS À PROTECAO DA SAUDE HUMANA -

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem': macacão, botas, avental, mascara, Óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2, Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2, Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Classe toxicológica III: Medianamente tóxico
Mecanismos de toxicidade: As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para pele, trato respiratório e olhos.
Vias de absorção: É absorvido por via respiratória, oral e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos: Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas
Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vômitos. Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.

Metabolismo e Toxicocinetica: Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabolito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabolito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente atraves das fezes (71%) e urina (16%).
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o inicio do tratamento a confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizadas dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. .
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para
nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de agua.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
permeáveis, se necessário através de entubação ,oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA calcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
Contra-indicações: O vôrnito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Contra-indicações

Atenção - As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergencia PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3259-6399.

Mecanismo de Ação, absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. O mancozeb é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, distribuído pelos órgãos e excretado quase por completo após 96 horas. 0 seu metabolismo é extenso é complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. 0 principal metabolito é a etilenotioureia. Distribui-se por todo o Organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quantidade.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
- Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos): > 2000 mg/kg (machos e fêmeas) DL50 dérmica (ratos): > 2000 mg/kg (machos e fêmeas) CL50 inalatória (ratos) (4h): > 2,73 mg/L
Irritação dérmica (coelhos): o produto não causou irritação na pele de coelhos.
Irritação ocular (coelhos): a substancia-teste aplicada no olho dos coelhos causou alterações nas conjuntivas com reversão após 72 horas.
Sensibilização dérmica: o produto é considerado não sensibilizante.

- Efeitos crônicos:
Em um estudo de longa duração realizado em camundongos foram observadas pequenas alterações hormonais da tireóide e não foram relatadas alterações de peso e avaliação microscópica do órgão. Em um estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogenicos. Porem em outro estudo conduzido em ratas prenhas foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central, olhos, orelha e sistema músculo-esquelético. Quando o mancozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhas não foram observados efeitos teratogénicos.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃ AO MEIO AMBIENTE:
PERIGOSO AO ME10 AMBIENTE (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível!.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROPHYTO COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. - telefone de Emergéncia: (0xx11) 3124-4455.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e mascara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

• Piso Pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

•Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

•Corpos d'Água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de proteção individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos:
- Adicione água limpa à embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faca esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o témino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RIGIDA NÄ0 LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUCÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, racções, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA ENIBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


ENIBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINACÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuário, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da agua e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZACÄO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS.

INFORMACOES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENCAS:
Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto a época, principio ativo, a dose, ao modo de aplicação e a tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

INFORMACOES SOBRE MANEJO DE RESISTÈNCIA:
Qualquer produto utilizado no controle de doenças de forma inadequada pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida Útil dos fungicidas e também manter sua performance:
• Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, da mesma classe e com alto risco de resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo ciclo da cultura.
• Fazer a alternância e a rotação entre produtos de contato e produtos com modo de ação especifica (sistêmicos).
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locals para o manejo de resistência.