Bula Manfil 800 WP

CI
Mancozebe
6313
Indofil

Composição

Mancozebe 800 g/kg

Classificação

Terrestre
Acaricida, Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Ramularia areola (Ramularia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria porri (Mancha púrpura) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Peronospora destructor (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaporthe citri (Podridão penducular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Fumo

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora tabacina (Mofo azul) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Glomerella cingulata (Podridão amarga da macieira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Venturia inaequalis (Sarna da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Cercospora kikuchii (Mancha púrpura da semente) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Corynespora cassiicola (Mancha alvo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phakopsora pachyrhizi (Ferrugem asiática) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Septoria glycines (Mancha parda) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phytophthora infestans (Requeima) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Plasmopara viticola (Míldio) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 2,5; 5; 10; 15; 20; 25 kg.

Tipo: Big Bag
Material: Plástico
Capacidade: 100; 150; 200; 250; 300; 400; 500; 750; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000 kg.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2,5; 5; 10; 15; 20; 25 kg.

Tipo: Caixa
Material: Papelão
Capacidade: 100g; 200g; 250g; 500g; 1kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 10kg; 15kg; 20kg; 25kg; 50 kg.

Tipo: Container
Material: Metálico
Capacidade: 500; 1.000; 5.000; 10.000; 17.000; 18.000; 20.000 kg.

Tipo: Frasco
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 100g; 200f; 250f; 500g; 1kg; 2kg.

Tipo: Saco
Material: Aluminizado
Capacidade: 100g; 200g; 250g; 500g; 1kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 10kg; 15kg; 20kg; 25kg; 50kg.

Tipo: Saco
Material: Papel revestido com polietileno
Capacidade: 100g; 200g; 250g; 500g; 1kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 10kg; 15kg; 20kg; 25kg.

Tipo: Saco
Material: Plástico
Capacidade: 100g; 200g; 250g; 500g; 1kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 10kg; 15kg; 20kg; 25kg.

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 100g; 200g; 250g; 500g; 1kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 10kg; 15kg; 20kg; 25kg; 50kg.

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 20; 25; 50; 100; 150; 200; 250kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é recomendado para aplicação foliar no controle de doenças causadas por fungos nas culturas de batata, cebola, citrus, feijão, fumo, maçã, soja, tomate e uva. Mancozebe é um fungicida multissítio que age como inibidor enzimático inespecífico, interferindo com muitos processos metabólicos do fungo, resultando na desorganização de numerosas funções celulares. Devido à sua inespecificidade de sítios de ação, mancozebe controla uma ampla gama de doenças e apresenta baixo risco de resistência, tendo papel importante no manejo antirresistência de fungos aos fungicidas sítio-específicos.

ATENÇÃO

O número de aplicações e o intervalo entre as aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento de doenças nas culturas. É importante respeitar o número máximo de aplicações e o intervalo mínimo entre as aplicações recomendadas. Recomenda-se fazer vistorias constantes nas lavouras.

MODO DE APLICAÇÃO

Por ser um composto de ação de contato, deve ser aplicado com volume de água suficiente para cobertura completa e uniforme das plantas. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.

Aplicação terrestre

Deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (tratorizado ou autopropelido), equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura foliar das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente à deriva. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. Os parâmetros de aplicação como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante, seguindo as boas práticas agrícolas. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

PREPARO DA CALDA

a. Com o equipamento e o sistema de aplicação previamente limpos, encher o tanque de pulverização com água até atingir a metade do volume.

Observação

Caso haja a necessidade de correção do pH ou da dureza da água, encher totalmente o tanque com água (100% do volume do tanque com água), e só então adicionar os produtos para a correção do pH e da dureza.

b. Fazer a pré-mistura dos produtos respeitando a ordem a seguir e sempre mantendo a agitação:

1. Água
2. PM / WP
3. WG / DF
4. SC / CS
5. SL
6. CE / EC
7. Adjuvantes
8. Fertilizantes foliares
9. Redutor de espuma.

c. Adicionar os produtos em pré-mistura ao tanque de pulverização cerca de 3 a 5 minutos antes do início da aplicação.

d. Para adicionar a pré-mistura ao tanque, ligar o agitador do tanque de pulverização em agitação constante e intensa; mantê-lo funcionando por todo o período de adição da pré-mistura ao tanque de pulverização.

e. Completar o tanque de pulverização com água mantendo o agitador ligado.

f. Manter o agitador funcionando durante toda a aplicação dos produtos em agitação constante e intensa.

g. Promover a limpeza do tanque e do sistema de aplicação sempre que necessário para o bom funcionamento do pulverizador, para manter uma boa aplicação e antes de guardar os equipamentos ao final do dia.

CUIDADOS COM O SISTEMA DE APLICAÇÃO PARA UMA BOA PULVERIZAÇÃO

a. Certificar a qualidade do sistema de agitação da calda no pulverizador; para circuitos com agitação hidráulica certificar que o volume de retorno de calda no interior do tanque seja de no mínimo 5% até 20% do volume nominal do tanque;

b. Abastecimento do tanque de pulverização gradual e com agitação constante e severa;

c. Não desligar a agitação durante a aplicação do agroquímico;

d. Usar malha de filtros compatíveis com a granulometria do agroquímico (Ex. para mancozebe máximo malha 80);

e. Usar malhas de filtro de sucção, de linha e de pontas com restrição progressiva (Ex: 40 para sucção, 60 para linha e 80 para ponta de pulverização);

f. Não utilizar pressão de pulverização baixa. Preferencialmente próximo do limite superior estabelecido pelo fabricante da ponta de pulverização;

g. Limpar a máquina imediatamente após o uso ou completá-la com água antes de guardá-la quando impossibilitada a limpeza imediata (ver procedimento de limpeza sugerido);

h. Manter a máquina em condições de uso e inspecionada a fim de evitar possíveis falhas durante a pulverização devido a pontas entupidas ou gastas;

i. Para aplicação de mancozebe, adotar o uso de selo mecânico de carbeto de silício nas bombas centrífugas;

j. Estar atento as falhas relacionadas as particularidades de cada equipamento corrigi-las previamente.

Condições climáticas

A temperatura deve estar abaixo de 30ºC, a velocidade do vento em torno de 3,0 a 5,0 km/h e a umidade relativa do ar maior que 50%.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

O intervalo de reentrada recomendado é de 24 horas. Caso necessite entrar nas áreas tratadas antes do término de reentrada, utilize os EPI’s indicados no item “Precaução Durante a Aplicação” na bula do MS.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
- Aplicar somente as doses recomendadas.
- Não aplicar o produto na presença de ventos fortes
- Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
- Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desaparecimento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando à proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como práticas de manejo de resistência e, para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M03 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por Mancozebe, que apresenta Atividade de contato multisítio, pertencente ao Grupo M3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida).




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