Bula Delegate - Dow AgroSciences

Bula Delegate

acessos
Espinetoram
14414
Dow AgroSciences

Composição

Espinetoram 250 g/kg Espinosinas

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Geral Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Acerola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Indícios de dano econômico
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Indícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Indícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Indícios de dano econômico
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-enroladeira
(Bonagota salubricola)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Amora preta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Automeris memusae)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Batata yacon Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca-do-colo
(Megastes pusialis)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta das solanáceas
(Mechanitis lysimnia)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
12 a 20 g/100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Cará Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
60 a 100 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
80 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
80 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
80 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Chalota Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
60 a 200 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
5 a 10 g p.c./100 L 2000 a 4000 L de calda/ha até 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
16 a 24 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. UNA. Incícios de dano econômico
Framboesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Gengibre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Inhame Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
15 a 20 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L 1000 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Mosca do broto
(Neosilba perezi)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella williamsi)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes-da-mandioca
(Scirtothrips manihoti)
80 a 200 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Mandioquinha-salsa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Marmelo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 100 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Haplothrips gowdeyi)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
120 a 160 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza trifolii)
120 a 160 g.p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Mirtilo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-urticante
(Tolype innocens)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
12 a 20 g p.c./100 L 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Nabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Nectarina Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Iníico da infestação
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Início da infestação
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Início da infestação
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das fruteiras
(Argyrotaenia sphaleropa)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Iníicio da infestação
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
20 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reapçicar se necessário. 3 dias. Início da infestação
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza spp)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Pitanga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das mirtáceas
(Timocratica palpalis)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
12 a 20 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 a 100 g.p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Seriguela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella schultzei)
12 a 20 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 3 dias. Incícios de dano econômico
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
12 a 25 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
8 a 14 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
8 a 16 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico
Tripes
(Frankliniella occidentalis)
8 a 12 g p.c./100 L de água 300 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 1 dia. Incícios de dano econômico

Frasco - plástico - 0,03; 0,04; 0,05; 0,06; 0,09; 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,2; 0,24; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0 kg
Saco - Hidrssolúvel - 0,03; 0,04; 0,05; 0,06; 0,09; 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,2; 0,24; 0,3; 0,4; 0,5 kg
Saco - plástico - 0,03; 0,04; 0,05; 0,06; 0,09; 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,2; 0,24; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 1,2; 2,4; 5,0; 10 kg
Saco - metalizado - 0,1; 0,12; 0,2; 0,24; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 1,2; 2,4; 5,0; 10 kg
Tambor - metálico/plástico - 50; 100; 200 kg

Equipamentos:
Para os cultivos da maca e citros, também poderão ser empregadas aeronaves agrícolas equipadas com barra. Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas. Neste caso o volume de calda deve ser adequado ao equipamento em questão, sugerindo-se cerca de 40 litros/ha. Procurar sempre obter uma boa cobertura na aplicação.
Volume de calda: vide Modo de Aplicação.
CONDIOES CLIMATICAS
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura Ambiente: igual ou inferior a 30°C
- Umidade Relativa do Ar: acima de 50%
- Velocidade do Vento: calmo (entre 2 e 10 km/h)
Para outros parâmetros referentes a tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
INTERVALO DE SEGURAKA:
Citros 1 dia
Crisantemo UNA
Maca 3 dias
Melão 3 dias
Morango 3 dias
Pepino 3 dias
*UNA: Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo (órgão Responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS).
LIMITAOES DE USO:
Fitotoxicidade:
Aplicado de acordo com as instruções de uso, DELEGATE não apresenta Fitotoxicidade para as culturas indicadas.
Compatibilidade:
Não ha evidencias de problemas de incompatibilidade com outros pesticidas ou fertilizantes normalmente utilizados.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTE00 INDIVIDUAL COMO INDICADO. Precauções GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAcA0 DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faca-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUPOES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (interval° de tempo entre a (ultima aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APOS A Aplicação: Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do period° de reentrada.
- Caso necessite entrar na area tratada com o produto antes do termino do intervalo de uso durante a aplicacao
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e mascara. Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência, levando a embalagem, rotulo bula e/ou receituário agronomic° do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vomit°. Caso o vomit° ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de cantata, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo Químico: Espinosinas;
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória;
Toxicocinetica: Em estudos com ratos, o Spinetoram administrado oralmente foi rapidamente
absorvido (>70%) e amplamente metabolizado. Cerca de 88 a 97% da dose administrada foi eliminada durante as primeiras 24 horas, principalmente nas fezes (77 a 89%) e na urina (3,3 a 9,6%), de forma semelhante para os ratos machos e fêmeas, independente da dose e via de administração. Altas concentrações do produto foram observadas no tecido adiposo, rins, fígado, linfonodos e ovários. Não houve evidencia de bioacumulagdo. 0 produto foi metabolizado principalmente por conjugação com glutationa. A absorção pela pele foi baixa.

Mecanismos de toxicidade: Nos insetos, ativa o receptor nicotinic° da acetilcolina e altera a função dos canais de cloro ligados ao sistema acid° gama-aminobutirico (GABA), causando hiperpolarizacao com excitação neuronal, seguidos de paralisia e morte. 0 GABA é o principal neurotransmissor inibidor do sistema nervoso nos mamíferos, entretanto, não foram observados efeitos neurológicos em estudos agudos e crônicos com ratos.

Sintomas e sinais clínicos: Irritação dermica e ocular. O ingrediente ativo é sensilizante dérmico. Em caso de grande absorção, pode causar síndrome nicotínica: midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver paralisia de musculatura respirat6ria, levando a morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se.
Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas, vacuolização intracitoplasmática, com acumulo de fosfolipídios.

Diagnostico: 0 diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento: Antídoto: não ha antídoto especifico.
Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias
respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária.
• Considere logo apos a ingestão de uma grande quantidade do produto (ate 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubacao endotraqueal. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes nao-intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: liga-se a maioria dos agentes tóxicos e • pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo apos a ingestão (1 h). se: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos; 25 a,50 g em crianças de 1 a 12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano;
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida, se requerida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
• Hipotensão: infundir 10-20 ml/kg de liquido isotonico. Se persistir: Dopamina (5-20 pg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 pg/min; crianças: começar com 0,1 pg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com bicarbonato de sódio.
• Convulsões: indicado benzodiazepinicos IV: Diazepam (adultos= 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrencia das convulsoes em maiores de 5 anos.
Hemodiálise: pode ser requerida em caso de intoxicação grave, com insuficiência renal.
• Manter internação por no minimo 24 horas apos o desaparecimento dos sintomas.

contra-indicações: A indução do vomito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico e conhecido.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicacao: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS Notifique ao sistema de informado de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-771-0032

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinetica e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado): DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatoria para ratos: > 5,06 mg/L de ar - 4 horas.
Irritação Dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando leve vermelhidão na pele dos animais. As alterações foram reversíveis em 48 horas.
Irritação Ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante, causando moderada vermelhidão da conjuntiva, irite, quemose e descarga ocular nos olhos de todos os animais. As alterações foram reversíveis em 72 horas. Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias.
Efeitos Crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Técnico):
Espinetoram causou diminuição no peso corporal e no consumo de alimento, anemia e estimulação imune, com agregação de macrófagos em tecidos linfóides em ratos, camundongos e cães. Os cães foram os mais susceptíveis e exibiram toxicidade na medula Óssea, arterite e/ou periarterite/inflamação perivascular em vários órgãos (timo, tireóide, laringe e bexiga urinaria). Em estudos reprodutivos em ratos, observou-se depleção de folículos primordiais e em crescimento nos ovários. Não ha evidencias de toxicidade sobre o desenvolvimento. Não foi neurotoxico, genotóxico, mutagênico ou carcinogenico

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- No execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (qui-nhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-grícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE¬VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3-INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Dow AgroSclences Industrial Ltda., pelo te¬lefone de Emergência 0800-771-0032.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, ócu¬los protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água- Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de urna pá e coloque em: recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO: ou pó químico. ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINA¬ÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEMRÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu es¬vaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes:
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuárío, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM FLEXIVEL
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ra¬ções, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquiridos Canais de Distribuição,
-
DESTINAÇAO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBA-LAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante atra¬vés do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinaçâo final.
A desativação do produto é feita através de incineração em tornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de Emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FE¬DERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biologic°, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTENCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (wwwirac-br.ord.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.aciricultura.gov.br).